Como instalar a rede social corporativa eXo Platform no Ubuntu

A eXo platform é uma plataforma de colaboração social, de código aberto. Escrito em Java e Groovey. Oferece recursos de Intranet semelhantes aos do Facebook e mais outros, tais como, wikis, fóruns, calendários de eventos, conteúdos web, acompanhamento das atividades de outros usuários e gestão de documentos — tudo dentro de um só pacote.
Instalar exo platform
Neste artigo, vamos fazer uma breve introdução à instalação da eXo Platform 4.0 Community Edition, em uma máquina rodando o sistema operacional Ubuntu uma máquina virtual Java OpenJDK 7. A eXo Platform se encontra disponível para download no site da empresa, na versão comercial e na edição comunitária. Em seguida, vamos ver como baixar, executar o servidor da aplicação e como fazer as configurações administrativas iniciais da plataforma, a partir de um navegador.

Onde baixar a exo platform

Para começar a experimentar, abra um terminal (Ctrl + Alt + T, no Ubuntu) e faça o download dentro de um diretório adequado para você:

wget http://sourceforge.net/projects/exo/files/Platform4.0/eXo-Platform-community-4.0.0.zip

Como instalar a eXo Platform 4 Comunity Edition no Ubuntu ou Debian

Ter o Java instalado no seu sistema é um pré-requisito. Se você atende a esta especificação, vamos em frente com a instalação do sistema. O próximo passo, é desempacotar o produto:

unzip eXo-Platform-community-4.0.0.zip

Vamos entrar no diretório criado pelo descompactador:

cd platform-community-4.0.0/

Agora, inicie o servidor:

./start_eXo.sh

Este processo pode ser um pouco demorado. Quando chegar ao fim, você verá uma mensagem semelhante à seguinte:

 | INFO  | Server startup in 1011458 ms [org.apache.catalina.startup.Catalina<main>]

Agora, abra o seu navegador e forneça o endereço http://localhost:8080/portal/. No meu caso, este também demorou um pouco.
Na tela inicial, informe os seus dados para cadastro de uma conta de usuário e, logo abaixo, informe a senha do administrador do sistema (root) e confirme.
instalar, exo platform, linux

Configurações iniciais

Na outra tela, você poderá criar novos usuários e grupos. Isto é opcional. Você pode continuar a explorar o sistema e deixar isto para depois, no painel de controle (dashboard).
criar usuários e grupos na exo platform
Ao clicar no botão start, somos levados ao endereço http://localhost:8080/portal/intranet que, neste caso, corresponde ao Administration dashboard, o painel de controle de administrativo.
painel de controle administrativo dashboard - exo platform
A partir do dashboard atividades administrativas, como adicionar ou remover usuários e grupos podem ser realizados sempre que necessário.

Como sair do exo platform

Emergencialmente, você pode parar tudo com Ctrl + D, mas não é recomendável. O jeito certo é ir ao terminal – pode ser aquele de onde você começou tudo e dar o comando:

./stop_exo.sh

Eventualmente, pode ser necessário, usar Ctrl + Z para readquirir o controle do terminal a partir do qual você executou a eXo Platform. Só então, será possível dar o comando de finalização. Tenha paciência, pois ele pode demorar um pouco para concluir esta tarefa.

Prolongue a vida útil das suas baterias com estas 7 dicas

As dicas, aqui, se referem às baterias amplamente usadas em celulares, smartphones, câmeras, notebooks, tablets etc. Vou me concentrar no seu uso em smartphones, mas os conceitos e as dicas valem para outros dispositivos – desde que a bateria usada seja de íons de lítio.
Baterias ions de litio panasonicDurante muitos anos, as baterias recarregáveis de níquel metal-hidreto ou de Níquel Cádmio, entre outras, reinaram e foram muito usadas nos celulares e nas câmeras digitais, até bem pouco tempo atrás. Muitas informações que as pessoas têm e divulgam sobre baterias, se referem a estas e não têm qualquer aplicabilidade em relação às “novas” baterias de íons de lítio, que predominam no mercado de consumo amplamente.

