Experimente o gerenciador de arquivos (CLI) Ranger no Linux (ou no Mac)

O Ranger é um gestor de arquivos de linha de comando (CLI), escrito em Python.
O programa possui todas as funções presentes nos gestores mais usados, como o Nautilus, no Ubuntu.

Para quem não tem problemas com a CLI, como interface de execução de seus aplicativos, o Ranger ainda oferece a vantagem da velocidade de execução.

O programa permite executar tarefas relacionadas à gestão de arquivos com poucos toques no teclado, usando teclas simples ou composições de atalhos de teclado.

O uso do mouse é opcional.

Para ficar de acordo com a documentação oficial, no restante do texto, vou grafar o nome do utilitário em minúsculas.

Como instalar o ranger

Abra um terminal e execute o gestor de pacotes da sua distro, para fazer a instalação dele. Segue um exemplo, usando o apt (Debian/Ubuntu):


sudo apt install ranger

Junto com o utilitário, é instalado o navegador de Internet w3m — também com interface em modo texto ou CLI.

Outras extensões são instaladas e podem ser usadas à medida em que forem necessárias, como o rifle, para abrir arquivos.
As configurações permitem definir outros programas para executar tarefas específicas a partir do ranger.

Se precisar visualizar alguma imagem ou outro tipo de arquivo de dentro do ranger, ele abrirá o visualizador padrão do sistema.
Se você usa apenas o modo texto, no seu sistema, recomendo instalar o feh, para visualizar suas imagens.

Como usar o ranger

Ao rodar o programa, ele irá mostrar os arquivos dentro do diretório (pasta) atual.
Use as setas do teclado para percorrer os diretórios e pressione Enter, para realizar ações em relação aos arquivos.

Você pode sair do programa, a qualquer momento, pressionando a tecla ‘q’.

Configuração do ranger

O ranger cria um subdiretório com arquivos de configuração básica no home, ou seja, em ‘~/.config/ranger/’
Muitas configurações, contudo, continuarão a ser lidas nos arquivos principais, fora do seu diretório home.
Para ter acesso completo à configuração do aplicativo, copie todos os arquivos pertinentes ao seu diretório particular, com o seguinte procedimento:


ranger --copy-config=all

creating: /hem/justincase/.config/ranger/rifle.conf
creating: /hem/justincase/.config/ranger/commands.py
creating: /hem/justincase/.config/ranger/commands_full.py
creating: /hem/justincase/.config/ranger/rc.conf
creating: /hem/justincase/.config/ranger/scope.sh

> Please note that configuration files may change as ranger evolves.
  It's completely up to you to keep them up to date.

> To stop ranger from loading both the default and your custom rc.conf,
  please set the environment variable RANGER_LOAD_DEFAULT_RC to FALSE.

Os dois avisos, dados ao final da execução do comando, acima, dão conta de:

  1. Os desenvolvedores do programa podem introduzir eventuais modificações na forma como os arquivos de configuração funcionam ou na sua estrutura. Portanto, caberá a você fazer esta atualização.
  2. Para forçar o programa a carregar apenas as configurações personalizadas do usuário, altere o valor da variável de ambiente RANGER_LOAD_DEFAULT_RC para FALSE.
    Este procedimento pode ser feito assim, na linha de comando:

    
    RANGER_LOAD_DEFAULT_RC=FALSE
    
    

    Leia mais sobre variáveis de ambiente aqui: variáveis de ambiente no Linux.

Esquemas de cores do ranger

Ainda no diretório de arquivos de configurações do ranger, é possível alterar o esquema (ou tema) atual de cores do programa, caso você esteja insatisfeito com o que está vendo.

Para isso abra o arquivo ~/.config/ranger/rc.conf e localize a linha

set colorscheme default

Você pode usar uma das 4 opções: default (padrão), jungle, snowou solarized.
Pessoalmente, gosto do tema default. Mas o snow também é legal. (y)

Você pode criar novos esquemas e gravá-los em ~/.config/ranger/colorschemes.

