Como acessar seus arquivos no servidor FTP com net2ftp

O net2ftp é um webapp cliente FTP que possibilita às pessoas acessar os arquivos no servidor, do navegador, sem a necessidade de instalar qualquer aplicativo extra.
Se você acessar o site oficial do net2ftp, vai ver um formulário, pedindo o endereço do servidor FTP que você deseja acessar, nome de usuário e senha — você pode acessar qualquer servidor do mundo, desde você tenha uma conta lá.
Captura de tela do net2ftp
A idéia, aqui, é que você instale o software do net2ftp (Ei! É grátis!) no seu próprio servidor FTP, em casa ou na empresa, para tornar o acesso mais rápido.
Qualquer dispositivo que possa navegar na Internet (tablet, smartphone, smartTV, PlayStation etc.) poderá acessar os arquivos do seu servidor.
Do lado do servidor, você precisa de:

  • Um servidor web Apache.
  • Um servidor FTP pronto e rodando.
  • Um pouco mais do que 7.5 Mb de espaço em disco.
  • MySQL é opcional — só é necessário pra quem tem o interesse em fazer logging de atividades e estabelecer limites diários de downloads a usuários.

Ao final deste texto, há alguns links para artigos que podem te ensinar a instalar fácil um servidor Apache e FTP, caso você ainda não tenha um.

Como baixar e instalar o net2ftp

O aplicativo é escrito em PHP e usa (opcionalmente) banco de dados MySQL.
De código aberto, você pode fazer o download completo a partir do site oficial:
http://www.net2ftp.com/homepage/download.html
Feito o download (da versão completa Full), descompacte o arquivo:

unzip net2ftp_v1.0.zip

“Tecnicamente”, você não instala o net2ftp, uma vez que o conjunto de scripts que compõem a solução, já vem pronto para funcionar — basta pôr tudo no lugar certo e dar permissão de acesso às pessoas.
Após descomprimir o arquivo ZIP baixado, entre no novo diretório criado.

cd net2ftp_v1.05/

Se você pretende copiar e colar os comandos acima, certifique-se antes se o nome e a versão presentes no seu sistema correspondem ao que se encontra descrito aqui.



Em seguida, copia o conteúdo da pasta files_to_upload para dentro do diretório, no seu servidor Apache, em que o net2ftp será executado. No meu caso, é o seguinte:

sudo cp -rv files_to_upload/ /var/www/html/net2ftp

Se você quer fazer upload para um servidor remoto, veja como usar o comando wput, para isto.
Altere as permissões da pasta temp:

sudo chmod 777 /var/home/www/html/net2ftp/temp/

Depois de copiados os arquivos, basta acessar o net2ftp:

http://192.168.254.20/net2ftp/

Tela inicial do net2ftp
Clique para ampliar.

Uma vez logado ao servidor FTP, através do cliente web, net2ftp, é possível baixar e enviar arquivos ao servidor.
visão do net2ftp de dentro do navegador.
Clique para ampliar.

Esta instalação já pode ser acessada de qualquer dispositivo da sua casa, que tenha um navegador básico: smartphone, tablet, smart TV etc.

O comando wput em 5 exemplos

O comando wput é uma versão do wget — só que ele faz o contrário: em vez de downloads, o wput faz uploads de arquivos pro servidor FTP, com a mesma eficiência e simplicidade. Se você já usa o wget para agilizar os seus downloads, vale a pena conhecer e usar o wput para fazer os seus uploads.
feat rede network-grayEu incluo o wput entre as ferramentas essenciais para quem trabalha com atualização de páginas na Internet — seja webdesigner ou programador web.
O wput é um cliente robusto para conexões FTP. Trabalha sem a necessidade de interação do usuário e pode rodar em background. Pode subir de um simples arquivo a diretórios inteiros pro servidor.
Se você tem problemas com a estabilidade de suas conexões, o wput foi feito pra você — ele tem suporte a retomada de downloads (resuming), ou seja, ele continua o trabalho, de onde parou.
Você pode, ainda, restringir a taxa de transferência dos arquivos, para evitar sobrecarga na sua rede. Ele é um excelente aplicativo para estar dentro de um script que transfira seus backups de um servidor a outro.

