Já pensou em ter dispositivos específicos para as funções que usa mais no celular?

Uma das ideias, deste post, é gastar (beeeeem) menos na aquisição do seu próximo celular e se sentir tecnologicamente muito mais bem servido.
O principal ponto é deixar que ele realize melhor as funções básicas do dia a dia, sem esquentar ou sobrecarregar o seu orçamento.

Já para aquelas funções específicas, que você mais aprecia, gaste o dinheiro restante para adquirir um equipamento de verdade.
Este post tem alguns links com sugestões de compra.
Se, eventualmente, você decidir fazer alguma através deles, vai me ajudar a ganhar uma pequena comissão. 😉

Mas antes disso, deixa eu te dar algumas dicas que podem ser bem interessantes e facilitar um pouco mais a sua vida.
Ao final do post, conto como eu mesmo aplico os conceitos discutidos aqui, no meu cotidiano.

Por que diabos eu deveria andar com outro aparelho, além do meu celular?

Acredite ou não, conheço gente que anda com 3 celulares no bolso…

Celulares são projetados para atender a uma enorme gama de tarefas e necessidades de seus usuários:

  1. Atender a chamadas telefônicas (… e eu quase não uso mais para isso).
  2. Acessar sites na Internet.
  3. Ler livros, gibis, revistas, jornais, blogs etc.
  4. Ver filmes, séries, documentários, tutoriais e “aleatoriedades” no YouTube.
  5. Ouvir seus podcasts favoritos.
  6. Jogar videogames.
  7. Tirar fotos, gravar vídeos, áudios etc.
  8. Acessar as suas redes sociais.
  9. Realizar serviços de Internet banking, controlar cartões de crédito etc.

… eu sei! A lista é bem mais extensa do que isto.

O primeiro problema é que a bateria não dura o dia todo, rodando a maior parte destas funções.
Outro problema é o sobreaquecimento do aparelho, que reduz drasticamente sua vida útil — e pode levar para “a lata do lixo”, em pouco menos de um ano, um aparelho que te custou uma “pequena” fortuna.

Estou escrevendo este post por que acredito que este dinheiro pode ser melhor gasto 😀

Pense na possibilidade de comprar equipamento específico para as funções que usa mais

A ideia, aqui, é não sobrecarregar um aparelho projetado para servir a múltiplas funções, com apenas uma ou duas.
A lógica é simples: é impossível o aparelho atender a todas as necessidades dos usuários do mundo.
Se você gosta muito de jogar, várias horas por dia, pense na possibilidade de comprar um videogame portátil.
Parece que é mais caro… mas pode não ser!
Um console de videogame portátil custa menos que um smartphone high end (ou topo de linha).
Você duvida? Veja algumas opções:

  1. Nintendo DS,
  2. Nintendo Switch
  3. ou um Playstation Vita.

Outras atividades também mantém a tela ligada por muito tempo — como a leitura ou assistir vídeos.
A leitura pode ser melhor satisfeita com um leitor digital — os modelos mais baratos são aparelhos pequenos, leves e podem ser transportados junto com o celular — seja no bolso ou na bolsa 😉

Se você é do tipo que prefere ver vídeos, pense em adquirir um Kindle Fire, da Amazon ou um tablet barato só para esta função.
Todos os modelos de console de videogame portáteis, citados acima, suportam apps de streaming de vídeos (Hulu, Amazon Prime, Netflix, YouTube etc).

O meu cotidiano

Eu também uso o celular para ouvir músicas, ver vídeos em serviços de streaming (YouTube, Netflix, Amazon Prime e Vimeo).
Eventualmente, também jogo no celular e tenho o app do Kindle instalado para ler meus ebooks.
Contudo, prefiro assistir ao streaming na SmartTV e jogar no Playstation.
O aparelho que carrego é sempre o Kindle básico — é fino e cabe no mesmo bolso que o celular.
Adoro fotografar e tenho minha câmera DSLR mas, usualmente, o celular é o que está sempre à mão.
Para esta função, já pensei em optar pelo Moto Z2 Play com um snap Hasselblad, mas os reviews me desencorajaram… 😉

E você? Quais são as funções do seu celular que acredita que poderiam ser melhor realizadas por outro dispositivo específico?

