Qual o melhor sistema de arquivos para usar dentro de uma máquina virtual

Dentro de uma máquina virtual, você provavelmente terá um ou mais discos virtuais. Cada qual, com uma ou mais partições.
Quanto mais for otimizado uso dos recursos de hardware/software, melhor será o desempenho do trabalho e das tarefas executadas dentro das VMs, lógico.
Este assunto pode suscitar várias dúvidas — por isto sugiro, dar uma olhada na tag #sistema-de-arquivos, deste blog — onde você poderá encontrar artigos complementares.

É um tema muito vasto e eu não sou o dono da verdade — por isso, sinta-se à vontade para comentar sobre a sua experiência no assunto.

Neste post, vou discutir especificamente qual o mais recomendado para formatar os discos rígidos (ou SSD) virtuais usados em máquinas virtuais (ou VMs).
No contexto deste artigo, uso algumas máquinas virtuais Debian 9 “Stretch” testing. O drive físico, em que se encontram instaladas, é um HDD (disco rígido).


Se você está com pressa e usa Linux, a resposta rápida (e mais segura), para a pergunta do título, é: formate com o ext4! 😉
Caso você tenha 2 ou 3 minutos (a depender da velocidade com que você consegue ler), posso explicar melhor as vantagens e desvantagens do ext4 e de outros sistemas de arquivos — e isto pode levar a outras respostas…

Em que casos o ext4 é perfeito para formatar um HD dentro de uma máquina virtual

O ext4 está para ser substituído, no universo GNU/Linux, há um bom tempo.
Este processo está em curso há mais ou menos uma década e pode levar outra para ser concluído. Sistema de arquivos é uma coisa séria e precisa de muitos testes para se provar confiável, seguro, eficiente.
O ext4 ou fourth extended filesystem (quarto sistema de arquivos extendido) teve sua primeira versão estável lançada em Outubro de 2008 — o que lhe dá, aproximadamente, 10 anos de estrada.

É o mais jovem (e, possivelmente, último) de uma linhagem, iniciada em 1992, com o ext — criado pelo desenvolvedor Francês, Rémy Card.

Este fato eleva o tempo de experiência do sistema, como um todo, para aproximadamente 25 anos.
Por isto é que o ext4 satisfaz as condições de segurança e eficiência.
Ele incorpora, inclusive, recursos modernos e avançados para manipular dados eficientemente em unidades SSD.

Se você tem dúvidas e precisa decidir rapidamente, opte pelo ext4.

virtualbox snapshot list
A falta de suporte nativo a snapshots no ext4, dentro do contexto de uma máquina virtual, pode ser um ponto a favor: por que o torna mais leve.
Para quem pretende rodar máquinas virtuais dentro do Virtual Box ou qemu, por exemplo, o suporte já está incluído no programa — o que o torna dispensável dentro do sistema de arquivos hóspede.

Outro argumento a favor do ext4: se o host (máquina hospedeira), já usa um sistema de arquivos com suporte a snapshots (como o BTRFS ou o ZFS), não há necessidade para a redundância.

O que os outros sistemas de arquivos oferecem a mais

Testar outras opções é sempre o melhor caminho para descobrir o que se adequa às suas necessidades.
Se as VMs estão em um host com SSDs, certamente é mais benéfico usar um sistema de arquivos construído do zero para este tipo de tecnologia.
Os sistemas de arquivo BTRFS e ZFS podem oferecer melhor performance dentro das seguintes situações, entre outras:

  • As VMs estão em um host equipado exclusivamente com SSDs.
  • Por alguma razão, você necessita do suporte a snapshots dentro do sistema de arquivos hóspede.
  • Os sistemas de armazenamento dos hóspedes são realmente grandes, você pretende usar RAID, pools etc.

