A bateria do smartphone não dura um dia inteiro. Como solucionar.

Há várias motivos para a bateria do seu celular não durar o dia inteiro ou, mesmo, 2 horas.
Neste post vou apresentar alguns dos motivos mais comuns para exaurir a carga da bateria e como você pode solucionar ou contornar os problemas.

Já escrevi algumas vezes sobre as baterias dos smartphones e, para não ser “chato e repetitivo”, vou deixar links no texto (aonde for apropriado), para o caso de você querer saber um pouquinho mais sobre assunto. 😉
iphone battery life

Alguns sensores consomem muita energia

No post Os sensores do seu smartphone, abordei alguns dos itens de que vou falar aqui.
Alguns sensores do aparelho são conhecidos pela sua voracidade.
O GPS é um deles.
Se o GPS está constantemente ligado, espere por um consumo maior.
A solução é deixar o GPS desligado e ativá-lo apenas quando for necessário.

Outro sensor que passa despercebido pela maioria das pessoas é o sensor de luminosidade.
Quando o aparelho está configurado para autoajustar o brilho na tela, de acordo com a luminosidade do ambiente, ele tenderá a “jogar” o brilho para o máximo quando você estiver usando o aparelho na rua ou no sol.
Além de ser um sensor a mais ligado, constantemente a medir a luz do ambiente, ele é responsável por ativar (no máximo) o item que mais consome energia, no seu aparelho: a tela.
Neste caso, não use o ajuste automático.
Opte por aumentar/diminuir o brilho manualmente, de acordo com o que achar necessário.

O Bluetooth e o NFC (entre outros) se você não precisa deles, no momento e nem tem planos de usar uma conexão deste tipo tão cedo, desligue-os.
androido painel de ajustes rápidos

Tá na estrada? Então coloque o aparelho no modo avião

Durante a viagem, 2 situações contribuem para drenar a sua bateria:

  1. Quando se distancia das antenas, o celular tende a aumentar a potência das antenas, para conseguir manter o contato. Isto custa energia.
  2. Durante um voo, pode acontecer de ter que se conectar e desconectar sucessivas vezes entre várias antenas, presentes nas cidades embaixo. Isso também contribui para uma descarga precoce.

Quando viajo de avião, sou capaz de ficar horas, na janela, observando as nuvens e sonhando acordado… :p
Desligar o celular, durante uma viagem, usualmente não me afeta, portanto.
Para as pessoas normais, recomendo baixar vídeos de seus canais favoritos no YouTube, para se entreter.
Mas isto também irá consumir sua bateria, não é? 😀

Desligue as notificações dos seus apps

A cada vez que um aplicativo precisa notificar sobre um evento, ele tem que ativar um sensor antes — seja o Wi-Fi, o Bluetooth, a antena 3G/4G etc.
Em seguida, precisa dar um aviso sonoro e enviar a notificação para a tela.
Os apps instalados não são obrigados a “coincidir” suas notificações e, portanto, se não “botar ordem na casa”, você pode acabar recebendo notificações a cada minuto de apps diferentes – mesmo que cada um esteja configurado para notificar apenas a cada 1 hora.
O ideal (EMHO), é desativar as notificações e, quando fizer sua pausa programada dos estudos ou do trabalho, vai lá e olha o que tem de novo nas redes sociais, no email, no app de mensagens, nos seus sites favoritos etc.
O modo não perturbe também pode ser eficiente para economizar a carga. Experimente.

Por que não desliga o aparelho?

Se você precisa de algo mais drástico, para fazer a bateria durar mais algumas horas, pode tentar desligar o celular.
Só que tem um “porém”: os 2 procedimentos – desligar e ligar – podem também consumir uma grande quantidade de energia.
Adote esta medida apenas se for deixar o aparelho desligado por mais de uma hora.
Por exemplo, na escola, na faculdade ou no trabalho, é natural (espero que sim!) passar algumas horas incomunicável.
Nestes casos, vale desligar o aparelho.
Se alguém precisar te contatar, numa emergência, pode sempre entrar em contato com a secretaria.
Estas horas que você passa com o dispositivo desligado, podem te garantir um tempo a mais no seu videogame favorito, mais tarde.

