Controle recursos básicos e avançados de reprodução de vídeos com o painel do Youtube Control Center

O Youtube Control center é um plug in produzido pela inBasic (não é oficial do Google, portanto) que tem o objetivo de dar um pouco mais de controle ao usuário sobre o modo como seus vídeos tocam.
Eu testei o plug in usando o Google Chrome 70.0 beta (versão para desktop) — e tem versão para Firefox também. Links para download ao final do artigo.

Se você usa outra versão ou outro navegador e teve problemas ou algum outro tipo de comportamento do software, conta pra gente, nos comentários.

O que é o YouTube Control Center

O plugin é parte de um projeto de código aberto para melhorar a experiência de uso do Youtube para o usuário final (expectador), oferecendo mais controles para a reprodução de seus vídeos.

A interface é simples, leve e muito pouco invasiva.

Dá para ajustar a qualidade padrão ou mínima para a exibição dos seus vídeos, escolher a cor dos controles do player e da barra de progresso — bem como pular as propagandas (mas isto é ruim para os vloggers que você gosta).

O que o Youtube Control Center pode fazer por você

A lista de configurações permitidas pelo add on é grande.
Segue uma relação mais resumida:

  • Definir a qualidade de reprodução preferida para todos os vídeos
  • Definir o volume de reprodução de vídeo preferido para todos os vídeos [apenas na versão XUL]
  • Controlar o comportamento de reprodução automática do player do YouTube
  • Controlar o comportamento do autobuffer do player
  • Pausar automaticamente todos os players do YouTube quando um novo começa [apenas versão XUL]
  • Mostrar anotações de vídeo no player
  • Mostrar controles de vídeo no player [apenas na versão XUL]
  • Ocultar automaticamente os controles de vídeo depois que um vídeo começar a ser reproduzido [apenas na versão XUL]
  • Reproduzir um único vídeo no modo loop [apenas na versão XUL]
  • Alterar o tema do player de vídeo [apenas na versão XUL]
  • Ocultar / Mostrar painel “comentários de vídeo”
  • Ocultar / Mostrar painel “Informações de visualizações de vídeos”
  • Ocultar / Mostrar painel de “botões de ação” (“como”, “não gostar”, “compartilhar”, … botões)
  • Ocultar / Mostrar detalhes “painel (informações publicadas, comprar vídeo, …)
  • Mostrar controles de vídeo, mesmo no modo de tela inteira
  • Desativar a reprodução automática da próxima faixa da lista de reprodução

Algumas opções têm efeito imediato. Outras requerem que você recarregue a página do vídeo ou reinicie o navegador.

Referências

Você pode baixar e instalar o plugin/addon Youtube Control Center nestes links:

  1. Para Firefox: https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/youtube-control-center/
  2. Para Chrome: https://chrome.google.com/webstore/detail/youtube-control-center/boplfaeblpnpahldaijlikpgdbgdmhko

Os 4 primeiros ajustes avançados a fazer no GNOME depois da instalação

O Debian e o Ubuntu são duas das distribuições GNU/Linux mais usadas, que usam o GNOME como ambiente desktop completo.
Se instalou recentemente o seu sistema com o GNOME, acompanhe a minha rápida lista de ajustes.

Para este post, vou fazer uso do GNOME Tweak Tools ou apenas “ajustes”, que já vem instalado por padrão. Embora, atualmente, eu use o Ubuntu 18.04 no notebook, no desktop estou com o Debian 10 instalado — e é baseado nesta configuração que este texto foi concebido.
gnome dash ajustes

Os botões das janelas

Como mencionei, uso Ubuntu no outro computador de trabalho e, como sabemos, lá o padrão do botão “fechar” é à esquerda da janela.

Eu concordo que este é um arranjo que tira melhor proveito do espaço e da tela.

Para facilitar a minha vida, prefiro que tanto no Debian quanto no Ubuntu, ambos fiquem no mesmo lugar. Por isso, no Debian gosto de configurar estes botões para o mesmo lado que ficam no Ubuntu.

No painel de Ajustes, selecione o item “Barra de título da janela”, à esquerda e selecione o posicionamento que achar mais conveniente para você.

Nesta mesma seção é possível acrescentar os botões Maximizar e Minimizar, se achar que são importantes.

Também dá para configurar as Ações do clique do mouse sobre a barra de título das janelas. Usualmente, deixo tudo do jeito que está e só altero o “Posicionamento” (o último item).
gnome ajustes barra de títulos

As informações da barra superior

Nesta seção costumo incrementar um pouco mais a minha interface.

