Conheça 7 plugins do wordpress que o seu site precisa ter

Para gerenciar qualquer negócio na era digital, em que todas as pessoas utilizam a internet para encontrar produtos e serviços, é necessário ter um site, comprar domínio e também investir em um bom serviço de web host

Ter um site significa que você proporciona para o seu negócio algo muito valioso nesses tempos de internet: a presença digital.

Além do mais, construir e gerenciar um site há tempos deixou de ser uma missão exclusiva apenas para os profissionais da área da programação. Uma das culpadas por isso é a plataforma WordPress.

O WordPress é um CMS intuitivo que possibilita a qualquer pessoa criar e administrar facilmente um site ou blog, independente do nível de conhecimento em programação. Mas e quanto aos plugins, quais são os melhores em se tratando de WordPress?

Para saber mais sobre isso, acompanhe esse artigo e conheça os plugins mais interessantes dessa plataforma.

Imagem: rosygown/Pixabay

O que é um plugin do WordPress?

Um plugin é uma extensão, um programa que confere para o seu site em WordPress algumas características a mais. Tais características consistem em funções adicionais que possuem o intuito de melhorar o desempenho do site ou blog.

Em outras palavras, os plugins servem para turbinar o seu projeto na internet. Eles possuem funções específicas, que vão desde mensurar a quantidade de acessos, incluindo também a criação de formulários ou até mesmo áreas diferentes para o site.

Para você compreender melhor a importância dos plugins, é importante conhecer algumas das principais vantagens que eles disponibilizam. Uma delas é proporcionar mais velocidade de carregamento das páginas.

Um site lento não agrada os usuários e, por isso, não é bem visto nem mesmo pelos algoritmos do Google. Sendo assim, um site pesado perde a oportunidade de conquistar espaços de destaque nas páginas de resultado.

Se você já ouviu falar nas técnicas de SEO sabe o quanto é importante conquistar um bom ranqueamento do Google. Por isso, existem alguns plugins que conferem um melhor desempenho e mais velocidade para o site.

Há também plugins que viabilizam a conversão dos usuários os mantendo mais tempo em sua página. Para isso, essas extensões complementam a estratégia de conteúdo, incluindo botões, faixas promocionais, formulários, chatbots e outros recursos.

Porém, apesar de benéficos, é um equívoco instalar em seu site WordPress todos os plugins que encontrar. Plugins em demasia tornam o site pesado, lento e com algumas funcionalidades prejudicadas.

Conheça os 7 plugins que são fundamentais para o bom funcionamento do seu site

Um plugin é pouco, dois, três são bons, mas muitos plugins são demais. O ideal é ter em seu site apenas aqueles que realmente vão acrescentar vantagens e estão de acordo com os objetivos dos seus negócios.

Posto isso, para você instalar apenas os que realmente são importantes, confira as características básicas de cada um deles a seguir. 

1 – Yoast SEO

Está aí um plugin muito importante para quem está construindo uma estratégia para o blog baseada em SEO. Ele atua por meio de um mecanismo que analisa o seu conteúdo e destaca alguns pontos que podem ser melhorados.

Sendo assim, ele avalia a construção do título, da meta-descrição e também a quantidade de termos de busca utilizados.

Além do mais, o plugin possibilita a configuração de breadcrumbs com o objetivo de otimizar a experiência de navegação e inserir URLs adequadas para impedir conteúdo duplicado.

O Yoast SEO pode ser adquirido em uma versão gratuita, porém a versão premium tem algumas funções bem interessantes. Uma delas é a capacidade de limpar ou redirecionar links permanentes, organizar o seu XML Sitemap e mais uma série de recursos úteis.

Akismet é um plugin eficiente para barrar spam na sua sessão de comentários.

2 – Akismet

A seção de comentários de um blog é uma das mais delicadas quando o assunto é gerenciamento. Em muitos casos a parte dos comentários é um terreno fértil para spams. 

Nesse caso, a Akismet é uma ferramenta anti-spam gratuita. Ela facilita o trabalho de quem tem um site. É importante contar com ele, ainda mais pelo fato de que os comentários em um blog são elementos práticos para a interação com os leitores e visitantes.