Brinque com o TRS 80, uma das máquinas glamourosas dos anos 70 e 80, no Linux

Com emuladores, hoje é possível estar em vários lugares, conhecer e revisitar diversos “brinquedos” e, até mesmo, voltar ao passado.
O sistema de micro computador TRS 80 foi uma linha importante de microcomputadores, lançada pela companhia Texana (EUA) Tandy Corp.

No Brasil, em função da Política Nacional de Informática e da prática de uma reserva de mercado, esta linha foi vendida na forma de clones compatíveis com os originais.
Alvo de críticas extremamente ácidas, a reserva de mercado para fabricantes de computadores nacionais (brasileiros) teve aspectos positivos, que convém ressaltar:

  1. Desenvolvimento básico da indústria nacional de informática, com a consequente geração de empregos especializados e desenvolvimento científico no setor.
  2. E, pessoalmente, creio que o design dos nossos clones, em vários casos, superavam o original estrangeiro — com destaque pro CP-400 (eu morria de inveja dos amigos que tinham este…)

As pessoas ainda tem discussões acaloradas sobre esta política, no Brasil e – neste artigo, pelo menos – pretendo me manter afastado disso, para não perder o foco do TRS-80 e de seu emulador. 😉

No nosso território, foram vendidos, nos modelos CP 300, CP-400, CP-500 (Prológica) e D-8000 (Dismac).
Chamava a atenção, no hardware, o teclado QWERTY completo e o novíssimo processador Zilog Z80 (que competia com o Intel 8080), 4K de memória RAM e a presença da linguagem de programação BASIC .
Nos EUA, o preço era equivalente a 2.400,00 dólares (atualizados para 2017).

Como instalar o emulador do TRS-80 no Linux

No Debian/Ubuntu, o emulador xtrs está disponível nos repositórios oficiais e pode ser instalado a partir do terminal, com o apt:


sudo apt install xtrs

Trata-se de um emulador GUI para os modelos TRS-80 I, II, III, 4 e 4P.
O emulador estende suas capacidade a periféricos, como o monitor, suporte a fita cassete, disquete (podem ser usadas as mídias reais, inclusive) e disco rígido.
Suporta ainda, importar e exportar arquivos do sistema hospedeiro
Você vai precisar obter as imagens ROM para conseguir dar um boot com sucesso.
No site TRS-80.com é possível obter disquetes com conteúdo útil (inclusive as ROMs) para usar com o xtrs.

Como obter os arquivos ROM

Até aqui, tudo foi fácil, eu espero.
Encontrar as ROMs requeridas para fazer o emulador funcionar pode vir a ser um verdadeiro teste para a sua paciência.
O problema é que, apesar do tempo decorrido, o conteúdo original das ROMs ainda está sob os direitos da Tandy e da Microsoft.
Nos fóruns da comunidade de usuários do emulador, é possível encontrar quem possa te enviar estes arquivos.
De acordo com o site Gaming After 40, só é necessário o MODEL1.ROM, ou trs80model1.rom, como arquivo requerido para fazer o xtrs decolar.
xtrs trs-80 emulador

De cara, ele já permite usar a linguagem de programação BASIC para começar a dar instruções ao sistema.
Consegui por o meu sistema no ar após ler o último link (em inglês), abaixo, na sessão Referências.
Boa sorte!

Referências

Página de direcionamento da Wikipedia sobre os TRS-80: https://pt.wikipedia.org/wiki/TRS-80.
Mais informações sobre o uso do emulador (em inglês): http://www.trs-80emulators.com/model-1-3-4-emulator/.
Aonde encontrei informações muito úteis (inclusive aonde baixar ROMs): https://gamingafter40.blogspot.com.br/2010/12/how-to-emulate-trs-80-model-iiii.html.

