Como instalar a interface de linha de comando do WordPress

Alguns usuários podem ter utilidade para uma interface de linha de comando, para realizar atividades administrativas relacionadas ao WordPress.
Para estes, existe o wp-cli — WordPress Command Line Interface, ou “interface de linha de comando do WordPress”.

Sua instalação é simples e leva menos de 30 segundos (verdade!).
Veja quais são os prerequisitos para baixar, instalar e usar o wp-cli:

  1. Ambiente UNIX-like, o que inclui o OSX, sua distro Linux favorita, FreeBSD e Cygwin (para usuários Windows). No ambiente Windows, há suporte limitado do aplicativo, mas é possível usá-lo.
  2. PHP — a versão 5.3.29 é requerida, mas as atuais distribuições GNU/Linux já estão usando versões superiores à 7.0.
  3. WordPress 3.7 ou superior.

Por fim, use o comando wget (ou o curl) para fazer o download do wp-cli.phar:


wget https://raw.githubusercontent.com/wp-cli/builds/gh-pages/phar/wp-cli.phar

Se preferir usar o curl, faça assim:


curl -O https://raw.githubusercontent.com/wp-cli/builds/gh-pages/phar/wp-cli.phar

Verifique se aplicativo já está funcionando adequadamente:


php wp-cli.phar --info

PHP binary: /usr/bin/php7.0
PHP version:    7.0.19-1
php.ini used:   /etc/php/7.0/cli/php.ini
WP-CLI root dir:    phar://wp-cli.phar
WP-CLI vendor dir:  phar://wp-cli.phar/vendor
WP_CLI phar path:   /home/apps
WP-CLI packages dir:    
WP-CLI global config:   
WP-CLI project config:  
WP-CLI version: 1.3.0

Para tornar o uso do aplicativo mais simplificado, vamos torná-lo executável:


chmod +x wp-cli.phar 

… e movê-lo para um diretório mais apropriado.


sudo mv wp-cli.phar /usr/local/bin/wp

Agora já será possível executá-lo, sem digitar “PHP” no começo:


wp --info

PHP binary: /usr/bin/php7.0
PHP version:    7.0.19-1
php.ini used:   /etc/php/7.0/cli/php.ini
WP-CLI root dir:    phar://wp-cli.phar
WP-CLI vendor dir:  phar://wp-cli.phar/vendor
WP_CLI phar path:   /home/apps
WP-CLI packages dir:    
WP-CLI global config:   
WP-CLI project config:  
WP-CLI version: 1.3.0

Se preferir, na hora de baixar o programa, é possível optar pela versão nightly (a versão dos desenvolvedores). Ela tem os recursos mais atuais, porém é menos testada do que a versão estável.


wget https://raw.githubusercontent.com/wp-cli/builds/gh-pages/phar/wp-cli-nightly.phar

Feito o download, basta repetir os procedimentos acima — tendo o cuidado de trocar o nome da versão estável pelo da nightly.


Sempre que quiser atualizar o wp-cli, use a opção ‘update’:


sudo wp cli update
[sudo] senha para justincase: 
Success: WP-CLI is at the latest version.

Se quiser passar a usar a versão nightly, é possível fazer a troca também através do ‘update’. Veja:


sudo wp cli update --nightly

Como configuração adicional, torne o aplicativo amigável ao recurso de autocompletar:


wget https://raw.githubusercontent.com/wp-cli/wp-cli/master/utils/wp-completion.bash

Use o source, para incluir o recurso no BASH, inclua a seguinte linha no seu .bashrc:


source /caminho/para/wp-completion.bash 

… ou seja, se este arquivo estiver no seu diretório home, use “source ~/wp-completion.bash” (sem as aspas).
Para que a alteração tenha efeito imediato, rode o comando:


source ~/.bash_profile

Agora, é só usar!

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Referências

https://make.wordpress.org/cli/handbook/installing/.
Leia mais sobre WordPress, neste site.

