5 motivos para sua empresa adotar o MFT para armazenamento, transferência e distribuição de arquivos.

Este artigo parte do pressuposto de que você chegou aqui já sabendo o que é MFTManaged File Transfer. Tudo o que você deseja é obter argumentos favoráveis à sua adoção. Há muitos.
A proliferação das atividades de transferência de arquivos e de repositórios apresenta novos desafios para a governança em TI e a conformidade – aumentar a eficiência de um processo cada vez mais complexo, ao mesmo tempo em que se deseja conter a escalada dos custos.
O MFT contribui com os esforços da governança ao permitir que as transferências de arquivos sejam monitoradas e gerenciadas – uma vez que as soluções tradicionais de transferência, o que inclui o FTP e scripts de gestão, comumente não têm recursos de visibilidade e não têm soluções integradas que satisfaçam as necessidades de grandes volumes de transferências de arquivos, interna e externamente.

Por que a sua empresa deve usar o MFT

Segue, nas próximas linhas, alguns dos principais fatores que levam uma empresa a considerar seriamente a adoção do MFT.

O tamanho dos arquivos e seu volume

Organizações, de todo tipo, enfrentam o problema da dificuldade de lidar com a gestão da transferência de uma quantidade crescente de arquivos – o que inclui documentos dos mais variados tipos, arquivos de áudio, apresentações, vídeos etc. Muitas vezes, o problema é tão básico (e, ao mesmo tempo tão crítico) quanto as limitações email.
Acompanhando o problema de ter que lidar com arquivos de tamanho considerável, a necessidade de transferência de um enorme volume de pequenos arquivos se apresenta como parte significativa do problema. Todos estes arquivos precisam chegar a seu destino, dentro do prazo e íntegros.

Programação

Os recursos de pessoal, de hardware e software necessários para gerenciar as transferências via FTP, à medida em que vão se avolumando, empurram os custos para cima.
O protocolo FTP não consegue dar conta de grandes quantidades de arquivos e não há garantias de que estes cheguem a tempo a seu destino. Além da possibilidade primária de recusar conexões, não há a possibilidade de gerenciar o tráfego que ocorre dentro destas conexões.

Segurança

Ainda que uma corporação tenha boas políticas e ferramentas para garantir a segurança interna de seus dados, o problema se torna crítico quando estes trafegam externamente, onde o controle, sob o protocolo FTP, é muito pequeno.

Monitoramento e auditabilidade

O FTP não tem transparência — por mais ambíguo que seja o significado desta palavra.
O MFT permite que sua empresa monitore centenas ou milhares de conexões em tempo real ou algo próximo disto. Tanto os seus usuários como os seus clientes e parceiros de negócios podem ter acesso aos dados gerados por este monitoramento, através de relatórios dos mais diversos tipos.

Geração de scripts e tratamentos de exceções

O MFT ajuda a governança tornando possível o monitoramento e a gestão de todo o processo de transferência de arquivos, sob as mesmas regras.
É possível estabelecer padrões de comportamento para determinados tipos de falhas – como sucessivos erros de autenticação ou erros de transmissão de pacotes, pelos mais variados motivos. Em vista disto, o sistema pode ser programado para “agir” de forma predeterminada.

Conclusão

O MFT pode ser uma solução simples e única para todos estes problemas, ou se integrar à soluções já existentes, aprimorando-as.
Ele torna possível a gestão e a segurança na movimentação de arquivos dentro de processos colaborativos – parceiros internos e externos comumente usam o email para fazer a troca de arquivos. O MFT, encripta e fornece alternativas de tráfego para que as mensagens, com seus anexos, cheguem ao destino em segurança.
Mesmo entre sistemas de arquivos diferentes, entre diversos sistemas operacionais, o MFT pode assegurar o tráfego de dados encriptados, melhorando sensivelmente aspectos da segurança e da eficiência nestes processos.