Teclas de navegação dentro do ranger

O programa usa as mesmas teclas do editor Vim.

Basicamente, é isso aqui:

  • → ↓ ↑ ← as setinhas do teclado
  • h — para subir na hierarquia de diretórios
  • gg — para ir ao início da lista
  • G — para ir ao fim da lista

A linha de comando

O ranger tem uma linha de comando, a partir da qual, é possível executar comandos da shell.
Para acessar a CLI interna do ranger tecle ‘!’.

O utilitário possui também comandos internos, como o ‘du’ — que mostra o uso atual do diretório (tal como na shell).
Há outros comandos, que podem ser acessados a partir do pressionamento da tecla ‘d’. Experimente.

Leia feeds RSS com o newsboat

O newsboat é um aplicativo CLI voltada para as plataformas Apple MacOS e GNU/Linux —…e FreeBSD também, claro.
Sua principal proposta é monitorar feeds RSS de sites, à sua escolha, para detectar novidades.

A simplicidade de configuração e a rapidez com que ele pesquisa sua lista de sites, são 2 de seus pontos fortes.
É possível monitorar, ainda, canais específicos do YouTube, de forma que você nunca perca quando houver conteúdo novo à sua disposição.

É possível acompanhar apenas alguns tipos de posts, dos seus sites favoritos

Sites em WordPress podem ter vários feeds RSS disponibilizados por “categorias”.
Segue um exemplo da relação de feeds, por categoria, neste site:

  1. https://elias.praciano.com/category/fotografia/feed/
  2. https://elias.praciano.com/category/linux/feed/
  3. https://elias.praciano.com/category/android/feed/

Assinar a newsletter (notificações por email) é a maneira mais simples de acompanhar seus posts.
Contudo, alguns autores postam sobre diferentes assuntos (categorias) em seus sites/blogs.
Se você se interessa apenas pelo conteúdo postado dentro de uma certa categoria, pode achar melhor assinar apenas o feed referente a ela.

Leitores de feeds permitem filtrar o que você deseja acompanhar em um determinado site ou blog.

Como instalar o Newsboat

Cada plataforma tem seus meios de aquisição e instalação de softwares.
A minha é Debian GNU/Linux 10Buster” (ainda em testing).
Usualmente, no Linux, aplicativos GUI são instalados através da interface da loja da sua distro.

Se a sua plataforma tiver suporte a snap, use-o para fazer a instalação direta do Newsboat:


sudo snap install newsboat

Embora o snap seja um método universalizado para instalação, também é possível usar o gerenciador de pacotes específico da sua distro. No Debian/Ubuntu, por exemplo:


sudo apt install newsboat

Como configurar o newsboat

A primeira coisa a fazer é dar ao programa a lista de sites (URLs de feeds RSS ou Atom), de onde ele pode fazer sua pesquisa.
Use o seu editor de textos favorito para criar e editar um arquivo de feeds.
No meu caso, criei um arquivo chamado meus-sites.rss.
A escolha do nome é totalmente livre e você pode usar o que quiser.
Dentro do arquivo, enumere as URLs dos feeds que você deseja acompanhar. Um por linha:

http://nerdices.com.br/42/feed/
https://elias.praciano.com/category/linux/feed/

Como adicionar feeds RSS dos meus canais favoritos do YouTube?

Você vai encontrar todos os feeds RSS de todos os canais que assina, na página https://www.youtube.com/subscription_manager. Ao chegar lá, role até encontrar o botão “Exportar inscrições”.
Clique nele e faça download de um arquivo XML (‘subscription_manager’, é o nome dele) com as informações sobre os RSS.

Encontre os feeds dos canais que te interessam, e copie e cole os URLs RSS que desejar, dentro do arquivo que você já criou. O meu é ‘meus-sites.rss’, como já disse, anteriormente.
Por exemplo, os feeds dos canais Linux Gamer e NASA (agência espacial), são os seguintes:

https://www.youtube.com/feeds/videos.xml?channel_id=UCw95T_TgbGHhTml4xZ9yIqg

https://www.youtube.com/feeds/videos.xml?channel_id=UCMtSLcfXhj_GIcs_YDpIyUQ

Não será difícil encontrar, dentro do arquivo ‘subscription_manager’ as URLs com a palavra “feed” dentro, tal como nos exemplos acima.

