Como ouvir mp3 no terminal com o mpg123

O mpg123, é o ideal para quem deseja um player mp3 leve e rápido, pra tocar suas músicas com baixíssimo consumo dos recursos da sua máquina.
Por ser em modo texto e muito simples, é ótimo para quem deseja ouvir músicas ou podcasts, poupando o processador da máquina.
Se você está trabalhando em um PC antigo ou com recursos limitados, vale a pena conhecer este apĺicativo.
mpg123 mp3 player

Download e instalação do mpg123

Por ser leve e ter um código muito enxuto e estável, o programinha roda em qualquer máquina acima de um 486.
Quem usa o Windows, pode fazer o download do programa, no site oficial: http://mpg123.org/download/win32/.
Feito o download, descompacte e execute o mpg123 que se encontra na pasta /bin.
Quem usa o Debian ou uma distro derivada (Ubuntu), pode fazer o download e a instalação com o comando:

sudo apt-get install mpg123

No Redhat ou no SuSE, use o comando yum:

yum install mpg123

Também recomendo baixar o código fonte e compilar o mpg123 — ao contrário do que possa parecer, não é complicado e você pode ter um aplicativo mais enxuto e eficiente pro seu sistema.

Como usar o mpg123

O comando mpg123 é muito simples, mas admite resolver situações das mais complexas, dada a flexibilidade com que ele pode ser usado. A melhor forma de mostrar isto é através de exemplos.
Para reproduzir uma música em mp3, use o comando desta forma:

mpg123 nome_da_musica.mp3

execução de arquivo de áudio mp3 com o o mpg123
Clique para ampliar

Se quiser tocar todas as músicas contidas em uma pasta, use esta sintaxe:

mpg123 Música/*

Você pode acrescentar a opção --loop n para repetir n vezes uma determinada reprodução:

mpg123 --loop 3 Música/* 

No exemplo acima, o player irá repetir a lista de músicas contidas no diretório Música 3 vezes. Se você usar o valor 0, o player irá repetir infinitamente.

Como misturar músicas com o mpg123

Uma das funções mais importantes em um player, para mim, é a de embaralhar as músicas. Posso ouvir um álbum mais de 2 vezes… mas nunca com as faixas tocadas na mesma ordem.
O mpg123, traz duas opções para seus usuários:
A função --shuffle ou -z, embaralha as músicas da sua seleção e cria uma nova lista para ser reproduzida.
Pode ser usada assim:

mpg123 -z Música/

A função --random ou -Z, reproduz todas as músicas que você pediu indefinidamente (até que o programa seja interrompido) de forma aleatória. Com esta opção, é possível que algumas nunca sejam tocadas e outras se repitam. É ótimo para ser usado em estabelecimentos comerciais, quando você pode disponibilizar um computador “obsoleto” só para reproduzir músicas.
O comando funciona assim:

mpg123 -Z Música/

Como usar teclas de controle da reprodução do mpg123

As teclas de controle da reprodução do mpg123 são as seguintes:

  • s ou a barra de espaço – para pausar ou dar continuidade à reprodução atual;
  • f – para pular para próxima música (forward);
  • b – para voltar ao início da música atual (begin);
  • , – (vírgula) para rebobinar
  • . – (ponto) para rodar mais rápido (fast forward);
  • – – para diminuir o volume;
  • + – para aumentar o volume;
  • h – para ver o menu de ajuda com todos os outros comandos possíveis (são muitos). Tecle h de novo para sair do menu de ajuda;
  • q – para sair do programa.