As novidades pro Xubuntu e Lubuntu em 2014

Em Abril próximo (2014), teremos a chegada da nova versão do Ubuntu 14.04 LTS, de codinome Trusty Tahr. Trata-se de uma versão de suporte estendido (até 2019), voltada para usuários corporativos, ou não, que precisam menos de novidades e mais de performance, eficiência e estabilidade.
Conhecidas como spin offs, as distros derivadas, Lubuntu e Xubuntu, são voltadas para um grupo de usuários mais restrito – entre os quais, uns querem mais performance, outros mais estabilidade ainda. Estas distros conseguem satisfazer a estes dois grupos, entre os quais, há proprietários de PC mais antigos que não suportam o peso dos recursos do Ubuntu “tradicional”.
Eu fui escarafunchar os foruns dos desenvolvedores para ver o que eles têm preparado para nós. Eu não esperava muita coisa… e me surpreendi.

O que esperar do Xubuntu 14.04 LTS?

A equipe de desenvolvedores já passou por um processo de brainstorming, em Outubro; concluiu o projeto do que vai ser o Xubuntu 2014 em Novembro e estão a todo vapor para lançar o produto em Abril – até o momento, ninguém tem data marcada. Sabemos que ainda é cedo.
As maiores mudanças de que se tem notícia em relação ao visual do Xubuntu é a presença confirmada do xfdesktop 4.11, o gerenciador do Xfce e a chegada do Light-locker. Mas, quando se trata de uma versão LTS, o que as pessoas mais perguntam é “o que tem embaixo deste capô?”.
A equipe de desenvolvimento se concentra sobretudo no que pode aumentar a estabilidade e a eficiência do sistema. Neste ponto se destacam as seguintes correções e melhorias no xfdesktop:

  • Correção de problemas relacionados a memory leaking ou vazamento de memória
  • Mudanças de papéis de parede
  • Suporte a renomear múltiplos ícones ao mesmo tempo
  • Suporte a dispositivos removíveis adicionais
  • Correção de alguns problemas com o esvaziamento da lixeira

Há ainda planos fazer as seguintes mudanças:

  • Adicionar o Mugshot — um aplicativo de configuração das informações sobre o usuário
  • Substituição do editor de menus Alacarte, pelo MenuLibre
  • Uso do Light-locker, no lugar do xscreensaver

Mudanças visuais

xfce 4 whisker menuHá propostas de incluir o Whisker Menu, um poderoso lançador de aplicativos (app launcher). Visualmente, este aplicativo tem algo do menu Iniciar (Windows), do menu do Cinnamon (Linux Mint) e do lançador Kickoff (KDE).

O que esperar do Lubuntu 14.04 LTS?

É interessante ressaltar que a equipe de desenvolvedores do Lubuntu irá lançar o seu primeiro LTS — a adição de novos recursos e incrementos visuais andam a passos lentos, nesta distro. De fato, as prioridades continuam a ser a correção de bugs e tornar o sistema mais eficiente.
Segundo desenvolvedores, o projeto já está delineado e, exceto pelo pcmanfm (gerenciador de arquivos), todos os componentes estão “congelados” e não sofrerão mais modificações nos próximos meses – em outras palavras, só correção de bugs e atualizações nas traduções, até a data de lançamento.

Mudanças visuais

lxde qt razor-qt desktop
O LXqt – uma mescla do Razor-qt e o LXDE é a tendência da nova interface visual, desde o ínicio de 2013, e deve estar presente na versão final, em 2014.
Em vez de migrar do Gtk 2 para Gtk 3, os desenvolvedores decidiram-se pelo uso da bibloteca Qt, para sustentar o gerenciador de janelas. Parece que foi uma decisão acertada.