Como manter o Debian automaticamente atualizado com as correções de segurança

No mundo do software livre, as atualizações de segurança chegam a uma velocidade muito grande.
Comumente, os security patches estão disponíveis já no momento em que a vulnerabilidade é anunciada.
A questão é como obter a atualização o mais rápido possível?

A usuários normais (como eu, por exemplo), basta seguir o cronograma natural de atualizações do seu sistema.
Esta liberdade não se aplica a administradores de servidores, na rede. Quanto mais importante, maior a responsabilidade e a urgência.

As atualizações de que estamos falando aqui, são as referentes à segurança do sistema e a correções de bugs.
Computadores de usuários comuns, em geral, podem esperar uma semana para obtê-las. Já os servidores, não.
Neste post, vou mostrar um procedimento que irá fazer o download e upgrade dos patches de segurança em segundo plano, assim que estiverem disponíveis nos repositórios da sua distro, sem perguntar “se pode” — você será apenas avisado de que o seu sistema foi atualizado.

Por que as atualizações de segurança devem ocorrer em segundo plano

Obviamente, se o meu sistema operacional fosse atualizado por uma grande corporação, como a Oracle ou a Microsoft, a conversa seria bem diferente, aqui.
Contudo, há motivos sólidos para confiar na comunidade de desenvolvedores Debian — e o principal destes motivos é o fato de que todo o trabalho da comunidade pode ser 100% auditado, por qualquer pessoa.
Não dá para dizer o mesmo de empresas que repassam código essencialmente proprietário — caso em que nunca sabemos realmente o que está sendo modificado em nosso sistema.

Aplicar atualizações com frequência é prática importante para manter nossos sistemas seguros.

Como comportamento padrão, o Debian pede para que o administrador do sistema faça as atualizações ou as autorize manualmente.
Mas você pode optar pelo download e instalação automáticos dos updates de segurança mais importantes.

A instalação

O nome do pacote a ser instalado é ‘unattended-upgrades’.
Ele sugere a instalação dos pacotes ‘bsd-mailx’ – para enviar email, informando o adm de que houve uma atualização de segurança – e ‘needrestart’, que verifica junto aos daemons do seu sistema quais precisam ser reiniciados.
Opcionalmente, também podemos instalar o ‘apt-listchanges’ que, neste caso, atua como um plugin — que compara as versões instaladas dos pacotes às novas, lendo os changelogs e os news fles.
Veja como instalá-los:


sudo apt install unattended-upgrades apt-listchanges bsd-mailx needrestart

Configuração

Para poder receber mensagens via email, é necessário alterar o arquivo de configuração ’50unattended-upgrades’. Use o seu editor favorito para isso:


sudo editor /etc/apt/apt.conf.d/50unattended-upgrades 

Descomente a linha abaixo, removendo os ‘//’:


//Unattended-Upgrade::Mail "root";

Se deixar, do jeito que está, as mensagens serão encaminhadas ao root. Mas você pode inserir uma conta de email no lugar da string “root” (entre as aspas).
A seguir, apenas verifique se o arquivo ’20auto-upgrades’ bate com o conteúdo abaixo:


cat /etc/apt/apt.conf.d/20auto-upgrades

APT::Periodic::Update-Package-Lists "1";
APT::Periodic::Unattended-Upgrade "1";

Você pode configurar o arquivo ’20auto-upgrades’ adequadamente com a seguinte linha de comando:


sudo dpkg-reconfigure -plow unattended-upgrades

Replacing config file /etc/apt/apt.conf.d/20auto-upgrades with new version

captura de tela debian unattended upgrades

captura de tela debian unattended upgrades

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Referências

https://www.cyberciti.biz/faq/how-to-keep-debian-linux-patched-with-latest-security-updates-automatically/.

Use este emulador de compilação para fingir que está trabalhando duro.