Aqui, vamos falar sobre como economizar a vida útil da sua bateria. Se você tem interesse em melhorar a eficiência da carga da sua bateria, talvez este artigo ajude.

Uma breve história das baterias de íons de lítio

Não vou me demorar muito a contar a história desta tecnologia, mas, se você não tiver interesse algum no assunto, pode pular estes parágrafos numa boa.
Chamar esta tecnologia de “nova” é um tanto quanto irônico, uma vez que há registros de trabalho e pesquisa com baterias de lítio, desde 1912, realizados por Gilbert Newton Lewis (1875 – 1946), um químico norte-americano.
As primeiras baterias de lítio não recarregáveis só vieram a se tornar comercialmente viáveis no início da década de 1970.
Baterias SonyAs tentativas de desenvolver baterias de lítio recarregáveis fracassavam, em função da instabilidade inerente deste metal (o mais leve de todos). Portanto, as pesquisas acabaram seguindo na direção de uma bateria de lítio não-metálica, usando íons de lítio.

Ainda que provido de menor densidade energética que o metal lítio, trabalhar com íons de lítio é mais seguro, desde que tomadas algumas precauções ao carregar e descarregar.

As primeiras baterias de íons de lítio, da Sony, chegaram ao mercado em 1991, baseadas na pesquisa do físico John Goodenough

Ainda que as baterias de lítio modernas sejam, já, consideradas estáveis, elas ainda oferecem alguns riscos. Tanto o calor externo como curtos-circuitos internos podem causar o seu sobre aquecimento. A sobrecarga da bateria libera oxigênio, que é tudo o que uma combustão precisa.

Para prevenir acidentes, cada pacote de baterias inclui um minicomputador equipado com mini sensores de temperatura e reguladores de voltagem.

Entre outras medidas de proteção, as baterias “avisam” que estão totalmente carregadas, quando estão a apenas 50% da carga – nível, acima do qual, não é mais seguro continuar com a carga em baterias de cobalto de lítio.

As pesquisas com baterias de lítio continuam com grande intensidade. No mercado brasileiro, já é possível encontrar baterias de polímero de lítio. Mas ainda é incerto dizer se o futuro das baterias seguirá, mesmo, por este caminho.

Tal como qualquer outra bateria, as de íons de lítio descarregam sozinhas, quando estão sem uso. As dicas, que seguem, valem especificamente para este tipo de bateria e, provavelmente, romperão alguns velhos paradigmas.

Não descarregue completamente a bateria

Este processo só deve ser usado para calibragem. E, para ficar claro, “descarregar completamente” (deep-cycle discharge) significa “drenar” a bateria até que sua carga chegue ao vermelho – o que equivale a uma carga abaixo de 20%. Fique atento aos indicadores na tela do seu aparelho, portanto.

O fato é que a sua bateria não foi projetada para chegar a estes níveis de “inanição” e você estará reduzindo significativamente a vida útil da sua bateria se continuar com esta prática.

Para ser ainda mais claro (e um pouco chato e repetitivo, eu sei…), a dica é NÃO deixe a sua bateria descarregar completamente.

Não sobrecarregue e não use carregadores de procedência duvidosa

Gremlin

Este tipo de bateria é muito sensível à sobrecargas e, certamente, explodirá se for submetida a cargas maiores do que sua capacidade.

Embora tenha proteção contra sobrecargas, um carregador defeituoso, em vez de se desligar após completar a carga, pode continuar a “empurrar” elétrons para dentro da bateria, o que irá causar uma explosão.

Aparentemente, carregamos “gremlins” no bolso, durante o dia e dormimos ao lado deles, à noite.