3 – Disqus

Ainda falando sobre os comentários, outro plugin interessante é o Disqus. Uma das principais vantagens dele é a integração com as redes sociais.

Sendo assim, ao efetuar a instalação do Disqus, é possível usar um sistema de comentários eficiente, além de recursos para a moderação e administração da comunidade. 

Se você pretende ter uma alternativa ainda mais personalizável, poderá usar uma das APIs disponíveis para o Disqus.

O Jetpack é um conjunto de ferramentas de segurança, marketing e estatísticas para o seu site.

4 – Jetpack

A questão da segurança é uma parte importante de qualquer projeto online. Qualquer tipo de transtorno relacionado com invasão de hackers tira totalmente a credibilidade do seu negócio.

É por isso que um plugin como o Jetpack é essencial para o seu blog ou site. Ele possui várias funcionalidades, entre elas está a proteção contra ataques, bem como filtro de spam e filtro de malwares.

Devido a essas características, ele é eficiente para sites, blogs e até para quem gerencia uma loja virtual. Ele também traz outros recursos que o tornam um dos mais requisitados.

O Jetpack é capaz de monitorar o Uptime do seu serviço de web host, traz ferramentas de subscrição de postagens e também recursos que viabilizam o carregamento rápido das páginas.

5 – Broken Link Checker

A criação e a utilização de links é um recurso importante para as postagens do seu blog. Postagens que trabalham bem a quantidade de links externos e também internos já é uma das práticas de SEO bem conhecidas.

Por isso, quando surgem os links quebrados, que não funcionam e não levam o visitante para lugar nenhum, o seu blog não está valorizando a boa Experiência do Usuário.

Mas convenhamos, quem aí tem tempo de ficar catando links defeituosos nas páginas de um blog? Felizmente existe o Broken Link Checker, plugin que realiza essa função.

6 – Rankie

Esse plugin aponta quais os conteúdos estão bem posicionados no Google. Por isso, ele é essencial para quem quer postar assuntos capazes de atrair e fidelizar leitores. 

O Rankie avalia sua colocação em cada termo de busca e ainda sugere ideias de palavras que os usuários estão utilizando para encontrar o seu site.

7 – EWWW Image Optimizer

Imagens são importantes para complementar um conteúdo em um site ou blog, não há dúvidas disso. No entanto, imagens de alta resolução interferem na velocidade de carregamento e deixa o seu site lento. 

Isso é prejudicial para a satisfação dos visitantes e no ranqueamento do seu projeto nas páginas de resultado. É por isso que o Eww Image Optimizer se torna a opção mais segura e eficiente para a otimização das imagens.

Os plugins são ferramentas essenciais para o sucesso do seu projeto na web

Mas é bom ficar atento também no serviço de web host que você contratou para o seu site, pois ele também influencia no desempenho. Na realidade, o serviço de hospedagem de sites diz muito sobre a qualidade do seu site.

Com os plugins corretos, e na quantidade adequada, o seu projeto online tem tudo para ser bem sucedido e atrair uma boa audiência de público, tornando a marca do seu negócio mais visível e conquistando mais engajamento do público.

Portanto, quando se trata de plugins, vale aquela máxima que diz: “quantidade não é qualidade”.

Autor: Joel Gomes.

Personalize ainda mais as suas marcas d’água no DarkTable com arquivos SVG

O editor de imagens RAW, darktable, permite personalizar as marcas d’água, com a inserção de arquivos de imagem vetorial SVG.

Crie uma logo no Inkscape, por exemplo. Salve o SVG e insira-o nas suas fotos, pelo darktable.

Neste momento, ainda estou engatinhando no Inkscape e, portanto, as minhas dicas sobre o aplicativo serão bem básicas. Se você conhece bem o programa, fique à vontade para compartilhar as suas dicas nos comentários.

Este post faz uso das variáveis das marcas d’água, que eu expliquei aqui — Se tiver alguma dúvida, dá uma olhadinha na tabela que postei ali.

