Meus 3 primeiros ajustes no app YouTube Music

Logo após a instalação, antes de conferir as novidades em títulos do serviço de streaming, gosto de ir às configurações do app, para fazer meus primeiros ajustes iniciais.

Estas dicas de configuração, tomam no máximo 1 minuto do seu tempo e podem enriquecer ainda mais a sua experiência de uso do aplicativo.

Tenha em mente que escrevo este post baseado na versão Android do app, mas creio que a do Apple deve ser bem parecida (ou igual). Me avise, nos comentário, se não for!

Conjunto de opções de economia de dados

Eventualmente, você achar interessante ouvir alguma coisa pela rede móvel (como os podcasts).

O problema é ser pego de surpresa, com gastos que você nem sabia que estava fazendo.

Por isso, você tem 3 ajustes importantes a serem feitos, no menu de configurações do aplicativo:

  • Streaming só por Wi-Fi — se estiver ligada, esta opção corta a possibilidade de conexão quando você não estiver usando um Wi-Fi. Neste caso, o app irá avisar que você está desconectado e você pode optar por se conectar à rede móvel mesmo assim ou apenas ouvir o conteúdo que já foi baixado.
  • Limitar o uso de dados da rede celular — Se você optar por seguir em frente, conforme a opção acima, o app só irá permitir fluxo de conteúdo em baixa definição.
  • Qualidade do áudio na rede móvel — Ainda, quando você tiver optado por prosseguir no uso da rede celular, o áudio será fornecido em baixa definição (qualidade de rádio).
Minhas configurações atuais sobre o fluxo de mídias no YouTube Music.

Qualidade do streaming de áudio do YouTube Music e opções de armazenamento

Ainda na seção anterior, seleciono a opção “Sempre alta”, dentro do item Qualidade do áudio no Wi-Fi.

Em seguida, cabe retirar o armazenamento da mídia da memória interna e passar tudo para o cartão SD (aqui vale a pena ter um cartão com 128 GB de capacidade de armazenamento ou superior).

Para isso, ligue a opção Usar cartão SD.

Se houver algum conteúdo na memória interna, o app vai levar algum tempo para fazer a transferência. Você pode seguir usando enquanto isso é feito.

Ligue a opção Fazer download somente por Wi-fi para se certificar de que a atividade não ocorrerá durante o uso da rede celular, acarretando gastos imprevisíveis para você.

Ajuste o item Qualidade do áudio para “sempre alta”, o que irá prevenir o app de baixar conteúdo de baixa qualidade para o seu dispositivo. Claro que isto trará um aumento na ocupação do seu espaço de armazenamento. Fique atento(a).

Minhas opções referentes a downloads e armazenamento.

Configure a sua mixtape

A mixtape é um recurso do aplicativo, para baixar uma série de músicas (de acordo com o que ele acha que vai te agradar), para você ouvir a qualquer momento.

Eu gosto do recurso.

O item Fazer o download de uma mixtape off-line garante que eu possa sempre ouvir músicas quando estou desconectado de qualquer rede Wi-Fi (no carro, por exemplo).

Configurações referentes à sua mixtape.

Conclusão

Estas opções podem ajudar a melhorar sensivelmente a sua experiência de uso do aplicativo de streaming de músicas do YouTube (Google).

Fique à vontade para compartilhar comigo e com os outros leitores as suas próprias opções no YouTube Music.

Como evitar arquivos RAW corrompidos e danificados

Recentemente, tive que lidar com uma grande quantidade de arquivos de imagens RAW corrompidos durante o processo de transferência do cartão de memória para o HD interno do meu laptop.
Para contextualizar, a câmera usada era uma Canon EOS Rebel T6 (ou 1300D, a depender do mercado em que é comercializada). Mas a culpa não é da câmera — pelo menos não neste caso.

O problema ocorria tanto no Windows 10, como no uso do Linux (Debian 10 e POP_OS). Não testei no MacOS. Sorry…

Por que as imagens se corrompem durante a transferência

Vários fatores podem concorrer para estragar as suas imagens RAW durante a transferência do cartão para o computador.

