Use Ubuntu para programar em Python

O sistema operacional GNU/Linux é, na minha humilde opinião, o mais adequado para a programação de computadores.
Neste sentido, qualquer uma das principais grandes distribuições do Linux pode satisfazer plenamente um(a) profissional de desenvolvimento.

Já escrevi sobre qual a melhor distro para programar — clique no link para saber qual a minha opinião sobre o assunto.

Neste post, vou mostrar como preparar o Ubuntu 18.04 LTS Bionic Beaver para desenvolvimento na linguagem de programação Python.
É claro que o Ubuntu, já na instalação mínima, vem com interpretadores, de sobra, para você começar a programar em Python. Mas algumas ferramentas adicionais podem tornar o ambiente ainda melhor para quem já é profissional ou, mesmo, para estudantes.

Python 2 ou Python 3

O Python 2 vem caindo gradualmente em desuso, mas ainda há aplicações importantes do sistema, escritas nesta versão da linguagem.
Por este motivo, softwares (interpretadores, bibliotecas etc.) voltados para as duas versões ainda são encontrados.
Neste texto, vamos nos concentrar na versão 3 da linguagem, contudo.

Você pode verificar quais versões do interpretador Python há no seu Linux, digitando ‘python’ e pressionando a tecla Tab logo em seguida.
As versões disponíveis serão exibidas no terminal.
O comando ls também pode ser usado, para obter esta informação:


ls /usr/bin/python*

/usr/bin/python            /usr/bin/python3
/usr/bin/python2           /usr/bin/python3.6
/usr/bin/python2.7         /usr/bin/python3.6m
/usr/bin/python2.7-config  /usr/bin/python3m
/usr/bin/python2-config    /usr/bin/python-config

interpretadores Python no Ubuntu

Apesar da quantidade “expressiva de pythons”, há apenas 3 versões instaladas no meu sistema (python2, python3 e python 3m). O restante é link simbólico para o programa correspondente.

Use o parâmetro ‘–version’ para saber qual a sua versão padrão:


 python --version

Python 2.7.15rc1

A série 2.x é padrão justamente por causa dos vários scripts do sistema que ainda a usam — e você não deve mudar isto.
Ensinei como contornar a situação, para quem só quer usar a versão 3, neste post.

Instale IDEs gráficas para Python

Basicamente, qualquer uma das grandes IDEs pode ser usada para programar em Python. Se você já tem a sua preferida, pode relaxar e continuar a usá-la.
Se quiser experimentar algo novo, sugiro algumas IDEs feitas pela comunidade de programadores(as) Python, que podem trazer recursos e benefícios interessantes para quem usa esta linguagem predominantemente.

Pressione a tecla Super e procure o “Ubuntu software”, para entrar na loja (interface GUI para os respositórios) do Ubuntu.
instalar software no ubuntu

Dentro da loja faça uma busca (Ctrl + F) por ‘python ide’, para ver as opções específicas que você tem.
Atualmente, no meu sistema, há:

  1. A série de PyCharm, com IDEs voltadas para aplicações comerciais, científicas, educacionais etc. A PyCharm Pro é projetada para profissionais desenvolvedores(as).
  2. A Eric Python IDE, também projetada pelo pessoal que programa em Python. É uma opção leve e ágil. Falei mais dela aqui.
  3. Por fim, Thonny é uma IDE com recursos úteis para quem está estudando a linguagem. Vem com um depurador embutido, capaz de visualizar todos os passos conceituais da execução de um programa Python.

ide para python

Não se prenda a estas opções.
Experimente outras buscas, como ‘ide devel’, para encontrar bem mais opções.

Sugiro a leitura do artigo 5 IDEs para programar no Linux, para obter mais opções de ferramentas para desenvolvimento.

Instale o PIP

O pip (não é picture in picture) é um gerenciador de pacotes e serve para instalar novos softwares, bibliotecas e ferramentas para Python.
No Ubuntu, use o apt para instalar o gerenciador:


sudo apt install python3-pip

Mesmo especificando a versão “3” do Python, na linha de comando (acima), o procedimento ainda instala o pip para a versão 2 da linguagem.
Desta forma, você terá à sua disposição o pip2 e o pip3:

pip2 --version

pip 9.0.1 from /usr/lib/python2.7/dist-packages (python 2.7)
pip3 --version

pip 9.0.1 from /usr/lib/python3/dist-packages (python 3.6)

Instale o bpython

Isto não é obrigatório.
Estudantes da linguagem podem gostar de usar uma shell com recursos de realce de sintaxe.
ubuntu loja

O aplicativo pode ser encontrado na lojinha do Ubuntu, ou pode ser instalado via linha de comando.