Aonde ficam gravadas as marcas d’água personalizadas do DarkTable

Na minha instalação Debian 10.5 “Buster” e darktable 3.0.2, os arquivos .svg personalizados devem ficar em ~/.config/darktable/watermarks/

Gerenciador de arquivos Nautilus aberto na pasta ~/.config/darktable/watermarks, exibe os meus arquivos .svg correspondentes às minhas marcas d’água personalizadas.

Se você tem a intenção de alterar uma marca d’água preexistente na sua instalação do darktable, copie os arquivos padrão para a sua pasta pessoal:

cp /usr/share/darktable/watermarks/* ~/.config/darktable/watermarks

Se for criar algo novo, não se esqueça de gravar no lugar certo: ~/.config/darktable/watermarks

Hackeando os arquivos de marca d’água SVG

Uma alternativa, pode ser alterar um dos arquivos .svg internamente. Basicamente, são arquivos texto com as informações para montar as imagens.

Se você for cuidadoso, pode encontrar o texto que deseja alterar dentro do arquivo. Tenha o cuidado de fazer sempre uma cópia antes de mexer — as perdas podem ser irreversíveis.

Você foi avisado.

Como criar uma nova marca d’água para o DarkTable com o Inkscape

Esta pode ser a melhor solução.

Sei usar muito pouco o Inkscape. Contudo, a partir do meu exemplo “basiquinho”, você terá condições para construir algo muito mais sofisticado.

Dentro da minha página, no Inkscape, criei um retângulo escuro, com 40% de transparência.

No meu exemplo, criei um retângulo semitransparente com ícones representativos das informação EXIF que eu quero exibir.

Em seguida, abri uma caixa de texto no meio do retângulo e inseri as variáveis do darktable que representam as informações EXIF da câmera:

As informações EXIF são inseridas a partir destas variáveis.
  • $(IMAGE.EXIF) — configurações da exposição da fotografia
  • $(MAKER) — fabricante da câmera
  • $(MODEL) — modelo da câmera
  • $(EXIF.LENS) — fabricante e modelo da lente/objetiva

O resultado final foi parecido com este (imagem abaixo):

O modelo de marca d’água, criado no Inkscape vai buscar informações EXIF dentro das imagens e coloca cada uma no lugar certo.

Basicamente, é isso aí.

Tive que criar (e jogar fora) vários modelos até acertar.

Por fim, não esqueça de ler o texto sobre as variáveis $(EXIF), aonde explico melhor este assunto.

Marca d’água com as informações EXIF da sua câmera no DarkTable.

Se tem um item que merece e precisa ser personalizado, convenhamos… é a marca d’água! Sempre.

Na versão em inglês do DarkTable, o recurso é chamado watermark e permite várias personalizações.

Usualmente, os fotógrafos preferem usar uma imagem pronta, em PNG, para inserir sua logo nas imagens editadas. Afinal, se o objetivo da marca d’água é mostrar “nossa marca”, ela precisa também ser padronizada.

O módulo watermark ou marca d’água tem muitas opções de personalização e automação, no editor darktable.

A resposta curta: use o promo.

Pessoalmente, não gosto de inserir logotipos nas minhas imagens.

Mas acho interessante exibir informações sobre a foto em si, como os ajustes de exposição (sempre tem alguém que pergunta sobre isso, né?), sobre o equipamento usado, a localização etc.

Há algumas opções padrão de marcas d’água prontas, no DarkTable (ou apenas darktable), que podem ser usadas sempre.

As opções “promo” e “darktable” padrão, fazem exatamente o que estamos propondo, neste post: mostrar as informações EXIF sobre as configurações de exposição da câmera para a imagem atual.

Se isso for o suficiente para você, não precisa ler mais nada… terminamos por aqui.

O darktable vem com 04 opções padrão de marca d’água: darktable, hasselblad, promo e simple-text.

A resposta completa: eu quero do meu jeito!

Se quiser personalizar a fonte, a cor da fonte, o tamanho da sua watermark, a ordem em que as informações EXIF irão aparecer etc. me acompanhe!

