Por que é importante fazer backup do seu site


Por Alan Medeiros.

Você certamente já ouviu falar por aí que é muito importante contar com um plano B. Pois bem, no caso de um projeto na internet, o backup do seu site é o plano B mais eficiente.

Saber como criar um site é importante para quem vai dar início a um projeto na web. A notícia boa é que diante das atuais plataformas, o processo de criação se torna rápido e fácil.

No entanto, não basta apenas colocar um site na web, é preciso contar com procedimentos que possam proteger os seus arquivos diante de algum imprevisto. E é aí que entra em cena a importância do backup.

Uma definição bem clara do termo pode ser a de que o backup é uma cópia extra, assegurando a você que caso ocorra algum problema, os arquivos e demais dados não serão perdidos.

O backup do seu site e a hospedagem de sites

Uma boa hospedagem de sites confere para o seu trabalho uma série de benefícios, tais como mais espaço em disco, mais de uma conta de e-mails e mais processamento de memória.

Dependendo dos objetivos do seu site, da empresa que oferece o serviço e do tipo de plano de hospedagem, o seu projeto poderá contar com os serviços de backups.

Geralmente os serviços de hospedagem Cloud ou hospedagem VPS possuem planos que oferecem backups semanais ou até diários.

Esses tipos de hospedagem são importantes para sites de grande porte e de lojas virtuais, por isso é importante que disponibilizem para os usuários a possibilidade de backup.

Além disso, caso o seu plano já não esteja aguentando a alta demanda de acessos e visitas, a mudança para um tipo de hospedagem com mais recursos se faz necessária.

Para evitar que qualquer problema possa trazer prejuízos para o seu site durante o processo de mudança de hospedagem, a realização de um backup é muito bem-vinda.

Erros de gerenciamento e o backup salvando seu dia

Saber como criar um blog ou um site implica no uso e no gerenciamento de determinadas plataformas. Apesar das facilidades que as atuais plataformas de criação oferecem, não é impossível que um usuário inexperiente delete arquivos importantes.

Até mesmo, devido a uma desatenção, é possível alterar alguma importante configuração, resultando assim em erros no seu projeto web.

Em tais situações, o usuário certamente vai erguer suas mãos aos céus e abençoar a presença do backup. Por meio dele, o trabalho de dias, quem sabe meses ou anos inteiros, poderá ser salvo.

E quando o assunto é CMS’s, as boas empresas de web hosting disponibilizam para os seus clientes a hospedagem WordPress, que é totalmente configurada e otimizada para essa plataforma.

Alguns planos mais avançados voltados para esse tipo de hospedagem disponibilizam a realização de backups diários entre os seus benefícios.

Além disso, qualquer site está suscetível a ser atacado por pragas virtuais espalhadas pela web. Um vírus ou um malware pode atingir o seu site, corromper arquivos, dados e prejudicar o seu trabalho.

Por isso, além de contar com meios de proteção eficientes, realizar backups periodicamente é uma ótima maneira para identificar e até prevenir esse tipo de imprevisto.

Backup – Quando fazer?

Muitos usuários se perguntam qual é a frequência ideal para a realização de backups. Será que backups diários são necessários? E seu eu fizer uma vez por semana ou, quem sabe, uma vez por mês?

As respostas para tais indagações vão depender do seu tipo de site e do propósito dele.

Se o seu projeto consiste em um site de grande porte, como, por exemplo, uma loja virtual, ou um blog que conta com muitos acessos e possui muitos dados de imagens, vídeos e textos, então backups semanais ou diários são altamente recomendados.

E não esqueça também que o backup bem feito inclui todos os arquivos fundamentais para que o site mantenha sempre um bom desempenho.

O armazenamento do backup

Ao realizar o backup de um site, a cópia deve ficar localizada em uma máquina diferente do servidor onde está hospedado o seu site.

Por isso, o método mais usual para a realização de backups é justamente efetuar uma cópia dos arquivos que estão localizados no servidor de hospedagem para o seu computador.