Teste o seu servidor para saber se ele suporta as últimas versões do WordPress

O sistema de gestão de conteúdo WordPress não é dos mais exigentes, em termos de recursos de hardware e software, mas para ter um desempenho melhor há algumas recomendações mínimas que o seu host precisa satisfazer.
Embora o hardware e a largura de banda disponível para o tráfego sejam fundamentais para o desempenho do WordPress, como CMS (Content Management System ou sistema de gestão de conteúdo), neste post vou me ater aos requisitos de software no servidor.
Se tiver dúvidas, em algum ponto, clique nos links ou nas tags no texto para obter maiores especificidades sobre algum tema.

O que você precisa ter para poder testar o seu servidor

Servidores podem ser testados à distância, online ou através de sites especializados neste tipo de tarefa.
Por questões de segurança, contudo, muitos administradores procuram esconder informações sobre as versões dos softwares instalados nos seus sistemas.
Entretanto, um dos requisitos para instalar o WordPress é ter acesso SSH ao servidor — a menos que você vá realizar todos os procedimentos em uma máquina local.
Portanto, neste texto, partimos do pressuposto de que você tem acesso SSH (Secure SHell) ao seu servidor, que é o suficiente para obter as informações de que necessita.

O sistema operacional

Você pode instalar tudo o que precisa, para dar suporte ao WordPress em uma máquina Windows, MacOS, UNIX (FreeBSD) etc.
O sistema operacional Linux, contudo é o mais usado — pelo baixo custo e pela confiabilidade.
Há alguns testes propostos neste artigo, que levam em conta uma instalação Linux.
Estes testes pode ser realizados em outros sistemas operacionais, com pouca ou nenhuma edição.

Em outras palavras, para o fim deste artigo, o sistema operacional que você tem aí, não é tão relevante.

Os requisitos de sistema

Localmente, você pode instalar, por conta própria, um servidor LAMP (acrônimo que corresponde a Linux, Apache, MySQL/MariaDB e PHP).
Se tiver interesse em montar um servidor deste tipo, veja alguns artigos que podem te ajudar:

De maneira resumida, Para rodar a versão mais atual do WordPress, com segurança e máximo desempenho, você precisa ter suporte aos seguintes softwares (e versões):

  • Servidor web Apache ou Nginx.
  • PHP na versão 7 ou superior.
  • Um destes 2 bancos de dados:
    • MySQL 5.6 ou superior
    • MariaDB 10.0 ou superior
  • suporte a HTTPS (não é obrigatório, mas é bom ter).

É possível usar outros servidores web (com suporte a PHP e MySQL/MariaDB), tal como o Lighttpd. Além disto, versões atuais do WordPress (na data deste post) ainda funcionam em versões anteriores do PHP.
Contudo, a melhor relação entre alta performance e segurança, só serão obtidos sob aqueles requisitos listados acima.
Vale ressaltar que as versões mais antigas do PHP e do MySQL já atingiram seus tempos de vida e já não recebem atualizações de segurança — o que pode expôr o seu site a vulnerabilidades e a ataques de crackers.
Por último – e não menos importante – este site usa e recomenda o DreamHost, como provedor de hospedagem.
O DreamHost faz uso das versões mais atuais dos softwares requeridos, tem suporte a HTTPS e dispõe de instalação automática do WordPress (one-click install), o que pode te poupar muito tempo.

Como verificar se as versões dos softwares requeridos estão presentes

Acesse o servidor localmente (com um terminal) ou remotamente (via SSH) e siga os procedimentos abaixo.
Para verificar o PHP e sua versão:


php --version

PHP 7.0.19-1 (cli) (built: May 11 2017 14:04:47) ( NTS )
Copyright (c) 1997-2017 The PHP Group
Zend Engine v3.0.0, Copyright (c) 1998-2017 Zend Technologies
    with Zend OPcache v7.0.19-1, Copyright (c) 1999-2017, by Zend Technologies

Para verificar se o MySQL está presente e sua versão:


mysql --version

mysql  Ver 15.1 Distrib 10.1.23-MariaDB, for debian-linux-gnu (x86_64) using readline 5.2

Acima, note que o comando ‘mysql’ exibe a versão do MariaDB.
Isto ocorre, por que é este último que se encontra instalado e não o MySQL.
Ainda assim, pelo motivo de facilitar a transição, o comando mysql ainda funciona em instalações de bancos de dados (exclusivamente) MariaDB.
Para conferir o MariaDB:


mariadb --version

mariadb  Ver 15.1 Distrib 10.1.23-MariaDB, for debian-linux-gnu (x86_64) using readline 5.2

