Como instalar o WordPress em 5 minutos

O WordPress é um dos aplicativos web mais usados para criar sites e (principalmente) blogs.
Como CMS (Content Management System ou sistema de gestão de conteúdo), ele permite iniciar um site instantaneamente, pronto para receber conteúdo em imagens, textos, vídeos etc.
Neste texto, vamos tratar de um dos vários métodos de instalação do aplicativo — baseado nas instruções oficiais.
Não se esqueça de clicar nos links, no decorrer do texto e na seção de referências (no final), para obter informações mais específicas sobre algum assunto.

Pré-requisitos para instalar o WordPress

O famoso passo a passo de instalação do WordPress em 5 minutos funciona e é verídico.
Só que há alguns poréns…
O procedimento, em si — caso você já tenha alguma experiência de instalação de aplicativos web PHP/MySQL/MariaDB anterior — pode ser realizado em poucos minutos.
Entretanto, se esta for a sua primeira vez a instalar um aplicativo deste tipo, não se preocupe com o tempo.
Na minha primeira vez, tive que apagar todos os arquivos instalados e começar de novo, para que ficasse exatamente do jeito que eu queria.
Se preferir, muitos provedores oferecem o método de instalação “com um clique” (One-Click install) — é o ideal para novatos.
Neste sentido, eu recomendo o DreamHost.

DreamHost panel - one-click installs
DreamHost: Seleção de aplicativos para instalar no site.

Veja quais itens você precisa providenciar para agilizar o procedimento de instalação:

  • Além do servidor LAMP pronto para receber o CMS, é necessário ter uma conta no MySQL/MariaDB.
  • É necessário fazer o download do aplicativo, aqui: https://wordpress.org/download/
    Se preferir a última versão, clique aqui, para baixá-la.
    Outra opção, bastante cômoda, é baixar diretamente no local em que vai instalar, através do comando wget, como veremos adiante.

Procedimento de instalação do WordPress

Acompanhe este passo a passo:

  1. Crie um banco de dados para ser usado pelo WordPress, no seu servidor web, bem como o nome de usuário (MySQL ou MariaDB), com privilégios para alterá-lo.
    Se você não tem acesso ao servidor de banco de dados, obtenha estas informações com o administrador do sistema, informando que pretende usar o WordPress.
    Neste caso, as informações que você precisa são:

    • nome do banco de dados
    • nome do usuário do banco de dados
    • senha do usuário do banco de dados
    • o hostname (nome do servidor) em que se encontra o banco de dados e
    • (opcionalmente) o prefixo que irá acompanhar cada nome de tabela criado para uso do wordpress neste site.
  2. Dentro do local em que você deseja que o seu site WordPress fique, baixe e extraia o pacote do WordPress:
    
    wget https://wordpress.org/latest.zip
    
    tar xvzf latest.zip
    
    mv wordpress/* wordpress/.* .
    
    rmdir wordpress
    
  3. Agora, abra o seu website no navegador — se tiver sido extraído no local certo, o instalador irá aparecer.
    como instalar o WordPress
    Esta tela serve para informar sobre os dados que serão requeridos na sequência.
    As informações serão usadas para preencher o arquivo wp-config.php — que também pode ser editado manualmente.
  4. Na próxima tela, preencha o formulário com os dados que foram mencionadas no passo 1.
    como instalar o WordPress
  5. A esta altura o site já está instalado. Mas você vai precisar de um nome de usuário para poder acessar e administrar o seu site.
    como instalar o WordPress
  6. Esta é a última tela da instalação, onde é dado um feedback da criação do seu novo usuário.
    como instalar wordpress
  7. Este é o painel de administração do seu site WordPress.
    como instalar wordpress
    A partir daqui, já é possível inserir novo conteúdo, instalar novos temas, adicionar usuários ao sistema etc.

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Referências

https://codex.wordpress.org/Installing_WordPress.

Teste o seu servidor para saber se ele suporta as últimas versões do WordPress

O sistema de gestão de conteúdo WordPress não é dos mais exigentes, em termos de recursos de hardware e software, mas para ter um desempenho melhor há algumas recomendações mínimas que o seu host precisa satisfazer.
Embora o hardware e a largura de banda disponível para o tráfego sejam fundamentais para o desempenho do WordPress, como CMS (Content Management System ou sistema de gestão de conteúdo), neste post vou me ater aos requisitos de software no servidor.
Se tiver dúvidas, em algum ponto, clique nos links ou nas tags no texto para obter maiores especificidades sobre algum tema.

