Como instalar suporte a Flatpak em 10 distribuições Linux

O Flatpak traz para o Linux o mesmo conceito dos pacotes SNAP da Canonical (Ubuntu).
Trata-se de uma opção, disponível para várias distribuições GNU/Linux, incluindo o Ubuntu.

Em geral, o Flatpak convive bem com o SNAP e não há problemas de usar os dois.

Pessoalmente, como usuário do Debian, instalo meus programas preferencialmente via APT.
Eventualmente, uso pacotes Flatpak, quando não há opção de instalação via repositórios oficiais.

Nos outros sistemas operacionais (Linux/Unix), mantenho o mesmo hábito: Instalo os softwares preferencialmente através do gerenciador de pacotes padrão da distro e, quando não há opção dentro dos repositórios oficiais, vou para o SNAP ou Flatpak.

Não uso e não recomendo usar PPAs para instalar seus programas.

Segue a relação de 10 distribuições Linux, nas quais você pode instalar o suporte ao Flatpak, junto aos procedimentos de configuração, no terminal.

Encontre a sua distro e, quando terminar de configurar, vá a até o site Flathub, para ver os aplicativos disponíveis para baixar e instalar.

Como instalar suporte a Flatpak no Ubuntu e POP!_OS

No momento, o suporte a Flatpak é configurável somente através da instalação de pacotes vindos de uma PPA.

Antes de continuar, eu gostaria de deixar a advertência de que as PPAs não são o método mais seguro de buscar e instalar softwares em seu sistema.
O Ubuntu, bem como as outras distribuições baseadas nela(e) é mais eficiente, usando o SNAP.

Se você é usuário do Ubuntu, sugiro fortemente fazer uso dos pacotes SNAP, em vez de Flatpaks, como meio de instalação de programas.

Contudo, se você sabe o que está fazendo e deseja insistir, o procedimento para instalar suporte a Flatpak no Ubuntu é o que segue:


sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak
sudo apt update
sudo apt install flatpak

A linha de comando, abaixo, é para quem usa o Ubuntu com interface GNOME (padrão). Não serve para Pop!_OS, portanto:


sudo apt install gnome-software-plugin-flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Suporte ao Flatpak em distribuições baseadas no Fedora, CentOS e no Linux Mint

Tanto o Fedora/CentOS quanto o Linux Mint, têm suporte nativo aos pacotes Flatpak, da mesma forma que o Ubuntu já trabalha naturalmente com os SNAP.
Para poder ter acesso facilitado à loja de aplicativos oficial (para quem usa o Fedora) — o Flathub — faça o download do arquivo repositório.

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Suporte ao Flatpak no RedHat

Apesar da proximidade com o Fedora, o RedHat precisa destes 2 passos para ter suporte aos pacotes Flatpak e acesso ao Flathub:


sudo yum install flatpak

flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Suporte ao Flatpak no OpenSuSE

As versões mais atuais podem ter suporte adicionado com o seguinte comando:


sudo zypper install flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Flatpak no Arch Linux

Para pode usar o gestor de pacote Flatpak no Arch, rode o seguinte comando:


sudo pacman -S flatpak

Após reiniciar o sistema, siga para o site do Flathub!

Flatpak no Debian

Autentique-se como root e rode a seguinte linha:


apt install flatpak

No Debian, com interface GNOME (padrão), acrescente:


apt install gnome-software-plugin-flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Após reiniciar o sistema, siga para o site do Flathub!

Configuração do Flatpak no Solus Linux

Para instalar o suporte ao Flatpak, aqui, use o eopkg:


sudo eopkg install flatpak xdg-desktop-portal-gtk

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Flatpak no Raspbian

Tal como no Debian, use o apt (com privilégios administrativos):


apt install flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Adicione suporte ao Flatpak no Elementary OS

Tal como no Ubuntu, precisamos novamente recorrer às PPAs — por favor leia as recomendações que fiz na seção do Ubuntu, ali em cima.
Segue o procedimento:


sudo apt install software-properties-common --no-install-recommends
sudo add-apt-repository ppa:alexlarsson/flatpak
sudo apt update
sudo apt install flatpak

Em seguida, adicione o suporte ao repositório do Flathub:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

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Flathub web site

Divirta-se!

GNOME com suporte a instalação de apps via Flatpak, é fácil de instalar e usar no Debian.

Através de um pequeno plugin, o Debian (e qualquer outra distro Linux, que use o GNOME para a gestão da interface gráfica) pode fazer a instalação de softwares através do sistema de empacotamento Flatpak.
Semelhante ao SNAP (Ubuntu), o Flatpak é um sistema que permite a instalação de todas as bibliotecas necessárias de um aplicativo e, tecnicamente, rodar programas dentro de um ambiente virtual.