Nesse caso, a transferência pode ser realizada por meio do painel de controle cedido pela sua empresa de hospedagem de sites. Também há a alternativa de utilizar um programa de FTP, como o Filezilla, por exemplo.

Ao utilizar um programa de FTP a transferência de arquivos será feita de um modo mais rápido e com mais facilidade.

Conclusão

Vivemos na era digital e cada vez mais as profissões utilizam a internet. Por isso, não é exagero afirmar que em um site ou blog estão armazenados boa parte do seu dia a dia profissional.

Por fim, tão importante quanto ter um site, ter um nome de domínio e um bom serviço de hospedagem, é pertinente também providenciar o backup para evitar dores de cabeça.

Faça backup na nuvem gratuitamente com o pCloud.

Levar seus backups às nuvens é uma opção cada vez mais viável a todos.
Como solução de segurança, a nuvem para quem já faz seus backups regularmente, soluciona um dos principais problemas: manter bem longe de você suas cópias de segurança.

Se alguém roubar o seu celular, o seu laptop ou qualquer outra coisa desagradável acontecer aos seus arquivos, ainda será possível recuperá-los a partir do backup remoto.

Se você se preocupa com a segurança dos seus dados, não esqueça de ler também sobre como criptografar o seu celular.


Acesse o site e crie sua conta gratuita: https://www.pcloud.com/welcome-to-pcloud.

Criptografia

O pCloud oferece soluções de armazenamento gratuito nas nuvens para o seu PC desktop, laptop e o smartphone.
A solução gratuita, começa com 10 Gb de espaço para armazenamento — mas pode chegar a 20 Gb.
Esta mesma opção já oferece o recurso de criptografar seus dados antes de enviar para os servidores — como forma de mantê-los fora da vigilância do próprio serviço.
Esta opção não é gratuita (mas também não é cara).

Suporte a várias plataformas

Ter suporte a Mac, Windows, Android e Linux é um big plus do app.
Ele vai além, por oferecer plugins e add ons para os navegadores Google Chrome e Mozilla Firefox.

O pCloud é verdadeiramente multiplataforma.
Seus arquivos são acessíveis do smartphone, do laptop da empresa, no PC de casa, do cyber etc.

Como obter mais espaço de armazenamento gratuito

Como eu disse, lá em cima, dá para chegar a 20 Gb de espaço de armazenamento no serviço, promocionalmente.
De acordo com o próprio site:

“Você pode obter até 10 GB de espaço gratuito adicional (totalizando 20 GB) ao convidar outros usuários para se inscreverem no pCloud.

Cada nova inscrição irá expandir seu espaço de armazenamento em 1GB nos seguintes casos:

  • o usuário convidado fez o upload de 1GB para o pCloud
  • o usuário convidado se inscreveu por meio de um dispositivo móvel ou de um sistema virtual

Outra ótima maneira de obter mais espaço gratuito é fazer o backup de suas fotos do Facebook e Instagram ou de seus documentos do Dropbox para o pCloud através da seção de Backups do pCloud para web.”

Acesse o site e crie sua conta gratuita: https://www.pcloud.com/welcome-to-pcloud.

Como montar e acessar o sistema de arquivos WebDAV

Veja como compartilhar arquivos e aplicativos através do protocolo WebDAV, com alguns comandos simples.
Ter um diretório WebDAV constantemente montado pode ser útil para profissionais e usuários comuns que compartilham atividades e arquivos na nuvem.
webdav_logo1
Se você tem interesse em montar localmente um diretório FTP remoto, leia este outro texto.
Neste post, vou mostrar como fazer isto no Ubuntu e no Debian. Portanto, as dicas servem para qualquer outra distro Linux derivada.

