Prolongue a vida útil das suas baterias com estas 7 dicas

As dicas, aqui, se referem às baterias amplamente usadas em celulares, smartphones, câmeras, notebooks, tablets etc. Vou me concentrar no seu uso em smartphones, mas os conceitos e as dicas valem para outros dispositivos – desde que a bateria usada seja de íons de lítio.
Baterias ions de litio panasonicDurante muitos anos, as baterias recarregáveis de níquel metal-hidreto ou de Níquel Cádmio, entre outras, reinaram e foram muito usadas nos celulares e nas câmeras digitais, até bem pouco tempo atrás. Muitas informações que as pessoas têm e divulgam sobre baterias, se referem a estas e não têm qualquer aplicabilidade em relação às “novas” baterias de íons de lítio, que predominam no mercado de consumo amplamente.

Aqui, vamos falar sobre como economizar a vida útil da sua bateria. Se você tem interesse em melhorar a eficiência da carga da sua bateria, talvez este artigo ajude.

Uma breve história das baterias de íons de lítio

Não vou me demorar muito a contar a história desta tecnologia, mas, se você não tiver interesse algum no assunto, pode pular estes parágrafos numa boa.
Chamar esta tecnologia de “nova” é um tanto quanto irônico, uma vez que há registros de trabalho e pesquisa com baterias de lítio, desde 1912, realizados por Gilbert Newton Lewis (1875 – 1946), um químico norte-americano.
As primeiras baterias de lítio não recarregáveis só vieram a se tornar comercialmente viáveis no início da década de 1970.
Baterias SonyAs tentativas de desenvolver baterias de lítio recarregáveis fracassavam, em função da instabilidade inerente deste metal (o mais leve de todos). Portanto, as pesquisas acabaram seguindo na direção de uma bateria de lítio não-metálica, usando íons de lítio.

Ainda que provido de menor densidade energética que o metal lítio, trabalhar com íons de lítio é mais seguro, desde que tomadas algumas precauções ao carregar e descarregar.

As primeiras baterias de íons de lítio, da Sony, chegaram ao mercado em 1991, baseadas na pesquisa do físico John Goodenough

Ainda que as baterias de lítio modernas sejam, já, consideradas estáveis, elas ainda oferecem alguns riscos. Tanto o calor externo como curtos-circuitos internos podem causar o seu sobre aquecimento. A sobrecarga da bateria libera oxigênio, que é tudo o que uma combustão precisa.

Para prevenir acidentes, cada pacote de baterias inclui um minicomputador equipado com mini sensores de temperatura e reguladores de voltagem.

Entre outras medidas de proteção, as baterias “avisam” que estão totalmente carregadas, quando estão a apenas 50% da carga – nível, acima do qual, não é mais seguro continuar com a carga em baterias de cobalto de lítio.

As pesquisas com baterias de lítio continuam com grande intensidade. No mercado brasileiro, já é possível encontrar baterias de polímero de lítio. Mas ainda é incerto dizer se o futuro das baterias seguirá, mesmo, por este caminho.

Tal como qualquer outra bateria, as de íons de lítio descarregam sozinhas, quando estão sem uso. As dicas, que seguem, valem especificamente para este tipo de bateria e, provavelmente, romperão alguns velhos paradigmas.

Não descarregue completamente a bateria

Este processo só deve ser usado para calibragem. E, para ficar claro, “descarregar completamente” (deep-cycle discharge) significa “drenar” a bateria até que sua carga chegue ao vermelho – o que equivale a uma carga abaixo de 20%. Fique atento aos indicadores na tela do seu aparelho, portanto.

O fato é que a sua bateria não foi projetada para chegar a estes níveis de “inanição” e você estará reduzindo significativamente a vida útil da sua bateria se continuar com esta prática.

Para ser ainda mais claro (e um pouco chato e repetitivo, eu sei…), a dica é NÃO deixe a sua bateria descarregar completamente.

Não sobrecarregue e não use carregadores de procedência duvidosa

Gremlin

Este tipo de bateria é muito sensível à sobrecargas e, certamente, explodirá se for submetida a cargas maiores do que sua capacidade.

Embora tenha proteção contra sobrecargas, um carregador defeituoso, em vez de se desligar após completar a carga, pode continuar a “empurrar” elétrons para dentro da bateria, o que irá causar uma explosão.

Aparentemente, carregamos “gremlins” no bolso, durante o dia e dormimos ao lado deles, à noite.