Como usar o wput

A sintaxe do comando é simples e intuitiva. Você deve informar os arquivos ou diretórios que serão enviados, nome do usuário ftp, sua senha, endereço do servidor e o diretório que irá receber os arquivos. Veja um exemplo da sintaxe:

wput arquivos_de_origem ftp://nome_de_usario:senha_de_usuario@meuservidor.com.br/diretorio_destino/

Vamos supor que eu deseje enviar os arquivos da pasta /var/www/html/ para a pasta /public_html, pro servidor fordlandau.net. Veja como fica:

wput /var/www/html/ ftp://a1308311:Grujz437@fordlandau.net/public_html/

Note que no exemplo acima, o nome do usuário é a1308311 e sua senha é Grujz437.
Faça um teste, para ver como funciona para você, alterando os nomes para aqueles que se adequam à sua situação.

Verbosidade

Embora eu use o wput para atualizar sites e transferir arquivos de backup, nem sempre sinto necessidade de conferir o que está sendo feito o tempo todo.
Deixar uma janela, em um canto da tela, em um dos monitores, mostrando o upload é uma boa opção. Neste caso, gosto de usar o parâmetro --less-verbose, desta forma:

wput --less-verbose * ftp://a1308311:Grujz437@fordlandau.net/public_html/

Use os coringas

Note que o *, no exemplo anterior, significa “todos os arquivos dentro do diretório atual”.
Você pode usar livremente os coringas. Se quiser subir apenas os arquivos PHP, use *.php.
O comando admite a flexibilidade de transferir vários tipos de arquivos, assim:

wput *.php *.html *.css ./includes/*.php ftp://a1308311:Grujz437@fordlandau.net/public_html/

Pra quem já está acostumado a usar coringas, é simples assim.

Faça a transferência com mais discrição

Se você não deseja obter qualquer atualização visual do andamento dos uploads, pode usar a opção --quiet e, ainda pode jogar o comando “pros bastidores”, com a opção &, do Linux, ao final da linha de comando. Veja como:

wput --quiet * ftp://a1308311:Grujz437@fordlandau.net/public_html/ &

O wput tem uma opção melhor do que esta, com a opção --background — que joga a execução “pros fundos” e grava os resultados no arquivo de log ./wputlog, onde você pode verificar o que ocorreu (ou está ocorrendo) durante a transferência. Veja um exemplo:

wput --background * ftp://a1308311:Grujz437@fordlandau.net/public_html/

A qualquer momento você pode ler o arquivo de log da transferência:

less ./wputlog

Como retomar uploads incompletos

Você pode interromper o envio de arquivos a qualquer momento — basta teclar Ctrl + C — e retomar o trabalho no ponto em que ele parou, mais tarde.
O resuming é o comportamento padrão do wput. Contudo, se quiser, você pode pedir para ele começar o trabalho todo de novo. A opção --reupload faz a transferência dos dados, mesmo que já tenham sido transferidos:

wput --reupload --less-verbose * ftp://a1308311:Grujz437@fordlandau.net/public_html/

Limite o uso de banda nos uploads

Para evitar “incomodar” outros usuários e aplicativos na rede, você pode limitar o consumo de banda do wput com a opção de comando --limit-rate.
Se você quiser limitar o uso da banda para 14 mil bytes, pode usar o comando assim: --limit-rate=14K. Veja um exemplo:

wput --limit-rate=15K --reupload --less-verbose * ftp://a1308311:Grujz437@fordlandau.net/public_html/

É importante frisar que o controle do uso da banda é feito pela média do uso. Ou seja, se você estabelecer um limite de 5K e, por conta da lentidão na rede, o wput só conseguir usar 2K, assim que lhe for possível, ele vai usar mais do que o limite de 5K, até restabelecer a média de 5K.
Portanto, não se espante com uma provável oscilação nestes números.