Este tipo de imagem é muito maior que as imagens em JPEG e carregam uma quantidade muito maior de informações sensíveis. Se algo se perder no caminho, a imagem inteira poderá restar inutilizada.

Atualmente, prefiro usar sempre o Shotwell para fazer as minhas transferências. Uma das boas características do programa é que ele extrai o JPEG embutido no RAW e grava no mesmo diretório para o qual está copiando seus arquivos.
No meu caso, isto ajudava a ter pelo menos uma cópia em JPEG usável, quando o RAW estava corrompido.
Ubuntu Nautilus

Arquivos “crus” .CR2 e .CR3 da Canon contém imagens JPEG embutidos e já tratados pelo processamento interno da sua máquina fotográfica. Por este motivo, não é necessário usar a configuração de registrar em RAW+JPEG, presente no menu do seu equipamento.
O único efeito desta redundância é sobrecarregar o “buffer” da sua máquina, o que diminui a velocidade do modo contínuo (ou burst mode).

Eu vou listar algumas situações que podem causar danos aos seus arquivos durante a transferência:

  1. Ao usar um leitor de cartões USB externo, você tem pelo menos 3 conexões críticas pelas quais os dados precisam passar: do cartão para o leitor; do leitor para o cabo USB; do cabo USB para o computador. Se houver algum problema em um destes pontos, você provavelmente terá alguns arquivos estragados.
  2. Se você usa um cartão de memória “combo”, ou seja um micro SD dentro de um adaptador SD, adicione uma conexão a mais ao problema.

Para mim, o estrago ocorria por uma sucessão de fatores. Usar um cartão combo, no meu laptop Dell, era um deles.
Como o leitor embutido do notebook não é muito apertado, provavelmente permite alguma folga entre o microSD e o invólucro adaptador SD, que causava pequenas interrupções nos contatos e, consequentemente, interrompia o fluxo de dados.

Como resolvi o problema

Eu pude resolver o problema com as seguintes ações:

  • Usar um adaptador SD/MicroSD mais justo/apertado.
  • Usar um leitor externo com uma entrada muito apertada e que não permite folgas entre cartão, adaptador e leitor USB.
  • Substituir o MicroSD com adaptador por um cartão SD “puro”, de alta velocidade. Neste caso, ele funcionou perfeitamente, ao ser conectado ao leitor interno do laptop.

Qualquer uma destas medidas resolveu o problema de arquivos RAW corrompidos para mim.

Espero que este relato possa ajudá-lo(a) a resolver o seu problema, aí.

Referências

Câmera Canon EOS Rebel T6: https://amzn.to/2k9JyOc.
Cartão SDHC Extreme: https://amzn.to/2LiJO9V.

O seu smartphone está esquentando demais? Veja como resolver.

Pessoalmente, já experimentei situações em que o meu celular apresentou sobreaquecimento.
Quando uso a lanterna de LED por tempo prolongado, o aparelho sofre com uma elevação da temperatura interna.

Em outra ocasião, notei que um app de câmera era causador de um aquecimento absurdo na tela do smartphone.
Estes 2 casos são facilmente resolvíveis.
O smartphone é um aparelho de uso geral e que deve servir simultaneamente a uma enorme gama de propósitos, além de ter a capacidade de realizar diversas tarefas e atividades ao mesmo tempo.
Portanto, não é um dispositivo projetado para “ser uma lanterna” por mais de alguns minutos. Se você precisa desta função por tempo prolongado, é melhor comprar uma lanterna de LED de verdade, no seu camelô de confiança mais próximo — assim, você fica bem servido, o vendedor garante seu sustento e o seu celular (provavelmente) ganha mais alguns meses de vida.

Já os aplicativos de câmera, há aos montes. Se um está causando problemas, desinstale e experimente outro. Foi o que fiz.

