C++_programming

Uma introdução à Programação Orientada a Objetos em C++ (Parte I)

Introdução

C++_programming
Este “curto” artigo tem o objetivo de dar um pontapé inicial para quem deseja obter uma introdução à programação orientada a objetos. O uso da linguagem C++ é mais ou menos casual, aqui.
A abreviatura do conceito em inglês é OOP, enquanto em portuguẽs é comum usar POO. O problema é que poo, em inglês quer dizer cocô — motivo pelo qual espero que você entenda por que nós vamos evitar o seu uso.

O que é Programação Orientada a Objetos (OOP)

A OOP é, sem dúvida, uma das mais complexas técnicas de programação para se explicar. Na verdade, trata-se de mais do que “técnica”. Estamos falando de um novo método de abordar a programação, em si.
Como há uma variada gama de livros sobre o assunto, não faz sentido este artigo se aprofundar em todos os meandros filosóficos e em todas as implicações que envolvem a OOP. Para entender este conceito, acreditamos que seja importante para você entender primeiro como era a programação antes dele.
Naquele tempo, a estória era assim: um programa é uma sequência lógica de instruções a serem executadas pelo computador. Só. Nada animador, não?
Isto era o que se chama de programação estruturada.
Pois bem, no final dos anos 50, no MIT, o paradigma da orientação a objetos começava a ser gestado. Veio à tona há uns 20 anos e vem ganhando força nos dias atuais.
Na programação orientada a objetos se enfatiza os dados ou os ‘objetos’ manipulados e em como o programador os manipula. No paradigma anterior, números eram apenas endereços na memória; sequencias de bytes que não tinham significados relevantes.
Um programa deve oferecer meios de solucionar qualquer que seja o problema que você tenha a sua frente. Isto é feito olhando pros objetos que definem os problemas e usando funções que manipulam estes objetos.
Ainda que estes conceitos lhe pareçam confusos, eles não são tão necessários para que você possa fazer uso efetivo da OOP em seus programas. É programando que se aprende a programar, qualquer que seja a metodologia usada.

Continuação…

Publicado por

Elias Praciano

Autor de tecnologia (livre, de preferência), apaixonado por programação e astronomia. Fã de séries, como "Rick and Morty" e "BoJack Horseman". Me siga no Twitter e vamos trocar ideias!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *