Edite suas fotos com o Photoflare

O Photoflare é um software de edição de imagens leve e simplificado, com uma edição livre e de código aberto (community edition).

Neste post, vou abordar a instalação, quais os meus primeiros ajustes e fazer uma análise geral do aplicativo.

A versão que usei para escrever este texto foi a 1.5.7 Community Edition, instalado via apt, no meu Debian 10 stable. Portanto, se você usa Ubuntu ou uma versão mais atual de sistema operacional do que eu, provavelmente vai encontrar uma versão mais atual para instalar.

Tela “about” com informações gerais sobre a versão atual do Photoflare.

Instalação do Photoflare no Linux

O aplicativo tem versão para Windows, que pode ser encontrada no site oficial (link no final do texto, pessoal!) e algumas versões para Linux.

As versões para Linux incluem a instalação a partir do código fonte, através de PPAs ou pelo sistema de instalação de software padrão da sua distro favorita.

Se você usa Linux, recomendo usar o sistema de instalação padrão da sua distro — que é sempre o melhor método (rápido e seguro).

No Debian, eu uso o velho e bom apt (no terminal, mesmo…):

sudo apt install photoflare

Para quem usa uma versão stable do Debian, pode ser viável a instalação de uma versão mais atual através dos backports. Usualmente, eu evite este tipo de procedimento.

A interface gráfica do Photoflare e os meus ajustes iniciais

O aplicativo contém uma série de ajustes que você pode acessar a partir de botões, na interface principal. É bem intuitivo e fácil de usar.

Além da simplicidade, um dos pontos fortes do programa, pode ser a aplicação rápida de filtros, que podem dar às suas imagens um caráter único nas suas redes sociais e te ajudar a obter mais destaque.

Para configurar e ajustar o aplicativo às suas necessidades, acesse o painel Preferences, dentro do menu Tools, na borda superior.

Para mim, os melhores ajustes iniciais são os que seguem:

O Photoflare aceita gravar (salvar) suas imagens em diversos formatos, inclusive os populares jpeg e png (padrão)

O formato padrão do aplicativo é o PNG (Portable Network Graphics). Mas, se você preferir, pode escolher aqui o bom e velho JPEG. Tanto faz…

Relação entre o tamanho e a qualidade da imagem final.

O padrão do Photoflare, é gravar suas imagens com 90% na relação compressão/qualidade. Mas, se você pretende postar nas redes sociais, vale a pena ser um pouco mais agressivo, aqui. Pode “descer” até 75%, para obter imagens menores — e economizar espaço e tempo para upload. Além do fato de que ninguém irá notar qualquer perda de qualidade.

Claro que isso depende muito da rede social de que estamos falando… Para Facebook e Instagram, eu experimentaria até 60%, se o tamanho da imagem em KB fosse muito importante. Para o Flickr ou o Smugmug, acima de 90% talvez seja o ideal.

Lembre-se que a qualidade/compressão só vale para as imagens salvas em JPEG. Não se aplica ao PNG.

Imagem gravada em JPEG com 65% de compressão.
Mauricio Pacheco, músico da banda da Vanessa da Mata, tocando guitarra no palco.

Antes de prosseguir, vale chamar a atenção para o fato de que o “nome correto” desta opção talvez fosse “quality” em vez de “compression“. Quanto o maior o valor, nesta régua, maior será a qualidade final (e o tamanho do arquivo) e menor a compressão. Meio confuso, não é? Eu também achei… 😉

Na última guia do menu de preferências, fica a primeira “má notícia” do aplicativo. Ele não tem a opção de Português na versão que instalei e usei. Quem sabe, nas próximas versões…

No momento em que testei, não havia a opção “Português” entre os idiomas do aplicativo.

Nesta mesma tela, eu ativei o “Maximize on Startup“, que maximiza a janela do app, quando ele for iniciado. Isto me permite trabalhar com menos distrações.

Conclusões sobre o Photoflare

Dentro da proposta de ser simples, rápido e fácil de usar, o Photoflare se sai muito como programa de edição.

Ele vai além do básico, oferecendo ferramentas de healing, entre outras que permitem corrigir imperfeições na pele etc.

Recomendo experimentar, para ver se serve para você. O Ctrl+Z funciona muito bem e ajuda a desfazer eventuais erros de edição.

Outro atalho útil é usar a tecla Ctrl (teclado) com a rodinha do mouse para dar zoom em alguma área da imagem.

Site oficial do Photoflare: https://photoflare.io

Onde encontrar o código fonte: https://launchpad.net/~photoflare/+archive/ubuntu/photoflare-daily (versão dev/daily)

Como instalar suporte a Flatpak em 10 distribuições Linux

O Flatpak traz para o Linux o mesmo conceito dos pacotes SNAP da Canonical (Ubuntu).
Trata-se de uma opção, disponível para várias distribuições GNU/Linux, incluindo o Ubuntu.