Ative o modo de economia do Android

O modo de economia está lá “para ser usado”.
Esta pode ser a dica mais eficiente deste post.
Este recurso irá adotar automaticamente algumas das medidas de que falamos, só que de uma maneira mais cômoda.
Tem alguma outra dica?
Conta pra gente, nos comentários! 😀

O GIMP como um primeiro passo no universo da edição de imagens.

Para quem está começando a trabalhar com imagens, através da fotografia (ou não), é bom ter um editor de imagens à mão.
Só que saber usar a ferramenta pode ser mais importante do que apenas “ter a ferramenta”.

há 2 coisas muito ruins que podem acontecer àqueles que compram softwares caros nesta categoria:

  1. não saber usar e/ou
  2. não precisar de tudo o que é oferecido no pacote.
    Ou seja, precisava de X… e pagou por 20 ou 30X.

Jogar dinheiro fora é um problema para vocẽ?!
Para mim é — e este é um dos pontos levantados por este post.

Se você está interessada(o) em aprender mais sobre fotografia digital ou criar as suas próprias imagens gráficas, logotipos etc. vai precisar de um editor de imagens.

gimp captura de tela

Contudo, antes de investir uma grande soma de dinheiro em programas, é racional se certificar de que vocẽ sabe usar e entende os conceitos sobre os quais se fundamentam as ferramentas de manipulação e edição.

Outra coisa que vale a pena ter certeza, antes de pegar a carteira, é se você realmente gosta deste tipo de trabalho/arte.
É sério! Boas edições podem manter uma pessoa presa a uma cadeira por horas.

Diante disso, faz sentido começar a aprender com um programa gratuito.
Mais pra frente, quando o seu nível estiver bem melhor, a compra de um conjunto de ferramentas mais caro, pode ser um investimento.

wilber gimp

O GIMP é uma ferramenta de manipulação de imagens digitais gratuito. É software livre.
Abreviatura de GNU Image Manipulating Program ou programa de manipulação de imagens GNU, teve o seu primeiro beta anunciado, por Peter Mattis, em Novembro de 1995 (temos uma longa estrada, aqui!) 😉

Cresceu ao lado do desenvolvimento do sistema operacional Linux, mas não está restrito a ele.
Há versões dele para Windows, MacOS e UNIX (FreeBSD, OpenBSD etc.)
Mesmo tendo suporte a todas estas plataformas, o GIMP tem o mesmo funcionamento em todas.

Uma das maneiras mais populares (e rápidas) para baixar o aplicativo é via torrent. Ao final do artigo, na sessão de referências, vou dar mais links para downloads.

Em algumas distribuições Linux, o GIMP já vem instalado como um dos softwares padrão. Se este não for o caso, é fácil baixá-lo dos repositórios oficiais.

gimp install debian
Como instalar o GIMP no Linux.

Programas de manipulação de imagens costumam ter uma aparência intimidatória para iniciantes — por que parecem ser (e provavelmente são) mais complexos que outros aplicativos comuns, como os editores de texto, por exemplo.

O GIMP tem recursos suficientes para satisfazer usuários avançados.
Muitas pessoas optam por não gastar mais dinheiro com outro software depois que aprendem a usar o GIMP.
Uma licença de uso do Photoshop ou do LightRoom pode custar o mesmo que uma nova lente prime ou outro acessório profissional para a sua câmera ou seu computador.

Além disto, ele tem uma vasta gama de livros disponíveis para o seu aprendizado, sem falar nos milhares de vídeos tutoriais no Youtube.
O Manual do GIMP, que faz parte da documentação oficial, tem tradução para mais de 15 idiomas, inclusive o português.

Outros programas são mais completos

Ser um programa “mais completo” do que seus concorrentes é um argumento forte a favor do Photoshop mas, (in)felizmente, é sempre um ponto insuficiente para fazer uma pessoa racional tirar a carteira do bolso.