Vou mostrar alguns exemplos de como configurar o texto da sua marca d’água. O que não for coberto por este post, será relativamente fácil descobrir através da tentativa-e-erro.

O texto do módulo permite a inserção de variáveis, contendo as informações que a sua câmera gravou no EXIF de cada imagem. Se estiverem lá, o darktable vai encontrar.

Experimente digitar “Minhas config de exposição: $(IMAGE.EXIF)” (sem as aspas, claro).

Para automatizar, ainda mais, o darktable pode encontrar também as informações sobre o ano em que a imagem foi registrada e o nome do autor:

Copyright $(EXIF_YEAR) $(CREATOR) - $(IMAGE.EXIF)

Note que as informações de copyright: $(CREATOR), $(RIGHTS) e $(PUBLISHER), são gravadas dentro da sua câmera. Ou seja, se você ainda não configurou estas informações dentro da câmera, as variáveis provavelmente estarão vazias — ou com as informações do dono anterior da câmera, caso a tenha comprado usada.

Com o uso das variáveis $(CREATOR) e $(IMAGE.EXIF), você pode fazer o darktable exibir na marca d’água um texto contendo as o aviso de direitos autoriais, seguido das informações EXIF da sua câmera.

Tabela de variáveis suportadas pelo DarkTable

De acordo com o manual do aplicativo, as variáveis suportadas — para usar no módulo Marca d’água — são as seguintes:

  • $(DARKTABLE.NAME) — armazena o nome do programa: “darktable”
  • $(DARKTABLE.VERSION) — armazena a versão atual do darktable: p. Ex. 3.0.2
  • $(IMAGE.ID) — armazena a identificação interna do arquivo de imagem
  • $(IMAGE.EXIF) — retorna uma string contendo o tempo de exposição, o valor da abertura do diafragma, a distância focal da lente e o ISO
  • $(EXIF.DATE) — retorna a data/hora completa dentro do formato Unix
  • $(EXIF.DATE.SECOND) — retorna os segundos a partir da data contida no EXIF
  • $(EXIF.DATE.MINUTE) — retorna os minutos a partir da data contida no EXIF
  • $(EXIF.DATE.HOUR) — retorna as horas a partir da data contida no EXIF
  • $(EXIF.DATE.HOUR_AMPM) — retorna a hora AM/PM a partir da data contida no EXIF
  • $(EXIF.DATE.DAY) — retorna o dia a partir da data contida no EXIF
  • $(EXIF.DATE.MONTH) — retorna o número do mês a partir da data contida no EXIF
  • $(EXIF.DATE.SHORT_MONTH) — retorna o nome abreviado do mês a partir da data contida no EXIF: Jan, Fev … , Dez
  • $(EXIF.DATE.LONG_MONTH) — Janeiro, Fevereiro, … Dezembro
  • $(EXIF.DATE.SHORT_YEAR) — retorna os últimos 2 dígitos do ano
  • $(EXIF.DATE.LONG_YEAR) — retorna o ano completo
  • $(DATE) — retorna a data atual
  • $(DATE.SECOND) — retorna os segundos
  • $(DATE.MINUTE) — retorna os minutos
  • $(DATE.HOUR) — retorna as horas
  • $(DATE.HOUR_AMPM) — retorna a hora AM/PM
  • $(DATE.DAY) — retorna o dia
  • $(DATE.MONTH) — retorna o número mês
  • $(DATE.SHORT_MONTH) — retorna o nome do mês abreviado
  • $(DATE.LONG_MONTH) — retorna o nome do mês completo
  • $(DATE.SHORT_YEAR) — retorna o ano abreviado
  • $(DATE.LONG_YEAR) — retorna o ano completo
  • $(EXIF.MAKER) — retorna o fabricante da câmera
  • $(EXIF.MODEL) — retornta o modelo da câmera
  • $(EXIF.LENS) — retorna o nome da lente
  • $(IMAGE.FILENAME) — retorna o nome original completo do arquivo
  • $(IMAGE.BASENAME) — retorna o nome base (sem a extensão)
  • $(CREATOR) — retorna o nome do criador da imagem (isso é configurável na sua câmera)
  • $(RIGHTS) — retorna a frase de direitos autoriais que está configurada na sua câmera
  • $(Xmp.dc.creator) — metadados constantes do lighttable
  • $(Xmp.dc.publisher) — metadados constantes do lighttable
  • $(Xmp.dc.title) — metadados constantes do lighttable
  • $(Xmp.dc.description) — metadata as set in lighttable
  • $(Xmp.dc.rights) — metadados constantes do lighttable
  • $(GPS.LATITUDE) — retorna informações da latitude obtidas pelo GPS. Ex: N 51° 30.048'
  • $(GPS.LONGITUDE) — retorna informações da longitude obtidas pelo GPS. Ex:W 000° 08.553'
  • $(GPS.ELEVATION) — retorna informações da elevação obtidas pelo GPS. Ex:42.23 m above sea level (metros acima do nível do mar)
  • $(GPS.LOCATION) — retorna informações completas obtidas pelo GPS. Ex:N 51° 30.048', W 000° 08.553', 42.23 m above sea level