Como instalar suporte ao sistema de arquivos davfs2

Você precisa do suporte e dos módulos deste sistema de arquivos para ter capacidade de montar o sistema remoto.
Veja como:

sudo apt-get install davfs2

Em seguida, vamos reconfigurar o pacote instalado para prover acesso a usuários normais, no seu sistema:

sudo dpkg-reconfigure davfs2

Responda que Sim, na tela de configuração (observe a imagem abaixo).
Captura de tela da configuração do davfs2

Como dar acesso aos usuários ao sistema davfs2

Especifique, no comando abaixo, os usuários que você deseja que tenham acesso aos dispositivos montados com o sistema davfs2

sudo usermod -aG davfs2 usuario

Significado das opções dadas (exemplo acima):

  • -aappend. anexa o usuário pros grupos suplementares mencionados pela opção -G.
  • -Ggroups, nova lista de grupos suplementares.
  • usuario — substitua pelo nome de usuário a quem você deseja dar acesso.

Torne a configuração permanente

Opcionalmente, você pode tornar qualquer configuração referente a montar um sistema de arquivos permanente, editando o arquivo /etc/fstab.
Veja um exemplo de linha de código, a ser inserida no fstab para cada usuário a quem você queira dar privilégios de montar e acessar a pasta com o sistema de arquivos davfs:

exemplo.com/owncloud/remote.php/webdav /home/<username>/owncloud davfs user,rw,noauto 0 0

O exemplo, acima se refere a uma instalação do servidor de armazenamento de arquivos na nuvem, ownCloud.
Saiba mais sobre como instalar e configurar o ownCloud, aqui.

O arquivo secrets

No ownCloud, a configuração para dar privilégios de acesso aos usuários normais, segue com alguns procedimentos adicionais:

  • Crie os diretórios owncloud/ e .davfs2/ no diretório home de cada usuário.
  • Crie um arquivo secrets dentro do diretório .davfs2/de cada usuário e o povoe com o seguinte conteúdo:
    exemplo.com/owncloud/remote.php/webdav <username> <password>

Altere as permissões de cada arquivo secrets para “600”, assim:

``chmod 600 ~/.davfs2/secrets``

Para montar a pasta owncloud, rode o comando mount de acordo com o exemplo abaixo:

``mount ~/owncloud``

Se você quiser automatizar a montagem, insira o comando mount ~/owncloud dentro do arquivo ~/.bashrc de cada usuário.
A documentação oficial (link ao final do texto) relaciona alguns problemas comuns e algumas soluções possíveis — que vale a pena citar aqui.

Resource temporarily unavailable

Se você estiver obtendo a mensagem de erro “Resource temporarily unavailable”, ao tentar criar um arquivo dentro do diretório, edite o arquivo /etc/davfs2/davfs2.conf e adicione a linha:

use_locks 0

LEIA MAIS

Referência:

Como instalar OwnCloud no Ubuntu

Este post descreve os passos para instalar e configurar o OwnCloud no Ubuntu.
A função do OwnCloud, bem como de outros aplicativos de armazenamento nas nuvens, é facilitar o acesso aos seus arquivos de qualquer dispositivo e de qualquer lugar.
Se você pensa em instalar o OwnCloud em um pequeno escritório, em uma grande corporação ou na sua residência, creio que este texto lhe será útil.
Logo owncloud tutorial
Não esqueça de conferir os links, ao final do artigo, para ajudar a simplificar algumas operações envolvendo a pós-instalação do ownCloud.

Requisitos de sistema

O OwnCloud funciona bem em qualquer configuração de hardware.
Mas, se você pretende submetê-lo a grandes cargas de trabalho, convém preparar melhor a sua infraestrutura, para evitar gargalos.
Este texto é baseado em um sistema com um processador 32 bits, a 800 Mhz, rodando Ubuntu 14.04 LTS e MySQL 5.5.

Na minha experiência, o armazenamento dos dados do OwnCloud foi feito em um HD externo, conectado a uma entrada USB 2.0 — o que lhe confere uma taxa de transferência de 480Mbps.
Uma vez que o padrão USB 2.0 não é full duplex, esta configuração fica em risco em situações de transferências simultâneas.
Mas serviu pro meu teste.