Referências

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Configure o sudo para fazer piadas quando o usuário erra a senha

A cultura hacker é extremamente forte entre usuários Linux/UNIX e a descontração, quando alguém comete um erro, sempre fez parte da comunidade.
O comando sudo, como comportamento padrão, admite até 3 tentativas de senhas erradas.
Depois disto, ele termina e envia uma mensagem ao root (administrador do sistema), informando sobre a “tentativa de obter privilégios” perpetrada pelo usuário em questão.
comando sudo insultos
As piadas ou “insultos”, são variados.
Veja alguns exemplos (com a minha tradução livre):

  1. You speak an infinite deal of nothing — “Você diz um amontoado de besteiras”
  2. Take a stress pill and think things over — “Tome um calmante e pare para pensar”
  3. That’s something I cannot allow to happen — “Taí uma coisa que eu não posso deixar acontecer”
  4. You silly, twisted boy you — “Seu tolo, você é um menino confuso”
  5. I have been called worse — “Já me chamaram de coisa pior”

Sinta-se à vontade para sugerir uma tradução diferente, nos comentários, caso não concorde com alguma (sem ofensas!) Sua contribuição será bem vinda. 😉

Como configurar o sudoers para ofender os usuários

Abra o arquivo de configuração do sudo com o visudo:


sudo visudo

localize a seção que tem os Defaults e acrescente uma linha com o seguinte conteúdo:


Defaults	insults

Se não quiser acrescentar uma linha, é possível apenas adicionar uma vírgula, seguida do parâmetro ‘insults’ a qualquer uma das linhas já existentes.
Veja como está esta sessão no meu arquivo de configuração sudoers:


Defaults        env_reset,timestamp_timeout=5,pwfeedback, insults
Defaults        mail_badpass
Defaults        secure_path="/usr/local/sbin:/usr/local/bin:/usr/sbin$
Defaults        insults

A depender do seu sistema, pode ser necessário se reautenticar para poder ver os efeitos da alteração.

Como obter a lista de insultos, ofensas e piadas do sudo

No Debian 9, a lista completa de insultos pode ser obtida no arquivo binário ‘/usr/lib/sudo/sudoers.so’.
Ele pode ser encontrado com o comando find, caso não esteja lá:


find /usr/lib/sudo -type f | xargs grep "fallen in the water"

Arquivo binário /usr/lib/sudo/sudoers.so coincide com o padrão

Por ser um arquivo binário, se você usar o comando cat nele, vai obter um monte “lixo” na sua tela.
Tente encontrar as frases com o seguinte comando, no terminal:


strings /usr/lib/sudo/sudoers.so | less

Agora digite ‘/dumber’ e as frases irão aparecer na tela.
No Askubuntu (link no final), é possível encontrar as várias listas de insultos, separadas por arquivos.
Minhas preferidas são as que usam falas do filme 2001: A Space Odissey (2001: Uma Odisseia no Espaço).
Veja algumas:

  • “Just what do you think you’re doing Dave?”
  • “It can only be attributed to human error.”
  • “That’s something I cannot allow to happen.”
  • “My mind is going. I can feel it.”
  • “Sorry about this, I know it’s a bit silly.”
  • “This mission is too important for me to allow you to jeopardize it.”
  • “I feel much better now.”

Desta vez, vai sem tradução…

sudo insults list
Sudo insults list.

Acho, ainda, importante frisar que certas frases, desta “brincadeira”, induzem a erro de interpretação, como os exemplos abaixo:

  • invalid authentication methods.
  • Invalid authentication methods compiled into sudo! You may not mix standalone and non-standalone authentication.
  • There are no authentication methods compiled into sudo! If you want to turn off authentication, use the –disable-authentication configure option.
  • Unable to initialize authentication methods.

As mensagens acima podem levar um usuário desavisado a “entrar em parafuso” (se ele souber algum inglês, claro). Além disso, elas não fazem sentido algum para os propósitos do sudo.
Se você, como sysadmin, se incomoda com perguntas “inocentes” de usuários, ativar os insults pode não ser uma boa ideia.
Na dúvida, para não ter problemas, use uma mensagem personalizada para o sudo.

Referências

https://askubuntu.com/questions/837558/where-are-sudos-insults-stored/837562.

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Como instalar suporte a impressoras no Debian

O Debian, como a maioria das distribuições Linux atuais não precisa de muitos ajustes para começar a imprimir seus documentos.
Se você estiver tendo alguma dificuldade, segue algumas dicas que poderão ajudar a resolver o problema.
Use a sessão de comentários para deixar alguma sugestão de configuração que tenha dado certo (ou não) para você.
Não morro de amores por impressoras. Na verdade, tenho dificuldades de relacionamento com esta peça de hardware, desde o tempo do DOS (sim, eu sou um velho!).
Escrever sobre este assunto, contudo, é uma forma de enfrentar meus medos. Portanto, tenha a bondade de não me fazer “perguntas difíceis” nos comentários 😉
Só para contextualizar, os exemplos dados no artigo foram executados no Debian 9 Stretch (em fase testing, à época). A interface gráfica é GNOME 3.22.2.
Se você usa outra, na maioria dos casos não será difícil adequar as instruções à sua interface predileta.
As instruções poderão funcionar perfeitamente em outras distribuições baseadas no Debian — mas eu só testei nesta.