Como usar o Newsboat

Rode o newsboat de um terminal, indicando o nome do arquivo que você criou, contendo todas as URLs de feeds RSS que deseja acompanhar. No meu caso, ficou assim:


newsboat -u meus-sites.rss

newsboat rss
A qualquer momento, você pode sair do newsboat, pressionando a tecla ‘q’ ou “Q’.

No rodapé da tela do programa, há instruções básicas de uso.
Sugiro pressionar ‘?’, para ir para tela de ajuda (já traduzida para portuguẽs), aonde é possível obter mais opções de uso do aplicativo.
ajuda newsboat

Referẽncias

Leia mais sobre leitores RSS.
Site oficial do Newsboat: https://newsboat.org.

Use o entangle para controlar sua câmera a partir do computador

O Entangle é um aplicativo de tethering para Linux.
Sua função é dar acesso aos controles da câmera a partir do seu PC desktop ou laptop.

Usualmente, em estúdio, pode ser muito útil ter um laptop conectado à sua câmera DSLR.
Este método permite ver resultados imediatos na tela grande do computador e decidir se ficam armazenados no laptop ou não.
Com o tethering, o fotógrafo pode encurtar o caminho das fotos da câmera para o PC — onde será feito o pós-processamento.

Se o que você quer é apenas transferir imagens da câmera ou do cartão para o desktop, sugiro usar outros softwares, como o Shotwell — porque esta não é a função do Entangle.

O que o Entangle faz:

  1. Disparar o obturador da câmera a partir do computador.
  2. fornecer uma prévia da composição, antes do disparo, em tela grande.
  3. Permitir a visualização e o download automáticos das fotos, à medida em que forem tiradas.
  4. Prover acesso a todos os controles da sua câmera a partir do seu computador.

O último item da lista, acima, depende do modelo da sua câmera.
Eu testei, como você pode observar nas imagens deste post, com uma câmera Fujifilm Finepix SL 1000.
Este equipamento está na categoria bridge camera ou “câmera intermediária”, portanto, entre a categoria das câmeras DSLR e as point and shoot (ou câmeras compactas).
Enfim, na minha câmera não é possível usar o recurso de tethering.

Se o seu equipamento for uma DSLR, mesmo que seja um modelo de entrada, o seu resultado pode ser bem melhor do que o meu.
A melhor maneira de saber se vai funcionar com a sua câmera é testando.

Fique à vontade para nos dar um retorno, nos comentários, citando o modelo da sua câmera.

fuji finepix connection
O modelo Fujifilm Finepix SL1000 não permite capturar imagens via tethering.

Se algo (ou quase tudo, no meu caso) não der certo, não culpe a comunidade de desenvolvedores de software livre.
Infelizmente, alguns fabricantes não liberam especificações suficientes de seus produtos, para criar softwares mais eficientes.
Envie mensagens, pelas redes sociais e email, para o fabricante do seu equipamento pedindo para que colabore mais com a comunidade de desenvolvedores Linux — especificamente, com o desenvolvimento do Entangle.
O resultado pode ser positivo, se muitas pessoas fizerem isso.

Como instalar o Entangle para fazer tethering no seu sistema

Programas Debian Ubuntu

O Entangle pode ser encontrado na loja oficial da sua distro GNU/Linux e está disponível nos repositórios das principais distribuições.
Entangle camera tethering for linux

Quem prefere usar a CLI, para instalar o programa, pode rodar um dos seguintes comandos:
No Debian, Ubuntu e outras distribuições derivadas, use o apt:


sudo apt install entangle

No Fedora e no OpenSUSE, use o dnf ou o yum:


sudo dnf install entangle

No FreeBSD, use o pkg:


pkg install entangle

Se quiser saber mais sobre instalação de softwares no FreeBSD, leia este post.