Estas variáveis são algumas das mais comuns dentro do darktable versão 3.0.2. Outras versões, podem ter variáveis adicionais, subtraídas ou diferentes.

Algumas variáveis da lista são redundantes — por exemplo: $(EXIF.DATE) e $(DATE). Nestes casos, você pode usar a que quiser.

Também é possível usar as variáveis referentes aos nomes dos arquivos — sirva-se à vontade. E não esquece de mostrar, nos comentários, como ficou a sua marca d’água!

Como incrementar os nomes dos seus arquivos no DarkTable.

O DarkTable, ou apenas darktable, permite personalizar os nomes dos seus arquivos, incluindo informações adicionais — o que pode ajudar a entender melhor cada imagem a partir do seu nome, sem precisar abrir.

Nomes descritivos, são nomes que explicam, por si só, o conteúdo de cada arquivo, em um diretório.

Usar nomes descritivos, que explicam o que está contido no arquivo, permite, por exemplo, selecionar um grande número de arquivos para transferência ou remoção, de uma só vez, sem precisar olhar uma a uma as imagens.

O darktable permite ir mais longe.

Eu costumo classificar todas as minhas imagens, quando volto de uma sessão de fotos: rejeitadas, 1 estrela, 2 estrelas etc.

Quando o nome do arquivo da imagem contém a classificação que eu dei a ela, fica mais fácil eu decidir o que fazer com cada arquivo — ou grupo de arquivos — no gerenciador de arquivos.

Quando termino de classificá-las, uma a uma, volto para tela inicial e gravo todas as imagens “rejeitadas” com o nome “apague-me” ou “apagueme”.

Mais tarde, quando eu estiver olhando o diretório (ou a pasta) onde as minhas imagens se encontram, posso remover com segurança todas as que foram rejeitadas.

Quando eu acrescento “apagueme” aos nomes dos arquivos rejeitados, depois fica superfácil selecionar e remover o que não prestou, incluindo a versão original RAW (CR2).

Usando variáveis para obter informações do sistema sobre os arquivos de imagens

Usando variáveis de sistema (internas do aplicativo), dá pra gravar suas imagens com nomes bem mais sofisticados.

É possível gravar arquivos com nomes contendo informações sobre a lente usada, a distância focal, a abertura etc.

Veja um exemplo:

$(FILE_FOLDER)/darktable_exported/$(FILE_NAME)-$(EXIF_ISO)

A informação, acima, diz que o darktable deve gravar o arquivo

  • dentro da pasta atual $(FILE_FOLDER)
  • … e dentro de uma subpasta chamada “darktable_exported” (se não existir, será criada)
  • com o nome original dele $(FILE_NAME)
  • acrescido da informação sobre o ISO da imagem $(EXIF_ISO)
O nome do arquivo IMG_0977-400-[2]-0.jpg contém informações sobre o ISO da imagem (400), sua classificação (2) e a versão (0).