De vez em quando precisamos de uma boa pausa para tomar um café e relaxar, antes de encarar os verdadeiros problemas do trabalho.
Com este script, em Bash, fica fácil deixar um terminal na tela do seu computador rodando “um monte de código desconexo” — que vai fazer os outros pensarem que você está “compilando alguma coisa muito importante”.
Este script pode ajudar a ganhar algum tempo precioso para você e (eu espero) tirar o chefe da sua cola por alguns minutos (mas não exagere…) 😉

Em outras palavras, o script vai te ajudar a “enrolar” no trabalho.

O que você precisa para rodar este script

O script mostra uma saída semelhante ao que você veria ao compilar um código em Python.
Ele é feito em Bash script e, portanto, você precisa ter suporte a esta linguagem — e não a Python.
Qualquer máquina Linux tem suporte a Bash.
Se você usa outro sistema operacional, baixe o suporte a Bash shell scripting aonde achar melhor e, depois, volte aqui (se quiser, claro).
elias praciano wallpaper and script

Como montar o emulador de compilação

Abra um editor de textos simples (eu usei o Nano).
Copie e cole o script dentro do editor, salve e vá para a linha de comando.
No terminal, rode o script:


bash ./emucomp.sh

Eu preferi gravar o meu script com o nome de emucomp.sh.
Se quiser, pode teclar F11 para deixar a execução em tela cheia — para evidenciar ainda mais que o PC ou laptop está ocupado com uma “tarefa importante”.

O script que emula a compilação de um código

Sugiro digitar na íntegra o código e, depois sair caçando os eventuais erros de digitação, se você tiver interesse em adquirir mais intimidade com programação.
Se esta não for a sua intenção, tá tudo ok em apenas copiar e colar o código.

#!/bin/bash
collect()
{
    while read line;do
        if [ -d "$line" ];then
            (for i in "$line"/*;do echo $i;done)|sort -R|collect
            echo $line
        elif [[ "$line" == *".h" ]];then
            echo $line
        fi
    done
}

sse="$(awk '/flags/{print;exit}' </proc/cpuinfo|grep -o 'sse\S*'|sed 's/^/-m/'|xargs)"

flags=""
pd="\\"

while true;do
    collect <<< /usr/include|cut -d/ -f4-|
    (
        while read line;do
            if [ "$(dirname "$line")" != "$pd" ];then
                x=$((RANDOM%8-3))
                if [[ "$x" != "-"* ]];then
                    ssef="$(sed 's/\( *\S\S*\)\{'"$x,$x"'\}$//' <<< "$sse")"
                fi
                pd="$(dirname "$line")"
                opt="-O$((RANDOM%4))"
                if [[ "$((RANDOM%2))" == 0 ]];then
                    pipe=-pipe
                fi
                case $((RANDOM%4)) in
                    0) arch=-m32;;
                    1) arch="";;
                    *) arch=-m64;;
                esac
                if [[ "$((RANDOM%3))" == 0 ]];then
                    gnu="-D_GNU_SOURCE=1 -D_REENTRANT -D_POSIX_C_SOURCE=200112L "
                fi
                flags="gcc -w $(xargs -n1 <<< "opt pipe gnu ssef arch"|sort -R|(while read line;do eval echo \$$line;done))"
            fi
            if [ -d "/usr/include/$line" ];then
                echo $flags -shared $(for i in /usr/include/$line/*.h;do cut -d/ -f4- <<< "$i"|sed 's/h$/o/';done) -o "$line"".so"
                sleep $((RANDOM%2+1))
            else
                line=$(sed 's/h$//' <<< "$line")
                echo $flags -c $line"c" -o $line"o"
                sleep 0.$((RANDOM%4))
            fi
        done
    )
done

Se preferir, torne o arquivo executável, para ficar mais fácil rodá-lo na linha de comando:


chmod +x emucomp.sh
./emucomp.sh

O código original deste script foi retirado deste site: https://codegolf.stackexchange.com/questions/30322/make-it-look-like-im-working.
O script usa informações sobre o próprio sistema para dar mais veracidade ao texto exibido. Como ele é projetado para não terminar nunca, você terá que teclar Ctrl + C, quando quiser que ele pare.