Em geral, o Flatpak convive bem com o SNAP e não há problemas de usar os dois.

Pessoalmente, como usuário do Debian, instalo meus programas preferencialmente via APT.
Eventualmente, uso pacotes Flatpak, quando não há opção de instalação via repositórios oficiais.

Nos outros sistemas operacionais (Linux/Unix), mantenho o mesmo hábito: Instalo os softwares preferencialmente através do gerenciador de pacotes padrão da distro e, quando não há opção dentro dos repositórios oficiais, vou para o SNAP ou Flatpak.

Não uso e não recomendo usar PPAs para instalar seus programas.

Segue a relação de 10 distribuições Linux, nas quais você pode instalar o suporte ao Flatpak, junto aos procedimentos de configuração, no terminal.

Encontre a sua distro e, quando terminar de configurar, vá a até o site Flathub, para ver os aplicativos disponíveis para baixar e instalar.

Como instalar suporte a Flatpak no Ubuntu e POP!_OS

No momento, o suporte a Flatpak é configurável somente através da instalação de pacotes vindos de uma PPA.

Antes de continuar, eu gostaria de deixar a advertência de que as PPAs não são o método mais seguro de buscar e instalar softwares em seu sistema.
O Ubuntu, bem como as outras distribuições baseadas nela(e) é mais eficiente, usando o SNAP.

Se você é usuário do Ubuntu, sugiro fortemente fazer uso dos pacotes SNAP, em vez de Flatpaks, como meio de instalação de programas.

Contudo, se você sabe o que está fazendo e deseja insistir, o procedimento para instalar suporte a Flatpak no Ubuntu é o que segue:


sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak
sudo apt update
sudo apt install flatpak

A linha de comando, abaixo, é para quem usa o Ubuntu com interface GNOME (padrão). Não serve para Pop!_OS, portanto:


sudo apt install gnome-software-plugin-flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Suporte ao Flatpak em distribuições baseadas no Fedora, CentOS e no Linux Mint

Tanto o Fedora/CentOS quanto o Linux Mint, têm suporte nativo aos pacotes Flatpak, da mesma forma que o Ubuntu já trabalha naturalmente com os SNAP.
Para poder ter acesso facilitado à loja de aplicativos oficial (para quem usa o Fedora) — o Flathub — faça o download do arquivo repositório.

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Suporte ao Flatpak no RedHat

Apesar da proximidade com o Fedora, o RedHat precisa destes 2 passos para ter suporte aos pacotes Flatpak e acesso ao Flathub:


sudo yum install flatpak

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Suporte ao Flatpak no OpenSuSE

As versões mais atuais podem ter suporte adicionado com o seguinte comando:


sudo zypper install flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Flatpak no Arch Linux

Para pode usar o gestor de pacote Flatpak no Arch, rode o seguinte comando:


sudo pacman -S flatpak

Após reiniciar o sistema, siga para o site do Flathub!

Flatpak no Debian

Autentique-se como root e rode a seguinte linha:


apt install flatpak

No Debian, com interface GNOME (padrão), acrescente:


apt install gnome-software-plugin-flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Após reiniciar o sistema, siga para o site do Flathub!

Configuração do Flatpak no Solus Linux

Para instalar o suporte ao Flatpak, aqui, use o eopkg:


sudo eopkg install flatpak xdg-desktop-portal-gtk

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Flatpak no Raspbian

Tal como no Debian, use o apt (com privilégios administrativos):


apt install flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Adicione suporte ao Flatpak no Elementary OS

Tal como no Ubuntu, precisamos novamente recorrer às PPAs — por favor leia as recomendações que fiz na seção do Ubuntu, ali em cima.
Segue o procedimento:


sudo apt install software-properties-common --no-install-recommends
sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak
sudo apt update
sudo apt install flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Agora, siga para o site do Flathub!

Flathub web site

Divirta-se!

GNOME com suporte a instalação de apps via Flatpak, é fácil de instalar e usar no Debian.

Através de um pequeno plugin, o Debian (e qualquer outra distro Linux, que use o GNOME para a gestão da interface gráfica) pode fazer a instalação de softwares através do sistema de empacotamento Flatpak.
Semelhante ao SNAP (Ubuntu), o Flatpak é um sistema que permite a instalação de todas as bibliotecas necessárias de um aplicativo e, tecnicamente, rodar programas dentro de um ambiente virtual.

Neste post, vou mostrar como fazer a instalação e um primeiro uso do sistema dentro do Debian 10 Buster (que ainda está em fase de testes). O procedimento, por enquanto, ainda não é tão fluido e fácil quanto a instalação de pacotes SNAP no Ubuntu, mas também não é difícil.

