5 formas de silenciar a câmera do seu celular Android

Silencie a câmera do seu celular sem recorrer ao root. Quaisquer que sejam os seus motivos, se você quer desativar o som do obturador da câmera do seu celular, vou explicar aqui, de forma genérica, por que às vezes é tão difícil conseguir uma coisa tão simples e como contornar estas dificuldades com algumas soluções de fácil aplicação.
samsung galaxy s5 preto vista parcial da câmera e sensores

Por que o som da câmera de alguns celulares não pode ser desligado?

Há basicamente 2 motivos para isto:

  • Alguns países têm leis que obrigam os fabricantes a manter o som do obturador da câmera ligado
  • Algumas operadoras, como a Sprint norte-americana têm uma “política de privacidade” neste sentido e, portanto, removem a opção de silenciar o obturador da câmera nos aparelhos que comercializam.

    “A Sprint adotou, nos últimos anos, a política de requerer que o som do obturador da câmera não possa ser desligado pelo usuário final. Esta política se deve a questões de preservação da privacidade das pessoas ao redor de quem está usando o aplicativo nativo de câmera de um dos nossos celulares. Este é um exemplo do nosso compromisso com a privacidade das pessoas com relação ao uso de dispositivos móveis.
    Esta especificação não afeta aplicativos de terceiros que o usuário vier a baixar e usar no lugar do software de câmera nativo do seu aparelho.”

Uma vez estabelecidas “as culpas” por seu aparelho ser tão indiscreto, existe situações em que é perfeitamente legítimo querer mais discrição:

  • Você quer tirar apenas uma ou outra selfie — mas não deseja que todo mundo fique olhando para você, a cada clique,
  • Fotos de um bebê ou um animal de estimação dormindo — que você não deseja perturbar,
  • etc.
Confira algumas dicas, para tirar selfies mais caprichadas.
Confira algumas dicas, para tirar selfies mais caprichadas.

Desabilite o som do obturador no menu de configurações

Se você ainda não tentou, ligue a câmera do seu aparelho, clique no botão do menu de configurações e procure por Shutter sound, se estiver usando um aparelho Android no idioma Inglês. Em português, esta opção deverá estar parecida com “som da câmera”, se houver.

Silenciar som da câmera no menu de configurações do Galaxy S3
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Se o seu aparelho não tiver restrições, a opção de desligar o som da câmera deve estar lá, próximo a “Armazenamento” (Storage).
android desligar reiniciar
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Ponha o smartphone no modo silencioso

Se a solução anterior não funcionou, tenho outra que é simples e (quase) sempre funciona: Ponha o aparelho no modo silencioso.
Uma das maneiras de fazer isto, é manter apertada a tecla para diminuir o volume do celular, até que ele vibre, indicando que está mudo. Outra é manter pressionada a tecla “Power”, até que o menu pop up apareça e, selecionar o ícone “Silenciar” (mute), no canto inferior esquerdo.
Agora, abra o aplicativo de câmera e experimente tirar uma foto. Na maioria dos aparelhos, esta dica soluciona o problema.

reprodutor de video android
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LEIA MAIS

Use a gravação de vídeo

Alguns aparelhos costumam emitir um som ao iniciar a gravação de vídeo. Outros não. Mesmo os que emitem, costumam ser bem mais discretos que “o obturador” da câmera.
Novos aparelhos, equipados com as novas versões do Android, permitem tirar screenshots de trechos das filmagens. Ou seja, depois de ter filmado toda a cena que você desejava fotografar, reproduza o filme e clique na pequena câmera – na parte superior central da tela de exibição – assim que a reprodução chegar ao ponto desejado. Você pode repetir este procedimento quantas vezes quiser.

Tire fotos, enquanto filma

Uma solução similar, é usar o recurso de tirar snapshots enquanto você está filmando, como o Dumitru mostra no video abaixo. No caso, ele demonstrou o uso do recurso em um Samsung Galaxy S3 (veja se o seu aparelho não tem recurso semelhante):

Silencie a câmera com aplicativos de terceiros

Tal como o recado da Sprint sugeria, lá em cima, recorra a aplicativos de terceiros. Você pode baixar um software que silencie sua câmera, como o Silent Camera, no Google Play.
Experimente outros, antes de decidir.

Baixe um outro aplicativo para substituir a câmera nativa

A qualidade destes aplicativos não chega a ser tão boa quanto o padrão que vem de fábrica. Ainda mais depois da última atualização do Android, que aprimorou o recurso. Mas, enfim, um destes apps de câmera pode quebrar o seu galho.