Você tem experiência em programação Python?! Quais aplicativos adicionais sugere para instalação no Ubuntu?

Como instalar o Unity 3D Editor 5.6 beta game engine para Linux

A versão do Unity 3D Game Engine Editor pra Linux pode ser instalada em várias distribuições. Vários sites têm feito reviews e mostrado como instalar este framework.
Já escrevemos sobre o processo de instalação neste post — sugiro dar uma olhada, caso reste dúvidas após a leitura deste post.

Atualmente, o Unity 3D está mais maduro e, se você ainda não o experimentou, vale a pena dar uma chance ao software.
O processo de download e instalação está super fácil e pode ser realizado em poucos passos.
Neste post, vou mostrar como fazer a instalação no Debian/Ubuntu e em outras distribuições (como Fedora, openSUSE etc.)

Baixe e instale o Unity 3D Editor no Debian ou Ubuntu

Os exemplos dados neste texto foram executados no KDE Neon 5.9 — baseado no Ubuntu 16.04 LTS “Xenial Xerus”.
Baixe o pacote .deb de instalação do Unity 3D Editor 5.6.0b8 beta, diretamente no site http://beta.unity3d.com/download/1da4c632c3f6/public_download.html.
Ou use o comando wget:

 wget http://beta.unity3d.com/download/1da4c632c3f6/unity-editor_amd64-5.6.0xb8Linux.deb

Feito o download,
verifique o md5sum:

 md5sum unity-editor_amd64-5.6.0xb8Linux.deb

6ab683eb7da634a613d97b6fdcad4ef5  unity-editor_amd64-5.6.0xb8Linux.deb

Se tudo estiver ok, até agora, proceda com a instalação do pacote:

 sudo dpkg --install unity-editor_amd64-5.6.0xb8Linux.deb

Como fazer a instalação em outras distribuições Linux

Na mesma página, dada anteriormente, faça download do script platform-agnostic ou use o comando wget:

 wget http://beta.unity3d.com/download/1da4c632c3f6/unity-editor-installer-5.6.0xb8Linux.sh

Teste o md5:

 md5sum unity-editor-installer-5.6.0xb8Linux.sh

Em seguida, torne o script executável e rode-o:

 chmod aug+x unity-editor-installer-5.6.0xb8Linux.sh

# ... e rode o script abaixo com privilégios administrativos:

 ./unity-editor-installer-5.6.0xb8Linux.sh

Pronto. Agora já é possível executar o Unity 3D Editor da linha de comando, do dash ou do menu da sua distribuição…

/opt/Unity/Editor/Unity


Antes de usar, caso você ainda não tenha cadastro com a empresa que desenvolve o aplicativo, terá que fazer um breve cadastro.
unity editor

Referências

Sugiro dar uma olhada no forum unity3d para verificar se não há uma versão mais atual, ao final da página:
https://forum.unity3d.com/threads/unity-on-linux-release-notes-and-known-issues.350256/?_ga=1.161269565.1226268089.1487593352.

Como gravar o openSUSE em um pendrive

O openSUSE, ou SUSE para os íntimos, é uma distro tradicional, ao lado do Red Hat, do Slackware e do Debian.
Na verdade, suas origens remontam à Alemanha em 1992 e, no começo, era baseado no próprio Slackware — e só tinha a pretensão de ser uma versão localizada deste.
opensuse oficial logo
Com o tempo, a comunidade de usuários e desenvolvedores do SUSE construíram sua própria história.
Tal como qualquer outra distro GNU/Linux, o openSUSE pode ser instalado em inúmeras mídias — flash drives (pendrives), Blu-ray, DVD, CD etc.
Existe, ainda, a possibilidade (por que não) de ser instalado via rede (netinstall), como o Debian e Ubuntu.
Neste texto, vou mostrar como é simples instalar o sistema em um pendrive.
Recomendo a leitura de Como gravar o Linux em um pendrive, para tirar dúvidas e obter algumas dicas extra — especialmente se você nunca usou o comando dd ou gravou o Linux em um pendrive.
dispositivos de armazenamento de massa padrão

Onde baixar o openSUSE

Tal como outros sistemas operacionais GNU/Linux, o openSUSE também tem várias versões para escolha.
Este post é baseado no openSUSE 13.2 e vou baixar e gravar no pendrive a versão openSUSE Leap 42.1.
Você pode encontrar a versão desejada do seu openSUSE aqui.