Impressora compatível

Algumas impressoras não são compatíveis — ou têm compatibilidade limitada — com Linux.
Nestes casos, não adianta insistir com as limitações do hardware.
Leia o artigo Dicas para comprar impressoras, para Linux users, caso ainda não tenha comprado a sua.

Em uma instalação padrão e atualizada do Linux muitas impressoras irão funcionar sem qualquer configuração adicional.

A Canonical mantém uma página com uma relação de impressoras (de várias marcas e modelos) testadas com o Ubuntu.
Dê uma olhada nos links, na seção Referências, ao final do texto.

Instale o suporte com o tasksel

O tasksel é uma ferramenta nativa do Debian e pode não ser encontrada em outras distribuições.
No Ubuntu, ela precisa ser instalada.
Ao instalar o Debian, a partir do netinstall, o tasksel permite baixar e configurar uma série de bibliotecas específicas para a impressão.
Se você deixou esta opção desmarcada, durante a instalação, pode agora rodar o tasksel e marcá-la:


sudo tasksel

debian tasksel servidor de impressão
A opção “servidor de impressão” ou “print server” faz a instalação de drivers e aplicativos de suporte à impressão, necessários para ambiente servidor ou impressão local. Portanto, se há intenção de conectar uma impressora ao seu PC ou laptop, ela é necessária.

Para ser mais específico, esta opção instala o CUPS e o hplip, tal como explica a sua página oficial.
Grosso modo, ela equivale ao seguinte comando:


sudo apt install cups hplip

Após a instalação, a impressora já poderá ser adicionada a partir do painel de controle do sistema — desde que seja suportada, como mencionado.
Se quiser saber como instalar a versão mais recente do hplip (drivers de impressão da HP), leia este post.

Configure a sua impressora no Debian

Se a sua impressora é tida como 100% compatível com o Linux, os passos que seguem serão bem tranquilos.
gnome dash painel de controle de impressoras
Você conseguirá adicionar e configurar sua impressora apenas seguindo as instruções na tela do seu computador.

  • conecte e ligue a impressora
  • encontre o painel de configuração da impressão e clique no botão de “desbloqueio”
  • forneça a sua senha, se for requisitada

painel de configuração da impressora debian
A esta altura a impressora conectada já deve estar na lista de opções. Basta selecionar.
painel de configuração da impressora debian
Após adicionar a impressora, prossiga para a próxima tela, onde você poderá fazer um teste de impressão.
painel de configuração da impressora debian

Referências

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Qual é a distribuição Linux que tem mais pacotes em seus repositórios oficiais?

A resposta curta é: OpenSUSE, na data deste post!
No decorrer deste texto vou mostrar como obter suas próprias respostas e, com certeza, mais atualizadas.
No momento em que escrevo, a distro “do camaleão” é a que tem a maior quantidade de softwares disponíveis para a instalação — se você a sincronizar com todos os seus possíveis repositórios.
Por anos, a Debian foi a distro conhecida por ter a maior quantidade de pacotes em seus repositórios. Mas estas coisas mudam com mais frequência que a gente imagina.
Portanto, se quiser saber qual a distro Linux com mais aplicativos disponíveis, vai ter que fazer uma contagem.

Há alguma maneira “racional” de contar quantos pacotes de aplicativos estão disponíveis para uma distro?

Como contar os programas disponíveis em uma distribuição Linux

Esta pergunta pode ser respondida em 2 fases:

  1. primeiro você obtém a lista e
  2. depois, se estiver em formato texto simples, com um pacote relacionado a cada linha, basta contar as linhas da lista.

Não é difícil encontrar as listas de pacotes disponíveis para as distribuições, mas precisamos prestar atenção a algumas variáveis que as influenciam:

  • Versões alfa do sistema operacional podem ter uma lista num dia e outra em outro — softwares entram e saem todos os dias nesta fase de uma distribuição.
  • Diferentes plataformas demandam softwares específicos às vezes. Portanto a lista do Arch Linux para a plataforma ARM é uma e a lista do mesmo sistema operacional para a plataforma PC 64 bit é outra.