Remova ou renomeie o arquivo de som da câmera

android tirar som câmera obturador
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Remover é muito radical, certo? Se o seu aparelho já foi rooteado, você pode renomear os arquivos que reproduzem sons durante a sessão de foto. Isto já será o suficiente. Se, mais tarde, você quiser voltar tudo ao que era, basta devolver o nome original a cada arquivo.
Neste caso, dirija-se ao diretório:
system/audio/UI
Localize os arquivos de som, que costumam ser os seguintes:

Auto_focus.ogg
Auto_focus_error.ogg
camera_click.ogg
Camera_click_short.ogg
Shutter.ogg
Shutter_multiple.ogg
VideoRecord.ogg

Renomeie todos ou apenas os que você quiser. Assim, o arquivo Shutter.ogg pode ser renomeado para Shutter.ogg.bak.
Isto basta para impedir que o sistema encontre o arquivo de som e o reproduza.

LEIA MAIS:

Conclusão

De todas as soluções apresentadas aqui, minhas duas favoritas são: colocar o dispositivo no modo silencioso antes de tirar as fotos. A outra é rootear o seu aparelho e renomear o arquivo de som, como solução definitiva.
Para tirar selfies discretas, experimente o Candy Camera, que tem opção “mudo” para o obturador.
E você? Conte como conseguiu resolver o problema.

MySQL – Introdução prática

Neste breve tutorial vou te passar o básico do gerenciamento de banco de dados no MySQL. Vou mostrar como criar novos bancos de dados, exibir os que estão instalados no servidor e removê-los — da maneira mais direta e prática possível

Leia mais:

O que é um banco de dados relacional — Se você quiser ter um pouco mais de background teórico sobre bancos de dados, eu recomendo a leitura deste texto.

Como criar um banco de dados no MySQL

Esta é uma das atividades básicas de um administrador de banco de dados e tudo começa com esta tarefa – depois da instalação, claro.
Um banco de dados é um container, onde se armazenam informações dos mais variados tipos – contatos, vendedores, produtos, clientes etc. Qualquer tipo de informação que te ocorrer, pode ser organizada em um banco de dados.
Organização é a palavra. Por que os dados não são “jogados ao léu”, neste container. Um banco de dados é uma coleção de objetos que são usados para armazenar e manipular dados, tais como tabelas, views, gatilhos (triggers), stored procedures etc.
Contudo, a esta altura, eu não tenho o menor interesse em atropelar o aprendizado. Se você se encontra nesta página, é por que deseja entender o básico – que, no caso da gestão de banco de dados, começa pela criação de um. Veja como:

CREATE DATABASE [IF NOT EXISTS] NomeDoBancoDeDados;

Vamos analisar o comando CREATE DATABASE, dado acima:

  • O comando CREATE DATABASE faz o que o seu significado, em inglês sugere: cria um banco de dados;
  • Embora eu use letras maiúsculas para representar os comandos no MySQL, isto não é necessário. O interpretador do cliente MySQL não é sensível à caixa das letras;
  • O nome do seu banco de dados deve refletir com clareza o seu conteúdo.
  • Ainda sobre a nomenclatura dos bancos de dados, cabe ressaltar que aqui o MySQL é sensível às caixas de texto, sim. Ou seja, concessionaria é uma coisa, Concessionaria é outra;
  • Por último, NÃO ESQUEÇA de sempre concluir os comandos MySQL com um ponto-e-vírgula. Sem isto, o interpretador não entende que você terminou de dar um comando e vai continuar a espera de “algo mais”.

O parâmetro IF NOT EXISTS (se não existir) é opcional – aliás, tudo o que eu escrever entre [], são parâmetros opcionais. Quando presente, o MySQL verifica se o nome escolhido pro seu banco de dados já não está sendo usado – uma vez que não é possível ter 2 bancos de dados com o mesmo nome em um servidor MySQL, o sistema retornaria um erro.
Veja, neste outro exemplo, como criar o banco de dados concessionaria

CREATE IF NOT EXISTS concessionaria;

Experimente criar outros bancos de dados, com outros nomes. Não precisa se preocupar com a “bagunça”. Vou ensinar a removê-los depois.

Como listar os bancos de dados criados no servidor

O comando SHOW DATABASE, serve para mostrar todos os bancos de dados presentes no servidor MySQL. Você o pode usar para verificar os bancos que você criou ou ver os que já existem, antes de sair por aí a criar novos. Ele funciona assim:

SHOW DATABASES;

Não esqueça de usar ponto-e-vírgula para finalizar os comandos, sempre.
No meu exemplo, é possível ver dois bancos de dados criados com “o mesmo nome”:

mysql> SHOW DATABASES;
+--------------------+
| Database           |
+--------------------+
| information_schema |
| ConCessionarIA     |
| concessionaria     |
| db1                |
| mysql              |
| performance_schema |
| test               |
+--------------------+
7 rows in set (0.00 sec)

Os bancos de dados information_schema e mysql são padrões e “nascem” junto com a instalação do sistema.

Como selecionar um banco de dados para trabalhar

Antes de começar a trabalhar em um banco de dados, é necessário selecioná-lo. Isto se faz assim:

USE nome-do-banco;

Selecionar um banco de dados é sempre o primeiro passo, antes de fazer qualquer coisa com ele, seja renomear, fazer requisições, organizar suas tabelas etc.