De acordo com estes parâmetros, meus arquivos finais, irão ficar parecidos com isto aqui:

IMG_0958-200.jpg

… e serão gravados dentro daquelas pastas especificadas acima.

Faça as suas experiências!

Nomes ainda mais sofisticados

Você pode fazer muito mais do que isso!

Código para gerar um nome de arquivo contendo a classificação (stars), entre outras coisas…

Que tal incluir mais informações da tabela EXIF de metadados nos nomes dos arquivos?

Use o seguinte código (tudo na mesma linha) na caixa de texto:

$(FILE_FOLDER)/darktable_exported/$(FILE_NAME)-$(CREATOR)-$(STARS)-$(VERSION)

Isso irá acrescentar

  • o nome do criador da imagem — informação que você pode acrescentar ou alterar em um dos menus da sua câmera (consulte o manual).
  • a quantidade de estrelas com que você classificou o arquivo.
  • a versão da imagem

O resultado do código acima, será algo semelhante a:

IMG_0989-ELias Praciano-3-0.jpg

Quem trabalha com vários modelos de câmeras e lentes, pode querer inserir estas informações nos nomes dos arquivos. Isto tornaria super fácil encontrar todas as fotos que já foram tiradas com determinada lente — basta fazer a busca pelo nome específico do arquivo!

Tabela de variáveis suportadas pelo DarkTable

De acordo com o manual do aplicativo, as variáveis suportadas — para usar na nomenclatura dos seus arquivos são as seguintes.

$(ROLL_NAME)rolo da imagem de entrada.
$(FILE_FOLDER)a pasta em que se encontra a imagem atual.
$(FILE_NAME)nome do arquivo da imagem.
$(FILE_EXTENSION)a extensão do arquivo da imagem (jpg, cr3, nef etc).
$(ID)número de identificação da imagem.
$(VERSION)quando a mesma imagem é gravada mais de uma vez, o DarkTable dá a cada duplicata um número de versão diferente automaticamente.
$(SEQUENCE)um número sequencial, dentro de um trabalho de exportação.
$(YEAR)o ano referente à data da exportação/gravação da imagem.
$(MONTH)o mês.
$(DAY)o dia.
$(HOUR)a hora.
$(MINUTE)o minuto.
$(SECOND)o segundo.
$(STARS)exibe a classificação que você deu à imagem, em número de estrelas.
$(LABELS)etiquetas de cores relacionada à imagem.
$(MAKER)o fabricante da câmera
$(MODEL)o modelo da máquina
$(TITLE)o título de acordo com os metadados (obtidos da câmera).
$(CREATOR)criador da imagem, de acordo com os metadados.
$(PUBLISHER)publicador, de acordo com os metadados.
$(RIGHTS)informações sobre os direitos autoriais, de acordo com os metadados que você configurou na câmera.
$(USERNAME)o nome do usuário do sistema (operacional).
$(PICTURES_FOLDER)o nome da pasta das imagens.
$(HOME)o nome da pasta do usuário atual.
$(DESKTOP)a pasta referente à área de trabalho.
$(EXIF_YEAR)o ano dentro da data EXIF, fornecido pela câmera.
$(EXIF_MONTH)o mês.
$(EXIF_DAY)o dia.
$(EXIF_HOUR)a hora.
$(EXIF_MINUTE)o minuto.
$(EXIF_SECOND)o segundo.
Tabela de variáveis para usar na nomenclatura de arquivos.

Comente com a gente como você prefere configurar a nomenclatura dos seus arquivos no DarkTable!

Edite suas fotos com o Photoflare

O Photoflare é um software de edição de imagens leve e simplificado, com uma edição livre e de código aberto (community edition).

Neste post, vou abordar a instalação, quais os meus primeiros ajustes e fazer uma análise geral do aplicativo.

A versão que usei para escrever este texto foi a 1.5.7 Community Edition, instalado via apt, no meu Debian 10 stable. Portanto, se você usa Ubuntu ou uma versão mais atual de sistema operacional do que eu, provavelmente vai encontrar uma versão mais atual para instalar.