O que você precisa ter para poder testar o seu servidor

Servidores podem ser testados à distância, online ou através de sites especializados neste tipo de tarefa.
Por questões de segurança, contudo, muitos administradores procuram esconder informações sobre as versões dos softwares instalados nos seus sistemas.
Entretanto, um dos requisitos para instalar o WordPress é ter acesso SSH ao servidor — a menos que você vá realizar todos os procedimentos em uma máquina local.
Portanto, neste texto, partimos do pressuposto de que você tem acesso SSH (Secure SHell) ao seu servidor, que é o suficiente para obter as informações de que necessita.

O sistema operacional

Você pode instalar tudo o que precisa, para dar suporte ao WordPress em uma máquina Windows, MacOS, UNIX (FreeBSD) etc.
O sistema operacional Linux, contudo é o mais usado — pelo baixo custo e pela confiabilidade.
Há alguns testes propostos neste artigo, que levam em conta uma instalação Linux.
Estes testes pode ser realizados em outros sistemas operacionais, com pouca ou nenhuma edição.

Em outras palavras, para o fim deste artigo, o sistema operacional que você tem aí, não é tão relevante.

Os requisitos de sistema

Localmente, você pode instalar, por conta própria, um servidor LAMP (acrônimo que corresponde a Linux, Apache, MySQL/MariaDB e PHP).
Se tiver interesse em montar um servidor deste tipo, veja alguns artigos que podem te ajudar:

De maneira resumida, Para rodar a versão mais atual do WordPress, com segurança e máximo desempenho, você precisa ter suporte aos seguintes softwares (e versões):

  • Servidor web Apache ou Nginx.
  • PHP na versão 7 ou superior.
  • Um destes 2 bancos de dados:
    • MySQL 5.6 ou superior
    • MariaDB 10.0 ou superior
  • suporte a HTTPS (não é obrigatório, mas é bom ter).

É possível usar outros servidores web (com suporte a PHP e MySQL/MariaDB), tal como o Lighttpd. Além disto, versões atuais do WordPress (na data deste post) ainda funcionam em versões anteriores do PHP.
Contudo, a melhor relação entre alta performance e segurança, só serão obtidos sob aqueles requisitos listados acima.
Vale ressaltar que as versões mais antigas do PHP e do MySQL já atingiram seus tempos de vida e já não recebem atualizações de segurança — o que pode expôr o seu site a vulnerabilidades e a ataques de crackers.
Por último – e não menos importante – este site usa e recomenda o DreamHost, como provedor de hospedagem.
O DreamHost faz uso das versões mais atuais dos softwares requeridos, tem suporte a HTTPS e dispõe de instalação automática do WordPress (one-click install), o que pode te poupar muito tempo.

Como verificar se as versões dos softwares requeridos estão presentes

Acesse o servidor localmente (com um terminal) ou remotamente (via SSH) e siga os procedimentos abaixo.
Para verificar o PHP e sua versão:


php --version

PHP 7.0.19-1 (cli) (built: May 11 2017 14:04:47) ( NTS )
Copyright (c) 1997-2017 The PHP Group
Zend Engine v3.0.0, Copyright (c) 1998-2017 Zend Technologies
    with Zend OPcache v7.0.19-1, Copyright (c) 1999-2017, by Zend Technologies

Para verificar se o MySQL está presente e sua versão:


mysql --version

mysql  Ver 15.1 Distrib 10.1.23-MariaDB, for debian-linux-gnu (x86_64) using readline 5.2

Acima, note que o comando ‘mysql’ exibe a versão do MariaDB.
Isto ocorre, por que é este último que se encontra instalado e não o MySQL.
Ainda assim, pelo motivo de facilitar a transição, o comando mysql ainda funciona em instalações de bancos de dados (exclusivamente) MariaDB.
Para conferir o MariaDB:


mariadb --version

mariadb  Ver 15.1 Distrib 10.1.23-MariaDB, for debian-linux-gnu (x86_64) using readline 5.2

Por fim, em sistemas Linux atuais (com o systemd) é possível conferir o status do Apache, como este comando:


systemctl status apache2

● apache2.service - The Apache HTTP Server
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/apache2.service; enabled; vendor preset: 
   Active: active (running) since Mon 2017-07-24 09:58:25 -03; 3 days ago
  Process: 16914 ExecReload=/usr/sbin/apachectl graceful (code=exited, status=0/
 Main PID: 597 (apache2)
    Tasks: 7 (limit: 4915)
   CGroup: /system.slice/apache2.service
           ├─  597 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16930 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16931 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16932 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16933 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─16934 /usr/sbin/apache2 -k start
           └─17106 /usr/sbin/apache2 -k start

Outra forma de verificar a versão do Apache, está descrita neste post.