Como remover um banco de dados no MySQL

Remover um banco de dados significa apagar, remover o banco em questão. Todos os dados e objetos relacionados a ele e contidos nele serão permanentemente eliminados. É uma ação que não pode ser desfeita e, portanto, precisa ser realizada com cuidado redobrado.
Veja, no exemplo que segue, como remover o banco de dados ConCessionarIA:

mysql> DROP DATABASE ConCessionarIA;
Query OK, 0 rows affected (0.07 sec)

Opcionalmente, você também pode usar o IF NOT EXISTS, aqui:

DROP DATABASE IF NOT EXISTS ConCessionarIA;

Foi fácil? Que tal fazer um curto exercício, para fixar o aprendizado?

Praticando

Para praticar o que você aprendeu aqui, você pode criar, exibir e remover bancos de dados:

  1. CREATE DATABASE IF NOT EXISTS animais;
  2. CREATE DATABASE IF NOT EXISTS plantas;
  3. SHOW DATABASES;
  4. DROP DATABASE IF NOT EXISTS animais;
  5. DROP DATABASE IF NOT EXISTS plantas;
  6. SHOW DATABASES;

Conclusão

Neste pequento tutorial, eu tentei mostrar 3 comandos básicos e iniciais para você começar a se inserir no mundo da administração de bancos de dados MySQL. Ou seja, agora você já sabe:

  • criar um banco de dados;
  • evitar erros decorrentes da duplicidade;
  • exibir os bancos de dados existentes no servidor e
  • remover um banco de dados, se ele existir.

O comando wget em 10 exemplos

O wget é a melhor opção para fazer download de arquivos, quase sempre, em função de sua flexibilidade e agilidade. É um dos meus aplicativos preferidos, por tornar simples várias situações complexas.

  • baixar arquivos grandes;
  • baixar vários arquivos recursivamente;
  • baixar arquivos sem minha interação;
  • baixar uma grande quantidade de arquivos etc.
LEIA MAIS

Vou mostrar, neste artigo, o meu jeito preferido de baixar arquivos via wget.

Download de um simples arquivo

Veja como baixar o Ubuntu 14.04 64 bits via wget:

wget http://releases.ubuntu.com/trusty/ubuntu-14.04-desktop-amd64.iso

Note que, enquanto baixa o arquivo, o wget exibe algumas informações:

  • o percentual de download já completado;
  • a quantidade de bytes baixados;
  • a velocidade de download atual;
  • o tempo restante para completar a tarefa.

Neste caso, especificamente, não costumo usar o wget. Creio que torrents ainda são a forma mais eficiente de baixar a minha distro preferida.
Veja como baixar o torrent do Ubuntu via wget:

wget http://releases.ubuntu.com/saucy/ubuntu-13.10-desktop-i386.iso.torrent

Neste exemplos, o wget vai gravar o arquivo baixado no diretório corrente. Fique atento.
wget download torrent ubuntu 13.10

Como baixar um arquivo com wget e salvar com nome diferente ou em diretório diferente

A maneira como wget grava os nomes dos arquivos baixados nem sempre é a mais adequada para a sua situação. Para estes casos, use o parâmetro -O. Veja como:

wget http://releases.ubuntu.com/saucy/ubuntu-13.10-desktop-i386.iso.torrent -O UbuntuSaucySalamander.torrent

O mesmo pode ser feito se você quiser gravar em um diretório diferente do atual:

wget http://releases.ubuntu.com/saucy/ubuntu-13.10-desktop-i386.iso.torrent -O ~/Downloads/UbuntuSaucySalamander.torrent

Como limitar a velocidade de download do wget

Ao executar o aplicativo, ele vai buscar usar toda a banda possível, para terminar logo a tarefa. Em alguns casos, isto pode ser um grande problema – imagine um servidor de produção.
Com o parâmetro --limit-rate, é possível restringir o uso da banda em níveis seguros. Veja como baixar o Ubuntu 14.04 LTS com velocidade limitada a 300k

wget --limit-rate=300k http://releases.ubuntu.com/saucy/ubuntu-13.10-desktop-i386.iso.torrent

wget download ubuntu 14.04
Quando baixar arquivos pequenos, você pode não sentir muita diferença ao fazer neste aspecto, uma vez que o wget não “limita” a banda. Na verdade, ele pausa o processo várias vezes, pelo tempo necessário para que, ao todo, ele fique dentro do limite médio especificado pelo usuário.

Como continuar um download interrompido

Para reiniciar um download no ponto em que ele parou, use a opção -c:

wget -c http://cdimage.ubuntu.com/daily-live/current/trusty-desktop-amd64.iso

Se você não usar esta opção, o wget vai entender que deve criar um novo arquivo – e vai acrescentar “.1” ao final do nome do novo arquivo, para te ajudar a diferenciar os dois.