Recarregue seus eletro eletrônicos, quando estiverem desligados

Eu sei. A gente precisa que o celular fique ligado 24h, mas…

Ao manter ligado o seu aparelho, durante o processo de recarga, esta poderá não se completar satisfatoriamente — isto acontece por que o seu carregador se confunde com a descarga ocorrendo de um lado, enquanto a carga ocorre do outro.

Este é um dos menores problemas, com certeza, mas reduz a vida útil da sua bateria. Sempre que puder, portanto, desligue os aparelhos enquanto suas baterias estiverem sendo carregadas. Até por que, se você seguir as dicas 5 e 6, não vai precisar ficar com o aparelho desligado por muito tempo.

Não exponha suas baterias à temperaturas muito altas, nem muito baixas

Bateria de notebook inchada ExplosãoJamais deixe a sua bateria e seu aparelho (com ela dentro) expostos ao sol. As baterias não são feitas para suportar calor. Usuários de notebooks, laptops, netbooks etc, no uso prolongado, devem retirar a bateria e deixar o aparelho conectado diretamente à tomada. O calor gerado pelo uso normal do seu laptop é suficiente para danificar a sua bateria.

Siga o manual do seu equipamento, que provavelmente, condena o uso sobre a cama ou outros locais que tampam a ventilação, que comumente fica embaixo e nas laterais.

Pessoas que moram em lugares frios também devem ser cuidadosas. Embora seja muito raro a temperatura, no Brasil, chegar aos 5 graus celsius, não é recomendável recarregar a esta temperatura. é interessante aquecer um pouco a bateria antes de iniciar o processo de recarga — isto acontece por que a capacidade máxima de voltagem que a bateria pode receber se reduz com o frio.

Tente não carregar completamente

Carregar “até a tampa”, estressa a sua bateria e este é um fator significante na redução da sua vida útil. Altos níveis de carga contribuem para aumentar a temperatura da bateria — principalmente durante a carga. E, como já sabemos, o calor é o inimigo número um neste caso.

Os fabricantes da sua bateria e do seu aparelho sabem disto. Por isto, a energia é cortada, assim que a carga atinge 100%. Quando o seu aparelho está funcionando, ele continua consumindo. Assim que a carga cair para 95%, o seu carregador vai começar o processo de recarga novamente – até você o desconectar da tomada.

Por pior que seja, este processo não é tão danoso quanto descarregar totalmente a sua bateria.

6. Recarregar parcialmente a sua bateria não é ruim

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Na verdade, a recarga parcial é uma coisa boa. Você pode começar a recarregar aos 30% (por exemplo) e desconectar aos 70%. Baterias de íons de lítio não têm efeito memória, elas não viciam. Esta é uma prática saudável.

Os especialistas recomendam que se faça uma descarga/carga completa de vez em quando, neste caso. Não precisa ser toda semana.

Como armazenar adequadamente as baterias

Aqui a dica é seguir a prática dos fabricantes de celulares, notebooks etc. Já notou que, quando você liga o seu aparelho recém adquirido, ele está com carga parcial?!

Pois é. Baterias de íons de lítio que vão ficar guardadas devem estar com a carga entre 40% e 60%. Qual o motivo disto?

perguntas estúpidas

Baterias deste tipo têm um circuito de proteção que se desativa se a carga diminuir abaixo de um certo nível. Se isto acontecer, não importa o que você faça, a sua bateria não vai mais “pegar carga”. Quando o baixo nível de carga se prolonga, você pode causar um curto circuito se tentar recarregá-la.

Aí você pergunta: “Então por que a gente não ‘enche’ logo até os 100%, antes de guardar?!”

O problema é que, ao “encher até a tampa”, você estará “estressando” a bateria, lembra? Em consequência disto, seu nível baixará ainda mais depressa. Não vale a pena, portanto.

Outra coisa: você não deve esquecer a bateria num canto. Deve verificar e recarregar parcialmente de tempos em tempos, se quiser preservá-la. E guarde-a em local fresco e seco.