Recarregue seus eletro eletrônicos, quando estiverem desligados

Eu sei. A gente precisa que o celular fique ligado 24h, mas…

Ao manter ligado o seu aparelho, durante o processo de recarga, esta poderá não se completar satisfatoriamente — isto acontece por que o seu carregador se confunde com a descarga ocorrendo de um lado, enquanto a carga ocorre do outro.

Este é um dos menores problemas, com certeza, mas reduz a vida útil da sua bateria. Sempre que puder, portanto, desligue os aparelhos enquanto suas baterias estiverem sendo carregadas. Até por que, se você seguir as dicas 5 e 6, não vai precisar ficar com o aparelho desligado por muito tempo.

Não exponha suas baterias à temperaturas muito altas, nem muito baixas

Bateria de notebook inchada ExplosãoJamais deixe a sua bateria e seu aparelho (com ela dentro) expostos ao sol. As baterias não são feitas para suportar calor. Usuários de notebooks, laptops, netbooks etc, no uso prolongado, devem retirar a bateria e deixar o aparelho conectado diretamente à tomada. O calor gerado pelo uso normal do seu laptop é suficiente para danificar a sua bateria.

Siga o manual do seu equipamento, que provavelmente, condena o uso sobre a cama ou outros locais que tampam a ventilação, que comumente fica embaixo e nas laterais.

Pessoas que moram em lugares frios também devem ser cuidadosas. Embora seja muito raro a temperatura, no Brasil, chegar aos 5 graus celsius, não é recomendável recarregar a esta temperatura. é interessante aquecer um pouco a bateria antes de iniciar o processo de recarga — isto acontece por que a capacidade máxima de voltagem que a bateria pode receber se reduz com o frio.

Tente não carregar completamente

Carregar “até a tampa”, estressa a sua bateria e este é um fator significante na redução da sua vida útil. Altos níveis de carga contribuem para aumentar a temperatura da bateria — principalmente durante a carga. E, como já sabemos, o calor é o inimigo número um neste caso.

Os fabricantes da sua bateria e do seu aparelho sabem disto. Por isto, a energia é cortada, assim que a carga atinge 100%. Quando o seu aparelho está funcionando, ele continua consumindo. Assim que a carga cair para 95%, o seu carregador vai começar o processo de recarga novamente – até você o desconectar da tomada.

Por pior que seja, este processo não é tão danoso quanto descarregar totalmente a sua bateria.

6. Recarregar parcialmente a sua bateria não é ruim

bateria, óxido, cobalto, lítio, limites, segurança
Clique para ampliar

Na verdade, a recarga parcial é uma coisa boa. Você pode começar a recarregar aos 30% (por exemplo) e desconectar aos 70%. Baterias de íons de lítio não têm efeito memória, elas não viciam. Esta é uma prática saudável.

Os especialistas recomendam que se faça uma descarga/carga completa de vez em quando, neste caso. Não precisa ser toda semana.

Como armazenar adequadamente as baterias

Aqui a dica é seguir a prática dos fabricantes de celulares, notebooks etc. Já notou que, quando você liga o seu aparelho recém adquirido, ele está com carga parcial?!

Pois é. Baterias de íons de lítio que vão ficar guardadas devem estar com a carga entre 40% e 60%. Qual o motivo disto?

perguntas estúpidas

Baterias deste tipo têm um circuito de proteção que se desativa se a carga diminuir abaixo de um certo nível. Se isto acontecer, não importa o que você faça, a sua bateria não vai mais “pegar carga”. Quando o baixo nível de carga se prolonga, você pode causar um curto circuito se tentar recarregá-la.

Aí você pergunta: “Então por que a gente não ‘enche’ logo até os 100%, antes de guardar?!”

O problema é que, ao “encher até a tampa”, você estará “estressando” a bateria, lembra? Em consequência disto, seu nível baixará ainda mais depressa. Não vale a pena, portanto.

Outra coisa: você não deve esquecer a bateria num canto. Deve verificar e recarregar parcialmente de tempos em tempos, se quiser preservá-la. E guarde-a em local fresco e seco.