Como fazer tethering com a sua câmera no Linux

Ao iniciar, a aplicação irá tentar detectar automaticamente a sua câmera, caso esteja conectada via USB ou rede.
Se houver múltiplas câmeras conectadas fisicamente ao seu computador, o programa fornecerá uma lista delas, para a sua escolha.

Se a sua câmera não aparecer, isto pode ocorrer em função do GNOME tê-la montado como dispositivo de armazenamento automaticamente.
Neste caso, é necessário desmontar o dispositivo antes de poder fazer tethering.
camera montada

Se a câmera tiver suporte a “live view“, vai ser possível acompanhar a composição, à frente da câmera, de dentro do aplicativo.
No painel Preferências, é possível selecionar várias abas de opções.
Na aba de opções Interface, você pode fazer alguns ajustes no modo de operação do programa. Inclusive ligar ou desligar a exibição do histograma linear.

O painel Image Viewer permite alterar o aspecto e a escala do “sensor virtual”, com a aplicação de uma máscara.
Além disto, pode aplicar as linhas guia da regra de terceiros ou outras.

O painel de configurações de captura, tem opções de configuração da nomenclatura dos arquivos de imagem, que serão gravados no computador.
Permite ainda ligar o descarte automático das imagens dentro da câmera.

O painel Color Management apresenta opções da gestão de cores para a sua sessão de fotografia.

Você pode adicionar plugins ou escrever os seus próprios, com o uso da linguagem Python.

Referências

Site oficial do Entangle: https://entangle-photo.org/.

Use o shotwell para transferir imagens da sua câmera para o computador

O aplicativo Shotwell faz parte dos repositórios oficiais de várias distribuições GNU/Linux e pode ser usado para visualizar, organizar e editar suas imagens.
De fato, ele pode vir pré-instalado apenas na versão “visualizador” em algumas distribuições.

Se você não o tiver instalado aí, use o gerenciador de pacotes da sua distro para encontrá-lo.
O visualizador básico, contudo, se já estiver presente, é o suficiente para quem apenas quiser transferir arquivos de imagens de um cartão de memória ou diretamente da câmera.
Shotwell install

Transferência de imagens

Usualmente, ao inserir um cartão (micro)SD no leitor do laptop, o Nautilus irá abrir o seu conteúdo e mostrar um botão de sugestão “para abrir as imagens no Shotwell”, conforme a imagem abaixo.
Shotwell botão no nautilus

Ao clicar no botão “Shotwell”, o visualizador irá exibir as últimas imagens importadas.

Para acessar o cartão de memória, o dispositivo de armazenamento externo ou a câmera, clique em “Mass storage…” dentro da aba lateral, à esquerda.

A depender da velocidade de acesso do dispositivo, pode demorar um pouco para exibir os arquivos de imagens disponíveis para transferência.
janela do shotwell

Neste ponto, eu costumo clicar em “Importar todas”, no rodapé (à direita) da janela do Shotwell.
Com esta opção, apenas os arquivos que ainda não foram transferidos, serão baixados.
Não se preocupe. Você não vai acabar com arquivos redundantes no seu computador.

Quando ele terminar a importação, irá perguntar se mantém os arquivos no dispositivo de armazenamento externo ou acoplado. É seguro selecionar “Apagar”, para liberar espaço.
Se houver arquivos redundantes, você será avisado também.
arquivos redundantes

Na aba “Última importação”, são mostrados os arquivos que você transferiu recentemente.

Você também pode ver os seus arquivos dentro do gerenciador de arquivos da sua distro. Como comportamento padrão, o Shotwell irá criar uma pasta com o ano constante nas informações de gravação de seus arquivos (2018, 2019 etc) dentro da pasta Imagens, no seu sistema.

Outras subpastas (subdiretórios) serão criados para os meses e dias relativos a cada imagem.