Os danos que o sobreaquecimento pode causar

Carregar o celular é uma atividade diária, para a maioria dos usuários.
Infelizmente, este é um dos momentos em que o aparelho fica mais exposto ao calor.
No texto 7 dicas para prolongar a vida útil da bateria, abordei alguns inimigos da durabilidade das baterias. E o calor é um deles.

Além da bateria, os componentes internos do seu dispositivo (placa-mãe, sensores, tela etc.) podem sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida em função de estar submetidos a altas temperaturas.

Se você gosta de economizar e deseja que seu smartphone dure um ano a mais, fique atento ao calor.

Sobreaquecimento quando o celular está carregando

Há situações em que não dá pra escapar do sobreaquecimento do aparelho. Bem ou mal, faz parte do projeto dele.
Carregar a bateria sempre irá causar algum calor a mais. E é uma situação que não dá para evitar.

No texto sobre baterias e carregadores inteligentes, expliquei como funciona o carregamento “turbo” dos celulares e notebooks.

O problema de esperar que sua bateria descarregue quase completamente é que o modo de carregamento turbo pode causar um aumento considerável do calor — e por um tempo prolongado.

Evite ao máximo que a sua bateria descarregue. Dê cargas mais frequentes e, portanto, mais curtas.
Não precisa esperar chegar a 10%… carregue sempre antes de chegar a 50%.
Opte por fazer cargas curtas em vez de prolongadas.

Você pode reduzir o tamanho do problema, ao fazer a carga, retirando a carcaça do celular durante o processo e mantendo o aparelho em local arejado.
Manter o aparelho desligado durante a carga na tomada também pode ajudar neste sentido, além de ser um processo mais rápido.
Quem não pode ficar meia hora com o celular desligado?

Por fim, evite usar carregador de celular que não seja o oficial — que foi projetado para o modelo do seu aparelho.
No artigo sobre carregadores e baterias inteligentes, expliquei que, embora sirvam em qualquer celular, os carregadores são projetados para fornecer energia de maneiras diferentes.

Desinstale aplicativos e desative funções

Como já revelei, já tive um app de câmera instalado que causava sobreaquecimento. O problema se resolveu com a sua remoção.
Outros aplicativos podem causar o problema, devido a atividade intensa.
Tente substituí-los por similares ou verifique se há atualizações.
Se você não precisa de um app, desinstale-o ou desative-o.

O app Cooling Master pode ajudar a detectar quais programas estão causando sobreaquecimento e, eventualmente, desligá-los.

Como NÃO resfriar um aparelho

É OK pôr seu smartphone sob o vento de um ventilador ou do ar condicionado.
Contudo, jamais coloque-o dentro da geladeira, do congelador ou do freezer.
Neste caso, há riscos extremos de formar umidade dentro do aparelho ou gotículas de água — o que pode causar danos irreparáveis.
Se o aparelho estiver muito quente, seus componentes dilatados podem sofrer uma retração brusca, que pode ocasionar micro rupturas.

Pense na possibilidade de comprar equipamento específico para as funções que usa mais

A ideia, aqui, é não sobrecarregar um aparelho projetado para servir a múltiplas funções, com apenas uma ou duas.
A lógica é simples: é impossível o aparelho atender a todas as necessidades dos usuários do mundo.
Se você gosta muito de jogar, várias horas por dia, pense na possibilidade de comprar um videogame portátil.
Parece que é mais caro… mas pode não ser!

Eu desenvolvi melhor este assunto neste post.

Por hora, vamos nos concentrar no sobreaquecimento — causas e soluções.

Desligue o aparelho

Pode ser uma solução “drástica” mas, com toda certeza, resolve o problema.
Em geral, 5 minutos são o suficiente para resfriar o dispositivo.
Quando tiver atingido este objetivo, verifique a causa (se for possível) do aquecimento excessivo.

O que você costuma fazer quando o seu aparelho apresenta este tipo de situação?

Leia também Como melhorar a eficiência de carga da bateria do seu celular.

Resenha de livro: Vi and Vim, de Arnold Robbins.