Como bloquear o Lulu, o Tubby e outros aplicativos no Facebook

Neste artigo, vou mostrar como impedir que outros aplicativos (Lulu, Tubby etc) tenham acesso aos seus dados no Facebook.
Embora estes aplicativos tenham suas próprias opções para bloqueio, em contrapartida, ao usá-las, você tem que concordar com os termos dos desenvolvedores, o que inclui abrir mão de processá-los (por calúnia, difamação etc), entre outras coisas. Por isto é que vou ensinar a fazer o bloqueio via Facebook. Me acompanhe…
Comece por abrir o menu de configurações, no canto superior direito da tela. Em seguida, selecione o item Configurações de privacidade.
Facebook menu de configurações
Na próxima tela, selecione à esquerda, o item AplicativosFacebook Menu de configurações
O “Face” deve abrir uma janela ampla, exibindo todos os aplicativos que você tem utilizado (e alguns que você nem usa mais), cada qual com suas permissões de acesso.
Role mais para baixo e selecione a sessão Aplicativos usados por outras pessoas.Facebook aplicativos usados por outras pessoas - privacidade
Na próxima tela, você deve selecionar ou “deselecionar” os tipos de informações a que outros aplicativos deverão ter acesso.
Tenha em mente que estas configurações são aplicadas “indiscriminadamente”, ou seja, todos os aplicativos de terceiros serão afetados por seus configurações ao tentar acessar os seus dados no Facebook.

Facebook informações disponiveis para aplicativos de outras pessoas
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Como instalar a rede social corporativa eXo Platform no Ubuntu

A eXo platform é uma plataforma de colaboração social, de código aberto. Escrito em Java e Groovey. Oferece recursos de Intranet semelhantes aos do Facebook e mais outros, tais como, wikis, fóruns, calendários de eventos, conteúdos web, acompanhamento das atividades de outros usuários e gestão de documentos — tudo dentro de um só pacote.
Instalar exo platform
Neste artigo, vamos fazer uma breve introdução à instalação da eXo Platform 4.0 Community Edition, em uma máquina rodando o sistema operacional Ubuntu uma máquina virtual Java OpenJDK 7. A eXo Platform se encontra disponível para download no site da empresa, na versão comercial e na edição comunitária. Em seguida, vamos ver como baixar, executar o servidor da aplicação e como fazer as configurações administrativas iniciais da plataforma, a partir de um navegador.

Onde baixar a exo platform

Para começar a experimentar, abra um terminal (Ctrl + Alt + T, no Ubuntu) e faça o download dentro de um diretório adequado para você:

wget http://sourceforge.net/projects/exo/files/Platform4.0/eXo-Platform-community-4.0.0.zip

Como instalar a eXo Platform 4 Comunity Edition no Ubuntu ou Debian

Ter o Java instalado no seu sistema é um pré-requisito. Se você atende a esta especificação, vamos em frente com a instalação do sistema. O próximo passo, é desempacotar o produto:

unzip eXo-Platform-community-4.0.0.zip

Vamos entrar no diretório criado pelo descompactador:

cd platform-community-4.0.0/

Agora, inicie o servidor:

./start_eXo.sh

Este processo pode ser um pouco demorado. Quando chegar ao fim, você verá uma mensagem semelhante à seguinte:

 | INFO  | Server startup in 1011458 ms [org.apache.catalina.startup.Catalina<main>]

Agora, abra o seu navegador e forneça o endereço http://localhost:8080/portal/. No meu caso, este também demorou um pouco.
Na tela inicial, informe os seus dados para cadastro de uma conta de usuário e, logo abaixo, informe a senha do administrador do sistema (root) e confirme.
instalar, exo platform, linux

Configurações iniciais

Na outra tela, você poderá criar novos usuários e grupos. Isto é opcional. Você pode continuar a explorar o sistema e deixar isto para depois, no painel de controle (dashboard).
criar usuários e grupos na exo platform
Ao clicar no botão start, somos levados ao endereço http://localhost:8080/portal/intranet que, neste caso, corresponde ao Administration dashboard, o painel de controle de administrativo.
painel de controle administrativo dashboard - exo platform
A partir do dashboard atividades administrativas, como adicionar ou remover usuários e grupos podem ser realizados sempre que necessário.

Como sair do exo platform

Emergencialmente, você pode parar tudo com Ctrl + D, mas não é recomendável. O jeito certo é ir ao terminal – pode ser aquele de onde você começou tudo e dar o comando:

./stop_exo.sh

Eventualmente, pode ser necessário, usar Ctrl + Z para readquirir o controle do terminal a partir do qual você executou a eXo Platform. Só então, será possível dar o comando de finalização. Tenha paciência, pois ele pode demorar um pouco para concluir esta tarefa.