O Shotwell lida com seus arquivos RAW

Se você costuma fotografar em RAW, o Shotwell irá baixar suas imagens neste formato, sempre retirando a versão em JPEG, embutida (embedded) no arquivo “cru”.
Assim, o gerenciador de arquivos irá exibir as duas versões (RAW e JPEG) lado a lado na pasta.
Ubuntu Nautilus

Este comportamento torna mais ágil a análise das imagens, de outros visualizadores que só podem ler JPEG. Este formato é carregado muito mais rápido, o que permite fazer uma pré-seleção (i.e. jogar fora o que você não quer, por exemplo) muito mais eficiente e ágil.

Atualmente, o Shotwell tem suporte a edição das imagens RAW — não destrutiva, claro.

Ou seja, o Shotwell não modifica suas fotografias originais.
As edições (corte, ajuste de cores etc.) são guardadas em um arquivo à parte, enquanto o original permanece intocado.
Ao carregar a imagem novamente, o banco de dados de retoques será consultado para mostrá-la com as alterações que você fez.
Isto quer dizer que sempre será possível desfazer as alterações feitas em suas imagens, usando o Shotwell.

A tecla Shift também pode ser usada, para mostrar as imagens na tela, conforme estavam originalmente.

Edite suas imagens com o Polarr

O Polarr é um aplicativo multiplataforma, para edição e manipulação de imagens, impressionante.
Por multiplataforma, entenda-se que roda em Windows, MacOS, Android, ChromeOS, Linux (yeah!) e como webapp, ou seja, no seu navegador.

A última opção permite acessar o programa sem instalar absolutamente nada — ou seja, você pode continuar a usar quando estiver fora de casa e no computador dos outros.
A versão para Linux é instalável a partir de um pacote snap e vai rodar em segurança, dentro de um contêiner. Se você não usa o Ubuntu, pode precisar instalar suporte ao snap na sua distro.

Licença de uso

Infelizmente, não se trata de software livre. É proprietário e não há acesso ao código fonte.
É gratuito, mas os membros pagantes têm acesso a alguns mimos.
O valor da licença mensal é (na data deste post) US$ 2,49. Se você contratar por um ano, o valor cai para US$ 1,99.
A diferença é de US$ 29,88 (plano mensal) e US$ 23,88 (plano anual).

Como instalar o Polarr

Usuários Android podem instalar o app direto da loja Play Google.

Quem usa o iOS, pode ir à loja da Apple.

O pessoal que usa Ubuntu Linux, irão encontrar o snap dentro da loja da sua distro ou no site SnapCraft.
instalar polarr
Em qualquer distro Linux, com suporte a snap, é possível instalar o app da linha de comando:


sudo snap install polarr

polarr snap install

Por fim, se preferir usar o Polarr como webapp, acesse o site: https://photoeditor.polarr.co/.

Se você usa o Google Chrome, como navegador, pode acessar uma versão feita para o ChromeOS, como plataforma, no link https://chrome.google.com/webstore/detail/polarr-photo-editor/djonnbgfieijldcieafgjcnhmpcfpmgg.

Acho estas 2 últimas opções excelentes, por que não penalizam o desempenho do sistema e mantém a agilidade e a estabilidade do programa.
Só que trabalhar com imagens grandes online pode ser trágico durante o processo de transferência de dados. Apenas tenha isso em mente.
Contudo, pequenas imagens, para compartilhar nas redes sociais, não são causa para preocupação neste sentido.

Conclusão

polarr file formats

O aplicativo (testei a versão para Linux, no Debian 10 e a ChromeOS) grava arquivos no formato JPEG, PNG e TIFF.
É claro que estes formatos de arquivos são padrões e, pelo menos, o TIFF e o PNG permitem trabalhar, importar e exportar arquivos sem perdas significativas de qualidade.
A falta de suporte a arquivos RAW torna difícil encarar o uso do produto para fins profissionais, contudo. Mas isso é um mero detalhe.

Leia mais sobre fotografia e edição de imagens.