Como incrementar os nomes dos seus arquivos no DarkTable.

O DarkTable, ou apenas darktable, permite personalizar os nomes dos seus arquivos, incluindo informações adicionais — o que pode ajudar a entender melhor cada imagem a partir do seu nome, sem precisar abrir.

Nomes descritivos, são nomes que explicam, por si só, o conteúdo de cada arquivo, em um diretório.

Usar nomes descritivos, que explicam o que está contido no arquivo, permite, por exemplo, selecionar um grande número de arquivos para transferência ou remoção, de uma só vez, sem precisar olhar uma a uma as imagens.

O darktable permite ir mais longe.

Eu costumo classificar todas as minhas imagens, quando volto de uma sessão de fotos: rejeitadas, 1 estrela, 2 estrelas etc.

Quando o nome do arquivo da imagem contém a classificação que eu dei a ela, fica mais fácil eu decidir o que fazer com cada arquivo — ou grupo de arquivos — no gerenciador de arquivos.

Quando termino de classificá-las, uma a uma, volto para tela inicial e gravo todas as imagens “rejeitadas” com o nome “apague-me” ou “apagueme”.

Mais tarde, quando eu estiver olhando o diretório (ou a pasta) onde as minhas imagens se encontram, posso remover com segurança todas as que foram rejeitadas.

Quando eu acrescento “apagueme” aos nomes dos arquivos rejeitados, depois fica superfácil selecionar e remover o que não prestou, incluindo a versão original RAW (CR2).

Usando variáveis para obter informações do sistema sobre os arquivos de imagens

Usando variáveis de sistema (internas do aplicativo), dá pra gravar suas imagens com nomes bem mais sofisticados.

É possível gravar arquivos com nomes contendo informações sobre a lente usada, a distância focal, a abertura etc.

Veja um exemplo:

$(FILE_FOLDER)/darktable_exported/$(FILE_NAME)-$(EXIF_ISO)

A informação, acima, diz que o darktable deve gravar o arquivo

  • dentro da pasta atual $(FILE_FOLDER)
  • … e dentro de uma subpasta chamada “darktable_exported” (se não existir, será criada)
  • com o nome original dele $(FILE_NAME)
  • acrescido da informação sobre o ISO da imagem $(EXIF_ISO)
O nome do arquivo IMG_0977-400-[2]-0.jpg contém informações sobre o ISO da imagem (400), sua classificação (2) e a versão (0).

De acordo com estes parâmetros, meus arquivos finais, irão ficar parecidos com isto aqui:

IMG_0958-200.jpg

… e serão gravados dentro daquelas pastas especificadas acima.

Faça as suas experiências!

Nomes ainda mais sofisticados

Você pode fazer muito mais do que isso!

Código para gerar um nome de arquivo contendo a classificação (stars), entre outras coisas…

Que tal incluir mais informações da tabela EXIF de metadados nos nomes dos arquivos?

Use o seguinte código (tudo na mesma linha) na caixa de texto:

$(FILE_FOLDER)/darktable_exported/$(FILE_NAME)-$(CREATOR)-$(STARS)-$(VERSION)

Isso irá acrescentar

  • o nome do criador da imagem — informação que você pode acrescentar ou alterar em um dos menus da sua câmera (consulte o manual).
  • a quantidade de estrelas com que você classificou o arquivo.
  • a versão da imagem

O resultado do código acima, será algo semelhante a:

IMG_0989-ELias Praciano-3-0.jpg

Quem trabalha com vários modelos de câmeras e lentes, pode querer inserir estas informações nos nomes dos arquivos. Isto tornaria super fácil encontrar todas as fotos que já foram tiradas com determinada lente — basta fazer a busca pelo nome específico do arquivo!

Tabela de variáveis suportadas pelo DarkTable

De acordo com o manual do aplicativo, as variáveis suportadas — para usar na nomenclatura dos seus arquivos são as seguintes.