3 aplicativos Android para melhorar a performance do seu smartphone

Aparelhos com acesso root, tem inúmeras possibilidades. Alterar a resposta da CPU à carga de trabalho é uma delas. É aqui que entram os aplicativos de controle da CPU.
Alguns apps, gratuitos ou não, disponíveis no Google Play permitem alterar a velocidade ou frequência do clock da CPU. Melhor do que isto: permitem balancear a performance geral do aparelho com a economia da bateria (muitas vezes, dois “inimigos irreconciliáveis”) — através da escolha de um governor e de um scheduler.
Aqui, vou apresentar a minha pequena lista de preferidos – o que não quer dizer que sejam os melhores. Sinta-se à vontade para indicar os seus preferidos na seção de comentários.

No-frills CPU Control

nofrillsTal como as outras, de que vamos falar aqui, esta ferramenta pode ser usada para ajustar rapidamente as frequências do clock da CPU, os governors e os schedulers no seu aparelho.
Com ele, é possível ajustar arbitrariamente a velocidade máxima e a mínima, ou deixar o aparelho sempre em velocidade máxima – para isto, basta ajustar a velocidade mínima e a máxima para o valor mais alto possível.
A versão que eu usei, gratuita, não tem a possibilidade de overclocking que, para quem mora em uma cidade quente, não é sempre uma boa ideia.
É compatível com vários aparelhos – HTC, Samsung, Motorola, LG, Huawei, ZTE etc.

AnTuTu CPU Master

Antutu cpu clockEsta ferramenta também altera as velocidades da CPU e do processador gráfico (GPU – Graphics Processing Unit).
A versão paga possibilita tanto o overclocking quanto o underclocking — e, antes que alguém me pergunte “por que diabos você iria querer fazer underclocking?”. Uma necessidade premente de conservar a bateria do aparelho, por um longo tempo, me parece ser um cenário apropriado para esta atitude. Óbvio que, neste caso, o aparelho só serviria para executar as suas funções mais básicas.
Também permite selecionar os governors e os schedulers no seu aparelho.

SetCPU

setcpu cpu control governorCom a promessa de adicionar a possibilidade de controlar vários núcleos nas novas versões este app é bastante completo e democrático, por funcionar em uma boa variedade de aparelhos e ROMs – eu usei a versão 3.1.2.
Como os outros, pode aumentar a performance do seu aparelho (seja um smartphone ou um tablet) ou conservar a bateria.
Para conseguir uma relação eficiente entre o desempenho e o consumo de energia, ele conta com mais de 20 governors à escolha do usuário – e ainda permite que você faça um ajuste fino no seu governor.
O aplicativo dispõe também de um painel para controle da voltagem – disponível apenas para alguns kernels, que tenham incluído suporte à undervolting. Este procedimento é usado para reduzir o consumo da bateria.

finalmente…

Especialistas enfatizam que a melhor forma de obter performance do aparelho, sem drenar desnecessariamente a bateria é a seleção de um governor adequado ao seu estilo de vida. Este é um recurso presente em todos estes aplicativos.
Divirta-se!

Minha análise sobre a hospedagem grátis PHP e MySQL do 000webhost

Web Hosting
Dos vários provedores de hospedagem grátis, que já experimentei, há alguns que merecem ser destacados em alguns posts. O 000WebHost ou FreeHosting.com é um deles.
Estabelecidos desde 2006 e, segundo o site, contam com mais de 60 mil clientes mundo afora. Oferecem vários planos, sendo que o básico (gratuito) conta com 1.5Gb de espaço e a promessa de 100Gb de transferência de dados mensal. O objetivo é conquistar o cliente do plano básico, é seduzi-lo para fazer um upgrade para uma conta paga, com mais recursos.

O ideal, é sempre contratar um plano sério e pagar pelos serviços recebidos. Mas há casos em que um provedor gratuito é a melhor opção: sites demo, de aprendizado etc.

Uma das boas surpresas do plano grátis é o suporte a PHP, Ruby, Perl, MySQL e PostgreSQL – com isto, praticamente qualquer projeto pode ser iniciado e, assim que você julgar necessário, partir para um dos planos pagos do provedor.

As restrições ao uso do PHP e do MySQL são mínimas (máximo de 5 contas no banco de dados). E o PHP tem suporte aos seguintes recursos:

  • função PHP mail() e Sendmail;
  • Curl, biblioteca GD2, XML, Zend e suporte a .htaccess;
  • fopen() e sockets PHP sockets;
  • safe_mode, desligado e upload de arquivos, ligado;
  • suporte ao Zend Optimizer, Ioncube etc;

Outros recursos oferecidos:

  • Sem publicidade. O serviço não impõe anúncios ao seu site;
  • Hospedagem do seu próprio domínio;
  • Se não tiver um domínio, o usuário pode escolher um dos subdomínios gratuitos do próprio site;
  • Contas de email POP3 e acesso web (webmail);
  • Mais de um tipo de gerenciador de arquivos Web e FTP.