É difícil fazer comparações objetivas entre uma distro e outra, por que precisamos levar estes e outros fatores em conta.

A lista de softwares disponíveis para uma distro vai muito além dos repositórios oficiais. Elas aumentam significativamente, ao acrescentar outros repositórios, backports, PPAs etc.

Onde encontrar a relação de softwares do Ubuntu

A relação atual de softwares disponíveis, da distribuição Ubuntu que se encontra instalada no seu computador, depende dos repositórios incluídos no arquivo de configuração /etc/apt/sources.list.
Para obter a relação use os seguintes comandos:


sudo apt update
apt list | wc -l

WARNING: apt does not have a stable CLI interface. Use with caution in scripts.

69323

O resultado, acima, se refere à minha máquina Ubuntu 16.04 Xenial Xerus, com a minha configuração atual do sources.list.
O comando responde à pergunta sobre a quantidade de softwares disponível para a instalação local e atual do Ubuntu.
É importante dizer que a lista inclui 6 linhas de cabeçalho — que precisam ser excluídas da conta, para obter um resultado exato.


E se eu não tiver o Ubuntu instalado? E se eu quiser obter o número e a relação para uma versão diferente da que tenho instalada?
Quando a lista que você deseja não está presente no seu sistema, o jeito é buscar a informação online.
A lista de pacotes disponíveis para Ubuntu pode ser encontrada a partir do site http://packages.ubuntu.com/.
site com lista de versões do Ubuntu
O site permite escolher exatamente qual distro/versão ou repositório a ser pesquisado.
Para este artigo, vou escolher a relação allpackages do Ubuntu 16.04 LTS Xenial Xerus.
Se você quiser, pode acessar a lista aqui: http://packages.ubuntu.com/xenial/allpackages?format=txt.gz.
O cabeçalho da lista tem informações importantes, como a data em que ela foi gerada — que ajuda a estabelecer se é atual.
Eu preferi baixar o arquivo compactado com o wget.
Depois de baixado, descompactei o arquivo e alterei o nome (apenas por comodidade). Veja os meus procedimentos:


wget http://packages.ubuntu.com/xenial/allpackages?format=txt.gz

gunzip allpackages?format=txt.gz

mv allpackages\?format\=txt xenial64bit-desktop.txt 

Se quiser “passear” dentro do arquivo, use o comando less:


less xenial64bit-desktop.txt

Como você pode ver, cada programa ocupa uma única linha. Basta determinar quantas linhas há no arquivo (subtraídas as 6 linhas do cabeçalho), para obter a minha resposta. Para isto, use o comando wc:

wc -l xenial64bit-desktop-allpackages.txt

69323 xenial64bit-desktop-allpackages.txt

A resposta, neste caso, é 69.317 pacotes de software no Ubuntu 16.04 LTS Desktop 64 bit — já descontadas aquelas linhas iniciais.

Como obter a relação de pacotes do Arch Linux

A lista oficial pode ser encontrada fácil no site da distribuição.
arch linux lista de pacotes do repositório
Por sorte, o site tem um contador, do lado esquerdo superior à relação.
Você encontra a informação atualizada neste link: https://aur.archlinux.org/packages/?O=0&SeB=nd&K=&SB=n&SO=a&do_Search=Go.

Como determinar a quantidade de pacotes do Debian

O procedimento para obter esta informação do Debian é semelhante ao Ubuntu.
Se você usa Debian, pode ir para o terminal e obter o número de pacotes disponíveis para instalação, de acordo com a configuração do sources.list.
No meu sistema Debian 9 Stretch, obtive o seguinte resultado:

apt list | wc -l

WARNING: apt does not have a stable CLI interface. Use with caution in scripts.