Para o meu fluxo de trabalho, acho importante ter um “Menu de aplicativos” e a “Data” completa, ao lado do relógio.

No notebook, eu certamente ativaria também a exibição da “Porcentagem da bateria”.
gnome ajustes barra superior da interface gráfica

Limitando e fixando os espaços de trabalho

O padrão do GNOME, no Debian é a criação de “Espaços de trabalho dinâmicos” — ou seja, eles vão sendo criados sob demanda, à medida em que você vai necessitando deles.

Os espaços de trabalho, ou áreas de trabalho virtuais, podem ser um verdadeiro “dreno” para a sua memória. Por isso gosto de limitar ao tanto que realmente uso: 2.

Eu ligo também a última opção (veja imagem abaixo) “Espaços de trabalho se estendem por telas” — que quer dizer que o recurso não se restringirá apenas a um dos monitores (caso você use mais de um).
GNOME ajustes de espaços de trabalho

Inclusão de um menu de gestão de dispositivos removíveis

Na seção “Extensões”, eu só ativo o “Removable drive menu“, que permite montar e desmontar rapidamente pendrives, cartões de memória, HDs e SSD externos etc.

O “Places status indicator” não é uma prioridade, mas é um item que eu gosto — por que permite mais agilidade para chegar a qualquer drive ou pasta dentro do sistema — através de um menu posicionado no topo da tela, à esquerda.
painel de controle de ajustes de extensões do GNOME

Conclusão

Se você já é mais experiente, provavelmente tem suas próprias dicas de configuração — Por favor, conte mais, na sessão de comentários! 😉

No meu caso, esta é uma lista de “ajustes de urgência”, apenas para poder começar a trabalhar no computador.

No decorrer dos dias, à medida em que o vou usando e com o tempo, costumo fazer outros ajustes.

A maneira mais rápida de checar a saúde dos discos no Linux é esta.

Se o HD está fazendo barulhos estranhos (como estalos), você provavelmente está em maus lençóis.
O GNOME tem um aplicativo de gestão de dispositivos de armazenamento, que permite realizar diversas operações em pendrives, HDs, SSDs etc.

Neste post rápido, vou mostrar como obter dados básicos e rápidos a partir do Gerenciador de discos padrão, presente no Debian 10 e Ubuntu 18.04.

Encontre o aplicativo de gestão de dispositivos de armazenamento — Sim. Ele serve para pendrive, cartão de memória, SSD etc também.

Para chegar lá, acesse o Dash (use a tecla Super) e digite “disco”.
Ubuntu dash discos

Dentro do app de gestão de discos, selecione — à esquerda do painel — o dispositivo de armazenamento que você deseja diagnosticar — e a esta altura o diagnóstico já ocorreu e está sendo exibido na tela do painel, em Avaliação.
Disco rígido OK no Ubuntu

A mesma tela contém outras informações sobre o dispositivo de armazenamento selecionado, tais como Temperatura, tipo de sistema de arquivos etc.

Se você tiver algum problema no disco rígido, como setores defeituosos, ele será exibido na “Avaliação”.
Se, ainda, quiser realizar testes mais extensos e, eventualmente, corrigir problemas relacionados aos dispositivos, use o fsck.

Configure o DuckDuckGo como buscador padrão no Firefox

O Firefox já é um navegador mais amigável aos usuários que desejam ter mais privacidade online.
Ao fazer buscas mais “sensíveis” (conteúdo adulto, por exemplo), é comum as pessoas desejarem mais segurança e sigilo em relação aos seus dados e preferências de navegação.

O DuckDuckGo, como buscador, não permite rastreamento dos termos que você está usando. Claro que ele precisa de inserção de propagandas para financiar o projeto, mas apenas os termos da pesquisa são usados para determinar o tipo de comercial que será exibido. Seus dados pessoais ou os que permitam localizá-lo(a) não são colhidos.

Como configurar o Firefox para usar o DuckDuckGo como mecanismo de pesquisa padrão no PC ou no laptop

O Firefox já tem uma caixa de busca bastante democrática, que permite selecionar entre várias opções.
Firefox caixa de busca

Como comportamento padrão do Firefox, a última opção de busca se torna a padrão do navegador.

Quando o item não se encontra na lista, o jeito é configurar a ferramenta do navegador.
Você pode acessar o menu de configurações (ou preferences) através do botão de menu, no canto superior direito do navegador.
Uma outra forma de chegar lá (e talvez mais rápida) é através do endereço about:preferences#search (basta clicar ou tocar neste link).