Painel de controle cPanel

Um dos painéis de controle mais usados nos provedores e com vários recursos disponíveis, já nesta versão básica e gratuita do plano de que estamos falando é um atrativo pro serviço. Se você for iniciante, não vai ter dificuldades para realizar qualquer tarefa dentro deste painel.

Fantastico De Luxe, instalador automático de aplicativos

Aqui, os iniciantes ou quem tem pouco tempo para por uma solução no ar, têm uma ferramenta que permite instalar com poucos cliques mais de 40 aplicativos pro seu site, tais como Drupal, Geeklog, Joomla, Xoops, WordPress, b2evolution, Support Logic Helpdesk, phpBB2, SMF, OS Commerce, ViPER Guestbook, Coppermine Photo Gallery, PhpWiki, PHPauction, WebCalendar etc. – acesse o site e veja a lista completa.

Faça você mesmo o seu website

O SiteReptile, um dos aplicativos disponíveis, permite montar o seu próprio site, em poucos passos — é uma questão de dar os detalhes do seu cadastro, selecionar um entre os mais de 300 templates e mandar publicar (pra resumir).

Suporte

O que diferencia os diversos serviços online, costuma ser a qualidade do suporte. Não espere muito de uma hospedagem gratuita, neste quesito. Suporte é caro e eles precisam pagar as suas contas. Ainda assim, há uma boa quantidade de tutoriais e informações que podem ser lidas para ajudar a resolver a maior parte dos problemas que você encontrar pela frente.
Na versão paga, normalmente, um técnico resolve a maior parte dos problemas pra você. Isto é uma grande diferença.

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O serviço é para você?

Se você está iniciando um projeto de comunidade online, um blog ou site pessoal, pensa em começar pequeno para crescer aos poucos, sim.

Desvantagens do serviço

A hospedagem gratuita, como já era de se esperar, é claramente uma degustação. Não é feita para projetos que já passaram da fase inicial – neste caso, a experiência será decepcionante.
O suporte técnico, embora costumem responder agilmente, não se iluda, é voltado para clientes pagantes – portanto se prepare para resolver a maior parte dos problemas por sua própria conta.
Há limite de upload de arquivos (2mb). Não há acesso SSH/SFTP/SCP, nem suporte a SSL pro seu domínio, na versão grátis.
Abaixo, segue o banner “discreto” do serviço, para você clicar – o melhor julgamento, é que você mesmo faz.
Web hosting

Explicando o PHP para iniciantes

A definição mais rápida e, provavelmente, mais ineficiente para um iniciante seria “PHP é uma linguagem de scripts”.
Mas, afinal, o que é uma linguagem de scripts?
Um script é um conjunto de instruções de programação que são interpretadas em tempo de execução.
É comum os scripts estarem incluídos em ambientes de software mais complexos – nestes casos, seu propósito é melhorar a eficiência do ambiente como um todo ou realizar tarefas rotineiras dentro da aplicação.
De acordo com a Wikipedia, é uma linguagem de programação que suporta código escrito para automatizar a execução de tarefas que poderiam ser realizadas uma a uma por um operador humano.
Alguns autores subdividem as linguagens de script em:

  • Server Side Scripts – que são interpretados no servidor;
  • Client Side Scripts – que são interpretados na aplicação cliente. No caso, a aplicação cliente é o seu navegador.

O PHP é um conhecido exemplo de linguagem server side script, ao passo que o JavaScript é um exemplo de client side script Ambas podem ser inseridas em páginas HTML – e, comumente, o são.
Vamos resumir, aqui, em linhas gerais, as linguagens de programação de scripts da seguinte forma:

  • rodam de dentro de outro programa;
  • não são concebidas para serem compiladas;
  • são de uso simplificado e concebidas para a execução de tarefas simples.

Mas, nem “todo mundo” se encaixa nesta descrição:

  • Há várias linguagens de programação populares (Java, por exemplo) que rodam de dentro de um programa pai, tal como as linguagens de programação de script;
  • As linguagens de programação de script são amplamente usadas, hoje, para realizar tarefas ou construir softwares complexos;
  • Já não se fala mais da vantagem do software já compilado por ser mais rápido, uma vez que a velocidade das máquinas atuais neutralizam esta vantagem.