Neste post, apresento uma das obras que me ajudou muito a entender melhor o funcionamento do editor de textos Vim e a elevar o meu nível como usuário do programa.
Como advertência inicial, trata-se de um livro em inglês. Caso você prefira evitar livros neste idioma, sugiro ler meus outros posts sobre o editor Vim.

Eu já tinha um background sobre o aplicativo e seu uso, antes de começar a ler o livro.
Se este também for o seu caso, pode fazer que nem eu, ler superficialmente (ou simplesmente “pular”) as partes sobre as quais já tem domínio e ir direto ao que te interessa.

Algumas obras são escritas com o propósito de ensinar, como tutoriais. Outras, são mais úteis como referência e sua leitura integral pode ser até desnecessária — uma vez que você pode ganhar mais tempo apenas consultando, quando houver dúvidas sobre algum item.

Na minha avaliação, a obra serve aos 2 propósitos.

Eu sou aquele tipo de nerd ou geek que lê os manuais de tudo o que compra, desde o guia de uso do liquidificador aos manuais completos do carro.

Quanto menos você souber sobre o Vim, mais vai aprender lendo o livro de ponta a ponta — aplicando os exemplos, os macetes, as dicas etc.
Depois o livro pode ir para uma estante. Mas não o deixe muito longe do seu alcance.



Assinada por Arnold Robbins, Elbert Hannah e Linda Lamb, a obra ainda terá muito a oferecer após a leitura, como referência.

Durante a leitura, não me preocupei em absorver 100% dos conceitos, mas em me divertir aprendendo.
É impossível aprender a usar o Vim (bem como muitos outros editores de texto bem mais populares) “do dia para a noite”. É um processo que vai tomar algum tempo e requerer bastante prática.

Portanto, se for lida com tranquilidade, o leitor pode se entreter bastante.

O conteúdo

A obra faz um apanhado do vi, desde o tempo do seu surgimento, no ambiente de programação do UNIX e segue em frente para incluir as versões mais atuais do editor, como Gvim (versão gráfica do editor).
Veja um resumo do que ela cobre:

  • Opções de linha de comando (CLI).
  • Comandos e opções do vi.
  • Atalhos do modo de inserção.
  • Substituição de texto e expressões regulares.
  • Comandos e opções do ex.
  • Inicialização e recuperação de arquivos.
  • Tags avançadas.
  • Recursos de conexão e navegação na Internet.

O livro termina com um extenso índice remissivo para ajudar a chegar mais rápido ao assunto que você deseja consultar.

Problemas do livro

Pode-se dizer que o livro é um tanto extenso e que não precisaria cobrir tantas versões do Vim.
Mas, se é melhor pecar pelo excesso, acredito ser possível perdoar isso.
Além do mais, é muito fácil se esquivar do que não te interessa aprender no momento e seguir a leitura mais adiante.

Conclusão

Se você não se importa ou não tem medo de ler em inglês, o livro pode ser bastante útil — uma vez que há bem poucas alternativas sobre o assunto em português.
Se o seu nível de leitura em inglês for razoável, não acho que vai haver problemas em entender e aprender o que os autores têm para passar.
A linguagem é clara e o texto é bem escrito.
Além disso, muita coisa pode ser aprendida empiricamente, seguindo os exemplos, caso não consiga entender algo especificamente.

Onde comprar

O livro pode ser adquirido em livrarias físicas ou online brasileiras.
É mais certo encontrar em livrarias internacionais.
O site da Amazon, no Brasil, tem a versão digital (para Kindle), neste link: https://amzn.to/2qDq5bI (recomendado).
Eu adquiri a minha cópia física na Barnes and Noble, contudo. Neste caso, arquei com uma demora de quase 4 meses na entrega. Eu não faria isto de novo…

Já pensou em ter dispositivos específicos para as funções que usa mais no celular?

Uma das ideias, deste post, é gastar (beeeeem) menos na aquisição do seu próximo celular e se sentir tecnologicamente muito mais bem servido.
O principal ponto é deixar que ele realize melhor as funções básicas do dia a dia, sem esquentar ou sobrecarregar o seu orçamento.