Tela “about” com informações gerais sobre a versão atual do Photoflare.

Instalação do Photoflare no Linux

O aplicativo tem versão para Windows, que pode ser encontrada no site oficial (link no final do texto, pessoal!) e algumas versões para Linux.

As versões para Linux incluem a instalação a partir do código fonte, através de PPAs ou pelo sistema de instalação de software padrão da sua distro favorita.

Se você usa Linux, recomendo usar o sistema de instalação padrão da sua distro — que é sempre o melhor método (rápido e seguro).

No Debian, eu uso o velho e bom apt (no terminal, mesmo…):

sudo apt install photoflare

Para quem usa uma versão stable do Debian, pode ser viável a instalação de uma versão mais atual através dos backports. Usualmente, eu evite este tipo de procedimento.

A interface gráfica do Photoflare e os meus ajustes iniciais

O aplicativo contém uma série de ajustes que você pode acessar a partir de botões, na interface principal. É bem intuitivo e fácil de usar.

Além da simplicidade, um dos pontos fortes do programa, pode ser a aplicação rápida de filtros, que podem dar às suas imagens um caráter único nas suas redes sociais e te ajudar a obter mais destaque.

Para configurar e ajustar o aplicativo às suas necessidades, acesse o painel Preferences, dentro do menu Tools, na borda superior.

Para mim, os melhores ajustes iniciais são os que seguem:

O Photoflare aceita gravar (salvar) suas imagens em diversos formatos, inclusive os populares jpeg e png (padrão)

O formato padrão do aplicativo é o PNG (Portable Network Graphics). Mas, se você preferir, pode escolher aqui o bom e velho JPEG. Tanto faz…

Relação entre o tamanho e a qualidade da imagem final.

O padrão do Photoflare, é gravar suas imagens com 90% na relação compressão/qualidade. Mas, se você pretende postar nas redes sociais, vale a pena ser um pouco mais agressivo, aqui. Pode “descer” até 75%, para obter imagens menores — e economizar espaço e tempo para upload. Além do fato de que ninguém irá notar qualquer perda de qualidade.

Claro que isso depende muito da rede social de que estamos falando… Para Facebook e Instagram, eu experimentaria até 60%, se o tamanho da imagem em KB fosse muito importante. Para o Flickr ou o Smugmug, acima de 90% talvez seja o ideal.

Lembre-se que a qualidade/compressão só vale para as imagens salvas em JPEG. Não se aplica ao PNG.

Imagem gravada em JPEG com 65% de compressão.
Mauricio Pacheco, músico da banda da Vanessa da Mata, tocando guitarra no palco.

Antes de prosseguir, vale chamar a atenção para o fato de que o “nome correto” desta opção talvez fosse “quality” em vez de “compression“. Quanto o maior o valor, nesta régua, maior será a qualidade final (e o tamanho do arquivo) e menor a compressão. Meio confuso, não é? Eu também achei… 😉

Na última guia do menu de preferências, fica a primeira “má notícia” do aplicativo. Ele não tem a opção de Português na versão que instalei e usei. Quem sabe, nas próximas versões…

No momento em que testei, não havia a opção “Português” entre os idiomas do aplicativo.

Nesta mesma tela, eu ativei o “Maximize on Startup“, que maximiza a janela do app, quando ele for iniciado. Isto me permite trabalhar com menos distrações.

Conclusões sobre o Photoflare

Dentro da proposta de ser simples, rápido e fácil de usar, o Photoflare se sai muito como programa de edição.

Ele vai além do básico, oferecendo ferramentas de healing, entre outras que permitem corrigir imperfeições na pele etc.

Recomendo experimentar, para ver se serve para você. O Ctrl+Z funciona muito bem e ajuda a desfazer eventuais erros de edição.

Outro atalho útil é usar a tecla Ctrl (teclado) com a rodinha do mouse para dar zoom em alguma área da imagem.

Site oficial do Photoflare: https://photoflare.io

Onde encontrar o código fonte: https://launchpad.net/~photoflare/+archive/ubuntu/photoflare-daily (versão dev/daily)