O PHP, como linguagem de script

À partir da terceira versão, o acrônimo PHP passa a significar PHP Hypertext pre-processor (em inglês). Antes significava Personal Home Pages — a evolução da nomenclatura reflete o quanto a linguagem ampliou seu espectro em relação à Internet e aos problemas que lhe são apresentados. O PHP é apresentado como ferramenta para realizar pelo menos 3 tipos de trabalhos:

  • sites web estáticos
  • sites web dinâmicos
  • aplicações web

Pré-requisitos para desenvolver aplicativos PHP

Enquanto o cliente só precisa ter um navegador para fazer uso de um aplicativo web ou acessar uma página em PHP, do outro lado é necessário ter um servidor PHP, que pode ser instalado localmente.
Dentro de uma página HTML, é possível ter código PHP inserido. Para tanto, basta iniciá-lo com a tag PHP. Veja um exemplo de código PHP:

<?php
   echo "Hello World!";
?>

Note que iniciamos o código com a tag <?php; escrevemos o nosso código e fechamos tudo com a tag ?>. Quando o arquivo é aberto pelo servidor, “ele vai saber” que deve executar o código que estiver entre estas duas tags.

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Alguns pré-requisitos para aprender PHP

Como estamos falando de múltiplas tecnologias, é interessante ter um background em HTML (pelo menos algum conhecimento básico), em bancos de dados e, para realizar tarefas mais complexas, JavaScript e XML.
A figura, abaixo, mostra como o código PHP é entregue ao servidor, que o interpreta e devolve para o navegador, na máquina local, em formato HTML.

PHP, HTML
Clique para ampliar.

O que é um banco de dados relacional?

Um banco de dados é uma aplicação que lhe permite armazenar e obter de volta dados com eficiência. O que o torna relacional é a maneira como os dados são armazenados e organizados no banco de dados.
Quando falamos em banco de dados, aqui, nos referimos a um banco de dados relacional — RDBMS Relational Database Management System.
Em um banco de dados relacional, todos os dados são guardados em tabelas. Estas têm uma estrutura que se repete a cada linha, como você pode observar em uma planilha. São os relacionamentos entre as tabelas que as tornam “relacionais”.

História – antes dos bancos de dados relacionais

Antes da invenção dos bancos de dados relacionais (nos anos 70), havia outros tipos de bancos de dados, tais como os hierárquicos. Depois que se tornaram disponíveis várias têm feito sucesso com a venda deste tipo de aplicativo. Como exemplo, posso citar a Oracle e a IBM.

Bancos de dados comerciais

  • Ingres, o primeiro RDBMS comercial
  • Progress
  • IBM DB 2
  • Microsoft SQL Server
  • Oracle

Bancos de dados livres/de código aberto

  • MySQL
  • MariaDB
  • PostgresSQL
  • SQLite

Todos eles oferecem mecanismos de segurança, criptografia, controle de acesso de usuários e podem processar requisições SQL.

Normalização de dados

Em 1970, o matemático britânico, Ted Codd, criou o modelo relacional para gestão de bancos de dados e as 12 leis que descrevem o que um banco de dados relacional e um RDBMS fazem – além de uma série de leis de normalização que estabelecem as propriedades dos dados relacionais. Apenas dados que tenham sido normalizados pode ser considerados relacionais.

O que é a normalização

Normalização de dados é o processo de organização de campos e tabelas em um banco de dados relacional para minimizar a redundância e a dependência. Este processo comumente envolve a divisão de tabelas grandes em pequenas (e menos redundantes) e define relacionamentos entre elas.
De forma objetiva, o que se deseja é isolar dados de forma que a entrada/remoção/alteração de informações em um campo possa ser feita em apenas uma tabela e se propagar pelo resto do banco de dados, de acordo com os relacionamentos já definidos.
Como exemplo, imagine uma planilha com dados de clientes a serem lançados em um banco de dados relacional. Alguns clientes possuem algumas informações em comum, tais como trabalhar nos mesmos departamentos de uma mesma empresa, com o mesmo endereço de cobrança, portanto.
Ao lançar os dados na tabela, todos os endereços dos clientes precisam ser movidos para uma outra tabela e a cada um destes endereços é dado uma ID. Assim, substitui-se o texto do endereço de cobrança de cada cliente pelo ID do endereço, de acordo com a tabela de endereços.