$(ROLL_NAME)rolo da imagem de entrada.
$(FILE_FOLDER)a pasta em que se encontra a imagem atual.
$(FILE_NAME)nome do arquivo da imagem.
$(FILE_EXTENSION)a extensão do arquivo da imagem (jpg, cr3, nef etc).
$(ID)número de identificação da imagem.
$(VERSION)quando a mesma imagem é gravada mais de uma vez, o DarkTable dá a cada duplicata um número de versão diferente automaticamente.
$(SEQUENCE)um número sequencial, dentro de um trabalho de exportação.
$(YEAR)o ano referente à data da exportação/gravação da imagem.
$(MONTH)o mês.
$(DAY)o dia.
$(HOUR)a hora.
$(MINUTE)o minuto.
$(SECOND)o segundo.
$(STARS)exibe a classificação que você deu à imagem, em número de estrelas.
$(LABELS)etiquetas de cores relacionada à imagem.
$(MAKER)o fabricante da câmera
$(MODEL)o modelo da máquina
$(TITLE)o título de acordo com os metadados (obtidos da câmera).
$(CREATOR)criador da imagem, de acordo com os metadados.
$(PUBLISHER)publicador, de acordo com os metadados.
$(RIGHTS)informações sobre os direitos autoriais, de acordo com os metadados que você configurou na câmera.
$(USERNAME)o nome do usuário do sistema (operacional).
$(PICTURES_FOLDER)o nome da pasta das imagens.
$(HOME)o nome da pasta do usuário atual.
$(DESKTOP)a pasta referente à área de trabalho.
$(EXIF_YEAR)o ano dentro da data EXIF, fornecido pela câmera.
$(EXIF_MONTH)o mês.
$(EXIF_DAY)o dia.
$(EXIF_HOUR)a hora.
$(EXIF_MINUTE)o minuto.
$(EXIF_SECOND)o segundo.
Tabela de variáveis para usar na nomenclatura de arquivos.

Comente com a gente como você prefere configurar a nomenclatura dos seus arquivos no DarkTable!

Experimente o gerenciador de arquivos (CLI) Ranger no Linux (ou no Mac)

O Ranger é um gestor de arquivos de linha de comando (CLI), escrito em Python.
O programa possui todas as funções presentes nos gestores mais usados, como o Nautilus, no Ubuntu.

Para quem não tem problemas com a CLI, como interface de execução de seus aplicativos, o Ranger ainda oferece a vantagem da velocidade de execução.

O programa permite executar tarefas relacionadas à gestão de arquivos com poucos toques no teclado, usando teclas simples ou composições de atalhos de teclado.

O uso do mouse é opcional.

Para ficar de acordo com a documentação oficial, no restante do texto, vou grafar o nome do utilitário em minúsculas.

Como instalar o ranger

Abra um terminal e execute o gestor de pacotes da sua distro, para fazer a instalação dele. Segue um exemplo, usando o apt (Debian/Ubuntu):


sudo apt install ranger

Junto com o utilitário, é instalado o navegador de Internet w3m — também com interface em modo texto ou CLI.

Outras extensões são instaladas e podem ser usadas à medida em que forem necessárias, como o rifle, para abrir arquivos.
As configurações permitem definir outros programas para executar tarefas específicas a partir do ranger.

Se precisar visualizar alguma imagem ou outro tipo de arquivo de dentro do ranger, ele abrirá o visualizador padrão do sistema.
Se você usa apenas o modo texto, no seu sistema, recomendo instalar o feh, para visualizar suas imagens.

Como usar o ranger

Ao rodar o programa, ele irá mostrar os arquivos dentro do diretório (pasta) atual.
Use as setas do teclado para percorrer os diretórios e pressione Enter, para realizar ações em relação aos arquivos.

Você pode sair do programa, a qualquer momento, pressionando a tecla ‘q’.

Configuração do ranger

O ranger cria um subdiretório com arquivos de configuração básica no home, ou seja, em ‘~/.config/ranger/’
Muitas configurações, contudo, continuarão a ser lidas nos arquivos principais, fora do seu diretório home.
Para ter acesso completo à configuração do aplicativo, copie todos os arquivos pertinentes ao seu diretório particular, com o seguinte procedimento:


ranger --copy-config=all

creating: /hem/justincase/.config/ranger/rifle.conf
creating: /hem/justincase/.config/ranger/commands.py
creating: /hem/justincase/.config/ranger/commands_full.py
creating: /hem/justincase/.config/ranger/rc.conf
creating: /hem/justincase/.config/ranger/scope.sh

> Please note that configuration files may change as ranger evolves.
  It's completely up to you to keep them up to date.

> To stop ranger from loading both the default and your custom rc.conf,
  please set the environment variable RANGER_LOAD_DEFAULT_RC to FALSE.

Os dois avisos, dados ao final da execução do comando, acima, dão conta de:

  1. Os desenvolvedores do programa podem introduzir eventuais modificações na forma como os arquivos de configuração funcionam ou na sua estrutura. Portanto, caberá a você fazer esta atualização.
  2. Para forçar o programa a carregar apenas as configurações personalizadas do usuário, altere o valor da variável de ambiente RANGER_LOAD_DEFAULT_RC para FALSE.
    Este procedimento pode ser feito assim, na linha de comando:

    
    RANGER_LOAD_DEFAULT_RC=FALSE
    
    

    Leia mais sobre variáveis de ambiente aqui: variáveis de ambiente no Linux.