Faça download em background

É possível deixar o wget rodando “nos bastidores”, enquanto você trabalha no mesmo terminal. Você pode, por exemplo rodar vários wget nos bastidores, usando este método – que é essencialmente útil quando há um grande número de grandes arquivos para ser baixados, mesmo que de sites diferentes. Veja como:

wget -b http://cdimage.ubuntu.com/daily-live/current/trusty-desktop-amd64.iso
Continuando em plano de fundo, pid 28553.
A saída será escrita em “wget-log”.
Solaris-8:~$ 

Como padrão, o wget irá enviar um log desta atividade pro arquivo wget-log. Você pode olhar este log, durante a atividade da seguinte forma:

tail -f wget-log
16950K .......... .......... .......... .......... ..........  1%  458K 45m5s
 17000K .......... .......... .......... .......... ..........  1%  549K 45m1s
 17050K .......... .......... .......... .......... ..........  1%  480K 44m59s
 17100K .......... .......... .......... .......... ..........  1%  442K 44m57s
 17150K .......... .......... .......... .......... ..........  1%  542K 44m53s
 17200K .......... .......... .......... .......... ..........  1%  490K 44m51s
 17250K .......... .......... .......... .......... ..........  1%  505K 44m48s

Se quiser interromper todos os processos do wget em execução, use o seguinte comando:

killall wget

Disfarce de navegador com –user-agent

Alguns sites desabilitam seus downloads quando detectam que não estão sendo feitos por um navegador. Veja como usar o wget “disfarçado” de Firefox:

wget --user-agent="Mozilla/5.0 (X11; U; Linux i686; en-US; rv:1.9.0.3) Gecko/2008092416 Firefox/3.0.3" http://cdimage.ubuntu.com/daily-live/current/trusty-desktop-amd64.iso

Neste caso, usei o site do cdimage.ubuntu apenas como exemplo. O site é feito para permitir downloads do wget sem quaisquer disfarces.

Estabeleça um número de tentativas

Conexões problemáticas podem causar interrupções no seu download. Você pode estabelecer um número de tentativas pro wget.

wget --tries=100 http://cdimage.ubuntu.com/daily-live/current/trusty-desktop-amd64.iso

Por padrão, o wget sempre faz 20 tentativas. Portanto, use este parâmetro para especificar número de tentativas diferente deste padrão.
Para especificar um número infinito de tentativas, use tries=0.
Ao obter os seguintes erros, o wget vai parar de tentar imediatamente:

  • connection refusedconexão recusada pelo servidor
  • file not found (erro 404) – arquivo não encontrado

Como baixar um site completo via wget

Segue o comando para fazer download de um site completo, usando o parâmetro --mirror

wget --mirror -p --convert-links -P ./LOCAL http://www.site.com.br

em que:

  • –mirror – liga as outras opções do wget adequadas para fazer o espelhamento do site em questão
  • -p – baixa todos os arquivos necessários para que o site inteiro possa ser exibido localmente
  • –convert-links – depois de baixar, converte os links em documentos para visualização local
  • -P – grava todos os arquivos baixados dentro do diretório especificado

Como fazer o wget rejeitar certos tipos de arquivos

Em alguns casos, não quero baixar as imagens ou os arquivos de vídeo .flv… para estes casos, uso a opção --reject. Veja como (repetindo o exemplo anterior):

wget --reject=flv --mirror -p --convert-links -P ./LOCAL http://www.site.com.br

Como fazer download de apenas certos tipos de arquivos

Temos uma situação contrária à anterior. Ainda usando o mesmo exemplo, vamos restringir os downloads aos arquivos PDF:

wget -r -A.pdf --mirror -p --convert-links -P ./LOCAL http://www.site.com.br

Como baixar arquivos de um servidor FTP com o wget

Se for possível fazer uma conexão anônima, use o wget assim:

wget ftp://meuservidor.com.br

Se o servidor exige que se faça login, use o comando assim:

wget --ftp-user=nomedousuario --ftp-password=senhadele ftp://meuservidor.com.br

Faça bom proveito das dicas e, se quiser, dê uma conferida no comando wput (pra fazer uploads)!

Como organizar seus contatos com mais eficiência no Android.

Samsung Galaxy S5
Organizar os seus contatos é uma das principais maneiras de poupar tempo, principalmente para quem usa muito o smartphone para… telefonar!

Contatos Android - Adicionar nova conta Google
Clique para ampliar.
Vou te mostrar algumas opções de armazenamento de seus contatos e como evitar duplicidade, como deixá-los todos em um só lugar e a garantir a sua portabilidade. Como (quase) sempre, não existe o jeito certo. Veja qual destas dicas se encaixa melhor no seu estilo de vida e sinta-se totalmente à vontade para deixar um comentário sobre o assunto ou a sua própria dica de uso.