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Referências

Como instalar um servidor web LAMP no Debian 9

Um servidor web é um ponto de início básico para poder instalar e usar uma série de outros softwares e serviços, como galeria de fotos, blog, fórum ou apenas um simples site HTML.
O LAMP é, basicamente, um web server Linux, que inclui o Apache, um banco de dados e suporte à linguagem de programação PHP.

O assunto já rendeu várias tags LAMP e posts diversos, neste mesmo site.
No decorrer do texto, sugiro clicar nos links, sempre que tiver alguma dúvida e queira se aprofundar um pouco mais em um ponto específico.
O conceito é bastante flexível, como podemos ver a seguir

O que é um servidor web LAMP

Como conceito, o LAMP inclui estas 4 “peças”:

  • Você pode usar uma das diversas opções Linux disponíveis. Neste texto, estamos nos baseando no Debian 9 Stretch — que é uma versão LTS do sistema operacional, ou seja, vai ter suporte prolongado até 2022, após quase 2 anos de desenvolvimento — uma ótima opção, portanto, a ser usada em um servidor. A gama de sistemas operacionais, contudo, inclui o FreeBSD e até mesmo o Windows. Neste último caso, o servidor leva o nome de WIMP (Windows, IIS, MySQL e PHP) e, como você pode ver no link para o Urban Dictionary, o termo costuma ter sentido pejorativo.
    Como alternativas, já escrevi sobre como instalar o LAMP no Ubuntu e no OpenSUSE.
  • O servidor web, de que falamos aqui, é o Apache. Alternativas comuns são o Nginx e o Lighttpd.
  • O banco de dados MySQL foi a escolha perfeita deste quarteto, por muito tempo. Hoje, há um processo de migração para o MariaDB em curso — e o Debian está seguindo esta tendência.
  • Por último, temos a escolha da linguagem de programação, até onde se estende a flexibilidade do conceito.
    As escolhas mais comuns são, pela ordem, PHP, Python e Perl — que coincidentemente começam com a letra ‘P’.
    Entretanto, se quiser rodar apps web importantes, como o WordPress, e-commerce ou Piwigo, você vai precisar do PHP.
    Servidores Linux, contudo, já costumam incluir suporte ao Perl e ao Python.
    Se você tem interesse no uso de alguma destas duas opções, verifique se estão presentes no servidor com os seguintes comandos:

    
    perl --version
    
    This is perl 5, version 24, subversion 1 (v5.24.1) built for x86_64-linux-gnu-thread-multi
    (with 67 registered patches, see perl -V for more detail)
    
    Copyright 1987-2017, Larry Wall
    
    ...
    
    
    python --version
    
    Python 3.5.3
    

    Tenha em conta que o Python pode ter 2 versões independentes instaladas, em muitas distribuições GNU/Linux.

Como instalar o servidor web no Debian

O Debian tem uma ferramenta que automatiza a instalação de meta pacotes para o seu sistema.
Sugiro ler sobre o tasksel, mais tarde, para ver o que mais o utilitário pode fazer por você.
Para ter o Apache instalado e rodando, em poucos minutos, rode o seguinte comando:


sudo tasksel install web-server

debian tasksel web-server
Debian tasksel web-server install
Para verificar se o seu web server está funcionando direito, execute o seguinte:


sudo service apache2 status

[sudo] senha para justincase: 
● apache2.service - The Apache HTTP Server
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/apache2.service; enabled; 
   Active: active (running) since Sun 2017-07-16 12:26:00 -03; 15
 Main PID: 6524 (apache2)
    Tasks: 55 (limit: 4915)
   CGroup: /system.slice/apache2.service
           ├─6524 /usr/sbin/apache2 -k start
           ├─6526 /usr/sbin/apache2 -k start
           └─6527 /usr/sbin/apache2 -k start

jul 16 12:26:00 ultra-5 systemd[1]: Starting The Apache HTTP Serv
jul 16 12:26:00 ultra-5 apachectl[6513]: AH00558: apache2: Could 
jul 16 12:26:00 ultra-5 systemd[1]: Started The Apache HTTP Serve
lines 1-13/13 (END)

Procure por “active (running)“.
Debian test web-server Apache
Você também pode testar o Apache invocando o daemon diretamente (ops!), da seguinte forma:


sudo apachectl -v

Server version: Apache/2.4.25 (Debian)
Server built:   2017-06-20T19:29:11

Outro método de verificar se tudo está OK, é acessar o servidor via web: abra o endereço http://localhost em seu navegador.