Esquemas de cores do ranger

Ainda no diretório de arquivos de configurações do ranger, é possível alterar o esquema (ou tema) atual de cores do programa, caso você esteja insatisfeito com o que está vendo.

Para isso abra o arquivo ~/.config/ranger/rc.conf e localize a linha

set colorscheme default

Você pode usar uma das 4 opções: default (padrão), jungle, snowou solarized.
Pessoalmente, gosto do tema default. Mas o snow também é legal. (y)

Você pode criar novos esquemas e gravá-los em ~/.config/ranger/colorschemes.

Teclas de navegação dentro do ranger

O programa usa as mesmas teclas do editor Vim.

Basicamente, é isso aqui:

  • → ↓ ↑ ← as setinhas do teclado
  • h — para subir na hierarquia de diretórios
  • gg — para ir ao início da lista
  • G — para ir ao fim da lista

A linha de comando

O ranger tem uma linha de comando, a partir da qual, é possível executar comandos da shell.
Para acessar a CLI interna do ranger tecle ‘!’.

O utilitário possui também comandos internos, como o ‘du’ — que mostra o uso atual do diretório (tal como na shell).
Há outros comandos, que podem ser acessados a partir do pressionamento da tecla ‘d’. Experimente.

10 exemplos de uso do comando find no Linux

O find é um utilitário incrivelmente flexível e muito usado na linha de comando do Linux/UNIX ou dentro de scripts.
Com ele é possível encontrar arquivos por tipo, por condição, por conteúdo etc. dentro do seu sistema e através de buscas recursivas.

O comando find já foi abordado em outros artigos, neste site.
Se você tiver interesse em complementar seu conhecimento sobre o tema, clique nos links no decorrer do texto ou use o sistema de busca do site.

Nestes exemplos, vou mostrar que você pode usar diversos critérios de busca com o comando find: permissões, pertencimento (ownership), por data/hora de alteração, por tamanho etc.

Por ser um comando padrão, no UNIX e no GNU/Linux, não há necessidade de instalar nada. Apenas abra um terminal (Ctrl + Alt + T, no Ubuntu) e comece a aplicar os exemplos.

O comando find é uma ferramenta essencial para o aprendizado de quem deseja se tornar produtivo na linha de comando do Linux ou do MacOS.

Exemplos de uso do find

O uso básico do find não precisa incluir qualquer opção ou parâmetro.
Ao executar o find no diretório (pasta) atual, ele irá perscrutar todos os subdiretórios, recursivamente, e exibir a lista completa de arquivos, inclusive aqueles que estão ocultos.


find

A depender do diretório atual, a execução pode ser um pouco demorada. Mas pode ser interrompida a qualquer momento com as teclas Ctrl + C.
Geralmente, é possível combinar o find ao comando grep, para refinar os resultados da busca:


find | grep -i "comando find"

./Documentos/Livros/Imagens/elias.praciano.com - featured/comando find.jpg
./.fotoxx/thumbnails/hem/justincase/Documentos/Livros/Imagens/elias.praciano.com - featured/comando find.jpg.jpeg

O comando acima é equivalente ao ls, conforme o exemplo abaixo:


ls -lahR | grep -i "comando find"

… o find costuma ser bem mais rápido, contudo. Faça as suas experiências.

O comando pode ser executado especificamente em um diretório:


find Imagens/2018/

Também é possível filtrar por nome ou extensão do arquivo que você deseja encontrar:


find Imagens/2018/*.ods

Imagens/2018/foapiso.ods
Imagens/2018/imagens2018_18-55mm.ods
Imagens/2018/imagens2018_75-300mm.ods
Imagens/2018/imagens2018_sigma30mm.ods
Imagens/2018/stat-imagens2018.ods

Com o parâmetro ‘-name’, é possível obter resultados mais precisos em sua busca.


find Imagens/2018/ -name "panoramas"

Imagens/2018/06/16/panoramas

O resultado da busca é sensível à caixa (maiúsculas/minúsculas) das letras.
Para desligar a sensibilidade (case sensitiveness), use ‘-iname’:


find Imagens/2018/ -iname "panoramas"

Use também os coringas entre as aspas:


find Imagens/2018/ -iname "*noram*"

Imagens/2018/05/01 ana maria/panorama_2242_2247.tif
Imagens/2018/05/01/darktable_exported/panorama_2242_2247.jpg
Imagens/2018/06/16/panoramas

Ao optar por fazer a busca no diretório raíz / todo o sistema será vasculhado, incluindo a rede e os dispositivos externos conectados (se estiverem montados).