Armazenamento no telefone

É vantajoso e, até certo ponto, mais seguro armazenar suas informações no seu aparelho. Assim, você não compartilha suas informações de contato com o Google ou qualquer outra empresa online. O ruim é que se você perder o aparelho ou se ele for roubado, perdem-se junto as informações – a menos que você tenha feito algum backup.
Falando em backup… os softwares de armazenamento de contatos, que costumam vir instalados são ótimos e permitem compartilhar apenas o que você deseja e fazer os seus backups – no cartão de memória, online, via USB, Bluetooth etc.

Armazenamento de contatos no cartão SIM

Os cartões SIM atuais podem armazenar mais de 250 contatos. O seu método de armazenamento é muito simples: um contato e telefone por linha. Não é possível armazenar outras informações, tais como e-mail, endereço ou, mesmo, atribuir a um mesmo contato um segundo número de telefone.
Além das limitações extremas de armazenamento, o cartão SIM é tão vulnerável a perda e roubo quanto o aparelho em que estiver inserido.
O backup, aqui, também não é um problema. É comum as operadoras incluírem nos aparelhos comercializados softwares (de terceiros) para fazer backup (cópia de segurança, sincronização) deste conteúdo. Em alguns casos, pode-se optar por um processo automatizado de sincronização.

Passe a usar o Google

O Android tem tudo a ver com o Google. E o Google pode organizar os contatos para você.
Ao armazenar os seus novos contatos na sua conta Google, eles passarão a ficar disponíveis no Gmail e em outros serviços da empresa. Ao trocar de aparelho, temporariamente ou não, todos os seus contatos estarão disponíveis no novo, assim que você der login.
Por um lado, você ganha comodidade e eficiência na gestão dos seus contatos. Por outro, se torna mais e mais dependente de uma só empresa, de um só provedor de produtos – e isto pode ser um problema, principalmente no uso corporativo.

Outros serviços de armazenamento de contatos

Alguns celulares Samsung vêm com software para sincronizar os seus dados nos servidores desta empresa. É um serviço semelhante ao do Google. Infelizmente, não provê um e-mail com o domínio samsung.com aos usuários (seria pedir demais, não é?).
Se você optar por usar esta solução, saiba que a empresa não garante compatibilidade com outros produtos. Ainda assim, é possível exportar os dados daí e importá-los em outro aplicativo de outra empresa.

android importar e exportar lista de contatos
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Como exportar contatos do telefone para a agenda Google?

Este processo já foi complicado. Se a sua versão do Android for anterior à série 4.x.x, será necessário exportar os arquivos para o formato .csv ou vCard e, em seguida, importá-los (dependendo da versão) no aplicativo de contatos do Gmail.
Nas novas versões do Android, tudo o que você precisa fazer para enviar seus contatos pra sua agenda Google, é seguir estes passos:

  • tocar o ícone contatos, na tela principal do aparelho;
  • abra o menu da tela de contatos
  • escolha importar/exportar
  • em seguida, selecione local de onde você deseja importar os contatos
  • selecione salvar na conta Google
  • neste ponto, o sistema ainda irá pedir mais uma “coisinha” pra você: selecionar os contatos que você deseja enviar pra . Você pode selecionar alguns ou todos. Ao terminar, toque em Concluído, no canto superior da tela do seu smartphone.

Android Google Salvar contatos
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Uma vez iniciado, o processo não poderá ser interrompido. Portanto, fique atento ao que vai fazer.
Eu gostaria de dizer que o processo de organização de seus contatos termina aqui. Mas acontece que muitos dos contatos, agora na conta Google, serão repetidos. Ou seja, você terá algum trabalho para remover estas redundâncias, antes de poder dizer que o trabalho terminou.

Linux — comandos básicos

Neste artigo vou mostrar exemplos de comandos básicos, usados no dia a dia, no Linux — já que nem tudo a gente quer fazer no ambiente gráfico. Se quiser, guarde esta página nos seus favoritos, imprima-a e, se você se sentir à vontade, compartilhe com outros leitores a sua maneira de fazer as coisas nos comentários.

exemplos de uso do comando tar

Como criar um arquivo tar com o conteúdo de um diretório:

tar cvf arquivo.tar diretorio/

Para extrair:

tar xvf arquivo.tar

Como ver o conteúdo do arquivo tar:

tar tvf arquivo.tar

leia mais sobre o comando tar.

O comando grep

Leia aqui, mais exemplos de uso do comando grep. Basicamente, posso usar este comando para pesquisar uma string (cadeia de caracteres) dentro de um conjunto de arquivos:

grep -r "minha string" *.txt

O comando dado fará com que a cadeia “minha string” seja pesquisada em todos os arquivos com extensão .txt, recursivamente.
Eu prefiro usar este comando da seguinte forma… supondo que eu deseje encontrar todas as ocorrências da string “mcrypt”, dentro do arquivo /etc/php5/apache2/php.ini:

cat /etc/php5/apache2/php.ini | grep -i mcrypt

O parâmetro -i desliga a sensibilidade à caixa das letras – ou seja, tanto faz se estiver em minúsculas ou não.