Até agora, já temos o Apache rodando no sistema.
Falta o banco de dados e o PHP…

Como instalar o MariaDB no Debian

O banco de dados pode ser instalado via apt:


sudo apt install mariadb-server mariadb-client 

Ainda existe a necessidade de instalar uma pequena biblioteca para ajudar na integração entre o PHP e o banco de dados, que iremos ver no próximo tópico.
Por enquanto, faremos uma rápida checagem:


mariadb --version

mariadb  Ver 15.1 Distrib 10.1.23-MariaDB, for debian-linux-gnu (x86_64) using readline 5.2

ou pode usar o service, como fez, anteriormente, com o Apache:


sudo service mariadb status

● mariadb.service - MariaDB database server
   Loaded: loaded (/lib/systemd/system/mariadb.service; enabled; vendor preset: enabled)
   Active: active (running) since Sun 2017-07-16 15:17:52 -03; 15min ago
 Main PID: 9974 (mysqld)
   Status: "Taking your SQL requests now..."
   CGroup: /system.slice/mariadb.service
           └─9974 /usr/sbin/mysqld

jul 16 15:17:50 ultra-5 systemd[1]: Starting MariaDB database server...
jul 16 15:17:51 ultra-5 mysqld[9974]: 2017-07-16 15:17:51 139788240409152 [Note] /usr/sbin/mysqld (mysqld 10.1.23-MariaDB-9+deb9u1) starting as proces
jul 16 15:17:52 ultra-5 systemd[1]: Started MariaDB database server.

Se o serviço não estiver active, ative-o assim:


systemctl start {apache2,mariadb}

Como instalar o PHP no Debian

Alguns tutoriais recomendam a instalação do PHP primeiro. Isto pouparia o tempo de reiniciar o Apache. Fora isso, o resultado é o mesmo.
O Debian 9 já usa, não somente, o MariaDB como padrão, como o PHP 7.0 em seus repositórios.
Tradicionalmente, a instalação é feita assim:


sudo apt install php php-mysqli apache2-mod-php7.0

Instale o phpmyadmin

Por fim, o phpmyadmin cumpre duas funções neste processo, como um todo.
É raro realizar operações diretamente no banco de dados, se você pretende usar aplicativos como o WordPress — uma vez que há plugins para isso.
Mas nem todo mundo gosta de confiar tarefas de manutenção do banco de dados a ferramentas de terceiros.
Além disto, os plugins acrescentam “peso” ao seu site e o “manual das boas práticas” manda não abusar do recurso.

O phpmyadmin, permite realizar tarefas administrativas nos bancos de dados MySQL/MariaDB.
A ferramenta representa um meio-termo entre a simplicidade dos plugins e a complexidade da linha de comando (CLI).

A segunda função do aplicativo é ajudar a verificar se toda a instalação, feita até aqui, ocorreu bem.


sudo apt install phpmyadmin


Isto feito, não se esqueça de reiniciar o serviço do Apache:


sudo systemctl restart apache2

O fato é que se ficou faltando alguma coisa, nos passos anteriores, a instalação do phpmyadmin irá cuidar de garantir que todas as dependências estejam instaladas e configuradas.
phpmyadmin frontscreen
Basta abrir a página http://localhost/phpmyadmin, para ver se tudo está bem ou não.

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Como instalar o Piwigo no Linux

O Piwigo é um software para criar e gerenciar galerias e álbuns de fotos, voltado para profissionais de fotografia e pessoas comuns (eu!!!) — que apenas querem ter um espaço seu, para guardar suas imagens.

Desenvolvedores e usuários trabalham junto, para fazer do Piwigo um app (de código aberto) cada vez melhor.

Softwares de galerias de foto são a solução ideal para quem deseja publicar suas imagens — do seu jeito e ter total liberdade sobre elas.
Uma empresa pode deixar todo o seu banco de imagens disponível interna e/ou externamente através da galeria online.
O Piwigo permite editar os níveis de privacidade das fotos individualmente ou de álbuns inteiros.