7 lojas alternativas de onde você pode baixar milhares de apps para seu dispositivo Android

A Google Play Store é muito boa e recheada de opções de softwares incríveis.
Infelizmente, nem todos os desenvolvedores têm produtos que se encaixam dentro das regras do Google para expor na vitrine oficial da empresa.
Além disto, tanto a lojinha do Google quanto a da Apple (neste caso, ainda tem) já tiveram restrições à softwares livres, sob a licença GPL.
repositório loja android jogos apkpure
Por outro lado, algumas das lojas ou repositórios de softwares de que vamos falar neste artigo, têm restrições talvez até mais rígidas que as da Apple ou do Google para permitir a distribuição de apps. Por exemplo, não aceitar softwares com DRM — que traz sérios riscos de segurança aos clientes.

O problema das grandes lojas não é com o software livre per se. Mas com o fato de que a licença GPL não lhes permite adicionar mais restrições aos usuários.

Não se esqueça que é necessário liberar a instalação de APKs externos no seu smartphone antes de poder instalar qualquer coisa.

É seguro baixar apps de repositórios ou lojas alternativas?

A segurança é sempre relativa e eu não afirmo que é seguro baixar software de lugar algum.
Quando uma grande distribuidora de apps admite a presença de DRM ou, mesmo, softwares proprietários (não-livres) em seus repositórios, fica difícil alegar segurança.
A única maneira de saber se um software é seguro ou não para você, é analisar ou auditar seu código fonte — o que só pode ser feito em apps com licenças de código aberto ou livre.
Softwares proprietários não podem ser auditados.
Se você não vai perscrutar o código de um programa que adquiriu, então terá que confiar cegamente nas pessoas/empresas que o forneceram.

Em resumo, o problema da segurança (ou da falta dela) não está na loja ou no repositório de softwares — mas na possibilidade que você tem ou não de fazer auditorias nos apps que adquire.

Para usuários comuns esta questão pode ser trivial.
Empresários ou gestores de TI, contudo, só deveriam permitir a aquisição de softwares 100% auditáveis, contudo.
Poderíamos nos estender mais sobre o assunto, mas precisamos falar das outras lojinhas…
captura de tela loja repositorio

As grandes lojas de apps do mercado

Entre as grandes lojas do mercado, dá para citar algumas que você certamente, já conhece.
Ao comprar um smartphone ou tablet novo, você provavelmente se deparou com o ícone da lojinha oficial do seu fabricante e, diferente, do Play Store ou da App Store, comumente só são acessíveis através do próprio dispositivo com o app exclusivo. Ou seja, não dá para chegar lá pela web.

  • Samsung Galaxy Apps — loja voltada para todo o universo de aparelhos vendidos pela Samsung, o que inclui smartphones, smartTVs etc.
  • Lenovo/Motorola — na linha de celulares Moto G, o App Box substitui o repositório de apps nacionais (brasileiros), o BR Apps. Nele é possível encontrar muita coisa voltada para a realidade brasileira, especificamente.
  • Amazon — possui sua loja, que vai além de apenas livros digitais, filmes e músicas.

Como você já deve imaginar, LG, Philco e quase todas as outras marcas também têm seus repositórios de softwares para atender a seus clientes.
Além disto as lojas não atendem apenas a quem tem aparelhos com o sistema operacional Android — se estendem a usuários do Windows, WebOS, Bada etc.
O foco deste artigo, contudo, são lojas ou repositórios de apps Android.
Vamos conhecer algumas…

Repositório de apps F-Droid

O foco específico do F-Droid é fornecer softwares de código aberto ou livre, para a plataforma Android.
Os aplicativos são exibidos de maneira bem organizada e é possível fazer buscas dentro do repositório por softwares do seu interesse.
É possível encontrar uma enorme coletânea de apps que obedecem a exigências de não rastrear seus usuários, não exibir propagandas e não requerer dependências.
f-droid logo
A gente conta mais sobre ele e ensina como instalar neste artigo, aqui.
Com certeza vale instalar e conhecer melhor.