Neste post, vou mostrar como fazer a instalação e um primeiro uso do sistema dentro do Debian 10 Buster (que ainda está em fase de testes). O procedimento, por enquanto, ainda não é tão fluido e fácil quanto a instalação de pacotes SNAP no Ubuntu, mas também não é difícil.

Instalação do suporte a Flatpak no GNOME

O suporte a Flatpak dentro do ambiente gráfico GNOME é possibilitado por um plugin, que pode ser instalado via apt:


sudo apt install gnome-software-plugin-flatpak

De acordo com a descrição dos desenvolvedores, trata-se de uma peça de software que permite instalar e atualizar aplicações e extensões do sistema.

Faz uso de uma arquitetura simplificada de plugins para separar os frontends das tecnologias "por baixo do capô".

Após a instalação, de acordo com o procedimento acima, pode ser necessário reiniciar o sistema (ou, pelo menos, o ambiente gráfico). Eu só reiniciei o meu navegador (Chrome). Talvez nem isso fosse necessário. Tente aí e nos conte nos comentários como foi.

Como buscar e instalar apps com o navegador

Tal como o SNAP, também existe uma loja online de apps para Flatpak — chama=se Flathub.
Flathub web site

No Flathub, você vai encontrar pacotes de software em Flatpak em edições/versões atualizadas — algumas serão mais atuais do que as que já se encontram instaladas em seu sistema.

Através do Flathub, você pode instalar a mesma versão do GIMP (só para citar um exemplo) usada na versão testing da sua distro atual.

Neste sentido, o Flatpak proporciona um modo seguro de obter versões mais atualizadas de programas, mesmo em sistemas que priorizam a estabilidade, como é o caso do Debian.

Para poder instalar diretamente do Flathub, você precisa acrescentar mais um procedimento. Volte ao terminal e execute a seguinte linha de comando:


flatpak remote-add --if-not-exists flathub https://flathub.org/repo/flathub.flatpakrepo

Feito isto, já pode ir correndo ao Flathub, encontrar seus programas favoritos!

Use Ubuntu para programar em Python

O sistema operacional GNU/Linux é, na minha humilde opinião, o mais adequado para a programação de computadores.
Neste sentido, qualquer uma das principais grandes distribuições do Linux pode satisfazer plenamente um(a) profissional de desenvolvimento.

Já escrevi sobre qual a melhor distro para programar — clique no link para saber qual a minha opinião sobre o assunto.

Neste post, vou mostrar como preparar o Ubuntu 18.04 LTS Bionic Beaver para desenvolvimento na linguagem de programação Python.
É claro que o Ubuntu, já na instalação mínima, vem com interpretadores, de sobra, para você começar a programar em Python. Mas algumas ferramentas adicionais podem tornar o ambiente ainda melhor para quem já é profissional ou, mesmo, para estudantes.

Python 2 ou Python 3

O Python 2 vem caindo gradualmente em desuso, mas ainda há aplicações importantes do sistema, escritas nesta versão da linguagem.
Por este motivo, softwares (interpretadores, bibliotecas etc.) voltados para as duas versões ainda são encontrados.
Neste texto, vamos nos concentrar na versão 3 da linguagem, contudo.

Você pode verificar quais versões do interpretador Python há no seu Linux, digitando ‘python’ e pressionando a tecla Tab logo em seguida.
As versões disponíveis serão exibidas no terminal.
O comando ls também pode ser usado, para obter esta informação:


ls /usr/bin/python*

/usr/bin/python            /usr/bin/python3
/usr/bin/python2           /usr/bin/python3.6
/usr/bin/python2.7         /usr/bin/python3.6m
/usr/bin/python2.7-config  /usr/bin/python3m
/usr/bin/python2-config    /usr/bin/python-config

interpretadores Python no Ubuntu

Apesar da quantidade “expressiva de pythons”, há apenas 3 versões instaladas no meu sistema (python2, python3 e python 3m). O restante é link simbólico para o programa correspondente.

Use o parâmetro ‘–version’ para saber qual a sua versão padrão:


 python --version

Python 2.7.15rc1

A série 2.x é padrão justamente por causa dos vários scripts do sistema que ainda a usam — e você não deve mudar isto.
Ensinei como contornar a situação, para quem só quer usar a versão 3, neste post.