Usuários de editores de imagens, tal como os de editores de texto, geralmente fazem uso apenas de uma fração de todos os recursos disponíveis.
Semelhante ao modelo de vendas das companhias de TV a cabo, que te empurram dezenas de canais que você jamais irá ver (porque não gosta dos temas abordados, porque não tem tempo, não tem interesse etc.)

captura de tela gimp

Por outro lado, por mais completo que um software seja, sempre vai estar faltando alguma coisa — como um preço mais acessível (ou justo), melhor velocidade de execução, adequabilidade à sua plataforma de trabalho etc.
Em outras palavras, nada é completo.

E no que tange o GIMP, ele tem uma enorme variedade de funções que já chegam prontas para uso, desde a instalação.
Outras podem ser adicionadas através de plugins e, sendo uma plataforma aberta, é possível criar seus próprios plugins para o programa.

As funções do GIMP

Como já ficou claro, é um editor de imagens — que prioriza a criação e edição (por píxel, inclusive).

Entre outras possibilidades, ele também pode retocar fotos, ajudar na criação de arte digital ou projetar um novo logo para a sua empresa.
O GIMP tem suporte a imagens vetoriais, mas muitos usuários preferem usar programas específicos para este tipo de trabalho.

Existe um pacote de animações chamado GAP (GIMP Animation Package, que permite realizar edição de vídeo e uma série de ferramentas que ajudam a trabalhar com pequenas animações.
Novamente, há outras opções de softwares livres e gratuitos que podem fazer isto melhor.

A seguinte lista de funções foi copiada do manual do GIMP:

  • Um conjunto completo de ferramentas de pintura, incluindo pincéis, um lápis, um aerógrafo, clonagem, etc.
  • Gerenciamento de memória baseado em pedaços da imagem (tiles), assim o tamanho da imagem é limitado apenas pelo espaço disponível em disco
  • Amostragem de sub-pixel para todas as ferramentas de pintura, obtendo uma alta qualidade de anti-serrilhamento
  • Suporte total a canal Alfa para trabalhar com transparência
  • Camadas e canais
  • Um banco de dados procedural para chamar funções internas do GIMP a partir de programas externos, como Script-Fu ou Python-fu
  • Pode ser automatizado de forma avançada por scripts e plug-ins
  • Múltiplos níveis de desfazer/refazer (limitado apenas pelo espaço em disco)
  • Ferramentas de transformação incluindo rotacionar, redimensionar, inclinar e espelhar
  • Suporte para uma ampla gama de formatos, incluindo GIF, JPEG, PNG, XPM, TIFF, TGA, MPEG, PS, PDF, PCX, BMP e muitos outros (incluindo imagens RAW!)
  • Ferramentas de seleção, incluindo retângulo, elipse, livre, fuzzy, bezier e tesouras inteligentes
  • Plug-ins que permitem a fácil adição de novos formatos de arquivo e novos filtros de efeitos.

Tudo isto e muito mais faz do GIMP uma excelente escolha para usuários iniciantes e profissionais gráficos — desde que consigam se desvencilhar do apelo comercial de outros produtos.

Referências

Página oficial do GIMP: https://www.gimp.org/.

Página de downloads do GIMP: https://www.gimp.org/downloads/.

Manual online do GIMP em português: https://docs.gimp.org/2.8/pt_BR/introduction.html#introduction-features.

Use login e senha mais seguros no seu blog WordPress

Todo mundo sabe que deve usar senhas mais seguras, blá-blá-blá…
Mas, sério, isto é muito importante e, recentemente, vi um blogueiro chamando a atenção de outro, bastante conhecido, justamente por isto: “você está usando uma senha fraca, amigo!”

Usar senhas fortes irão dificultar ataques por força bruta. A diferença entre uma senha forte e outra muito forte é uma questão de dias.
Uma senha boa pode ser quebrada em 3 dias, com 1000 tentativas por segundo.
A outra, com tecnologia média atual, pode impor anos de tentativas a um cracker.

Ao criar um site WordPress, é fornecido um nome padrão para o administrador: ‘admin’.
A documentação recomenda trocar este nome por outro, mas… há várias maneiras de descobrir qual o login do administrador em um site WordPress — de forma que é melhor se concentrar, mesmo, na força da senha e manter o nome padrão.