Por fim, em sistemas Linux atuais (com o systemd) é possível conferir o status do Apache, como este comando:


systemctl status apache2

● apache2.service - The Apache HTTP Server
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/apache2.service; enabled; vendor preset: 
   Active: active (running) since Mon 2017-07-24 09:58:25 -03; 3 days ago
  Process: 16914 ExecReload=/usr/sbin/apachectl graceful (code=exited, status=0/
 Main PID: 597 (apache2)
    Tasks: 7 (limit: 4915)
   CGroup: /system.slice/apache2.service
           ├─  597 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16930 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16931 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16932 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16933 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16934 /usr/sbin/apache2 -k start
           └─17106 /usr/sbin/apache2 -k start

Outra forma de verificar a versão do Apache, está descrita neste post.

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Referências

Como instalar um servidor web LAMP no Debian 9

Um servidor web é um ponto de início básico para poder instalar e usar uma série de outros softwares e serviços, como galeria de fotos, blog, fórum ou apenas um simples site HTML.
O LAMP é, basicamente, um web server Linux, que inclui o Apache, um banco de dados e suporte à linguagem de programação PHP.

O assunto já rendeu várias tags LAMP e posts diversos, neste mesmo site.
No decorrer do texto, sugiro clicar nos links, sempre que tiver alguma dúvida e queira se aprofundar um pouco mais em um ponto específico.
O conceito é bastante flexível, como podemos ver a seguir

O que é um servidor web LAMP

Como conceito, o LAMP inclui estas 4 “peças”:

  • Você pode usar uma das diversas opções Linux disponíveis. Neste texto, estamos nos baseando no Debian 9 Stretch — que é uma versão LTS do sistema operacional, ou seja, vai ter suporte prolongado até 2022, após quase 2 anos de desenvolvimento — uma ótima opção, portanto, a ser usada em um servidor. A gama de sistemas operacionais, contudo, inclui o FreeBSD e até mesmo o Windows. Neste último caso, o servidor leva o nome de WIMP (Windows, IIS, MySQL e PHP) e, como você pode ver no link para o Urban Dictionary, o termo costuma ter sentido pejorativo.
    Como alternativas, já escrevi sobre como instalar o LAMP no Ubuntu e no OpenSUSE.
  • O servidor web, de que falamos aqui, é o Apache. Alternativas comuns são o Nginx e o Lighttpd.
  • O banco de dados MySQL foi a escolha perfeita deste quarteto, por muito tempo. Hoje, há um processo de migração para o MariaDB em curso — e o Debian está seguindo esta tendência.
  • Por último, temos a escolha da linguagem de programação, até onde se estende a flexibilidade do conceito.
    As escolhas mais comuns são, pela ordem, PHP, Python e Perl — que coincidentemente começam com a letra ‘P’.
    Entretanto, se quiser rodar apps web importantes, como o WordPress, e-commerce ou Piwigo, você vai precisar do PHP.
    Servidores Linux, contudo, já costumam incluir suporte ao Perl e ao Python.
    Se você tem interesse no uso de alguma destas duas opções, verifique se estão presentes no servidor com os seguintes comandos:

    
    perl --version
    
    This is perl 5, version 24, subversion 1 (v5.24.1) built for x86_64-linux-gnu-thread-multi
    (with 67 registered patches, see perl -V for more detail)
    
    Copyright 1987-2017, Larry Wall
    
    ...
    
    
    python --version
    
    Python 3.5.3
    

    Tenha em conta que o Python pode ter 2 versões independentes instaladas, em muitas distribuições GNU/Linux.