Leia mais sobre o comando grep.

O comando find

Ainda dentro do tema “encontrar o que eu quero, no Linux”, o comando find é o que nos permite pesquisar o sistema atrás de um determinado arquivo. Veja como encontrar o arquivo php.ini, no seu sistema:

find -iname "php.ini"

Neste caso, para fazer uma busca insensível à caixa, usei o parâmetro -iname. A busca do find é realizada recursivamente, a partir do diretório atual. Eventualmente, você precisará ter privilégios especiais para acessar alguns conteúdos.

Lá embaixo, na seção sobre como ouvir músicas no console, eu ensino a usar o find para montar rapidinho a sua lista de músicas.

O comando SSH

O comando SSH permite acessar remotamente um servidor.
Como ver a versão do SSH, instalada no meu sistema:

ssh -V

Como acessar um servidor remoto woody.com, com o login wlantz, via SSH:

ssh -l wlantz woody.com

Leia mais sobre como se conectar a um servidor de banco de dados via SSH

O comando ls

Um dos comandos mais usados no terminal, lista os arquivos e diretórios. Tem várias formas de exibir esta lista. As minhas preferidas são as seguintes:

ls -l 

o comando, acima, exibe a relação de arquivos e diretórios de forma mais detalhada, informando as permissões, exibindo as permissões, tamanhos (em bytes), data e hora de criação…
Gosto de combinar o comando acima com o parâmetro -h, que “humaniza” o número que indica o tamanho do arquivo. Em outras palavras, o torna mais fácil de ser lido. Veja como:

ls -lh /etc/

Para colorir a lista, use:

ls -lh --color /etc/

O comando pwd

O comando pwd (print working directory), faz o que seu nome diz. Ele mostra o diretório atual, em que você se encontra:

pwd

Muito útil. Já me ajudou a não fazer a coisa errada, no lugar errado — se é que você me entende. 😛

O comando gzip

Cria arquivos comprimidos, com a extensão .gz. Merece um post inteiro, só pra ele. Vou mostrar, aqui, as formas mais comuns de usá-lo.
Como comprimir um arquivo:

gzip arquivo.txt

Isto vai criar o arquivo.txt.gz. Para descomprimir, faça assim:

gzip -d arquivo.txt.gz

Como extrair arquivos ZIP no Linux

Os arquivos compactados pelo ZIP, usam um padrão diferente do gzip. Portanto, o programa adequado para fazer este trabalho é outro. Use o unzip:

unzip arquivozipado.zip

Para ver o conteúdo do arquivo zipado:

unzip -l arquivozipado.zip

Como desligar o PC com o comando shutdown

Para desligar apenas, faça assim:

shutdown -h now

Este comando só pode ser fornecido desta maneira por quem está conectado como root ou administrador do sistema. Você provavelmente só conseguirá executar este comando, usando o sudo, como prefixo:

sudo shutdown -h now

Para esperar 10 minutos, antes de desligar:

sudo shutdown -h +10

Para reiniciar agora o computador:

sudo shutdown -r now

Para cancelar o comando shutdown:

sudo shutdown -c

O comando ps

Este comando exibe os processos em execução no seu sistema. Pode ser usado sem parâmetro algum, mas vai produzir uma quantidade muito grande (ou muito pequena) de informações. É costume “filtrar” sua saída com alguns parâmetros e combinando outros comandos, para ver apenas o que interessa.
Eu gosto de usar a “sintaxe BSD” para ver todos os processos em execução no sistema:

ps aux

Muita coisa?! Misture com o comando less para ir mais devagar:

ps aux | less

use a tecla ‘q’, para sair do less.
Para ver apenas os processos referentes ao navegador Chromium, use assim:

ps aux | grep -i chromium

Isto é muito útil para descobrir o PID de um processo que você deseja interromper à força, com o comando kill.

Como saber a quantidade de memória livre no Linux

O comando free resolve este assunto pra você:

Solaris-8:~$ free
             total       usado      livre    compart.  buffers     em cache
Mem:       2052948    1740056     312892          0     145652     809244
-/+ buffers/cache:     785160    1267788
Swap:      2076668      16184    2060484
Solaris-8:~$ 

Muito complicado para ler? Eu sei. Use o parâmtro -g para converter todos estes número em gigabytes:

free -g

ou use assim, para “humanizar” a exibição do resultado e incluir os totais:

free -ht

O comando top

O trabalho deste comando é exibir as aplicações mais ativas no sistema – organizadas pela intensidade de uso da CPU:

top

Comando top no Linux
Dica rápida: use a tecla ‘z’ para alterar as cores de exibição no top.