Para ativar as teclas de controle, use a opção -C:

mpg123 -C Música/*

Como executar o mpg123 no modo recursivo

É comum as pessoas criarem um diretório para cada artista e, dentro de cada diretório, um subdiretório para cada álbum – e há álbuns que se subdividem em mais de 2 subdiretórios.
O mpg123, apesar de ter muitos recursos avançados, não tem a opção de recursividade – que lhe permitiria entrar em todos os subdiretórios atrás de arquivos mp3.
Isto não é problema!
Veja como usar o comando find para criar uma lista de todas as músicas existentes no diretório Música/ e em todos os seus subdiretórios:

find Música/ -iname *.mp3 > lista.m3u

Esta declaração faz o seguinte:

  • pesquisa dentro de todos os subdiretórios de Música/, por arquivos que tenham a extensão .mp3;
  • o iname é usado para tornar a pesquisa insensível à caixa das palavras. Desta forma, a pesquisa irá capturar tanto os mp3 quanto os MP3.

Você pode ver o conteúdo da lista assim:

cat lista.m3u

Está tudo lá?! Então ouça suas músicas assim:

mpg123 --list lista.m3u

Se quiser misturar tudo:

mpg123 -z --list lista.m3u

Você pode também fazer tudo isto com apenas uma linha de comando:

find Música/ -iname *.mp3 > lista.m3u | mpg123 -z --list lista.m3u
equalizer - equalizador
Clique, para saber como usar o mpg123 com equalização.
SAIBA MAIS

Os arquivos criados com o comando find como o lista.m3u podem ser lido por outros players, presentes no seu sistema.
Se você quiser saber mais sobre como usar o comando find, leia este artigo.

Usuários com poucos recursos

O mpg123 pode rodar tranquilamente em um 486 – o mantenedor recomenda, no mínimo um Intel 80486DX4 ou um Pentium. Ainda assim, é sabido que a decodificação de áudio é um tanto voraz.
Se estiver com muito pouco recurso de sistema, pode desligar o estéreo:

mpg123 -m nome_da_musica.mp3

Isto vai reduzir a carga sobre a sua CPU, com algum sacrifício na qualidade da reprodução das suas músicas.

Executando mpg123 no servidor

Servidores podem ter muito tempo ocioso, intercalado com picos de atividades – grande número de autenticação de usuários, aumento nas requisições aos bancos de dados etc. O que pode causar paradas na execução da sua música.
Sabemos que a função do servidor, neste caso, não é tocar música pros seus ouvidos, mas você pode evitar interrupções com o aumento do buffer. Neste exemplo, o buffer é definido em 1000 Kb (ou seja, 1 Mb):

mpg123 -b 1000 Música/*

Um buffer deste tamanho, garante a reprodução de pelo menos 6 segundos de áudio, o que costuma ser suficiente.

SAIBA MAIS:

Palavras finais

Enfim, há várias outras opções que podem ser usadas, além das que eu descrevi – consulte a página do manual do programa para conhecê-las. Aqui, eu me limitei às minhas preferidas.
O mpg123, surgido em Junho de 1999, era distribuído sob uma licença não-comercial e com o código fonte. Ainda assim, era software proprietário. Este fato deu impulso ao surgimento de um “clone” 100% livre, chamado mpg321, distribuído sob a licença LGPL.
A partir de 2006, já com um novo mantenedor, uma versão nova do mpg123 foi lançada e distribuída sob a licença GNU LGPL 2.1 – o que já permite a outros desenvolvedores contribuírem livremente para a sua melhoria ou, simplesmente, incorporar seu código a outros projetos.
O mpg321 continua a existir, enquanto projeto paralelo e completamente independente e, com toda certeza, de grande qualidade. Vale a pena conhecê-lo também!
Se você tiver mais alguns exemplos de uso, sinta-se à vontade para postar nos comentários e, se achou o artigo útil, por favor compartilhe com os seus amigos.
Divirta-se!

Samsung Galaxy S3: como iniciar no modo recovery

Quem tem um aparelho destes sabe da quantidade grande de recursos que ele tem. Iniciar o seu aparelho no modo recovery pode ajudar a fazer algumas coisas além do que “foi previsto”, tal como resetar o aparelho.