Como instalar o servidor web no Debian

O Debian tem uma ferramenta que automatiza a instalação de meta pacotes para o seu sistema.
Sugiro ler sobre o tasksel, mais tarde, para ver o que mais o utilitário pode fazer por você.
Para ter o Apache instalado e rodando, em poucos minutos, rode o seguinte comando:


sudo tasksel install web-server

debian tasksel web-server
Debian tasksel web-server install
Para verificar se o seu web server está funcionando direito, execute o seguinte:


sudo service apache2 status

[sudo] senha para justincase: 
● apache2.service - The Apache HTTP Server
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/apache2.service; enabled; 
   Active: active (running) since Sun 2017-07-16 12:26:00 -03; 15
 Main PID: 6524 (apache2)
    Tasks: 55 (limit: 4915)
   CGroup: /system.slice/apache2.service
           ├─6524 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─6526 /usr/sbin/apache2 -k start
           └─6527 /usr/sbin/apache2 -k start

jul 16 12:26:00 ultra-5 systemd[1]: Starting The Apache HTTP Serv
jul 16 12:26:00 ultra-5 apachectl[6513]: AH00558: apache2: Could 
jul 16 12:26:00 ultra-5 systemd[1]: Started The Apache HTTP Serve
lines 1-13/13 (END)

Procure por “active (running)“.
Debian test web-server Apache
Você também pode testar o Apache invocando o daemon diretamente (ops!), da seguinte forma:


sudo apachectl -v

Server version: Apache/2.4.25 (Debian)
Server built:   2017-06-20T19:29:11

Outro método de verificar se tudo está OK, é acessar o servidor via web: abra o endereço http://localhost em seu navegador.

Até agora, já temos o Apache rodando no sistema.
Falta o banco de dados e o PHP…

Como instalar o MariaDB no Debian

O banco de dados pode ser instalado via apt:


sudo apt install mariadb-server mariadb-client 

Ainda existe a necessidade de instalar uma pequena biblioteca para ajudar na integração entre o PHP e o banco de dados, que iremos ver no próximo tópico.
Por enquanto, faremos uma rápida checagem:


mariadb --version

mariadb  Ver 15.1 Distrib 10.1.23-MariaDB, for debian-linux-gnu (x86_64) using readline 5.2

ou pode usar o service, como fez, anteriormente, com o Apache:


sudo service mariadb status

● mariadb.service - MariaDB database server
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/mariadb.service; enabled; vendor preset: enabled)
   Active: active (running) since Sun 2017-07-16 15:17:52 -03; 15min ago
 Main PID: 9974 (mysqld)
   Status: "Taking your SQL requests now..."
   CGroup: /system.slice/mariadb.service
           └─9974 /usr/sbin/mysqld

jul 16 15:17:50 ultra-5 systemd[1]: Starting MariaDB database server...
jul 16 15:17:51 ultra-5 mysqld[9974]: 2017-07-16 15:17:51 139788240409152 [Note] /usr/sbin/mysqld (mysqld 10.1.23-MariaDB-9+deb9u1) starting as proces
jul 16 15:17:52 ultra-5 systemd[1]: Started MariaDB database server.

Se o serviço não estiver active, ative-o assim:


systemctl start {apache2,mariadb}

Como instalar o PHP no Debian

Alguns tutoriais recomendam a instalação do PHP primeiro. Isto pouparia o tempo de reiniciar o Apache. Fora isso, o resultado é o mesmo.
O Debian 9 já usa, não somente, o MariaDB como padrão, como o PHP 7.0 em seus repositórios.
Tradicionalmente, a instalação é feita assim:


sudo apt install php php-mysqli apache2-mod-php7.0

Instale o phpmyadmin

Por fim, o phpmyadmin cumpre duas funções neste processo, como um todo.
É raro realizar operações diretamente no banco de dados, se você pretende usar aplicativos como o WordPress — uma vez que há plugins para isso.
Mas nem todo mundo gosta de confiar tarefas de manutenção do banco de dados a ferramentas de terceiros.
Além disto, os plugins acrescentam “peso” ao seu site e o “manual das boas práticas” manda não abusar do recurso.

O phpmyadmin, permite realizar tarefas administrativas nos bancos de dados MySQL/MariaDB.
A ferramenta representa um meio-termo entre a simplicidade dos plugins e a complexidade da linha de comando (CLI).

A segunda função do aplicativo é ajudar a verificar se toda a instalação, feita até aqui, ocorreu bem.


sudo apt install phpmyadmin


Isto feito, não se esqueça de reiniciar o serviço do Apache:


sudo systemctl restart apache2

O fato é que se ficou faltando alguma coisa, nos passos anteriores, a instalação do phpmyadmin irá cuidar de garantir que todas as dependências estejam instaladas e configuradas.
phpmyadmin frontscreen
Basta abrir a página http://localhost/phpmyadmin, para ver se tudo está bem ou não.