Os requisitos de software são os seguintes:

Usuários Ubuntu e Debian, podem ficar felizes em saber que o OwnCloud faz parte dos repositórios oficiais de suas distribuições — o que torna a instalação, na sua máquina local, ridiculamente ainda mais fácil.
Nos tópicos que seguem vou mostrar como instalar e configurar o OwnCloud no Debian e no Ubuntu, de acordo com a documentação oficial (links, ao final do post).

Instalação do OwnCloud no Debian e no Ubuntu

Certifique-se de ter o Apache, o PHP e um dos bancos de dados suportados pelo OwnCloud já instalados.

Em seguida, abra um terminal e dê início à instalação do OwnCloud:

sudo apt-get update
sudo apt-get install owncloud

Note que no Ubuntu 14.04 LTS, a versão disponível no repositório oficial é o OwnCloud 6 — a versão mais estável e recomendada.
No próximo tópico, vou mostrar como instalar o OwnCloud 7 (ele é estável também), em vez da versão padrão.

Como instalar o OwnCloud 7

Você não deve instalar as duas versões na sua máquina.
Desinstale uma, antes de instalar a outra. Para isto, use o seguinte procedimento:

sudo apt-get purge owncloud

Baixe a chave do repositório no apt (release key):

cd /tmp
wget http://download.opensuse.org/repositories/isv:ownCloud:community/xUbuntu_14.04/Release.key
sudo apt-key add - < Release.key

Agora, adicione o repositório do OwnCloud 7:

sudo sh -c "echo 'deb http://download.opensuse.org/repositories/isv:/ownCloud:/community/xUbuntu_14.04/ /' >> /etc/apt/sources.list.d/owncloud.list"

Depois disto, instale o OwnCloud normalmente:

sudo apt-get update
sudo apt-get install owncloud

Configurações do MySQL para OwnCloud

Esta parte também é fácil.
Abra uma sessão do MySQL:

sudo mysql -u root -p

Crie um banco de dados para uso do OwnCloud:

CREATE DATABASE owncloud;

Crie um novo usuário MySQL com privilégios adequados para realizar as operações de dados necessárias —. Substitua a “nova_senha” pela senha que você deseja usar:

GRANT ALL ON owncloud.* to 'owncloud'@'localhost' IDENTIFIED BY 'nova_senha';
exit

Se quiser, anote o nome do usuário e senha criados, para usar na configuração que segue.

Como configurar o OwnCloud

Abra, no seu navegador, o endereço http://localhost/owncloud/.

Captura de tela inicial do OwnCloud
Clique, para ver detalhes.

Cadastre, agora, o administrador do OwnCloud, dando-lhe um nome e uma senha.
A senha poderá ser trocada, mais tarde, no painel de controle do aplicativo.
Em seguida, indique o local em que você deseja que “a nuvem” fique instalada —. A menos que você saiba o que está fazendo, deixe este campo do jeito que está.
Indique o banco de dados a ser usado — SQLite, MySQL/MariaDB ou PostgreSQL.
Em seguida, informe:

  • nome do usuário do banco de dados;
  • a senha do usuário;
  • nome do banco de dados e
  • endereço do servidor do banco de dados.

Captura de tela da instalação inicial do OwnCloud
Clique, para ver detalhes.

Feito isto, pode clicar em Finnish Setup.

Leia mais

Referẽncias

Instale o Copy.com em servidores Linux e simplifique o backup.

O Copy é uma alternativa gratuita de armazenamento ao Dropbox, Googledrive etc.
Ele representa uma forma simples de armazenamento de arquivos nas nuvens, com as possibilidades de acessá-los livremente de qualquer lugar e compartilhar o que quiser com amigos ou parceiros de trabalho, independente de plataforma — Linux, Mac, Windows, Android etc.
Tem sido muito usado por desenvolvedores e administradores de sistemas, principalmente por oferecer o recurso de funcionamento headless, sem a necessidade de uma interface gráfica para fazer o serviço — para quem só precisa do serviço feito, sem firulas, sem enfeites, esta solução se encaixa como uma luva.