Já para aquelas funções específicas, que você mais aprecia, gaste o dinheiro restante para adquirir um equipamento de verdade.
Este post tem alguns links com sugestões de compra.
Se, eventualmente, você decidir fazer alguma através deles, vai me ajudar a ganhar uma pequena comissão. 😉

Mas antes disso, deixa eu te dar algumas dicas que podem ser bem interessantes e facilitar um pouco mais a sua vida.
Ao final do post, conto como eu mesmo aplico os conceitos discutidos aqui, no meu cotidiano.

Por que diabos eu deveria andar com outro aparelho, além do meu celular?

Acredite ou não, conheço gente que anda com 3 celulares no bolso…

Celulares são projetados para atender a uma enorme gama de tarefas e necessidades de seus usuários:

  1. Atender a chamadas telefônicas (… e eu quase não uso mais para isso).
  2. Acessar sites na Internet.
  3. Ler livros, gibis, revistas, jornais, blogs etc.
  4. Ver filmes, séries, documentários, tutoriais e “aleatoriedades” no YouTube.
  5. Ouvir seus podcasts favoritos.
  6. Jogar videogames.
  7. Tirar fotos, gravar vídeos, áudios etc.
  8. Acessar as suas redes sociais.
  9. Realizar serviços de Internet banking, controlar cartões de crédito etc.

… eu sei! A lista é bem mais extensa do que isto.

O primeiro problema é que a bateria não dura o dia todo, rodando a maior parte destas funções.
Outro problema é o sobreaquecimento do aparelho, que reduz drasticamente sua vida útil — e pode levar para “a lata do lixo”, em pouco menos de um ano, um aparelho que te custou uma “pequena” fortuna.

Estou escrevendo este post por que acredito que este dinheiro pode ser melhor gasto 😀

Pense na possibilidade de comprar equipamento específico para as funções que usa mais

A ideia, aqui, é não sobrecarregar um aparelho projetado para servir a múltiplas funções, com apenas uma ou duas.
A lógica é simples: é impossível o aparelho atender a todas as necessidades dos usuários do mundo.
Se você gosta muito de jogar, várias horas por dia, pense na possibilidade de comprar um videogame portátil.
Parece que é mais caro… mas pode não ser!
Um console de videogame portátil custa menos que um smartphone high end (ou topo de linha).
Você duvida? Veja algumas opções:

  1. Nintendo DS,
  2. Nintendo Switch
  3. ou um Playstation Vita.

Outras atividades também mantém a tela ligada por muito tempo — como a leitura ou assistir vídeos.
A leitura pode ser melhor satisfeita com um leitor digital — os modelos mais baratos são aparelhos pequenos, leves e podem ser transportados junto com o celular — seja no bolso ou na bolsa 😉

Se você é do tipo que prefere ver vídeos, pense em adquirir um Kindle Fire, da Amazon ou um tablet barato só para esta função.
Todos os modelos de console de videogame portáteis, citados acima, suportam apps de streaming de vídeos (Hulu, Amazon Prime, Netflix, YouTube etc).

O meu cotidiano

Eu também uso o celular para ouvir músicas, ver vídeos em serviços de streaming (YouTube, Netflix, Amazon Prime e Vimeo).
Eventualmente, também jogo no celular e tenho o app do Kindle instalado para ler meus ebooks.
Contudo, prefiro assistir ao streaming na SmartTV e jogar no Playstation.
O aparelho que carrego é sempre o Kindle básico — é fino e cabe no mesmo bolso que o celular.
Adoro fotografar e tenho minha câmera DSLR mas, usualmente, o celular é o que está sempre à mão.
Para esta função, já pensei em optar pelo Moto Z2 Play com um snap Hasselblad, mas os reviews me desencorajaram… 😉

E você? Quais são as funções do seu celular que acredita que poderiam ser melhor realizadas por outro dispositivo específico?