Para que serve o modo recovery no meu aparelho

Segue a lista das possibilidades apresentadas pelo recovery mode:

  • dar um reset e retornar o aparelho às suas configurações de fábrica – o que apaga todos os seus dados pessoais, permitindo que você passe o aparelho pra frente, sem se preocupar com o uso que será feito dele;
  • apagar o cache e o Dalvik cache;
  • instalar atualizações;
  • instalar ROMs customizadas;
  • formatar ou reformatar partições;
  • ajustar permissões;
  • montar e desmontar partições;
  • conectar o armazenamento USB.

Embora alguns destes recursos possam ter descrições estranhas para você, entrar no modo recovery não é difícil.
Para tanto, siga o procedimento:

  • desligue o aparelho.
  • Ligue-o novamente, pressionando os 3 botões simultaneamente: Power + volume para cima + Home.
  • Para sair e reiniciar normalmente, repita este procedimento ou selecione a opção Reboot.

A opção de reset de fábrica costuma ser a primeira e é, usualmente, o único motivo de usuários comuns entrarem neste modo do seu aparelho Android.

LEIA MAIS:

O procedimento descrito, funciona em vários outros aparelhos, mesmo não sendo da marca Samsung.
Experimente e me conte como foi a sua experiência, nos comentários.

Samsung Galaxy S3: como iniciar em modo de segurança

O Samsung Galaxy SIII tem a possibilidade de entrar em diversos modos, a partir da inicialização. Cada qual tem suas funcionalidades.
O modo de segurança é muito útil, quando se tem uma situação de problemas frequentes ou instabilidades — com a possibilidade de estarem sendo causados por um aplicativo instalado pelo usuário.
Obs.: Se o que você quer é desabilitar o modo de segurança, leia o último tópico abaixo.

  • O modo normal é o que você está sempre usando;
  • O modo de download é o que te permite baixar softwares específicos e dar flash em ROMs e kernels;
  • O modo recovery, que permite dar um reset e retornar o aparelho ao seu estado recém saído da fábrica, apagando dados etc. — se vai passar o seu aparelho para outra pessoa, o modo recovery é o que você quer;
  • Adicionalmente, há um outro modo, do qual vou tratar neste rápido post: o modo de segurança (safe mode).

O que o modo de segurança faz no meu aparelho

Este modo é comumente usado como espaço de trabalho técnico em que uma série de funções são desabilitadas no aparelho para facilitar a identificação de erros — de hardware ou software.
Quando o seu aparelho inicia neste modo, todos os apps instalados são desabilitados — o objetivo disto é determinar se os problemas são causados por algum destes softwares ou pelo sistema operacional.

Como iniciar o meu aparelho no modo de segurança (safe mode)

O procedimento descrito funciona em outros aparelhos Samsung. Portanto, mesmo que o seu aparelho não seja exatamente um S3, vale a pena tentar e ver se rola…
Siga os seguintes passos:

  1. Desligue o aparelho normalmente;
  2. Aguarde alguns segundos;
  3. Ligue o aparelho;
  4. Assim que o logo Samsung aparecer, mantenha pressionada a tecla de volume para baixo, até que o aparelho inicie em Modo de Segurança.

Feito. Você vai saber que está em modo de segurança, pelo aviso que aparece na tela e pela falta de vários ícones de aplicativos que foram desabilitados.

LEIA MAIS:

No modo de segurança, ainda é possível acessar o cartão de memória, ativar o bluetooth e o wi-fi.
Para desativar o modo de segurança e voltar ao normal, basta desligar e ligar o aparelho novamente.

Como sair do modo de segurança persistente

Há situações em que o aparelho fica persistentemente iniciando no modo de segurança e não sai de jeito nenhum.
O vídeo abaixo mostra um passo a passo para resolver este problema:
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Os benefícios e as vantagens do PHP

Se você é programador iniciante e quer começar alguns projetos para web, este texto é para você – se estiver se perguntando sobre como o PHP pode ser útil e quais são as vantagens em fazer esta escolha, eu tenho uma lista com pelo menos 15 itens favoráveis ao PHP. Me acompanhe.