A recursividade é padrão para o comando find. Se você quiser restringir a profundidade da busca, precisa definir isso claramente.
Com a opção ‘-maxdepth’ é possível determinar até quantos subdiretórios devem ser analisados.


find Imagens/ -maxdepth 3 -iname "*.cr2"

Imagens/Capture/capture000000.cr2
Imagens/Capture/capture000001.cr2
Imagens/Capture/capture000002.cr2
Imagens/Capture/capture000003.cr2
Imagens/Capture/capture000004.cr2
Imagens/Capture/capture000005.cr2
Imagens/Darktable/20180525_noname/20180525_0001.CR2
Imagens/Darktable/20180525_noname/20180525_0002.CR2
Imagens/Darktable/20180525_noname/20180525_0003.CR2

Para fazer a busca apenas no diretório atual, sem recursividade, use ‘-maxdepth 1’.

Também é possível inverter o filtro da busca.
Por exemplo, eu sei que dentro de Imagens/ há vários subdiretórios com arquivos .jpg e .cr2 (arquivos RAW da Canon). Mas também há outros tipos de arquivos.
Veja como excluir dos resultados da busca os arquivos .cr2:


find Imagens/ -not -iname "*.cr2"

Para facilitar, use ‘!’ no lugar de ‘-not’:


find Imagens/ ! -iname "*.png"

Use o operador ‘-o’ (OR) para restringir a busca a 2 ocorrências:


find Imagens/ -iname "*.txt" -o -iname "*.ods"Imagens/2018/aberturas.txt

Imagens/2018/distfocal.txt
Imagens/2018/distfocal_75-300.txt
Imagens/2018/maio2018.txt
Imagens/2018/stat-imagens2018.ods
Imagens/2018/imagens2018_18-55mm.txt
Imagens/2018/imagens2018_18-55mm.ods
Imagens/2018/imagens2018_75-300mm.txt
Imagens/2018/imagens2018_sigma30mm.txt
Imagens/2018/imagens2018_75-300mm.ods
Imagens/2018/imagens2018_sigma30mm.ods
Imagens/2018/imagens2018_sigma30mm-b.txt
Imagens/2018/imagens2018_Yongnuo35-50mm.txt
Imagens/2018/foapiso.txt
Imagens/2018/foapiso.ods

O operador AND pode ser invocado com a opção ‘-a’, embora seja um comportamento padrão:


find Imagens/2018 -iname "*.cr2" -a -iname "*.jpg" 

Combine com o operador ‘!’, para excluir exatamente aqueles 2 tipos de arquivos:


find Imagens/2018 ! -iname "*.cr2" -a ! -iname "*.jpg" 

Notou que os nomes de diretórios também são mostrados?
Pois é… Para o UNIX/Linux “tudo é arquivo”.

Se quiser filtrar mais ainda os resultados, para mostrar apenas arquivos “de verdade”, use a opção ‘-type f’:


find Imagens/2018 -type f ! -iname "*.cr2" -a ! -iname "*.jpg"

Use o comando wc, para contar quantos arquivos (no meu exemplo) não são .cr2 ou .jpg, na busca:


find Imagens/2018 -type f ! -iname "*.cr2" -a ! -iname "*.jpg" | wc -l

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No exemplo simplificado, abaixo, veja como encontrar todos os estilos do DarkTable armazenados em uma pasta:


find Imagens/2018 -type f -iname "*.dtstyle" | wc -l

255

A sua pesquisa pode incluir mais de um diretório:


find Imagens/2018/06/ Imagens/2018/04/ -type f -iname "*.xmp"

Imagens/2018/06/02/img_4337.cr2.xmp
Imagens/2018/06/12/img_4667.cr2.xmp
Imagens/2018/06/15/img_4891.cr2.xmp
Imagens/2018/06/16/img_4996.cr2.xmp
Imagens/2018/06/16/panorama/img_5064.cr2.xmp
Imagens/2018/04/25/img_1536.cr2.xmp
Imagens/2018/04/28/break/img_1962.cr2.xmp

Espero que, com estes exemplos, tenha ajudado você a entender e usar melhor o comando find no seu sistema. 😉
Divirta-se!

Use o Xarchiver para criar backups criptografados

O Xarchiver é, antes de mais nada, um gerenciador/gestor de arquivos — que nem o Nautilus, do GNOME (presente no Ubuntu, Debian, Fedora etc.)
O seu destaque é a possibilidade de empacotar arquivos em diversos formatos, através de variados métodos ou algoritmos.