Como instalar Ubuntu em um pendrive via Windows

Ter o Ubuntu instalado em um pendrive, pronto para uso, pode ser de grande utilidade para proteger sua privacidade ao usar computadores de terceiros (na casa de um amigo, no cibercafé etc).
Há vários métodos e aplicativos disponíveis para realizar esta tarefa.
Neste texto, vou mostrar como instalar o Ubuntu (ou qualquer outra distribuição Linux) em um pendrive, com o aplicativo Universal USB Installer, ou UUI.
A minha recomendação, contudo, permanece sendo instalar o Linux em um pendrive, a partir de outra máquina Ubuntu. Se você tiver algum amigo que use Ubuntu, esta será uma tarefa muito mais fácil de realizar.
Usuários do Mac, podem usar o UNetbootin, também bastante simples.

O que você precisa ter

Para quem precisa fazer a instalação a partir de uma máquina Windows, será necessário ter um pendrive com, pelo menos, 2Gb de espaço livre. Ele deve estar formatado com os sistemas de arquivo Fat16, Fat32 ou NTFS. O seu PC ou notebook tem que ter suporte a dar boot via USB.
ubuntu install usb
Você vai precisar fazer o download destes itens:

  • Ubuntu — escolha neste site a versão que se adéqua às suas necessidades e clique em Iniciar download
  • UUI – Universal USB Installer — clique no link para baixar o Instalador Universal USB e execute-o no seu sistema

Havendo alguma dificuldade para baixar o UUI, vá até a página do PendriveLinux (em inglês) para baixar a mais nova versão e tirar alguma dúvida.

Preparando o pendrive

Depois de baixar o Ubuntu e instalar o UUI no seu sistema, execute o instalador.
Dentro do programa instalador selecione a distro Linux que você escolheu. Em seguida, indique onde se encontra o arquivo imagem (ISO) correspondente a ela.
create-usb-windows-2-12.10
Se o seu pendrive já se encontra conectado e reconhecido pelo sistema, você pode selecioná-lo. Depois, prossiga, clicando no botão “Create“.

LEIA MAIS
  • Instale qualquer Linux em um pendrive — o aplicativo UNetbootin, disponível para Windows, Mac e Linux, permite escolher uma entre dezenas de distribuições. Ele baixa e instala tudo pra você
  • Qual Ubuntu escolher — as dicas deste artigo, vão funcionar para outras distribuições Linux. Mas, se você optou pelo Ubuntu, conheça as diferenças entre as versões e qual pode ser mais interessante para você
  • O que fazer depois de instalar o Ubuntu — veja 10 dicas sobre o que fazer, logo depois de instalar o Ubuntu

Isto é o suficiente para iniciar o processo de instalação, que pode demorar alguns minutos.
Quando terminar, reinicie o computador, com o pendrive ainda conectado. Não esqueça de indicar na BIOS do seu sistema que deseja iniciá-lo pelo pendrive.
Divirta-se!

Como instalar aplicativos até 4x mais rápido no Ubuntu — use o apt-fast!

Este artigo vai mostrar como acelerar a instalação de softwares em sistemas baseados no Debian, como o Ubuntu. Há várias outras maneiras preferíveis de se fazer isto. Mas, se você já experimentou mudar o mirror padrão dos seus repositórios, checou sua conexão com a Internet etc… e nada disso surtiu o efeito esperado, tente usar o apt-fast.
Trata-se de um shell script que envolve o aptitude e o apt-get e tem o objetivo de acelerar o download dos pacotes. Algumas análises apontaram velocidade de download 4 vezes maior pelo apt-fast do que via apt-get — quanto maior o volume de dados, maior a diferença a favor do apt-fast.

apt-get a life
apt-get a life!

Internamente, o script faz uso da ferramenta de download aria2, que baixa os arquivos em “fragmentos”, vindos de múltiplos mirrors (servidores espelho), simultaneamente – de maneira semelhante a como você baixa via torrent.
Trata-se de uma ferramenta desenvolvida por Matt Parnell e colaboração de Dominique Lasserre, entre vários outros.