Como gravar o openSUSE em um pendrive

Se você estiver usando outra versão do Linux ou pretende instalar outra versão do openSUSE, o procedimento que segue é o mesmo para todos. Só tome o cuidado de adaptá-lo nos nomes e nas versões das imagens dos sistemas operacionais.
Abrir o terminal e executar o comando dd é o meio mais rápido de realizar a tarefa.
O passo a passo, que segue, deve ser executado com privilégios de superusuário — portanto, seja cuidadoso(a).
O comando dd vai apagar todos os dados do disco no qual for executado. Por isto, você deve se certificar de que está executando-o no disco certo (no pendrive, por exemplo).
Conecte o seu pendrive à porta USB e não o monte.
Para saber a localização exata do seu pendrive, use o comando lsblk.

lsblk 

Se aparecer opções, como ‘sdb1’, ‘sdb2’, por exemplo, não os use.
Neste caso, faça referẽncia ao endereço raiz do dispositivo: apenas ‘sdb’.

NAME   MAJ:MIN RM   SIZE RO TYPE MOUNTPOINT
sda      8:0    0 465,8G  0 disk 
├─sda1   8:1    0  18,6G  0 part /
├─sda2   8:2    0 440,5G  0 part /home
└─sda3   8:3    0   6,6G  0 part [SWAP]
sdb      8:16   1   3,7G  0 disk 
└─sdb1   8:17   1   3,7G  0 part 
sr0     11:0    1 303,5M  0 rom

Uma vez determinado o endereço correto do seu pendrive, execute o seguinte procedimento nele:

# substitua o /dev/sdb pelo correto, no seu sistema:
sudo dd if=./openSUSE-Leap-42.1-DVD-x86_64.iso of=/dev/sdb bs=4M; sync

Aguarde alguns segundos (ou minutos).
Quando o terminal ficar livre novamente, remova o pendrive ou apenas dê um reboot no sistema.
Não esqueça de ajustar o BIOS, para ele dar boot pelo pendrive.
Os passos que seguem são opcionais.
Se preferir, antes de gravar a distro no pendrive, é possível fazer backup dele, antes de iniciar o processo que irá apagar todo o seu conteúdo:

sudo dd if=/dev/sdb of=./conteudo-pendrive.backup bs=4M; sync

Mais tarde, você poderá restaurar o conteúdo no pendrive, invertendo o comando acima:

sudo dd if=./conteudo-pendrive.backup of=/dev/sdb bs=4M; sync

Se quiser ler mais, confira nossos outros artigos sobre o openSUSE.

Conheça o projeto Debian Pure Blends

As distribuições Debian Pure Blends são uma solução para grupos de pessoas com necessidades específicas.
Além de prover coletâneas de pacotes de softwares voltados para determinados ramos de aplicações, garantem uma maneira mais fácil de instalação do sistema operacional, como um todo.
Debian Pure Blends
Os Pure Blends cobrem os interesses particulares de categorias profissionais, acadêmicas ou de pessoas — o que inclui crianças, estudantes, cientistas, gamers, advogados, equipes médicas, deficientes visuais etc.
O objetivo é simplificar a instalação e a administração de computadores para o público-alvo e conectá-los aos desenvolvedores dos pacotes que serão usados.
Um exemplo, é o Debian educacional ou Skolelinux, voltado para o ambiente educacional, como um todo.

O Skolelinux, é um blend de pacotes de programas voltados para o ambiente escolar — administração da secretaria e da sala de aula, aplicações educativas, de apoio ao professor etc.

Conheça alguns dos Pure Blends lançados

Trata-se de um trabalho em progresso e depende muito da contribuição de voluntários, que possam testar os aplicativos, ajudar na correção de bugs, traduzir e elaborar a documentação etc.
Segue uma relação de opções, acompanhadas de descrições e links para a página de cada projeto:

Blend Descrição Link
DebiChem O objetivo do DebiChem é oferecer ao usuário uma plataforma de softwares adequada a profissionais, estudantes e docentes de química http://blends.debian.org/debichem/tasks
Debian Games Tal como o SteamOS (que também é baseado no Debian), tem o objetivo de prover um ambiente de softwares voltado para todo o tipo de jogos que você puder encontrar para instalar, desde arcades, aventuras a simulação e estratégia. http://blends.debian.org/games/tasks
Debian Edu ou Skolelinux Tem o objetivo de oferecer um sistema adequado para uso educacional e na administração escolar. http://blends.debian.org/edu/tasks
Debian GIS GIS é abreviatura para Geographical Information System ou Sistema de Informação Geográfica. https://www.debian.org/blends/gis/get/metapackages | Download
Debian Junior Distro Debian voltada para o público infantil. http://blends.debian.org/junior/tasks
Debian Med O objetivo deste blend é oferecer um sistema aberto, completo e livre para atividades ligadas a cuidados médicos e pesquisa na área.
Para isto, o Debian Med integra softwares livres e de código aberto, relacionados a imagens médicas, bioinformática, infraestrutura de TI clínica, entre outros do Debian.
http://blends.debian.org/med/tasks
Debian Multimedia Seu objetivo é transformar o Debian em uma plataforma completa de trabalho e edição de áudio e vídeo. http://blends.debian.org/multimedia/tasks
Debian Science Este blend provê um ambiente pronto para cientistas e pesquisadores. http://blends.debian.org/science/tasks

Tal como este, outras grandes distribuições GNU/Linux, também têm projetos semelhantes.
O Fedora labs, atualmente, oferece aproximadamente 6 spins, voltados para astronomia, design, games, robótica, segurança, ciências e criação de músicas.
O openSUSE também tem projetos neste sentido e, um dos que se destacam, é justamente o openSUSE-Edu Li-f-e (Linux for Education), apresentado no site openSUSE-Education. Como o nome diz, é voltada para a área educacional.

Como converter uma instalação Debian existente para um dos Pure Blends

Se você não quiser ou não encontrar uma versão atual do seu Pure Blend desejado, pode converter a distro atual adicionando os metapackages do blend.
Durante a instalação do Debian netinstall os metapacotes são apresentados na tela do tasksel.
Debian Pure Blends
Se você “pulou” esta parte, ainda é possível chegar lá, pela linha de comando, com o tasksel:

tasksel --new-install

Não esqueça que este aplicativo altera substancialmente o seu sistema e precisa ser executado com privilégios administrativos.
Para ter uma instalação final limpa e eficiente, não faça a conversão. Opte pela reinstalação do sistema e, quando o tasksel aparecer, escolha o blend que você quer.

O que vem por aí

Há vários outros projetos se encaminhando para criar blends para outras áreas.
Sugiro pesquisar pelos links, no texto e no final, para obter mais informações.
Destacam-se, entre os projetos de blends, em progresso, estes dois:

Referências

https://www.debian.org/blends/.
https://wiki.debian.org/DebianPureBlends.
https://blends.debian.org/blends/ch02.html.
https://en.wikipedia.org/wiki/Debian_Pure_Blend.

Como instalar aplicativos do Ports Collection no FreeBSD

O sistema operacional FreeBSD, provê o Ports Collection como recurso simplificador da instalação de aplicativos no seu sistema.
Cada port contém todo e qualquer patch necessário para permitir que o código fonte original do software seja compilado — e o binário resultante possa ser executado.
Normalmente, o Ports Collection é selecionado para download, já durante a instalação do sistema. Se isto não foi feito, você terá um diretório /usr/ports vazio.

Como trazer o Ports Collection

Antes de poder usar o recurso, é necessário obter a coleção e guardá-la no diretório /usr/ports.
O comando portsnap, do FreeBSD, automatiza o processo para você — baixando, instalando e, quando necessário, sincronizando o Ports Collection da internet.
Use o ‘fetch’, para pegar “a coleção”:

portsnap fetch
Looking up portsnap.FreeBSD.org mirrors... none found.
Fetching snapshot tag from portsnap.FreeBSD.org... done.
Fetching snapshot metadata... done.
Updating from Wed Jul 20 15:21:53 BRT 2016 to Wed Jul 20 16:36:14 BRT 2016.
Fetching 4 metadata patches... done.
Applying metadata patches... done.
Fetching 0 metadata files... done.
Fetching 5 patches.
(5/5) 100.00%  done.
done.
Applying patches...
done.
Fetching 0 new ports or files... done.