Quais são os requisitos para instalar e rodar o Piwigo

O aplicativo é muito “democrático” e pode ser instalado em uma gama variada de configurações. Segue os requisitos básicos, de acordo com a documentação oficial:

  • Um servidor web Apache. Mas também pode ser Lighttpd ou Nginx.
  • Um servidor de banco de dados MySQL 5 ou MariaDB.
  • Suporte a PHP 5.2.
  • A suíte de aplicativos ImageMagick ou GD.
  • 30 Mb para instalar o app. Mas você vai precisar bem mais, para armazenar suas fotos, claro.

Instalação com um único clique

Alguns provedores de hospedagem, como o DreamHost, possuem um painel de controle a partir do qual é possível instalar com um clique (one-click installs) dezenas de aplicativos web.
piwigo one-click install
Se você possui uma conta em um provedor de hospedagem Linux, então os requisitos estão, provavelmente, todos preenchidos.

Se o seu provedor oferece o Piwigo como opção de instalação simplificada — e você não se importa de usar uma versão desatualizada, porém estável, sugiro usar este meio para instalar o software.

Como instalar a versão mais atual do Piwigo direto do site oficial

Usuários mais avançados, contudo, podem preferir uma versão mais atualizada do software, mesmo que tenham que “meter a mão na massa” para isto.
Neste caso, você vai ter que fazer o download do site oficial e instalar por conta própria — o que inclui configurar o seu banco de dados.
Este é o cenário onde fiz a minha instalação:

  • Servidor Ubuntu 14.04 LTS.
  • MySQL 5.5.
  • PHP 7.0
  • Apache web server —. Se você não tiver um servidor LAMP (Linux, Apache, PHP e MySQL) instalado, leia este post.

Este artigo, parte do pressuposto de que você já tem instalado um servidor web, com suporte a PHP e MySQL.
Vou mostrar como proceder através do uso do aplicativo netinstall — por que ele é pequeno e leve e baixa apenas o que é preciso para a nossa configuração.
Você pode encontrá-lo neste endereço.
piwigo netinstall
Para mandar o netinstall para o servidor em que você fará a instalação, use o scp ou baixe-o direto com o comando wget, na pasta em que você deseja instalar o Piwigo:


wget http://piwigo.org/download/dlcounter.php?code=netinstall -O piwigo-netinstall.php


--2017-06-06 14:55:19--  http://piwigo.org/download/dlcounter.php?code=netinstall
Resolving piwigo.org (piwigo.org)... 87.98.147.22
Connecting to piwigo.org (piwigo.org)|87.98.147.22|:80... connected.
HTTP request sent, awaiting response... 200 OK
Length: 15282 (15K) [application/zip]
Saving to: ‘piwigo-netinstall.php’

piwigo-netinstall.php                 100%[========================================================================>]  14,92K  83,4KB/s    in 0,2s    

2017-06-06 14:55:23 (83,4 KB/s) - ‘piwigo-netinstall.php’ saved [15282/15282]

Daqui pra frente, o processo segue via web. Acesse a página em que você instalou o netinstall: http://meusite.com.br/galeria/.
Para conseguir concluir o processo, você precisa ter em mãos (ou de memória) as seguintes informações:

  1. O hostname do servidor MySQL ou MariaDB.
  2. O nome do banco de dados.
  3. Um nome de usuário do banco de dados.
  4. A senha deste usuário.
  5. Um prefix predefinido para a tabela de dados do Piwigo, o que irá facilitar a organização do aplicativo dentro do banco de dados.

Se você não tem estas informações, peça ao administrador da rede ou do servidor para te ajudar.
Abra um navegador e acesse o endereço para o qual você copiou o arquivo piwigo-netinstall.php.
Na primeira tela da instalação, é possível indicar o idioma da instalação (1), uma outra pasta ou diretório para instalar o app e, por fim, começar o processo (3).
piwigo install
Na tela que segue, já será necessário fornecer aquelas informações, de que falamos há pouco.
Preencha com toda a atenção.
piwigo install
Abaixo destas informações preencha os campos para a criação da conta do webmaster/administrador da galeria de fotos.
Prossiga.
piwigo install
Na outra tela, o sistema informa se tudo deu certo.
Se houver alguma mensagem de erro, volte à tela anterior e verifique cuidadosamente, meticulosamente, cada informação dada.
Se tudo correu bem, o programa de instalação irá baixar os arquivos de que precisa, criar as pastas e organizar o banco de dados para finalizar a sua galeria.
O Piwigo oferece um tour, logo após sua primeira tela de apresentação.
Vale a pena seguir, para começar a entender o funcionamento da galeria.
piwigo install tour

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Guia de instalação do sistema de armazenamento na nuvem ownCloud no Debian

Mandar seus arquivos para a nuvem é uma excelente opção para obter a portabilidade e acessibilidade deles, sempre que precisar.
Eu disse, SEMPRE?!!
Só se a nuvem for sua, claro!