Como verificar o uso do disco no Linux

O comando df exibe o uso atual do seu disco. Para exibir o espaço ocupado e livre (available) no seu sistema de arquivos, em kilobytes, use-o assim:

df -k

Eu gosto de usar desta forma:

df -hT

O parâmetro -h humaniza (human readable) a exibição dos resultados. E o -T mostra o tipo do sistema de arquivos em uso.

O comando kill – ou como interromper (matar) um processo em execução

Neste exemplo, vou exibir os PIDs do aplicativo Chromium (o navegador). Em seguida, vou interromper sua execução. Isto é muito útil quando um processo trava. Veja como funciona.
Primeiro, uso o comando ps para determinar o PID do Chromium:

ps -ef | grep -i chromium-browser
1000      5396  1913  5 Dez16 ?        01:18:36 chromium-browser                          
1000      5400  5396  0 Dez16 ?        00:03:26 chromium-browser                          
1000      5401  5396  0 Dez16 ?        00:00:00 /usr/lib/chromium-browser/chrome-sandbox /usr/lib/chromium-browser/chromium-browser --type=zygote

Destas 8 colunas exibidas, a segunda é a que interessa no momento. É esta que exibe o PID de cada processo. Vou escolher o primeiro: 5396.
… e interromper sua execução:

kill 5396

opcionalmente, você pode usar o parâmetro -9 para matar processos “mais difíceis”:

kill -9 5396

O comando cat

comando cat no LinuxO comando cat – que eu suponho ser uma abreviatura da palavra catch, que pode ter o significado de “pegar” – serve para mostrar o conteúdo de uma arquivo na tela – usualmente texto.

cat .bashrc

Como o conteúdo exibido pode acabar por ser muito extenso, prefiro combinar este comando com o grep. Assim, por exemplo:

Solaris-8:~$ cat .bashrc | grep aliases
# enable color support of ls and also add handy aliases
# some more ls aliases
# ~/.bash_aliases, instead of adding them here directly.
if [ -f ~/.bash_aliases ]; then
    . ~/.bash_aliases

O comando é muito útil para analisar logs do sistema. Assim, se quiser verificar a quantidade de memória livre no sistema, através do arquivo /proc/meminfo, faça assim:

cat /proc/meminfo | grep -i free
MemFree:          317056 kB
HighFree:         107440 kB
LowFree:          209616 kB
SwapFree:        2052464 kB
HugePages_Free:        0

O comando mount

Este já foi um dos que eu mais usei, nos “primórdios do Linux”. Para montar um drive de CD-ROM, o comando é este:

mount -t iso9660 /dev/cdrom /mnt

Esta linha de comando parte do pressuposto de que a pasta /mnt já existe no sistema. Se ela não existir, um erro será retornado. Você pode usar o nome de outra pasta existente no seu sistema. Mas certifique-se de que ela esteja vazia – você não perderá o seu conteúdo. Mas ele ficará indisponível enquanto o dispositivo estiver montado usando aquela pasta como referência.
O iso9660 é um dos sistemas de arquivo mais comumente usados em CD-ROMs. Mas você pode, para se sentir mais seguro(a) substituir isto por auto, assim:

mount -t auto /dev/cdrom /mnt

… isto fará com que o sistema tente detectar automaticamente o sistema de arquivos usado na mídia.
Para montar um antigo drive de disquete, usa-se:

mount -t vfat /dev/floppy /media/floppy

Se usado sozinho, o comando mount exibe os sistemas de arquivos ativos no sistema:

Solaris-8:~$ mount
/dev/sda2 on / type ext4 (rw,errors=remount-ro)
/dev/sda3 on /home type ext3 (rw)
gvfsd-fuse on /run/user/justincase/gvfs type fuse.gvfsd-fuse (rw,nosuid,nodev,user=justincase)

O comando chmod

Este comando é usado para alterar as permissões de um ou mais arquivos ou de um diretório, no sistema.
Para tornar o arquivo meuscript.shexecutável:

chmod aug+x meuscript.sh

Este comando torna o arquivo executável por todos (a), pelo usuário (u) e pelo grupo (g).
Para remover a permissão de execução para todos e deixar apenas pro usuário atual, faça assim:

chmod ag-x meuscript.sh

O comando chown

No exemplo, vamos alterar o dono do arquivo meuarquivo.txt para pcarlos. O grupo, a que ele pertence, continuará sendo justincase. Veja como:

Solaris-8:~# ls -la *.txt
-rw-rw-r-- 1 justincase justincase   847 Set 28 19:44 lightdm.txt
-rw-rw-r-- 1 justincase   justincase     0 Dez 17 12:40 meuarquivo.txt
Solaris-8:~# chown pcarlos.justincase meuarquivo.txt
Solaris-8:~# ls -la *.txt
-rw-rw-r-- 1 justincase justincase   847 Set 28 19:44 lightdm.txt
-rw-rw-r-- 1 pcarlos    justincase     0 Dez 17 12:40 meuarquivo.txt

Se você obtiver uma mensagem de erro ao executar este comando, o motivo provável é que você não tem permissão para fazer esta alteração. Use o root, neste caso.