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Como criar tabelas MySQL em um script PHP

Já expliquei anteriormente, no artigo como criar tabelas no MySQL como realizar esta mesma tarefa dentro da linha de comandos do MySQL.
Neste texto, vou mostrar como obter o resultado através de um script PHP.
Abra o seu editor de textos favorito e vamos ao código:

<html>
<head>
<title>Como criar tabelas com PHP</title>
</head>
<body>
<?php
/* substitua as variáveis abaixo pelas que se adequam ao seu caso */
$dbhost = 'localhost:3036'; // endereco do servidor de banco de dados
$dbuser = 'root'; // login do banco de dados
$dbpass = 'minhasenha'; // senha
$dbname = 'nomebanco'; // nome do banco de dados a ser usado
$conecta = mysql_connect($dbhost, $dbuser, $dbpass, $dbname);
$seleciona = mysql_select_db($dbname);
$sqlcriatabela = "CREATE TABLE contatos (nome VARCHAR(50), telefone VARCHAR(25));";
$criatabela = mysql_query( $sqlcriatabela, $conecta );

// inicia a conexao ao servidor de banco de dados
if(! $conecta )
{
  die("<br />Nao foi possivel conectar: " . mysql_error());
}
echo "<br />Conexao realizada!";

// seleciona o banco de dados no qual a tabela vai ser criada
if (! $seleciona)
{
  die("<br />Nao foi possivel selecionar o banco de dados $dbname");
}
echo "<br />selecionado o banco de dados $dbname";

// finalmente, cria a tabela 
if(! $criatabela )
{
  die("<br />Nao foi possivel criar a tabela: " . mysql_error());
}
echo "<br />A tabela foi criada!";

// encerra a conexão
mysql_close($conecta);
?>
</body>
</html>

Crie uma tabela temporária no MySQL

Ao usar o parâmetro TEMPORARY, a tabela seria criada e depois eliminada, ao final da sessão, com o comando mysql_close($conecta); na linha 39. Assim, a cada vez que a página é recarregada, a tabela é recriada e removida.
Altere o código, pratique e divirta-se!

Gosta do NetBeans? Use o nightly build e ajude os desenvolvedores.

Uma das melhores formas de ajudar os programadores do seu aplicativo preferido é usar a versão em desenvolvimento e permitir o feedback automático do uso ao projeto.
Assim, à medida em que você experimenta os mais novos recursos do aplicativo, ajuda dando retorno à equipe de desenvolvimento sobre o que funciona ou não no programa; sobre o que está bom e o que ainda precisa ser melhorado, antes do lançamento.

O NetBeans é um projeto de código aberto, livre e bem sucedido.

Se você tem interesse em ajudar este (ou qualquer outro projeto) é possível fazê-lo de diversas maneiras: na documentação, na tradução (do programa e da documentação), dando sugestões de melhoria do código, criando plug ins etc.
Todas estas opções pedem algum nível de engajamento com as equipes responsáveis.
Se você apenas quer usar uma versão em desenvolvimento, contudo, não precisa sequer dar o seu nome ou criar uma conta no projeto — basta baixar e usar.

A versão em desenvolvimento convive bem com a versão estável

captura de tela netbeans 8 and nightly
Sim. Você pode ter as duas instaladas no seu computador.

A ideia é que você possa trabalhar e continuar a escrever código usado na produção na IDE estável e testar o seu trabalho, sem correr riscos desnecessários, na nightly build.

A convivência entre as duas versões é pacífica e produtiva — permitindo que os dados de usuário de uma sejam importados para a outra.

Qual a melhor versão de desenvolvimento a ser usada?

Embora seja possível espelhar na sua máquina os repositórios GIT dos desenvolvedores, o ideal, de acordo com as equipes de desenvolvimento, é baixar a nightly build oficial do site.
O que ocorre é que, ao usar a versão dos repositórios há maiores possibilidades de contaminar os relatórios com bugs inválidos, oriundos das configurações particulares do seu sistema.
São versões mais adequadas a quem é desenvolvedor do Netbeans. Então, se quiser ajudar, não faça isso.