Parâmetros mais comuns de uso do wput

Agora que você já sabe usar o wput, caso precise, pode voltar a esta página e ir direto pra tabela abaixo, onde vou dar uma explicação geral e rápida sobre as opções do comando.

Opção longa Opção curta Descrição
–less-verbose -nv reduz “um pouco” o output do comando, mantendo o usuário informado do básico
–quiet -q desliga a verbosidade do comando. A opção contrária é o --verbose ou -v
–background -b opera “nos bastidores” e guarda as informações, por padrão, no arquivo ./wputlog
–limit-rate -l as duas opções divergem ligeiramente no uso: --limit-rate=tx ou -l tx — em que tx é o valor da taxa acompanhado da unidade, que pode ser K (KiB) ou M (MiB)
–reupload -u ignora a presença dos arquivos já transferidos e os reescreve. Refaz o upload. O padrão do wput, é a retomada no ponto em que parou na última vez e ignorar os arquivos que já foram transferidos e não sofreram alterações
–tries -t em conexões instáveis, com constantes quedas, você pode especificar um número de tentativas para cada transferência malsucedida. O padrão do aplicativo é -1, ou seja, número ilimitado de tentativas

conclusão

Para concluir, eu gostaria de fazer uma nota rápida sobre optar ou não pelo uso da versão “longa” ou curta ao escrever o comando.
Para usar um exemplo, a opção curta de --less-verbose é -nv — ambas fazem a mesma coisa.
O uso da opção curta serve para nos poupar tempo, no dia a dia. Dentro de scripts, contudo, tenha em mente que você pode levar meses ou anos para querer alterar seus códigos. É por isto que usamos comentários nos nossos scripts. O uso da versão mais longa ajuda a entender melhor o código que você escreveu meses atrás.
No final das contas, o uso das versões mais longas tornam a linha de comando autoexplicativa, poupando seus scripts de linhas e linhas de comentários.
Por fim, recomendo dar uma olhada na página do manual do comando: man wput — onde mais informações podem ser encontradas.
Como sempre, sinta-se à vontade para comentar e, se achar que o texto lhe foi útil, compartilhe o conhecimento com outras pessoas.
Divirta-se! 😉

5 motivos para sua empresa adotar o MFT para armazenamento, transferência e distribuição de arquivos.

Este artigo parte do pressuposto de que você chegou aqui já sabendo o que é MFTManaged File Transfer. Tudo o que você deseja é obter argumentos favoráveis à sua adoção. Há muitos.
A proliferação das atividades de transferência de arquivos e de repositórios apresenta novos desafios para a governança em TI e a conformidade – aumentar a eficiência de um processo cada vez mais complexo, ao mesmo tempo em que se deseja conter a escalada dos custos.
O MFT contribui com os esforços da governança ao permitir que as transferências de arquivos sejam monitoradas e gerenciadas – uma vez que as soluções tradicionais de transferência, o que inclui o FTP e scripts de gestão, comumente não têm recursos de visibilidade e não têm soluções integradas que satisfaçam as necessidades de grandes volumes de transferências de arquivos, interna e externamente.

Por que a sua empresa deve usar o MFT

Segue, nas próximas linhas, alguns dos principais fatores que levam uma empresa a considerar seriamente a adoção do MFT.

O tamanho dos arquivos e seu volume

Organizações, de todo tipo, enfrentam o problema da dificuldade de lidar com a gestão da transferência de uma quantidade crescente de arquivos – o que inclui documentos dos mais variados tipos, arquivos de áudio, apresentações, vídeos etc. Muitas vezes, o problema é tão básico (e, ao mesmo tempo tão crítico) quanto as limitações email.
Acompanhando o problema de ter que lidar com arquivos de tamanho considerável, a necessidade de transferência de um enorme volume de pequenos arquivos se apresenta como parte significativa do problema. Todos estes arquivos precisam chegar a seu destino, dentro do prazo e íntegros.