Prolongue a vida útil das suas baterias com estas 7 dicas

As dicas, aqui, se referem às baterias amplamente usadas em celulares, smartphones, câmeras, notebooks, tablets etc. Vou me concentrar no seu uso em smartphones, mas os conceitos e as dicas valem para outros dispositivos – desde que a bateria usada seja de íons de lítio.
Baterias ions de litio panasonicDurante muitos anos, as baterias recarregáveis de níquel metal-hidreto ou de Níquel Cádmio, entre outras, reinaram e foram muito usadas nos celulares e nas câmeras digitais, até bem pouco tempo atrás. Muitas informações que as pessoas têm e divulgam sobre baterias, se referem a estas e não têm qualquer aplicabilidade em relação às “novas” baterias de íons de lítio, que predominam no mercado de consumo amplamente.

Aqui, vamos falar sobre como economizar a vida útil da sua bateria. Se você tem interesse em melhorar a eficiência da carga da sua bateria, talvez este artigo ajude.

Uma breve história das baterias de íons de lítio

Não vou me demorar muito a contar a história desta tecnologia, mas, se você não tiver interesse algum no assunto, pode pular estes parágrafos numa boa.
Chamar esta tecnologia de “nova” é um tanto quanto irônico, uma vez que há registros de trabalho e pesquisa com baterias de lítio, desde 1912, realizados por Gilbert Newton Lewis (1875 – 1946), um químico norte-americano.
As primeiras baterias de lítio não recarregáveis só vieram a se tornar comercialmente viáveis no início da década de 1970.
Baterias SonyAs tentativas de desenvolver baterias de lítio recarregáveis fracassavam, em função da instabilidade inerente deste metal (o mais leve de todos). Portanto, as pesquisas acabaram seguindo na direção de uma bateria de lítio não-metálica, usando íons de lítio.

Ainda que provido de menor densidade energética que o metal lítio, trabalhar com íons de lítio é mais seguro, desde que tomadas algumas precauções ao carregar e descarregar.

As primeiras baterias de íons de lítio, da Sony, chegaram ao mercado em 1991, baseadas na pesquisa do físico John Goodenough

Ainda que as baterias de lítio modernas sejam, já, consideradas estáveis, elas ainda oferecem alguns riscos. Tanto o calor externo como curtos-circuitos internos podem causar o seu sobre aquecimento. A sobrecarga da bateria libera oxigênio, que é tudo o que uma combustão precisa.

Para prevenir acidentes, cada pacote de baterias inclui um minicomputador equipado com mini sensores de temperatura e reguladores de voltagem.

Entre outras medidas de proteção, as baterias “avisam” que estão totalmente carregadas, quando estão a apenas 50% da carga – nível, acima do qual, não é mais seguro continuar com a carga em baterias de cobalto de lítio.

As pesquisas com baterias de lítio continuam com grande intensidade. No mercado brasileiro, já é possível encontrar baterias de polímero de lítio. Mas ainda é incerto dizer se o futuro das baterias seguirá, mesmo, por este caminho.

Tal como qualquer outra bateria, as de íons de lítio descarregam sozinhas, quando estão sem uso. As dicas, que seguem, valem especificamente para este tipo de bateria e, provavelmente, romperão alguns velhos paradigmas.

Não descarregue completamente a bateria

Este processo só deve ser usado para calibragem. E, para ficar claro, “descarregar completamente” (deep-cycle discharge) significa “drenar” a bateria até que sua carga chegue ao vermelho – o que equivale a uma carga abaixo de 20%. Fique atento aos indicadores na tela do seu aparelho, portanto.

O fato é que a sua bateria não foi projetada para chegar a estes níveis de “inanição” e você estará reduzindo significativamente a vida útil da sua bateria se continuar com esta prática.

Para ser ainda mais claro (e um pouco chato e repetitivo, eu sei…), a dica é NÃO deixe a sua bateria descarregar completamente.

Não sobrecarregue e não use carregadores de procedência duvidosa

Gremlin

Este tipo de bateria é muito sensível à sobrecargas e, certamente, explodirá se for submetida a cargas maiores do que sua capacidade.

Embora tenha proteção contra sobrecargas, um carregador defeituoso, em vez de se desligar após completar a carga, pode continuar a “empurrar” elétrons para dentro da bateria, o que irá causar uma explosão.