Instalação do suporte a Flatpak no GNOME

O suporte a Flatpak dentro do ambiente gráfico GNOME é possibilitado por um plugin, que pode ser instalado via apt:


sudo apt install gnome-software-plugin-flatpak

De acordo com a descrição dos desenvolvedores, trata-se de uma peça de software que permite instalar e atualizar aplicações e extensões do sistema.

Faz uso de uma arquitetura simplificada de plugins para separar os frontends das tecnologias "por baixo do capô".

Após a instalação, de acordo com o procedimento acima, pode ser necessário reiniciar o sistema (ou, pelo menos, o ambiente gráfico). Eu só reiniciei o meu navegador (Chrome). Talvez nem isso fosse necessário. Tente aí e nos conte nos comentários como foi.

Como buscar e instalar apps com o navegador

Tal como o SNAP, também existe uma loja online de apps para Flatpak — chama=se Flathub.
Flathub web site

No Flathub, você vai encontrar pacotes de software em Flatpak em edições/versões atualizadas — algumas serão mais atuais do que as que já se encontram instaladas em seu sistema.

Através do Flathub, você pode instalar a mesma versão do GIMP (só para citar um exemplo) usada na versão testing da sua distro atual.

Neste sentido, o Flatpak proporciona um modo seguro de obter versões mais atualizadas de programas, mesmo em sistemas que priorizam a estabilidade, como é o caso do Debian.

Para poder instalar diretamente do Flathub, você precisa acrescentar mais um procedimento. Volte ao terminal e execute a seguinte linha de comando:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Feito isto, já pode ir correndo ao Flathub, encontrar seus programas favoritos!

Use Ubuntu para programar em Python

O sistema operacional GNU/Linux é, na minha humilde opinião, o mais adequado para a programação de computadores.
Neste sentido, qualquer uma das principais grandes distribuições do Linux pode satisfazer plenamente um(a) profissional de desenvolvimento.

Já escrevi sobre qual a melhor distro para programar — clique no link para saber qual a minha opinião sobre o assunto.

Neste post, vou mostrar como preparar o Ubuntu 18.04 LTS Bionic Beaver para desenvolvimento na linguagem de programação Python.
É claro que o Ubuntu, já na instalação mínima, vem com interpretadores, de sobra, para você começar a programar em Python. Mas algumas ferramentas adicionais podem tornar o ambiente ainda melhor para quem já é profissional ou, mesmo, para estudantes.

Python 2 ou Python 3

O Python 2 vem caindo gradualmente em desuso, mas ainda há aplicações importantes do sistema, escritas nesta versão da linguagem.
Por este motivo, softwares (interpretadores, bibliotecas etc.) voltados para as duas versões ainda são encontrados.
Neste texto, vamos nos concentrar na versão 3 da linguagem, contudo.

Você pode verificar quais versões do interpretador Python há no seu Linux, digitando ‘python’ e pressionando a tecla Tab logo em seguida.
As versões disponíveis serão exibidas no terminal.
O comando ls também pode ser usado, para obter esta informação:


ls /usr/bin/python*

/usr/bin/python            /usr/bin/python3
/usr/bin/python2           /usr/bin/python3.6
/usr/bin/python2.7         /usr/bin/python3.6m
/usr/bin/python2.7-config  /usr/bin/python3m
/usr/bin/python2-config    /usr/bin/python-config

interpretadores Python no Ubuntu

Apesar da quantidade “expressiva de pythons”, há apenas 3 versões instaladas no meu sistema (python2, python3 e python 3m). O restante é link simbólico para o programa correspondente.

Use o parâmetro ‘–version’ para saber qual a sua versão padrão:


 python --version

Python 2.7.15rc1

A série 2.x é padrão justamente por causa dos vários scripts do sistema que ainda a usam — e você não deve mudar isto.
Ensinei como contornar a situação, para quem só quer usar a versão 3, neste post.

Instale IDEs gráficas para Python

Basicamente, qualquer uma das grandes IDEs pode ser usada para programar em Python. Se você já tem a sua preferida, pode relaxar e continuar a usá-la.
Se quiser experimentar algo novo, sugiro algumas IDEs feitas pela comunidade de programadores(as) Python, que podem trazer recursos e benefícios interessantes para quem usa esta linguagem predominantemente.