Programação

Os recursos de pessoal, de hardware e software necessários para gerenciar as transferências via FTP, à medida em que vão se avolumando, empurram os custos para cima.
O protocolo FTP não consegue dar conta de grandes quantidades de arquivos e não há garantias de que estes cheguem a tempo a seu destino. Além da possibilidade primária de recusar conexões, não há a possibilidade de gerenciar o tráfego que ocorre dentro destas conexões.

Segurança

Ainda que uma corporação tenha boas políticas e ferramentas para garantir a segurança interna de seus dados, o problema se torna crítico quando estes trafegam externamente, onde o controle, sob o protocolo FTP, é muito pequeno.

Monitoramento e auditabilidade

O FTP não tem transparência — por mais ambíguo que seja o significado desta palavra.
O MFT permite que sua empresa monitore centenas ou milhares de conexões em tempo real ou algo próximo disto. Tanto os seus usuários como os seus clientes e parceiros de negócios podem ter acesso aos dados gerados por este monitoramento, através de relatórios dos mais diversos tipos.

Geração de scripts e tratamentos de exceções

O MFT ajuda a governança tornando possível o monitoramento e a gestão de todo o processo de transferência de arquivos, sob as mesmas regras.
É possível estabelecer padrões de comportamento para determinados tipos de falhas – como sucessivos erros de autenticação ou erros de transmissão de pacotes, pelos mais variados motivos. Em vista disto, o sistema pode ser programado para “agir” de forma predeterminada.

Conclusão

O MFT pode ser uma solução simples e única para todos estes problemas, ou se integrar à soluções já existentes, aprimorando-as.
Ele torna possível a gestão e a segurança na movimentação de arquivos dentro de processos colaborativos – parceiros internos e externos comumente usam o email para fazer a troca de arquivos. O MFT, encripta e fornece alternativas de tráfego para que as mensagens, com seus anexos, cheguem ao destino em segurança.
Mesmo entre sistemas de arquivos diferentes, entre diversos sistemas operacionais, o MFT pode assegurar o tráfego de dados encriptados, melhorando sensivelmente aspectos da segurança e da eficiência nestes processos.

Como montar um sistema de arquivos FTP remoto com o curlftps

É possível montar nativamente um sistema de arquivos FTP remoto, com o uso de um gerenciador de arquivos gráfico, presente em qualquer distribuição Linux — todos eles permitem acessar servidores remotos, através de diversos protocolos.
Se você precisa de mais recursos de conectividade, vou descrever, neste post, uma solução mais flexível e completa para a realização da tarefa — para quem não tem medo digitar (ou copiar e colar) alguns comandos no console.

Como instalar o curlftps no Debian ou Ubuntu

Vamos precisar instalar pelo menos um pacote de softwares, o curlftps – sistema de arquivos para acessar hosts FTP baseado em FUSE e cURL.
Comece abrindo um terminal (Ctrl+Alt+T, no Ubuntu). Agora, use o apt, para instalar:

sudo apt-get install curlftpfs

Após a instalação, vamos criar um diretório local dentro do qual vamos montar o diretório remoto via FTP:

sudo mkdir /mnt/meu_ftp

Para executar o curlftps, você precisa saber 3 coisas:

  • endereço do Servidor FTP
  • Nome de usuário;
  • Sua senha;

Substitua, no comando que segue, os valores pelos que se adequam ao seu caso:

sudo curlftpfs endereco_ftp.com /mnt/meu_ftp/ -o user=meuNomeDeUsuario:MinhaSenha -o allow_other

A opção -o allow_other serve para permitir que outros usuários na rede também tenham acesso a este diretório. Se isto não te interessa, basta remover do comando.
A esta altura você já pode acessar o seu diretório:

ls /mnt/meu_ftp/

Quer que este diretório seja montado já na inicialização do sistema ou da sessão?