O PHP é gratuito

Isto significa que o seu projeto de aprendizagem começa sem ter que pôr a mão no bolso – se você se arrepender no final, pelo menos não vai ficar preso a este investimento. Você muda de direção e pronto.

Ninguém vai te cobrar royalties por desenvolver em PHP

Ao final do seu projeto, você tem o direito de distribuir o seu produto livremente. Ninguém virá correndo atrás de você, com uma turma de pitbulls advogados ameaçando te processar se você não lhe pagar taxas sobre o seu trabalho – ele é seu e só você ganha dinheiro com ele, se quiser.

Não há licenciamentos restritivos

200px-PHP-logo.svgo há contratos ou licenças detalhando o que você pode ou não pode fazer com a linguagem.
Faça o que você quiser.
A licença é permissiva a ponto de você poder, até mesmo, criar outra linguagem de programação a partir do PHP e distribuí-la e usar para os seus próprios objetivos comerciais.
O PHP pode ser usado em qualquer país, sob quaisquer leis, em qualquer tipo de aplicação. O seu contrato de uso é extremamente flexível, quando comparado ao JAVA e ao .NET.

Os custos de manutenção de um servidor são muito reduzidos

Além de ser muito fácil de instalar, em qualquer plataforma (inclusive Windows), o PHP foi projetado para rodar sobre o Linux e o Apache – ambos de código aberto e livres.
Os custos de um plano de hospedagem em um servidor Linux, Apache, MySQL e PHP (LAMP) são baixos. É possível encontrar alguns planos gratuitos na Internet, que não oferecem todas as vantagens de um plano pago, mas são ótimos para quem deseja aprender ou apenas testar um projeto.

Código maduro

Criado por Rasmus Leerdorf, em 1995, o PHP já tem 20 anos de estrada. Linguagem C LOGOÓbvio que isto não é grande coisa perto de uma linguagem como C, criada em 1969, por Dennis Ritchie. Contudo, a grande difusão de uso do PHP contribui para sua acelerada maturação.
Cabe dizer, aliás, que a linguagem PHP foi construída sobre a solidez da linguagem C, como quase tudo.
O PHP faz parte da mesma geração do JAVA e do ASP, tidas como linguagens comerciais (por conta de suas licenças de uso).

Atualizações consistentes

A linguagem PHP já saiu das mãos de seu criador há um bom tempo, embora ele continue sendo uma pessoa influente e importante, como se pode ver em sua página no Wikipedia. Contudo, o desenvolvimento da linguagem é mantido por várias pessoas, no mundo todo. Elas garantem que ela continue relevante para uso em qualquer site e que esteja sempre atualizada e pronta para responder os desafios que dela se pede.
Este é um dos pontos fortes dos projetos de código aberto, principalmente aqueles que se encaixam no conceito de softwares livres. Quando são relevantes, se tornam independentes da empresa ou da pessoa que os criou — sob certo ponto de vista e, talvez ironicamente, softwares livres estão mais próximos da ideologia capitalista do livre mercado do que os proprietários.
Traduzindo: você tem a certeza de que pode começar um grande projeto, por que você não vai acabar com uma linguagem abandonada e desatualizada nas mãos amanhã.

O PHP se integra a quase todos os bancos de dados usados na atualidade

logo-mysqlEmbora ele seja quase sempre associado ao MySQL, o PHP roda bem com quase todos os outros – Oracle, MSSQL, IBM DB2 etc.. só pra citar os grandes bancos comerciais. Ou seja, você não precisa migrar sua base de dados para migrar pro PHP. Custo a menos.

Muito fácil de aprender

Os conceitos básicos do PHP são muito fáceis de apreender. Além de uma extensa biblioteca disponível na internet sobre a linguagem, seus fundamentos não assustam os iniciantes e podem ser entendidos em poucas lições. A curva de aprendizagem, pra quem gosta da expressão, te favorece.