Já mostrei como compactar arquivos no Linux, usando o Xarchiver.
Aqui, vamos ver como adicionar senha, para impedir que o conteúdo dos arquivos seja visto por pessoas não autorizadas por você.

O Xarchiver tem os seguintes recursos, em relação aos formatos suportados:

  • tem suporte aos formatos mais usados de empacotamento: arj, rar, zip, bzip2, gzip, lha, lzma, 7z, tar, tar.bz2, tar.gz, tar.lzma, deb and rpm
  • leitura e criação de comentários nos arquivos arj, rar e zip.
  • quando o formato tem suporte a auto-extração, o Xarchiver também tem.
  • auto detecção de arquivos criptografados por senha, nos formatos arj, rar e zip. Tem suporte a criptografia 7z, mas não auto detecção.
  • tem suporte aos formatos mais usados de empacotamento: arj, rar, zip, bzip2, gzip, lha, lzma, 7z, tar, tar.bz2, tar.gz, tar.lzma, deb and rpm

Passo a passo para arquivar com senha

Vou usar como exemplo, o arquivo backup003.zip.
Com o arquivo aberto e seu conteúdo aparecendo na tela principal, selecione Ação/Adicionar (ou Ctrl + D)
como criptografar arquivos no Linux usando o xarchiver
Em seguida, na tela de seleção e inclusão de novos arquivos ao pacote, selecione a aba “Opções”.
como criptografar arquivos no Linux usando o xarchiver
No painel de opções, localize a caixa para ativar e digitar a senha.
como criptografar arquivos no Linux usando o xarchiver
Quando não há suporte a criptografia, a chave com senha ou a qualquer outra opção, as alternativas possíveis aparecem esmaecidas no painel.
como criptografar arquivos no Linux usando o xarchiver
Neste caso, resta procurar outra opção de compactação ou empacotamento, dentre as muitas que o aplicativo já oferece.
Note que, dentro do pacote, os arquivos são armazenados com seus nomes reais.
Isto quer dizer que o método de compressão age sobre o conteúdo e deixa os nomes dos arquivos intactos.
Ou seja, convém evitar usar nomes “chamativos” que, em tese, acabam “entregando mais do que o próprio conteúdo”:

  • como_eu_roubei_um_banco.txt
  • NotasFiscaisFriasDaMinhaEmpresa.odt
  • MinhaFotoMostrandoOQueNãoDeveria.jpg
  • etc.

Acho que deu pra entender… 😉

Como extrair arquivos empacotados com senha?

A extração é muito intuitiva.
Localize o pacote de arquivos, com o seu gerenciador de arquivos preferido (pode ser o Nautilus, para quem usa o GNOME).
Clique 2 vezes sobre ele.
como criptografar arquivos no Linux usando o xarchiver
Assim que você tentar fazer a leitura de algum arquivo, dentro do pacote, a senha será pedida.

Como acessar o gerenciador de arquivos nativo do Android 6.0 Marshmallow.

Algumas pessoas instalam aplicativos desenvolvidos por terceiros para fazer a gestão de arquivos no seu smartphone ou tablet.
As principais funções de um software desta natureza vai de explorar o sistema a manipular arquivos dentro dos seus dispositivos de armazenamento.
O gerenciador nativo, presente no Marshmallow, não é completo e não traz sequer funções básicas que permitam renomear arquivos.
Mas, se você deseja explorar as pastas (ou diretórios) presentes no seu aparelho e executar funções como:

  • copiar um arquivo ou diretório para outro lugar;
  • remover um arquivo ou diretório;
  • compartilhar um vídeo, uma imagem ou qualquer outro arquivo.

… ele resolve! 😉

Como chegar ao gerenciador de arquivos

Comece com a abertura do menu de configurações.
Em seguida, role para a secção Dispositivo e toque em Armazenamento e USB.
Android armazenamento e USB
Dentro do painel Armazenamento e USB, selecione um de seus dispositivos de armazenamento disponíveis — normalmente só há o Interno e o Cartão SD.
Android relação de dispositivos de armazenamento
Após selecionar o dispositivo de armazenamento, role a tela até o fim.
Toque na última opção Explorar, para iniciar o gerenciador de arquivos.
Android explorar sistema de arquivos
Agora, você já está usando o gerenciador de arquivos nativos do Android.
Android Marshmallow gerenciador de arquivos nativo
É possível modificar a visualização do gestor, através do submenu do aplicativo, no canto superior direito.