É a sua senha que é crucialmente importante e você precisa dar um jeito de escolher a mais forte possível:

  1. 10 dicas para criar senhas à prova de invasores.
  2. Crie senhas com o método 8 por 4 — que são mais fáceis de memorizar.

Atualmente, contudo, se recomenda usar senhas em palavras, tipo tensão locker gordo cobra — que são fáceis de memorizar e difíceis de adivinhar (mais ainda) por força bruta.
Pode usar um gerador de palavras aleatórias, por exemplo.

Outra dica é usar a sugestão de senha do próprio WordPress, no momento da criação do novo usuário.
A sugestão ocorre também quando você vai trocar a senha do user no CMS.
O processo de criação desta senha ocorre no backend do programa e gera algo terrivelmente difícil para uma máquina adivinhar.
Sei que será difícil para você memorizar, mas é sempre possível recorrer a um bom programa de gestão de senhas, para ajudar a guardar seus segredos.

Segurança, em primeiro lugar. 😉

Como instalar pacotes em versão alpha no Debian testing

Se você usa o Debian testing, por que tem necessidade de (ou apenas quer…) usar as versões mais atuais dos seus softwares favoritos, dentro de condições de segurança razoáveis, ainda é possível avançar um pouco mais nestas águas profundas.

Usuários do Debian stable, podem usar o repositório backports para acessar versões mais atualizadas de seus aplicativos.
O pessoal do testing não tem como usar o backports, mas pode usar o experimental.

Por que você não deveria usar o repositório experimental

O Debian tem uma distro (que na verdade não é uma distro…) chamada unstable ou Sid, voltada especialmente para quem gosta de usar cutting edge softwares. Eu escrevi sobre ela aqui.
Partir para usar o Sid é mais seguro e dá menos dor de cabeça do que misturar repositórios na sua distro.

Além disto, eu poderia citar, pelo menos, 3 motivos fortes para não seguir em frente e não aplicar o procedimento que segue, abaixo:

  1. Este repositório, provavelmente, não é para você.
    Ele é voltado para desenvolvedores ou usuários envolvidos no projeto específico e que precisa dar feedback sobre o funcionamento destes programas, além de ajudar a corrigir erros (vai achar muitos!).
  2. Instalar pacotes de softwares a partir deste repositório vai quebrar o seu sistema, torná-lo inutilizável e obrigá-lo a instalar tudo de novo.
  3. Na maioria dos casos, não se trata de software “atual”, mas “em desenvolvimento”.
    Ou seja, se o seu objetivo é poder usar as versões mais novas de alguns programas, provavelmente irá “dar com os burros n’água”.
    Os recursos estão em teste nos aplicativos deste repositório e podem não ser mantidos nas suas versões finais.

Você ainda está aqui??!!
Ok… você foi avisado(a)!

Como configurar o Debian para usar o repositório experimental

inclua no arquivo /etc/apt/sources.list a seguinte linha (pode ser no final):

deb http://deb.debian.org/debian experimental main

Atualize…


sudo apt update

E voilá! Já pode pesquisar dentro do experimental.
Veja um exemplo:


apt search -t experimental firefox

Quando quiser instalar ou pesquisar algo de dentro deste repositório, use ‘-t experimental’, logo após o comando apt.
Por exemplo, para instalar o Gimp:


apt install -t experimental gimp

Como desfazer o procedimento

Pode ser difícil ou, até mesmo, impossível desfazer o procedimento, de modo geral.
“Voltar atrás” vai depender do que você fez e do quão longe você foi.
Reinstalar o Debian pode ser a opção mais segura.
Se não quiser seguir por este caminho, apenas desinstale os pacotes que instalou.
Em seguida, remova a linha que adicionou ao sources.list e rode novamente o apt update.

Seja cuidadoso(a) e tenha muito critério ao instalar qualquer coisa deste lugar.
Pode ser mais vantajoso começar a usar a versão unstable do Debian, do que fazer mix de repositórios.
Pense nisso.