Superfácil.
Abra e edite o arquivo /etc/fstab:

sudo editor /etc/fstab

Agora vá até a última linha do arquivo aberto no seu editor e insira o seguinte comando:

curlftpfs#ftp://username:password@ftp.myhost.com/ /meu_ftp fuse defaults 0 0

Captura de tela - 13-06-2013 - 20:23:31
Não esqueça de substituir

  • username, pelo seu nome de usuário no servidor;
  • password, pela senha correspondente ao usuário no servidor;
  • ftp.myhost.com, pelo endereço do seu servidor;
  • e meu_ftp pelo diretório local em que você pretende montar o diretório remoto.

Para montar tudo agora, execute o comando:

sudo mount -a

Para desmontar o diretório, a qualquer momento, use o comando:

sudo umount /mnt/meu_ftp

LEIA MAIS!

Além dos artigos sugeridos, abaixo, você pode realizar uma busca neste site, por qualquer assunto — na caixa de busca, no canto superior direito do site.

Como instalar um servidor FTP no Linux Debian (vale pro Ubuntu também)

Instalar um servidor FTP é tão simples que eu não precisaria de mais de um parágrafo para tratar deste assunto objetivamente.
Mas este artigo vai falar além da instalação. Vou abordar alguns aspectos que surgem após a instalação e a configuração do FTP para que ele te sirva melhor.
As dicas aqui são voltadas para quem tem um sistema Linux baseado na distro Debian (é o caso do Ubuntu). Mas podem ser facilmente adaptadas a outras distros.

Como instalar o FTP

O servidor FTP do qual vamos tratar aqui é o popular proFTPd. Sua instalação pode ser feita em uma única linha de comando:

  • Abra uma terminal (Ctrl + Alt + T)
  • Dê o seguinte comando:sudo apt-get install proftpd

Durante o processo de instalação, o Debconf vai perguntar se você deseja usar o inetd ou o autônomo (versão em português). A última costuma ser a mais indicada para a maioria das pessoas – além do fato de que usar o inetd vai pedir outras configurações…

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Como configurar proftpd

Feita a instalação, alguns ajustes podem ser benvindos no arquivo de configuração. No Debian ele costuma ser /etc/proftpd/proftpd.conf. No Ubuntu ele é /etc/proftpd.conf.
Uma dica rápida: com o comando man proftpd você pode descobrir onde ficam os arquivos de configurações deste ou outro aplicativo, dentro da seção FILES.
apague-me-Sem título

O diretório home do usuário FTP

Para que cada usuário tenha acesso apenas aos seus próprios arquivos, descomente a linha
DefaultRoot ~.

Como permitir acesso anônimo ao servidor FTP

Há uma seção dentro do proftpd.conf  que trata disto. Normalmente, basta descomentar as linhas desta seção. Veja como está no meu arquivo. Se for o caso, adapte para as suas necessidades:

<Anonymous ~ftp>
User ftp
Group nogroup
# We want clients to be able to login with "anonymous" as well as "ftp"
UserAlias anonymous ftp

# Cosmetic changes, all files belongs to ftp user
DirFakeUser on ftp
DirFakeGroup on ftp

RequireValidShell off

# Limit the maximum number of anonymous logins
MaxClients 10

# We want 'welcome.msg' displayed at login, and '.message' displayed
# in each newly chdired directory.
DisplayLogin welcome.msg
DisplayFirstChdir .message

# Limit WRITE everywhere in the anonymous chroot
<Directory *>
<Limit WRITE>
DenyAll
<Limit>
<Directory>
</Anonymous>

Com estas opções os seus usuários poderão acessar o seu servidor como anonymous e ftp. Não poderão fazer uploads, apagar ou alterar arquivos. O acesso, neste caso, é só para leitura.

Mensagem de boas vindas

A mensagem de boas vindas (welcome message) do seu servidor proFTPd pode ser alterado em /home/ftp/welcome.msg. Trata-se de um arquivo de texto simples que é exibido pros usuários assim que autenticam.

Por último…

… mas, nem por isto, menos importante. Para que as alterações feitas ao arquivo de configuração tenham efeito, é necessário reiniciar o servidor FTP:
sudo /etc/init.d/proftpd restart

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