O motto do aplicativo, originalmente, era “seus dados, sua nuvem, seu jeito.”
Atualmente, é “web services under your control” ou “serviços web sob seu controle”, em português.
É autoexplicativo.

Se você está lendo este texto, contudo, ninguém precisa lhe explicar por que vocẽ deveria ter “sua própria nuvem”…
Vamos à instalação!
owncloud-login-screen

Requisitos de sistema

Neste artigo, fiz uso de um notebook com processador Intel Atom N270, com arquitetura 32 bits e apenas 2 GB de memória.
A máquina tem o Debian 8.6 Jessie instalado e usei a versão padrão do ownCloud, para esta versão do Debian:

apt show owncloud | grep -i vers
Version: 7.0.4+dfsg-4~deb8u4
 ownCloud gives you universal access to your files through a web interface

Este hardware foi perfeito para os meus testes, mas suas especificações estão muito longe de poder aguentar dezenas (ou mais) de conexões simultâneas.
O aplicativo, em si, não é muito voraz, em termos de recursos de hardware.
A documentação oficial recomenda 512 MB de memória RAM e afirma que 128 MB podem ser suficientes para instalar tudo.
Para obter um bom desempenho, é interessante ter drives SSD para armazenamento dos arquivos dos usuários e uma boa conexão. Estas duas condições irão garantir um fluxo constante e ininterrupto de dados entre usuários e servidor.

A arquitetura de 32 bits tem limitações em relação ao tamanho máximo dos arquivos a serem transferidos.
Se você deseja reaproveitar alguma máquina antiga, como servidor de nuvem, opte por hardware de 64 bits, que supera esta barreira.

Uma última palavra sobre a minha instalação Debian: use o tasksel para selecionar e instalar um servidor web. Depois disto, tudo o que você irá precisar fazer, é instalar o MySQL ou MariaDB.
instalar servidor web debian tasksel
Se preferir, contudo, há outras maneiras de instalar um servidor web LAMP — Linux, Apache, MySQL e PHP.
Clique na tag LAMP para ler mais sobre este assunto.

Instalação e configuração do MySQL

Quem optou pelo uso do tasksel, pode instalar a versão padrão do MySQL, com esta linha de comando:

apt install mysql-server mysql-client

Se o MySQL já está rodando no seu sistema, será necessário configurar um banco de dados e uma conta de usuário dentro dele para ser usado pelo ownCloud.
Autentique-se no MySQL:

mysql --defaults-file=/etc/mysql/debian.cnf

Na linha de comando do MySQL, execute as instruções que seguem (para criar um banco de dados ‘owncloud’; criar um usuário com o mesmo nom)
Não esqueça de trocar a palavra ‘minhasenha’ pela da sua senha:

-> CREATE DATABASE owncloud;
-> CREATE USER owncloud@localhost IDENTIFIED BY 'minhasenha';
-> GRANT ALL PRIVILEGES ON owncloud.* TO owncloud@localhost;
-> flush privileges;
-> quit

Como instalar o ownCloud

Se o sistema está pronto, o ownCloud pode também ser instalado através do apt:

apt install owncloud

Depois disto, pode ser necessário reiniciar o Apache:

service apache2 restart

Para acessar a interface web do ownCloud e fazer os próximos ajustes, abra o seu navegador e acesse o endereço ‘http://localhost/owncloud’.
Se o ownCloud estiver em um servidor remoto, indique o seu nome: ‘http://nome-do-servidor/owncloud’.
owncloud install
Forneça cuidadosamente os dados pedidos e já pode usar o novo sistema.

Se quiser, leia também sobre como instalar o ownCloud no Ubuntu.
Clique na tag onwCloud, para ler todos os textos sobre o sistema, neste site.

Aplicações do ownCloud

Tanto no ambiente doméstico como no corporativo, um servidor de nuvem pode ajudar a manter seus backup 100% em dia.
Do seu laptop, é possível enviar seus arquivos para a nuvem, arrastando e soltando, a partir da janela do gerenciador de arquivos.
Do celular, é fácil acessar a interface web do aplicativo e subir todas as suas fotos, quando estiver em casa, por exemplo.