Aparentemente, carregamos “gremlins” no bolso, durante o dia e dormimos ao lado deles, à noite.

Recarregue seus eletro eletrônicos, quando estiverem desligados

Eu sei. A gente precisa que o celular fique ligado 24h, mas…

Ao manter ligado o seu aparelho, durante o processo de recarga, esta poderá não se completar satisfatoriamente — isto acontece por que o seu carregador se confunde com a descarga ocorrendo de um lado, enquanto a carga ocorre do outro.

Este é um dos menores problemas, com certeza, mas reduz a vida útil da sua bateria. Sempre que puder, portanto, desligue os aparelhos enquanto suas baterias estiverem sendo carregadas. Até por que, se você seguir as dicas 5 e 6, não vai precisar ficar com o aparelho desligado por muito tempo.

Não exponha suas baterias à temperaturas muito altas, nem muito baixas

Bateria de notebook inchada ExplosãoJamais deixe a sua bateria e seu aparelho (com ela dentro) expostos ao sol. As baterias não são feitas para suportar calor. Usuários de notebooks, laptops, netbooks etc, no uso prolongado, devem retirar a bateria e deixar o aparelho conectado diretamente à tomada. O calor gerado pelo uso normal do seu laptop é suficiente para danificar a sua bateria.

Siga o manual do seu equipamento, que provavelmente, condena o uso sobre a cama ou outros locais que tampam a ventilação, que comumente fica embaixo e nas laterais.

Pessoas que moram em lugares frios também devem ser cuidadosas. Embora seja muito raro a temperatura, no Brasil, chegar aos 5 graus celsius, não é recomendável recarregar a esta temperatura. é interessante aquecer um pouco a bateria antes de iniciar o processo de recarga — isto acontece por que a capacidade máxima de voltagem que a bateria pode receber se reduz com o frio.

Tente não carregar completamente

Carregar “até a tampa”, estressa a sua bateria e este é um fator significante na redução da sua vida útil. Altos níveis de carga contribuem para aumentar a temperatura da bateria — principalmente durante a carga. E, como já sabemos, o calor é o inimigo número um neste caso.

Os fabricantes da sua bateria e do seu aparelho sabem disto. Por isto, a energia é cortada, assim que a carga atinge 100%. Quando o seu aparelho está funcionando, ele continua consumindo. Assim que a carga cair para 95%, o seu carregador vai começar o processo de recarga novamente – até você o desconectar da tomada.

Por pior que seja, este processo não é tão danoso quanto descarregar totalmente a sua bateria.

6. Recarregar parcialmente a sua bateria não é ruim

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Na verdade, a recarga parcial é uma coisa boa. Você pode começar a recarregar aos 30% (por exemplo) e desconectar aos 70%. Baterias de íons de lítio não têm efeito memória, elas não viciam. Esta é uma prática saudável.

Os especialistas recomendam que se faça uma descarga/carga completa de vez em quando, neste caso. Não precisa ser toda semana.

Como armazenar adequadamente as baterias

Aqui a dica é seguir a prática dos fabricantes de celulares, notebooks etc. Já notou que, quando você liga o seu aparelho recém adquirido, ele está com carga parcial?!

Pois é. Baterias de íons de lítio que vão ficar guardadas devem estar com a carga entre 40% e 60%. Qual o motivo disto?

perguntas estúpidas

Baterias deste tipo têm um circuito de proteção que se desativa se a carga diminuir abaixo de um certo nível. Se isto acontecer, não importa o que você faça, a sua bateria não vai mais “pegar carga”. Quando o baixo nível de carga se prolonga, você pode causar um curto circuito se tentar recarregá-la.

Aí você pergunta: “Então por que a gente não ‘enche’ logo até os 100%, antes de guardar?!”

O problema é que, ao “encher até a tampa”, você estará “estressando” a bateria, lembra? Em consequência disto, seu nível baixará ainda mais depressa. Não vale a pena, portanto.

Outra coisa: você não deve esquecer a bateria num canto. Deve verificar e recarregar parcialmente de tempos em tempos, se quiser preservá-la. E guarde-a em local fresco e seco.