Substitua apps nativos Android pelas versões web, para poupar espaço e preservar sua privacidade.

Mesmo não tendo problemas com espaço no aparelho, eu uso muito a versão web de alguns aplicativos, em detrimento dos apps nativos Android.
Aplicativos como o do Facebook ou Facebook Messenger podem ser removidos e, em substituição, podemos acessá-los da mesma forma como o fazemos no notebook ou PC — via web.
Alguns recursos vão ficar de fora, com toda certeza, ao fazer esta substituição — o que vai ficar mais evidente no caso do Messenger.
Perde-se de um lado, ganha-se de outro.
Como uso mais o Whatsapp, o Telegram e o Appear.in para conversar e fazer videoconferência, não faz sentido para mim ter outros aplicativos com estas funções.
O Appear.in também não precisa ser instalado e pode ser usado via web tranquilamente.
Cabe a você decidir quando a troca vale a pena — mas é necessário experimentar, antes de decidir, concorda?
O “truque” pode ser feito com o Google Chrome, com o Mozilla Firefox ou qualquer outro navegador que você tenha instalado no seu dispositivo móvel.

O Facebook, como aplicativo web

Facebook logo
O Facebook é um excelente exemplo de aplicativo web que funciona muito bem, em substituição ao app nativo Android.
O assunto foi abordado de maneira mais completa no texto Facebook para quem tem pouco espaço no celular.
Se você usa o Android 5.0 ou superior, somado ao Google Chrome, pode continuar a receber todas as notificações do Facebook, mesmo que não esteja com o site aberto.
Os desenvolvedores do Facebook, são um pouco chatos e ficam incomodando o tempo todo para você instalar o app nativo do Android.
É que, sem o app, muitos das informações sobre você ficam invisíveis para a empresa. Isto atrapalha um pouco os negócios dela.
Outro inconveniente, é o fato de que o Messenger não roda na interface web móvel.
Os programadores do Facebook inseriram uma “trava”, que impede o uso do app desta forma.
Uma maneira de contornar este problema é clicar no botão de menu do navegador, no smartphone, e selecionar a opção “usar a interface Desktop”.
Assim, as mensagens poderão ser vistas em um interface bem tosca, mas que quebra o galho em emergências.

O Twitter como aplicativo web em dispositivos móveis

Twitter logo
Na minha experiência, o aplicativo web é muito ruim, tanto no Chrome quanto no Firefox (experimentei com o Aurora) para celular.
Toda vez que é executado, fica aparecendo aquela mensagem chata pedindo para você instalar o app do Twitter… não querem saber se você não quer.
Serve para quebrar um galho (e ainda quebra mal) e não oferece qualquer opção de notificação — e é “castrado” nas suas funções, quando comparado à versão web executada no desktop.
No geral, é inútil.

Google Plus

Google Plus logo
O Google tem um aplicativo próprio para acessar o Google Plus.
A versão mobile web, executada a partir do seu navegador no celular, procura trazer todas as funções do app nativo.
Se a pergunta for “dá pra abrir mão do app e usar apenas a versão web?”, a resposta é “sim”.
Neste caso, pesa o fato de que muitos smartphones já vem com o aplicativo do Google Plus instalado (e sem a possibilidade de remover) — o que nos tira a opção de desinstalar um para usar o outro, infelizmente.
Portanto, se ele já está aí, ocupando espaço… por que não usar?
Claro que o espaço que ele ocupa originalmente, é bem menor que o espaço usado após as atualizações.
Portanto, pode valer a pena seguir acessando esta rede social apenas pela interface web.

Videoconferência

Appear.in logo 2016
O appear.in é um aplicativo de videoconferência que surgiu da web.
Suas primeiras versões eram exclusivamente web e ele sempre funcionou bem nos smartphones Android, executado a partir de um browser.
Atualmente, já é possível baixar o app nativo da loja Google Play.
Leia mais sobre ele e como instalar, aqui.

Aplicativos de email

Google inbox mail client logo
Da minha parte, uso o Gmail, o Yahoo e um outro baseado no Red Cube.
O aplicativo de email, que já vem nos smartphones Android, pode ser usado para acessar todas as suas contas.
Da mesma forma o Gmail e o Inbox, apps do Google, também permitem concentrar todas as suas contas em um só local.
Neste caso, o uso de um aplicativo central é a melhor opção, na minha humilde opinião.
Escolha um e desative os outros, para economizar espaço.

Gerenciamento de memória no Android

Saiba como analisar e entender o uso da memória no seu aparelho Android, através do meminfo, em conjunto com algumas outras ferramentas.
Para poder realizar os procedimentos relatados aqui, você vai precisar instalar o aplicativo de terminal do Android — clique no link, abaixo, para ir para a página de downloads, na Play Store
— Página de download do Android terminal na loja oficial do Google.
O meminfo é um arquivo e vamos fazer um acesso a ele de um modo não convencional.
Para isto, abra o Android terminal, que você acabou de instalar.

Como acessar as informações da memória do Android

Digite o seguinte comando no terminal do seu celular:

cat /proc/meminfo

O resultado vai ser algo parecido com o que você obteria em qualquer máquina Linux.
Na figura, abaixo, um exemplo do conteúdo do arquivo /proc/meminfo em uma máquina com o Ubuntu.
Captura de tela de 2013-03-26 16:44:41
Com a leitura adequada, o arquivo meminfo pode ajudar a entender o uso atual da memória do seu aparelho. Leve em consideração há variações entre as várias versões do Android.
Vejamos alguns itens:

  • MemTotal: A memória total do sistema (ou seja, memória RAM física menos alguns bits e o código binário do Kernel).
  • MemFree: É o que resta, sem uso, da memória total, no momento.
  • Buffers: A quantidade de memória em cache de buffer
  • Cached: Memória no cache de página, menos o SwapCache
  • SwapCache: Conteúdo da memória que já foi retirado do swap mas voltou e ainda se contra armazenada no arquivo de swap — se houver necessidade de usar este espaço, ela pode ser descartada (uma vez que há uma cópia do seu conteúdo no arquivo de swap). Segundo desenvolvedores, este procedimento poupa o fluxo de E/S.