Grande quantidade de ambientes de desenvolvimento profissionais disponíveis

Um ambiente integrado de desenvolvimento ou IDE (Integrated Development Environment) é um conjunto de softwares que oferece ao programador todas as ferramentas necessárias para desenvolver um projeto.
Mesmo um editor de textos “simples” como o vi, pode resolver para quem deseja editar um código. Eu uso o Komodo, entre outros.

O PHP está rodando na maioria dos servidores web

Algumas estatísticas apontam para um número maior superior a 90% — mas eu gosto de ficar do lado seguro dos números, ainda que menores.
O Netcraft contou, em Janeiro de 2013, 244 milhões de servidores PHP, na Internet – o que significava mais de 39% dos servidores web.
Note que a pesquisa em questão contou apenas os servidores web. Não são somente servidores web que usam PHP. Sites de serviços tais como comércio eletrônico, redes sociais, blogs, gestão de conteúdo etc… todos eles podem usar e usam PHP.

Trata-se de uma tecnologia testada

Com algo em torno de 20 anos de vida, o PHP é uma linguagem escrita para a Internet – e moldada pela Internet.
Forjada na web, tem sido usada em projetos gigantescos, como o Wikipedia, o Yahoo, Flickr, WordPress e na interface ao usuário do Facebook.
Se você está começando um projeto e pretende que ele cresça, começar em PHP é uma boa idéia.

O suporte ao PHP é um bom negócio

Há dezenas de milhares de negócios voltados a dar suporte no PHP – treinamento, desenvolvimento de soluções, manutenção de produtos e servidores, suporte técnico etc.
Vários profissionais podem ajudar você e o seu negócio a crescer ou a encontrar soluções envolvendo a linguagem PHP.

Desenvolver em PHP é um bom negócio

Centenas de milhares de programadores conhecem PHP e muitos dominam e têm conhecimento mais aprofundado da linguagem e podem ajudá-lo em seus projetos.
Você pode contratar freelancers ou uma empresa para desenvolver soluções abertas pro seu negócio e, por se tratar de padrões abertos, você tem total liberdade para mudar os profissionais ou empresas envolvidas no projeto – quem chega, começa no ponto em que o outro parou.
Ao escolher o PHP para desenvolver seu projeto, você pode ter a certeza de que vai conseguir suporte profissional sempre que necessitar.

Um grande banco de classes e funções, prontas para uso

… e totalmente livres de ter que pagar royalties.
O PHP é uma linguagem aberta o que tem inspirado pessoas a desenvolver e disponibilizar trabalho de qualidade feito para complementar ou se encaixar em qualquer projeto, de qualquer porte.
Você pode baixar da Internet pacotes de funções prontas que ajudam realizar as mais diversas tarefas. Você só precisa implementá-las em seu código, no lugar certo – ou seja, onde você quiser.
Isto causa um impacto considerável nos custos e no tempo para finalização de um projeto.

Frameworks prontos para usar

Mantendo o espírito do código aberto e da distribuição livre e irrestrita, há vários frameworks em PHP disponíveis que cuidam de funções comuns, como gestão de membros, suporte a administração, buscas, gestão de conteúdo etc. – o que deixa os programadores livres para focar no desenvolvimento do site, em vez de reinventar a roda com funções e objetos já existentes.
Para citar alguns, Cake PHP, Code Igniter e o Symphony estão entre os frameworks mais usados atualmente.

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Conclusão

Chegamos ao fim da lista de 15 benefícios e vantagens de se usar o PHP como linguagem de desenvolvimento em um projeto.
Óbvio que a lista poderia ser mais extensa e também poderia ser alvo de algumas críticas – sinta-se livre para expressá-las nos comentários.
A propósito, o significado de PHP, inicialmente, era Personal Home-Page Language. Com o tempo, passou a ser PHP Hypertext Preprocessor
Você pode encontrar uma série de artigos sobre o PHP e programação neste site, se fizer a pesquisa, lá em cima, na caixa de busca (search).
Se o artigo lhe foi útil, a melhor forma de agradecer é compartilhar. 😉
Divirta-se!

Copie arquivos com o rsync

Vou mostrar, com alguns exemplos práticos, como o uso do rsync pode ajudar a manter o conteúdo de 2 diretórios (pastas) separados sincronizado – mesmo que estejam em computadores diferentes.
Comando rsync copia arquivos
O comando rsync faz transferências de arquivos entre máquinas, de maneira simplificada e automática e… você nem precisa ter privilégios administrativos para isto.

Alguns dos recursos do Rsync

  • é eficiente para copiar e sincronizar arquivos entre computadores remotos
  • comparado com outros programas, é mais rápido do que o scp – o rsync usa um protocolo que lhe permite atualizar apenas os arquivos que sofreram mudanças
  • consome menos banda, uma vez que só trabalha em cima das atualizações necessárias e usa compressão para transferir dados

Instalação do rsync

Até onde sei, o comando vem instalado por padrão nas várias distro Linux.
Usuários Windows podem fazer o download do rsync aqui.
Usuários do Redhat ou do SuSE, podem instalar o rsync com o seguinte comando:

sudo yum install rsync

Usuários Debian e Ubuntu, podem usar o apt-get:

sudo apt-get install rsync

Sintaxe do comando rsync

Basicamente, você vai rodar o rsync com algumas opções, indicar a origem e o destino da sincronização:

rsync options #origem #destino

Daqui pra frente veremos outros exemplos práticos com o comando rsync.

Como sincronizar dois diretórios locais com o rsync

Vamos usar estes dois como exemplo:

  • /home/Documentos, como origem e
  • /home/backup/Documentos, como destino.

Vou mostrar como copiar a sincronizar recursivamente os diretórios:

rsync -vhr /home/Documentos /home/backup

o comando vai criar, se não houver, uma pasta chamada /home/backup/Documentos e copiar para dentro dela todo o conteúdo da outra pasta. Ao final do processo deverá retornar um relatório semelhante a este:

sent 707.32M bytes  received 2.35K bytes  2.92M bytes/sec
total size is 827.60M  speedup is 1.17

Ao repetir o comando, o rsync irá comparar os arquivos em busca de diferenças, por que ele só irá atualizar os arquivos que foram modificados.

OPÇÕES COMUNS DO RSYNC
  • -v — ativa a verbosidade do comando, pra você poder acompanhar o que está acontecendo durante sua execução;
  • -r — ativa a recursividade, ou seja, copia subdiretórios também;
  • -h — human readable exibe as informações da execução do comando em um formato mais legível, convertendo valores de bytes para mega ou gigabytes onde for necessário para reduzir os tamanhos dos números e tornar o texto mais fácil de ler;
  • -z — comprime os dados, antes de transferir;
  • -a — liga o modo archive que permite a cópia recursiva de arquivos, preservando links simbólicos, permissões de arquivos e timestamps.

Como copiar e sincronizar um arquivo local via rsync

Neste exemplo, vamos sincronizar um único arquivo, em um computador local, entre dois diretórios diferentes:

rsync -zvh Docs/mysql_storage.html /backup/Docs/mysql_storage.html

obtendo como resultado:

mysql_storage.html
sent 1.68K bytes  received 31 bytes  3.43K bytes/sec
total size is 3.38K  speedup is 1.97

Como sincronizar um diretório local com um remoto via SSH

Chegamos a um dos pontos fortes do rsync.
No exemplo que segue, vou copiar os arquivos do diretório /home, no servidor remoto remoto.com.br para um diretório local /backup. O nome de usuário, no exemplo, é justincase:

rsync -avz -e ssh justincase@remoto.com.br:/home /backup

Faça o teste com os seus próprios valores e veja se funciona.