Se o DuckDuckGo ainda não estiver aparecendo como opção, procure por ele em “Find more search engines” (encontre mais mecanismos de busca), na parte inferior da tela.

Isto é o suficiente para ter o DuckDuckGo como opção de buscas. É só usar.

Como configurar o Firefox para usar o DuckDuckGo como padrão no celular Android

O FireFox para dispositivos móveis (Android), no momento deste artigo, ainda é pouco amigável com o “buscador do pato pato”.

O que realmente funciona é instalar a extensão do DuckDuckGo, a partir do repositório oficial de extensões do Mozilla Firefox.
Extensão oficial DuckDuckGo para Firefox

Para isso, vá ao endereço https://addons.mozilla.org/pt-BR/firefox/addon/duckduckgo-for-firefox/ e selecione a instalação.
Extensão oficial DuckDuckGo para Firefox

Após a instalação, você poderá fazer suas pesquisas no motor do DuckDuckGo, através do menu do app Firefox. É o último item da lista.
Extensão oficial DuckDuckGo para Firefox

Razões para editar vídeos na linha de comando.

Certas situações podem parecer coisa de maluco, quando ouvimos pela primeira vez.
Ao olhar por outra perspectiva, é possível descobrir que fazem mais sentido que inicialmente.

O Linux é um ambiente estável, poderoso e amigável para softwares de edição de vídeo.
Algumas ferramentas de edição GUI (interface gráfica) já foram usadas em produções cinematográficas importantes.

E é comum apenas pensarmos em softwares GUI para realizar este tipo de trabalho. Afinal você “precisa ver o que está sendo feito no seu vídeo”, não é?

Uma das maiores justificativas para se usar o ambiente gráfico é o WYSIWYG (What You See Is What You Get), ou seja, “o que você vê é o que vai obter”.
O meu argumento, neste texto, é que se você já sabe de antemão o resultado do procedimento ou deseja ter várias mídias produzidas simultaneamente e rapidamente, a CLI (linha de comando, terminal) é a melhor resposta.

Nem sempre as ferramentas GUI exibem em tempo real os procedimentos aplicados ao seu trabalho. Além disso, elas podem ser bastante lentas — por que toda a interface gráfica do programa está disputando recursos e tempo de processamento preciosos com as tarefas que você precisa realizar.

Ao exportar um arquivo de mídia, fazendo conversão de formatos, usualmente, a interface fica “congelada” na janela da barra de progresso.

A depender da complexidade da tarefa, todo o seu sistema pode ficar indisponível até a devida conclusão da tarefa.

Se eu preciso citar um caso real, lá vai…

Recentemente eu queria obter um trecho de vídeo em câmera lenta. Só que não sabia se o ideal seria 25%, 50% ou algum outro valor intermediário em relação à velocidade original.

Portanto, eu queria 3 amostras de vídeo — inclusive para enviar pelo Telegram e obter outras opiniões.

Queria também reproduzir todos os 3 vídeos simultaneamente, lado a lado, na minha tela, para analisar e, eventualmente, fazer minha escolha.

Geralmente, para produzir 2 (ou mais) vídeos com velocidades de reprodução variadas, em uma ferramenta gráfica, será necessário fazer um de cada vez.

Neste caso, a CLI permite a abertura de vários terminais e você pode executar as tarefas simultaneamente, cada qual em seu terminal.

Na CLI, o seu sistema dificilmente ficará indisponível, enquanto você converte um ou mais vídeos.

É possível criar scripts ou arquivos em lote (batch files) com as sequências de comandos necessárias.

No final, você pode ter inúmeros resultados para analisar detalhadamente e decidir o que te agrada mais — e, se quiser, apagar o restante.

Não precisa ser radical, claro…

Use as duas metodologias para solucionar seus problemas.
Use a GUI aonde sente que ela pode ser mais produtiva. E use a CLI aonde ela couber melhor.

Às vezes a CLI é apenas o jeito mais divertido de executar o trabalho.
E quando a diversão entra por uma porta, a produtividade sai pela janela… sei como é isso. 🙂

Embora eu faça muito pouca edição de vídeo (e nem sou profissional desta área tão fascinante), os 2 casos que citei são aqueles em que (atualmente) mais uso a CLI: aplicar o slow motion em vídeo e fazer a conversão.

Nestes e em muitos outros casos, a CLI me ajuda a obter rapidamente vários arquivos finais — para que eu possa fazer as minhas escolhas.

Como sugestão final, guarde exemplos de comandos em um arquivo texto, que você possa copiar e colar no terminal — fazendo apenas a substituição dos nomes dos arquivos e dos parâmetros de execução dos procedimentos.