Instale IDEs gráficas para Python

Basicamente, qualquer uma das grandes IDEs pode ser usada para programar em Python. Se você já tem a sua preferida, pode relaxar e continuar a usá-la.
Se quiser experimentar algo novo, sugiro algumas IDEs feitas pela comunidade de programadores(as) Python, que podem trazer recursos e benefícios interessantes para quem usa esta linguagem predominantemente.

Pressione a tecla Super e procure o “Ubuntu software”, para entrar na loja (interface GUI para os respositórios) do Ubuntu.
instalar software no ubuntu

Dentro da loja faça uma busca (Ctrl + F) por ‘python ide’, para ver as opções específicas que você tem.
Atualmente, no meu sistema, há:

  1. A série de PyCharm, com IDEs voltadas para aplicações comerciais, científicas, educacionais etc. A PyCharm Pro é projetada para profissionais desenvolvedores(as).
  2. A Eric Python IDE, também projetada pelo pessoal que programa em Python. É uma opção leve e ágil. Falei mais dela aqui.
  3. Por fim, Thonny é uma IDE com recursos úteis para quem está estudando a linguagem. Vem com um depurador embutido, capaz de visualizar todos os passos conceituais da execução de um programa Python.

ide para python

Não se prenda a estas opções.
Experimente outras buscas, como ‘ide devel’, para encontrar bem mais opções.

Sugiro a leitura do artigo 5 IDEs para programar no Linux, para obter mais opções de ferramentas para desenvolvimento.

Instale o PIP

O pip (não é picture in picture) é um gerenciador de pacotes e serve para instalar novos softwares, bibliotecas e ferramentas para Python.
No Ubuntu, use o apt para instalar o gerenciador:


sudo apt install python3-pip

Mesmo especificando a versão “3” do Python, na linha de comando (acima), o procedimento ainda instala o pip para a versão 2 da linguagem.
Desta forma, você terá à sua disposição o pip2 e o pip3:

pip2 --version

pip 9.0.1 from /usr/lib/python2.7/dist-packages (python 2.7)
pip3 --version

pip 9.0.1 from /usr/lib/python3/dist-packages (python 3.6)

Instale o bpython

Isto não é obrigatório.
Estudantes da linguagem podem gostar de usar uma shell com recursos de realce de sintaxe.
ubuntu loja

O aplicativo pode ser encontrado na lojinha do Ubuntu, ou pode ser instalado via linha de comando.

Você tem experiência em programação Python?! Quais aplicativos adicionais sugere para instalação no Ubuntu?

Como pedir a Richard Stallman para analisar o seu Linux.

O vrms é um pequeno utilitário, para a CLI, que faz uma análise do conjunto de pacotes, presentes no seu computador, que faz um relatório dos pacotes componentes instalados das árvores contrib e non-free.

Chamado vrms — Virtual Richard Matthew Stallman (RMS) — em alusão ao nome do fundador do Movimento pelo Software Livre , verifica se você está usando apenas softwares 100% livres e avisa quando houver algo destoando.

De acordo com a auto-descrição do pacote, “em alguns casos, as opiniões de Stallman divergiram das do projeto Debian”.
Nestes casos, a comunidade Debian segue as diretrizes do Debian Free Software Guidelines ou Contrato Social Debian.

O aplicativo vrms não se limita a sistemas Debian e nem ao Linux.
Pode ser executado em qualquer sistema operacional.
Apenas, neste texto, estou me baseando no Debian.

Há previsão para, futuramente, permitir ao vrms exibir textos do RMS, mostrando porque o uso de cada pacote non-free pode causar problemas morais a membros da comunidade do Software Livre.

Use o apt, para instalar:


sudo apt install vrms

Após a instalação, ele pode rodar sob privilégios normais. Veja os meus resultados:


vrms

    Non-free packages installed on ultra

firmware-iwlwifi                    Binary firmware for Intel Wireless cards
firmware-realtek                    Binary firmware for Realtek wired/wifi/BT adapters

    Non-free packages with status other than installed on ultra

tome                                ( dei)  single-player text-based roguelike dungeon sim

    Contrib packages with status other than installed on ultra

spectemu-common                     ( dei)  Fast 48k ZX Spectrum Emulator (common files)

  3 non-free packages, 0.1% of 2067 installed packages.
  1 contrib packages, 0.0% of 2067 installed packages.

Aonde eu me surpreendi:

  • Pra começar, achava que iria ter mais softwares não livres no meu sistema (por que instalo, realmente, muita coisa).
    Enfim, foram apenas 3.
  • Os firmwares, “pra variar”, não surpreendem ninguém… Mas vejo que só preciso de um deles e, portanto, o outro vai sair voando pela janela, claro.
  • O jogo tome, também é uma surpresa que não seja 100% livre. Ao passo que o emulador do Spectrum ZX, em função de algumas ROMs, não me surpreende por se encontrar neste “estado deplorável” de não ser completamente livre.