Como alterar a senha de usuário no Linux

Para isto, use o comando passwd. O superusuário, root, pode alterar a senha de qualquer outro usuário. Neste caso, o sistema não pergunta nada além da senha desejada:

Solaris-8:~# passwd pcarlos
Digite a nova senha UNIX: 
Redigite a nova senha UNIX: 
passwd: senha atualizada com sucesso

Use este mesmo comando para desabilitar a senha de um usuário:

passwd -d pcarlos

Ao ter a senha desabilitada, o usuário poderá entrar no sistema sem precisar fornecê-la.

Como encontrar um comando no seu sistema

Vou mostrar como usar o comando whereis (Quer dizer ondeestá, em inglês) e como ele pode ser usado para ver onde, exatamente, se encontra um determinado comando e os arquivos diretamente relacionados a ele no seu sistema.
Vou começar por mostrar como encontrar o comando ls e alguns arquivos relativos a ele (páginas do manual, normalmente):

Solaris-8:~# whereis ls
ls: /bin/ls /usr/share/man/man1/ls.1.gz

No exemplo dado, foram exibidos 2 arquivos:

  • /bin/ls — o programa ls, que lista os arquivos presentes no diretório atual
  • /usr/share/man/man1/ls.1.gz — a página do comando, no manual do sistema. É o texto que aparece, quando você digita o comando man ls

O comando whatis

O significado deste comando é oqueé, em inglês. Sua função é mostrar o que um determinado comando é ou faz no seu sistema. De certa forma, a ajuda ou a página do manual referente a cada comando, já faz isto – ele apenas simplifica.
Experimente:

whatis ls

O comando su

Basicamente, a função deste comando é permitir trocar rapidamente para outro usuário. O administrador do sistema pode assumir a identidade de qualquer usuário, sem precisar fornecer sua senha, através do comando su. Desta maneira, o administrador pode reproduzir um erro ou uma situação específica em que o usuário esteja tendo dificuldades. No exemplo abaixo, o comando será usado para assumir a identidade do usuário patodonald:

su patodonald

Se você não for root, vai precisar conhecer a senha do usuário para obter sucesso neste comando.
Como administrador, você pode usar o su para executar um ou mais comandos no lugar de um usuário e voltar ao seu prompt:

su - patodonald  -c 'chmod a+x script.sh'

No exemplo acima, executei o comando chmod a+x script.sh como usuário patodonald. Este comando torna o arquivo script.sh executável por todos os usuários do sistema.

Como alterar a data e a hora no Linux

No Linux, é muito simples alterar a hora e a data do sistema. Contudo, por ser um procedimento cujos resultados trazem implicações mais profundas – pode também abrir brechas de segurança no seu sistema – só pode ser executado com privilégios administrativos.
Veja como alterar a data do sistema para 06 de Agosto de 2080:

sudo date --set="2080-08-06"

Para ajustar a hora 11h da noite, faça assim:

sudo date --set="23:00:00"

Você pode usar este modelo para ajustar minutos e segundos.
“Posso ajustar os dois de uma só vez?”
Pode, sim. Veja como:

sudo date --set="2080-08-06 23:00:00"

O comando hwclock

Enquanto o comando date ajusta a hora e a data do sistema (ligado ao kernel), o comando hwclock faz o ajuste direto no relógio do BIOS, o RTC.
Veja como ajustar o relógio do BIOS, pelo do sistema:

sudo hwclock --systohc

ou o contrário:

sudo hwclock --hctosys
SAIBA MAIS SOBRE O ASSUNTO:

Veja como pode ser mais simples ajustar o relógio do sistema e do hardware automaticamente, através de um servidor NTP.

Ouça música no console com o mpg123

Para ouvir música no console, meus favoritos são o mpg123 e o mpg321.
Não sou muito do tipo que escolhe o que vai ouvir – se está no meu HD, é por que eu gosto. O que me leva aos comandos que seguem.
Para ouvir todas as músicas, em mp3, dentro do diretório Música/ (e seus subdiretórios), recursivamente e misturadas, uso o mpg321:

mpg321 -Bzx Música/

As opções -Bzx ativam a recursividade, misturam as músicas antes de tocar e exibe na barra de título do terminal o nome da música que está tocando, respectivamente.
O mpg123 não pode ser ignorado, em função dos vários recursos presentes no programa – e ele é software livre desde 2006! Mas, infelizmente, ele não tem a recursividade.
Para resolver isto, criei uma lista recursiva de todos os arquivos .mp3, com o comando find, deste jeito:

find Música/ -iname *.mp3 > playlist.lst

Em seguida, é só executar o mpg123:

mpg123 -z --title --list playlist.lst

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– passe o conhecimento para frente! 😉