51750

Os sites contendo as relações de pacotes são https://packages.debian.org/testing/allpackages?format=txt.gz (testing) e https://packages.debian.org/stable/allpackages?format=txt.gz (stable).
Você pode salvar o conteúdo desta página, direto do seu navegador, com CTRL+S (o que te poupa o trabalho de descompactar e renomear o arquivo posteriormente).
Eu salvei a página (do stable) com o nome de Jessie.txt e executei o wc no arquivo:

wc -l jessie.txt 
57286 jessie.txt

De forma que a nossa resposta é: 57.280 pacotes — descontadas as 6 linhas do cabeçalho.
Para a lista online do Stretch, obtive o resultado seguinte:

wc -l stretch.txt 
68675 stretch.txt

… o que dá 68.669 pacotes.

Por curiosidade, fui verificar também a quantidade atual de pacotes no Sid ou unstable:

wc -l sid.txt 
103440 sid.txt

O número é expressivo mas, sabemos que nada é definitivo no unstable.

Quantos pacotes de software estão presentes no Trisquel Linux

Derivado direto do Debian, podemos usar um método semelhante para obter esta informação.
A página com a relação de pacotes do Belenos é esta: http://packages.trisquel.info/belenos/allpackages?format=txt.gz.

wc -l belenos.txt 
52753 belenos.txt

Como resultado, obtive, então 52.747 pacotes, nesta versão do Trisquel GNU/Linux.

Quantos pacotes há no Fedora?

O Fedora 26 alpha apresentava uma relação de mais de 57 mil pacotes, como é possível observar nos meus exemplos abaixo. Até o lançamento, o número deve mudar.
Na linha de comando, você pode inquirir os repositórios com o comando yum ou dnf.
fedora 26 alpha running under VirtualBox
Veja como fazer com o comando yum:


yum list | wc -l

57219

Antes de rodar o comando dnf, optei por atualizar/sincronizar o sistema com os repositórios — para obter um número mais atual, claro:


dnf update
dnf list | wc -l

57222

Como determinar a quantidade de pacotes de softwares disponíveis nos repositórios do OpenSUSE

O OpenSUSE permite o uso do yum — mas tem que ser instalado — nos mesmos moldes que já mostrei neste texto.
O ideal é usar o zypper para obter a informação.


zypper packages | wc -c

69367

Conclusão

A quantidade de softwares disponíveis para instalar e usar no seu sistema operacional é um fator de escolha importante para algumas pessoas ou empresas.
A outras, basta que tenha o que precisa ser usado (eu).
Quando temos a tarefa de indicar distribuições para outras pessoas, contudo, pode ser interessante levar em conta este número — principalmente se você não tem certeza sobre como a pessoa vai usar o computador.
Somado a isso, a lista de possibilidades é muito flexível em qualquer distro Linux.
É muito raro um aplicativo estar disponível para uma distro e “ser impossível” de instalar em outras. Se o código fonte estiver disponível, o impossível perde seu significado.
Por fim, a wikipedia tem um tópico comparativo entre as diversas distribuições e que vale a pena consultar sempre. Veja o link abaixo!

Referências

https://en.wikipedia.org/wiki/Comparison_of_Linux_distributions#Package_management_and_installation.

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Como exibir asteriscos ao digitar a senha do SUDO

Tradicionalmente, na linha de comando do Linux/UNIX, a linha de autenticação, onde digitamos nossa senha, não exibe qualquer feedback.
Como recurso de segurança, este comportamento impede que alguém veja, por sobre o seu ombro, quantos caracteres a sua senha possui.
Os ambientes gráficos, contudo, têm comportamento padrão diferente.
Quase todos, exibem uma bola, um ponto ou um asterisco para cada caractere digitado.
O KDE Plasma permite configurar facilmente a tela de autenticação (KDM) para exibir 3 símbolos para cada caractere digitado — o que dá à sua senha a aparência de ser bem maior do que realmente é.
Vale tudo para enganar os bisbilhoteiros.
Se você prefere obter uma visualização da quantidade de caracteres digitados no seu campo de senha, na autenticação do sudo, pode fazer este ajuste no arquivo sudoers.
O procedimento é simples. Acompanhe os passos, abaixo:
Abra o arquivo de configuração:


sudo visudo

Em seguida, encontre a linha


Defaults		env_reset

e acrescente o parâmetro ,pwfeedback.
A linha deve ficar assim:


Defaults		env_reset,pwfeedback

Se você preferir, pode criar uma linha Defaults adicional com o novo parâmetro, assim:


Defaults		pwfeedback

Fica a seu critério.
sudo visudo password


Leia mais dicas de configuração e uso do comando sudo em ambientes Linux e UNIX.

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