Você não é obrigado a desinstalar nada do seu sistema.
O utilitário apenas fornece um feedback, para satisfazer a curiosidade do usuário.
É claro que acaba por ser muito útil a quem gostaria de remover o máximo de softwares não livres de seu sistema e, o que é melhor ainda, questionar os desenvolvedores ou as empresas responsáveis pelo código que não se encaixa nestas condições.

Me conta quais foram os seus resultados e o que pretende fazer em relação a eles. 😉

No meu caso, deixei apenas os firmwares proprietários instalados. Fiquei com um resultado de 99.9% de softwares livres instalados no meu sistema.
Mas, com a colaboração da Intel e da Realtek, poderia ser 100%! 😉

Como ajudar os desenvolvedores do GIMP a fazer um trabalho cada vez melhor, para você.

Há várias formas de oferecer de volta ou agradecer pelo que recebemos, de boa vontade, dos desenvolvedores de software livre.
Criar tutoriais (em vídeo ou texto), evangelizar ou doar dinheiro a projetos que são importantes e úteis para você, são algumas das formas de ajudar a mantê-los cada vez mais fortes.

Quem tem conhecimento de programação, pode contribuir com código novo ou ajudar a corrigir erros de software.

Os usuários/clientes da Adobe ou outras empresas contribuem financeiramente através da compra de seus produtos ou pagando pagando planos de serviços.
Por que não podemos fazer o mesmo com os softwares livres que amamos?!

Ao contribuir monetariamente para o projeto do GIMP, você pode se tornar um cliente/usuário mais valoroso, do tipo que realmente contribui para o engrandecimento do software.

Neste texto, vou mostrar algumas formas de contribuir uma única vez ou mensalmente (nos moldes da Adobe) com este bonito projeto.
É fácil!

Como contribuir com o projeto

A Fundação GNOME foi convidada a ser agente fiscal das doações para o projeto do GIMP, o que dá mais credibilidade ainda ao processo.
Desta forma, é possível contribuir através do GNOME — basta especificar que o projeto GIMP é o beneficiário.
Como a fundação é legalmente tida como não-lucrativa, goza de isenção de impostos nos EUA. Desta forma, fica garantido que o seu dinheiro será usado para ajudar no desenvolvimento do GIMP e não para o governo de outro país.

Há várias formas de enviar dinheiro. Segue a relação de sites:

  • Doe através do PayPal — por este meio, o projeto será notificado imediatamente sobre a sua doação. É provavelmente o meio mais fácil de fazer uma única doação ou especificar um valor mensal.
    É você quem escolhe o valor. Apenas pense na segurança que a doação mensal pode dar ao projeto, para fazer seus planos e traçar estratégias de crescimento.
    É importante também ter em mente que o valor do dólar flutua, em relação às outras moedas e, o que parece barato hoje… amanhã, pode ter outro aspecto.
  • Doe via Flattr — como plataforma de micro pagamentos, é possível oferecer valores pequenos, a partir de 2 euros, à plataforma, que distribui os valores entre os projetos de acordo com a sua vontade. Leia o artigo da Wikipedia sobre o Flattr (english), para saber mais sobre seu funcionamento.

Consulte o site oficial, se preferir fazer pagamentos em Bitcoins ou cheque.

Como contribuir diretamente com os desenvolvedores

Em vez de contribuir com o projeto GIMP, como um todo, é possível enviar dinheiro diretamente ao desenvolvedor que está fazendo um trabalho que você aprecia ou necessita.

Alguns desenvolvedores, responsáveis por partes importantes e complexas do GIMP, aceitam este tipo de contribuição:

  • Øyvind Kolås, que trabalha no GEGL, o novo e sofisticado núcleo de processamento de imagens do GIMP.
    Seu trabalho é crucial para implementar recursos tais como a edição não-destrutiva, camadas de ajustes e efeitos de camadas.
    Esta é a conta dele no Patreon: https://www.patreon.com/pippin.
  • Jehan Pagès é também um programador ativo do projeto e está trabalhando no desenvolvimento de recursos avançados de animação no GIMP.
    A conta dele, no Patreon, contudo, é voltada para o financiamento de um projeto de filme animado. Saiba mais no site: https://www.patreon.com/zemarmot.

Da minha parte, que uso muito o GIMP para editar as imagens do site, optei por fazer um contribuição anual via PayPal.
E você?! Se sente à vontade para também contribuir? Qual é o seu projeto de software livre favorito?! 😉