AppsLib

A biblioteca de aplicativos AppsLib, conta com aproximadamente 40 mil títulos. Muitos destes mantém seu foco nos clientes que possuem tablets Android.
appslib
Boa parte dos softwares desta loja online não se encaixa nos termos do Google Play Store.
Conheça a loja neste link: http://appslib.com/download,

APKPure

O APK Pure tem uma enorme coletânea de apps para Android — a grande quantidade de jogos é um dos destaques.
apkpure captura de tela web
Segue o link para o site APKPure: https://apkpure.com/apkpure-app.html

MoboGenie

Esta alternativa é interessante, entre outras coisas, por que oferece uma grande coleção de apps curados — de certa, forma selecionados para cada usuário.
O Mobogenie tem um mecanismo inteligente de recomendação de apps, que analisa suas preferências e é capaz (alegadamente) de fazer sugestões pertinentes.
captura de tela web mobogenie
Além de loja de apps, o Mobogenie oferece outros serviços:

  • Sistema de gestão de seus arquivos locais.
  • Permite baixar conteúdo, como papéis de parede, ringtones, livros e vídeos do youtube.

Você vai encontrar muitos apps que também estão presentes na Play Store — é interesse dos desenvolvedores divulgar e colocar seu trabalho a mostra em todos os lugares possíveis.
Uma surpresa agradável é ver que a interface foi traduzida para o português, o que pode ajudar você a selecionar melhor o que quer instalar.
Site do Mobogenie em português: http://www.mobogenie.com/pt/.

Conheça o Itch.io

Como mercado de games, que usa a plataforma web, oferece um espaço muito apreciado por desenvolvedores de jogos independentes (ou indie game developers).
captura de tela itch.io
Há uma área do site destinada exclusivamente a clientes Android, que facilita a aquisição de aplicativos para esta plataforma.
Use os filtros e a caixa de busca para encontrar mais rápido os tipos de games que você deseja obter.
Segue o site, para você conhecer: https://itch.io/.

O Slide Me tem tradição online

Trata-se de um dos mais antigos serviços de distribuição e venda de apps online — é anterior à Play Store, inclusive.
screenshot slide me
Tem maior flexibilidade de pagamentos e um grande acervo.
Visite o site: http://slideme.org.

GetJAR

Disponibiliza uma vasta gama de apps para downloads (pagos e gratuitos).
Fácil de fazer buscar ou de filtrar resultados. Infelizmente ou felizmente, muito do que se encontra aqui, também se encontra na Play Store.
getjar screenshot web
Se você tem algum celular mais antigo (com sistema operacional Symbian, por exemplo), este é o lugar para encontrar apps feitos em Java, para rodar no seu aparelho.
Conheça o site: https://www.getjar.com/mobile-apps/.

Mobile9

Junto com o Slide Me e o GetJar, o Mobile9 está há um bom tempo no mercado, oferecendo opções de papéis de parede, ringtones, apps para as mais diversas plataformas etc.
screenshot mobile9 site web
Atualmente, foi construída uma rede social em torno do site, de forma que se cadastrar nele e baixar o app da lojinha pode trazer uma boa fonte de entretenimento.
Não perca este site: www.mobile9.com.

Mobango, a força da Índia

Os apps não são necessariamente da Índia, apesar da reconhecida qualidade dos programadores daquele país.
mobango screenshot site web
Ele se destaca pelo grande acervo de jogos, separados por categoria (collections) e vídeos gratuitos para download.
O site é este: www.mobango.com.

Opera Mobile Store não é só para quem tem navegador Opera

A loja do Opera atende a, pelo menos, 7 plataformas — o que inclui o Android, com certeza.
screenshot opera10
Quem usa o navegador Opera dispõe das vitrines da loja de dentro do próprio aplicativo, claro.
Quem usa outros navegadores, pode acessar a loja pelo site: http://android.oms.apps.opera.com/en_br/

Referências

https://forums.developer.apple.com/thread/18922.
https://theappsolutions.com/blog/marketing/alternative-android-app-stores/.
https://www.androidpit.com/best-google-play-store-alternative-app-stores.