Instalar Copy armazenamento na nuvem
Clique para mais detalhes.

Neste artigo, vou mostrar como instalar e configurar o Copy no modo headless.

Assine grátis o serviço

O serviço é gratuito e você precisa, obviamente, ter um nome de usuário e uma senha para ter acesso ao armazenamento na nuvem.
Use o link, abaixo, para criar o seu usuário no Copy:
https://copy.com/?r=aZlErV
O serviço oferece 15 gigabytes para novos assinantes. Ao usar o link, acima, você ganha mais 5 Gb e eu também.

Baixe e instale o cliente Copy para Linux

Abra um terminal e baixe o cliente, com o wget:

wget --no-check-certificate https://copy.com/install/linux/Copy.tgz

Em seguida, descompacte o pacote:

tar -zvxf Copy.tgz

Entre no diretório, recém criado, do aplicativo e procure por outro subdiretório, correspondente à arquitetura (ARM, x86 ou x86_64):

cd copy
cd x86

Em seguida, execute o aplicativo CopyConsole — fique atento para adequar as informações da linha de comando abaixo, para as suas informações pessoais. Troque $seu-email, pelo email usado no seu cadastro e $sua_senha, pela sua senha:

./CopyConsole -u=$seu_email -r=~/copy/ -p=$sua_senha

Se você não tiver a pasta do copy, já criada, o aplicativo vai retornar o erro “Failed to write status file: Exception – Description: File not found (~/.copy/status.txt)
Em seguida, ele irá criar a pasta que ele necessita e continuará o processo, desde que o nome de usuário e senha estejam corretos.
Veja um exemplo da saída do programa:

Failed to write status file: Exception - Description: File not found (/home/case/.copy/status.txt) Original: 25 Mapped: 25 Location: Open:/home/jenkins/workspace/Copy_Agent_Linux-1.4/libbrt/Brt/File/YFile.cpp:48
Using profile /home/case/.copy/config.ini
User from cmdline nomeusuario@mail.com.br
Root from cmdline /home/case/copy/
Password from cmdline
Starting copy...success
Logged in as user: 'eliaspraciano@yahoo.com.br' Copy folder is: '/home/case/copy/'
Press enter to exit
Syncing 9.8 GB (Downloading @ 321.6 kB/sec) 

se você não quiser fazer a sincronização agora, pressione “Enter”, ou minimize a janela do terminal para evitar o pressionamento acidental.
O processo também pode ser interrompido com Ctrl + C.
Se você tiver muitos dados para sincronizar e uma conexão lenta, rode o seguinte comando, em um horário “mais calmo”:

nohup ./CopyConsole &

Daqui em diante, jogue na pasta ~/copy todos os arquivos de que você gostaria de fazer backup.

Demonize o comando…

Use a daemonize para rodar o aplicativo em background como um daemon do Unix/Linux:

./CopyConsole -u=email@email.com -p=minhasenha -r=~/copy/ -daemonize

Ao instalar o Copy em outra máquina, ambas irão sincronizar os arquivos dentro das suas pastas ~/copy
Se quiser saber se o Copy está “no ar”, em execução ou acompanhar o seu progresso, use o ps:

ps aux | grep Copy
jesse    19498  4.2  1.4 1064600 54796 ?       Ssl  10:01   2:07 ./CopyConsole -u=meuemail@mail.com.br -p=minhasenha -r=~/copy/ -daemonize

Para acompanhar o progresso do Copy, no diretório dele, use o du (disk usage):

du -s ~/copy
1117408	/home/jesse/copy/

Acima, o comando du exibe a quantidade de bytes contidos atualmente na pasta.

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