Como baixar e instalar uma versão mais atual do Firefox no Linux

O Debian tem, por política, a segurança e a estabilidade como prioridades.
Por isto é que não é a melhor distribuição para quem deseja usar as versões mais atualizadas de seus softwares preferidos.

O Debian é uma ótima distro para ter instalada em um computador de trabalho, em que a estabilidade do sistema é prioridade.
Se, a partir daí, você precisa instalar um ou outro aplicativo específico mais atualizado, a solução ideal é configurar os backports.
Através deste recurso, é possível instalar uma versão mais nova do Firefox, de maneira simples e limpa — veja como, no artigo Instale a versão mais atualizada do Firefox a partir dos backports.

Mesmo o Debian “testing” usa uma versão stable do Firefox (usualmente, o Firefox-ESR).
Infelizmente, para instalar as edições beta ou nightly do Firefox, os backports são insuficientes — principalmente no “testing”.
Para estes casos, use as soluções que seguem.
Não esqueça de conferir também este outro método de instalação através dos repositórios oficiais.

Download e instalação do Firefox direto do site da Mozilla

Faça o download da versão que você deseja direto do site da Mozilla — veja os links de download ao final do artigo, na sessão de Referências.
Em seguida, descompacte o arquivo baixado, dentro do diretório /opt, de acordo com o exemplo abaixo:


sudo tar xvjf ~/Downloads/firefox-57.0.4.tar.bz2

Não esqueça de alterar o meu exemplo, para contemplar o nome correto do seu arquivo, aí.
Com isto já será possível rodar o programa. Se você o instalou em /opt/firefox, pode executá-lo assim:


/opt/firefox/firefox

Se quiser executar o navegador digitando somente o seu nome, na CLI, será necessário criar um link simbólico (symlink) para o executável, em /usr/local/bin. Veja o meu exemplo:


sudo ln -s /opt/firefox/firefox-bin /usr/local/bin/firefox

# agora, execute o firefox:
firefox 

Para tornar o Firefox o navegador padrão do sistema, é possível fazer a seleção de dentro do navegador ou na CLI.
No segundo caso, se ainda estiver com o terminal aberto, rode o seguinte comando:


/opt/firefox/firefox-bin --setDefaultBrowser

# ou apenas
firefox --setDefaultBrowser

Por último, para fazer o programa aparecer no Dash do GNOME, quando pressionada a tecla Super, crie um arquivo .desktop em ~/.local/share/applications/:


gedit ~/.local/share/applications/firefox.desktop

Copie o seguinte conteúdo para dentro do arquivo, grave e saia do editor.

[Desktop Entry]
Name=Firefox
Comment=Navegador Mozilla Firefox
GenericName=Firefox 
X-GNOME-FullName=Firefox 
Exec=/opt/firefox/firefox-bin %u
Terminal=false
X-MultipleArgs=false
Type=Application
Icon=/opt/firefox/browser/icons/mozicon128.png
Categories=Network;WebBrowser;
MimeType=text/html;text/xml;application/xhtml+xml;application/xml;application/vnd.mozilla.xul+xml;application/rss+xml;application/rdf+xml;image/gif;image/jpeg;image/png;x-scheme-handler/http;x-scheme-handler/https;
StartupWMClass=Firefox
StartupNotify=true

firefox no dash do GNOME

Pode ser necessário reiniciar o GNOME ou a sessão atual para poder ver os resultados acima.
Se quiser, é possível arrastar o ícone do Firefox para a doca do GNOME.

Referencias

Firefox Stable: https://www.mozilla.org/en-US/firefox/.

Firefox Beta: https://www.mozilla.org/en-US/firefox/channel/desktop/#beta.

Firefox Nightly: https://www.mozilla.org/en-US/firefox/channel/desktop/#nightly.

Diferenças entre as versões Stable, Beta, Nightly e ESR do Firefox: https://coisasdogeek.com.br/doc/2016/08/16/firefox-stable-beta-aurora-nightly-ou-esr-qual-a-melhor-versao-do-navegador-para-voce/.

https://wiki.debian.org/Firefox.