A função deste comando é baixar um snapshot, ou imagem, da árvore de ports ou atualizar o que já existe.
Depois do download/sincronização, é hora de extrair a árvore de ports, colocando cada arquivo em seu lugar.
Note que o comando que segue (extract) só deve ser usado na primeira vez em que você for instalar os Ports Collection em seu sistema — uma vez que ele irá sobrepor todo o conteúdo do /usr/ports e seus subdiretórios.

portsnap extract

O processo pode ser um pouco demorado, a depender da sua conexão.
Se o diretório /usr/ports não estiver vazio, o comando ‘update’ deverá ser usado no lugar do ‘extract’.
Daqui pra frente, em resumo, não use mais o ‘extract’.
O comando ‘update’ pode ser usado para atualizar a árvore de ports previamente extraída.
É necessário rodar este comando para aplicar as mudanças feitas aos ports, após os downloads de atualizações através do ‘fetch’ ou do ‘cron’.
Este comando sobrescreve o conteúdo preexistente.

portsnap update
portsnap update 
Removing old files and directories... done.
Extracting new files:
/usr/ports/devel/avro-c/
 ...
/usr/ports/net/ntpa/
Building new INDEX files...  

Como encontrar aplicativos para instalar no FreeBSD

Você pode pesquisar dentro dos ports ou dentro do próprio diretório /usr/ports — para encontrar os aplicativos que necessita e saber exatamente o nome do pacote a ser instalado.
Se souber o nome exato do pacote, pode usar o comando whereis, assim:

whereis mpg123 
mpg123: /usr/ports/audio/mpg123

Caso queira encontrar os nomes dos pacotes relacionados ao Apache 2.4, use um dos dois métodos abaixo:

pkg search apache24 
apache24-2.4.23_1              Version 2.4.x of Apache web server

ou (preferível):

make search name=apache24 

Certifique-se de estar sob o diretório /usr/ports, para executar este comando.

Port:   apache24-2.4.23_1
Path:   /usr/ports/www/apache24
Info:   Version 2.4.x of Apache web server
Maint:  apache@FreeBSD.org
B-deps: apr-1.5.2.1.5.4 autoconf-2.69_1 autoconf-wrapper-20131203 automake-1.15_
1 automake-wrapper-20131203 db5-5.3.28_4 expat-2.2.0 gdbm-1.12 gettext-runtime-0.19.8.1 indexinfo-0.2.4 libtool-2.4.6 libxml2-2.9.3 m4-1.4.17_1,1 pcre-8.39 perl 5-5.20.3_13
R-deps: apr-1.5.2.1.5.4 db5-5.3.28_4 expat-2.2.0 gdbm-1.12 gettext-runtime-0.19.8.1 indexinfo-0.2.4 libxml2-2.9.3 pcre-8.39 perl5-5.20.3_13
WWW:    http://httpd.apache.org/

Ao usar o ‘make search’ ou o ‘pkg search’, não é necessário saber o nome exato do pacote. Você pode fazer uma busca por parte do nome e usar o comando grep para filtrar os resultados:

make search name=libreoffice | grep -i portuguese
Path:   /usr/ports/portuguese/libreoffice
Path:   /usr/ports/portuguese/libreoffice-pt_BR

Use os parâmetros ‘search key’ para obter uma lista de pacotes relacionados ao que você deseja:

make search key=php7

Se a lista for muito grande, use o comando less, para pausar a exibição:

make search key=php7 | less 

Como instalar aplicativos no sistema

Entre no diretório do aplicativo e execute a instalação.
Veja um exemplo de como instalar o emulador dosbox no FreeBSD:

cd /usr/ports/emulators/dosbox
make install clean  
===> Building/installing dialog4ports as it is required for the config dialog
===>  Cleaning for dialog4ports-0.1.6
===> Skipping 'config' as NO_DIALOG is defined
===>  License BSD2CLAUSE accepted by the user
===>   dialog4ports-0.1.6 depends on file: /usr/local/sbin/pkg - found
=> dialog4ports-0.1.6.tar.gz doesn't seem to exist in /usr/ports/distfiles/.
=> Attempting to fetch http://m1cro.me/dialog4ports/dialog4ports-0.1.6.tar.gz
===>  License GPLv2 accepted by the user
===>  Found saved configuration for dosbox-0.74_11
===>   dosbox-0.74_11 depends on file: /usr/local/sbin/pkg - found
=> dosbox-0.74.tar.gz doesn't seem to exist in /usr/ports/distfiles/.
=> Attempting to fetch http://downloads.sourceforge.net/project/dosbox/dosbox/0.
74/dosbox-0.74.tar.gz

Para remover este mesmo pacote, futuramente, use o ‘deinstall’:

make deinstall all

Note que o comando deve ser executado dentro daquele mesmo diretório. Fique atento.