Onde baixar o NetBeans nightly build

Na mesma página de downloads “normais”, há um link pra página de downloads das versões em desenvolvimento. Ao final deste artigo, estão disponíveis este e outros links.
site de download do netbeans nightly build
Na página de download oficial do nightly build do NetBeans, há várias distribuições do aplicativo para baixar. Escolha a sua:

  • Java SE
  • Java EE
  • C/C++
  • PHP
  • Tudo (distribuição completa)

Dê um passo a mais

Se você é um usuário avançado do NetBeans e tem fluência no inglês, pode fazer parte do NetCat.

  1. De maneira resumida, o NetCat é um programa para envolver a comunidade de usuários do NetBeans em testes da versão de desenvolvimento do aplicativo.
  2. Os participantes fornecerão feedback sobre a usabilidade do produto, sua qualidade e sua performance.
  3. Em retorno, você terá uma oportunidade de influenciar significativamente a qualidade e os rumos do desenvolvimento da IDE NetBeans.

Os participantes do programa NetCat respondem a questionários e têm suas opiniões levadas em conta nas decisões do projeto.
Entre os benefícios, os participantes com 20 ou mais pontos de atividades, recebem um certificado de reconhecimento de participação no projeto.
Adicionalmente, os 3 maiores contribuidores recebem recomendação oficial no Linkedin.com.
Você pode pontuar por revisar um tutorial, testar uma versão do NetBeans no seu sistema operacional, responder a uma pesquisa de satisfação etc.

Use o script do Luis Lobo

O desenvolvedor Luis Lobo montou um script que faz a busca e o download da última versão do nightly build.
Para usá-lo, abra o seu editor de textos preferido, copie e cole o código abaixo:

#!/bin/bash
echo "Starting compilation..."
DOWN_DIR=~/Downloads/netbeans-nightly
NETBEANS_ZIP=netbeans-nightly.zip
NETBEANS_NIGHTLY_DIR=~/netbeans

echo "Setting up directories..."
mkdir -p $DOWN_DIR
mkdir -p $NETBEANS_NIGHTLY_DIR

echo "Downloading Netbeans Nightly Build..."
cd $DOWN_DIR
lynx -dump http://bits.netbeans.org/download/trunk/nightly/latest/zip | grep http://bits.netbeans.org/download/trunk/nightly/latest/zip/netbeans | awk '{print $2}' | tail -1 | wget -i - --output-document=$DOWN_DIR/$NETBEANS_ZIP

echo "Unzipping Netbeans..."
unzip -uo $DOWN_DIR/$NETBEANS_ZIP -d $NETBEANS_NIGHTLY_DIR

echo "Building Netbeans..."
export ANT_OPTS="-Xmx256m -XX:MaxPermSize=96m"
cd $NETBEANS_NIGHTLY_DIR/nbbuild
ant | tee > build.log

ln -s ~/bin/nbdev $NETBEANS_NIGHTLY_DIR/nbbuild/netbeans/bin/netbeans

echo "All done!"
echo "Current space usage: "
du -hc -d 1 $NETBEANS_NIGHTLY_DIR

No Linux, grave o arquivo com o nome de getNetBeansNightly.sh.
Em seguida, dê ao script permissão de execução e o execute:

chmod aug+x getNetBeansNightly.sh
./getNetBeansNightly.sh

Se tudo correr bem, a IDE deve estar instalada no seu diretório home. Neste caso, pode ser executado com o seguinte comando:

~/netbeans/netbeans/bin/netbeans

A depender da sua distro Linux, pode ser necessário instalar o navegador web Lynx — ele é requerido para a execução do script.
No Debian ou no Ubuntu, você pode usar o apt, para baixar e instalar o Lynx:

sudo apt install lynx

Este script faz bem o serviço. Mas há uma versão mais atual no github do desenvolvedor.
Se quiser remover a versão de desenvolvimento, recém instalada, basta apagar o diretório em que ela se encontra:

rm -vfr ~/netbeans/

Referências

Site oficial de download do NetBeans Nightly Build: http://bits.netbeans.org/download/trunk/nightly/latest/.
Site de download do script: https://github.com/luislobo/Netbeans-Nightly-Build-Script.