Como instalar

Vamos ver o processo de instalação em 4 distribuições diferentes. Se quiser, você pode pular direto para a sua – mas não esqueça de ler a última sessão deste tutorial, onde vamos explicar como fazer alguns ajustes importantes no Ubuntu.

PCLinuxOS

Software integrante dos repositórios do PCLinuxOS, é nesta distro que ele é mais facilmente instalado. Veja como:

sudo apt-get install apt-fast

Debian

No Debian o procedimento começa com a instalação do aria2:

sudo apt-get install aria2

Em seguida, vamos baixar os pacotes de instalação via wget:

wget https://github.com/ilikenwf/apt-fast/archive/master.zip

Quando o arquivo terminar de baixar, descompacte-o:

unzip master.zip

vamos entrar no diretório que foi criado e copiar o executável pro diretório /usr/bin, onde outros programas do sistema já se encontram:

cd apt-fast-master
sudo cp apt-fast /usr/bin

Vamos copiar o arquivo de configuração pro lugar adequado:

sudo cp apt-fast.conf /etc

Os arquivos da documentação pro man:

sudo cp ./man/apt-fast.8 /usr/share/man/man8
sudo gzip /usr/share/man/man8/apt-fast.8
sudo cp ./man/apt-fast.conf.5 /usr/share/man/man5
sudo gzip /usr/share/man/man5/apt-fast.conf.5

Pronto! Isto deve resolver a história no Debian.

Ubuntu e Linux Mint

No Ubuntu ou no Linux Mint, o processo se resume a 3 passos – adicionar um repositório, atualizar a lista e instalar. Comece adicionando a PPA do apt-fast:

sudo add-apt-repository ppa:apt-fast/stable

PPA add-apt apt-fast
Com o próximo comando, vamos re-sincronizar os arquivos de índice no sistema:

sudo apt-get update

E, finalmente, a instalação:

sudo apt-get install apt-fast

Note que, durante o processo de instalação, no Ubuntu/Mint, você poderá optar entre usar o apt-get ou o aptitude. Opte pelo que você já tem o costume de usar.
apt-get ou aptitude
Para o resto das opções que lhe forem apresentadas, pelo sistema de instalação, apenas pressione Enter. Faça alterações apenas se tiver certeza absoluta do que está fazendo. Mais tarde, se desejar, é possível alterar estas configurações.

Configurações do apt-fast — sintonia fina

Neste ponto, o aplicativo já está instalado. Alguns ajustes, na lista dos mirrors a ser usada pelo programa são interessantes. O ideal é que sejam escolhidos apenas aqueles que estiverem hospedados em servidores geograficamente próximos a você. Lembra que o objetivo de tudo isto é aumentar velocidade do download nas instalações? Então vamos lá.
Para inserir os repositórios do Ubuntu/Mint, estabelecidos no Brasil, abra o arquivo /etc/apt-fast-conf e mude a linha:

MIRRORS=('none')

por:

MIRRORS=('http://mirror.globo.com/ubuntu/archive/, ftp://ubuntu.c3sl.ufpr.br/ubuntu/, http://ubuntu.c3sl.ufpr.br/ubuntu/, http://ubuntu.mirror.pop-sc.rnp.br/ubuntu/, http://mirror.unesp.br/ubuntu/, http://sft.if.usp.br/ubuntu/, ftp://sft.if.usp.br/ubuntu/, http://ubuntu-archive.locaweb.com.br/ubuntu/, http://ubuntu.laps.ufpa.br/ubuntu/, http://www.las.ic.unicamp.br/pub/ubuntu/, ftp://ftp.las.ic.unicamp.br/pub/ubuntu/')

No caso do Debian use o texto abaixo:

MIRROR=('
http://download.unesp.br/linux/debian/, ftp://ftp.br.debian.org/debian/, ftp://ftp.br.debian.org/debian/, ftp://debian.c3sl.ufpr.br/debian/, http://debian.c3sl.ufpr.br/debian/, http://sft.if.usp.br/debian/, ftp://linorg.usp.br/debian/, http://linorg.usp.br/debian/, ftp://ftp.pucpr.br/debian/, ftp://debian.las.ic.unicamp.br/debian/, http://debian.las.ic.unicamp.br/debian/, http://debian.pop-sc.rnp.br/debian/, ftp://debs.pelotas.ifsul.edu.br/debian/, http://debs.pelotas.ifsul.edu.br/debian/')

Como usar o apt-fast

Você pode usá-lo da mesma maneira que usa o apt-get:

sudo apt-fast install nome-do-pacote

Mais informações podem ser encontradas nas páginas do manual:

man apt-fast

3 aplicativos Android para melhorar a performance do seu smartphone

Aparelhos com acesso root, tem inúmeras possibilidades. Alterar a resposta da CPU à carga de trabalho é uma delas. É aqui que entram os aplicativos de controle da CPU.
Alguns apps, gratuitos ou não, disponíveis no Google Play permitem alterar a velocidade ou frequência do clock da CPU. Melhor do que isto: permitem balancear a performance geral do aparelho com a economia da bateria (muitas vezes, dois “inimigos irreconciliáveis”) — através da escolha de um governor e de um scheduler.
Aqui, vou apresentar a minha pequena lista de preferidos – o que não quer dizer que sejam os melhores. Sinta-se à vontade para indicar os seus preferidos na seção de comentários.

No-frills CPU Control

nofrillsTal como as outras, de que vamos falar aqui, esta ferramenta pode ser usada para ajustar rapidamente as frequências do clock da CPU, os governors e os schedulers no seu aparelho.
Com ele, é possível ajustar arbitrariamente a velocidade máxima e a mínima, ou deixar o aparelho sempre em velocidade máxima – para isto, basta ajustar a velocidade mínima e a máxima para o valor mais alto possível.
A versão que eu usei, gratuita, não tem a possibilidade de overclocking que, para quem mora em uma cidade quente, não é sempre uma boa ideia.
É compatível com vários aparelhos – HTC, Samsung, Motorola, LG, Huawei, ZTE etc.

AnTuTu CPU Master

Antutu cpu clockEsta ferramenta também altera as velocidades da CPU e do processador gráfico (GPU – Graphics Processing Unit).
A versão paga possibilita tanto o overclocking quanto o underclocking — e, antes que alguém me pergunte “por que diabos você iria querer fazer underclocking?”. Uma necessidade premente de conservar a bateria do aparelho, por um longo tempo, me parece ser um cenário apropriado para esta atitude. Óbvio que, neste caso, o aparelho só serviria para executar as suas funções mais básicas.
Também permite selecionar os governors e os schedulers no seu aparelho.

SetCPU

setcpu cpu control governorCom a promessa de adicionar a possibilidade de controlar vários núcleos nas novas versões este app é bastante completo e democrático, por funcionar em uma boa variedade de aparelhos e ROMs – eu usei a versão 3.1.2.
Como os outros, pode aumentar a performance do seu aparelho (seja um smartphone ou um tablet) ou conservar a bateria.
Para conseguir uma relação eficiente entre o desempenho e o consumo de energia, ele conta com mais de 20 governors à escolha do usuário – e ainda permite que você faça um ajuste fino no seu governor.
O aplicativo dispõe também de um painel para controle da voltagem – disponível apenas para alguns kernels, que tenham incluído suporte à undervolting. Este procedimento é usado para reduzir o consumo da bateria.

finalmente…

Especialistas enfatizam que a melhor forma de obter performance do aparelho, sem drenar desnecessariamente a bateria é a seleção de um governor adequado ao seu estilo de vida. Este é um recurso presente em todos estes aplicativos.
Divirta-se!