Pressione a tecla Super e procure o “Ubuntu software”, para entrar na loja (interface GUI para os respositórios) do Ubuntu.
instalar software no ubuntu

Dentro da loja faça uma busca (Ctrl + F) por ‘python ide’, para ver as opções específicas que você tem.
Atualmente, no meu sistema, há:

  1. A série de PyCharm, com IDEs voltadas para aplicações comerciais, científicas, educacionais etc. A PyCharm Pro é projetada para profissionais desenvolvedores(as).
  2. A Eric Python IDE, também projetada pelo pessoal que programa em Python. É uma opção leve e ágil. Falei mais dela aqui.
  3. Por fim, Thonny é uma IDE com recursos úteis para quem está estudando a linguagem. Vem com um depurador embutido, capaz de visualizar todos os passos conceituais da execução de um programa Python.

ide para python

Não se prenda a estas opções.
Experimente outras buscas, como ‘ide devel’, para encontrar bem mais opções.

Sugiro a leitura do artigo 5 IDEs para programar no Linux, para obter mais opções de ferramentas para desenvolvimento.

Instale o PIP

O pip (não é picture in picture) é um gerenciador de pacotes e serve para instalar novos softwares, bibliotecas e ferramentas para Python.
No Ubuntu, use o apt para instalar o gerenciador:


sudo apt install python3-pip

Mesmo especificando a versão “3” do Python, na linha de comando (acima), o procedimento ainda instala o pip para a versão 2 da linguagem.
Desta forma, você terá à sua disposição o pip2 e o pip3:

pip2 --version

pip 9.0.1 from /usr/lib/python2.7/dist-packages (python 2.7)
pip3 --version

pip 9.0.1 from /usr/lib/python3/dist-packages (python 3.6)

Instale o bpython

Isto não é obrigatório.
Estudantes da linguagem podem gostar de usar uma shell com recursos de realce de sintaxe.
ubuntu loja

O aplicativo pode ser encontrado na lojinha do Ubuntu, ou pode ser instalado via linha de comando.

Você tem experiência em programação Python?! Quais aplicativos adicionais sugere para instalação no Ubuntu?

Como pedir a Richard Stallman para analisar o seu Linux.

O vrms é um pequeno utilitário, para a CLI, que faz uma análise do conjunto de pacotes, presentes no seu computador, que faz um relatório dos pacotes componentes instalados das árvores contrib e non-free.

Chamado vrms — Virtual Richard Matthew Stallman (RMS) — em alusão ao nome do fundador do Movimento pelo Software Livre , verifica se você está usando apenas softwares 100% livres e avisa quando houver algo destoando.

De acordo com a auto-descrição do pacote, “em alguns casos, as opiniões de Stallman divergiram das do projeto Debian”.
Nestes casos, a comunidade Debian segue as diretrizes do Debian Free Software Guidelines ou Contrato Social Debian.

O aplicativo vrms não se limita a sistemas Debian e nem ao Linux.
Pode ser executado em qualquer sistema operacional.
Apenas, neste texto, estou me baseando no Debian.

Há previsão para, futuramente, permitir ao vrms exibir textos do RMS, mostrando porque o uso de cada pacote non-free pode causar problemas morais a membros da comunidade do Software Livre.

Use o apt, para instalar:


sudo apt install vrms

Após a instalação, ele pode rodar sob privilégios normais. Veja os meus resultados:


vrms

    Non-free packages installed on ultra

firmware-iwlwifi                    Binary firmware for Intel Wireless cards
firmware-realtek                    Binary firmware for Realtek wired/wifi/BT adapters

    Non-free packages with status other than installed on ultra

tome                                ( dei)  single-player text-based roguelike dungeon sim

    Contrib packages with status other than installed on ultra

spectemu-common                     ( dei)  Fast 48k ZX Spectrum Emulator (common files)

  3 non-free packages, 0.1% of 2067 installed packages.
  1 contrib packages, 0.0% of 2067 installed packages.

Aonde eu me surpreendi:

  • Pra começar, achava que iria ter mais softwares não livres no meu sistema (por que instalo, realmente, muita coisa).
    Enfim, foram apenas 3.
  • Os firmwares, “pra variar”, não surpreendem ninguém… Mas vejo que só preciso de um deles e, portanto, o outro vai sair voando pela janela, claro.
  • O jogo tome, também é uma surpresa que não seja 100% livre. Ao passo que o emulador do Spectrum ZX, em função de algumas ROMs, não me surpreende por se encontrar neste “estado deplorável” de não ser completamente livre.

Você não é obrigado a desinstalar nada do seu sistema.
O utilitário apenas fornece um feedback, para satisfazer a curiosidade do usuário.
É claro que acaba por ser muito útil a quem gostaria de remover o máximo de softwares não livres de seu sistema e, o que é melhor ainda, questionar os desenvolvedores ou as empresas responsáveis pelo código que não se encaixa nestas condições.

Me conta quais foram os seus resultados e o que pretende fazer em relação a eles. 😉

No meu caso, deixei apenas os firmwares proprietários instalados. Fiquei com um resultado de 99.9% de softwares livres instalados no meu sistema.
Mas, com a colaboração da Intel e da Realtek, poderia ser 100%! 😉