Como comprar o Linux

Uma das melhores formas de ajudar um projeto é comprar seus produtos.
Mas o Linux não é apenas um simples projeto e, ainda assim, se divide em múltiplas distribuições — o que concorre para dificultar esta tarefa, tão trivial.

Você pode ajudar um projeto de software livre ou de código aberto de inúmeras maneiras, inclusive doando dinheiro voluntariamente e sem esperar receber algo em troca — além do ótimo trabalho de seus desenvolvedores.

Neste post, vamos tratar de como comprar, pagar, pela aquisição e uso da sua distro favorita, de uma maneira similar ao que os usuários de outros sistemas operacionais (como o Windows e o Mac) costumam (ou deveriam) fazer.

Existe uma fundação, chamada Linux.com, responsável por boa parte do direcionamento do software, bem como, angariar fundos empresariais para sustentar o seu desenvolvimento.
Mas a Linux.com não vende Linux, empacotado em um CD/DVD/Blu-Ray…

Aonde eu posso, então, pagar pelo que recebi?!?

Algumas pessoas se sentem confusas, pois o modelo de negócios envolvendo o software livre é baseado em fornecer serviços e não produtos físicos, propriamente.

Me acompanhe. Vamos conhecer algumas opções!

Compre um PC ou laptop com o Linux pré-instalado

No Brasil, a Dell é a empresa mais conhecida por vender equipamentos com o Ubuntu instalado.
Parte do valor pago (discriminado na nota fiscal) é referente ao sistema operacional e é direcionado à Canonical.
Neste caso, você está pagando pelo serviço de instalação e desenvolvimento de drivers específicos para o seu modelo de computador.
Leia mais sobre o Ubuntu Canonical/Dell.
Nos EUA e em outras partes do mundo, é possível adquirir máquinas Dell com o Linux instalado, a partir do projeto Sputnik (da Dell).

Como pagar pelo Ubuntu

Você não precisa de uma empresa intermediária para pagar pelo Ubuntu.
Quem usa o sistema e gosta dele, pode contribuir e devolver à Canonical um pouco de tudo o que ela já ofereceu, direto no site.
Embora você possa sempre baixar a sua distro gratuitamente, a empresa costuma sugerir que você faça um pagamento, livremente e no valor que você acredita ser justo ou que consiga pagar.
Logo após fazer a sua opção de download, na página oficial da Canonical, a empresa o redireciona a uma segunda página (em inglês) em que tem diversas sugestões de valores de pagamento:

https://www.ubuntu.com/download/desktop/contribute?version=16.04.3&architecture=amd64

Na ordem, você mesmo estabelece um valor (em dólar) para cada um dos seguintes itens. O valor é dado pela importância do item proposto para o usuário:

  • Ubuntu Desktop — por fazer o ambiente de trabalho ainda mais incrível.
  • Ubuntu for cloud computing — para quem pretende usar o Ubuntu para executar aplicativos de nuvem, tanto no lado do servidor como no lado do cliente.
  • Ubuntu para as coisas — para quem deseja, predominantemente, obter um ambiente (Internet das Coisas) fácil de fazer atualizações.
  • Community projects — para quem dá especial importância a projetos da comunidade Ubuntu, como o LoCo teams e os UbuCons (entre outros eventos).
  • Gorjeta para a Canonical — para quem deseja demonstrar que aprecia o trabalho de tornar o Ubuntu possível.


Quem não quiser doar neste momento, pode clicar no texto “Not now, take me to the download >” e prosseguir.
Se quiser voltar a esta tela futuramente, basta clicar no link, ali em cima.
O botão verde permite fazer o pagamento pelo PayPal.

A Canonical também oferece planos de serviços… mas não é a mesma coisa.

Compre mídias físicas na Internet

Eu entendo que o modelo de pagamento da Canonical, descrito acima, se assemelha muito ao ato de fazer uma doação.
Ele não estabelece uma relação clara entre pagar e receber algo em troca.
Mas existem lojas, na Internet que propõem que se compre mídias físicas, com a distro favorita instalada.
Parte da renda é revertida para o projeto originário da distribuição que você escolheu.
Ou seja, dá para comprar um pendrive (USB stick ou flash drive, em inglês) ou um CD/DVD com uma distribuição GNU/Linux ou UNIX dentro. O fornecedor cobra pelos seguintes itens:

  1. pelo trabalho de gravar a mídia
  2. pela mídia e pelo trabalho de embalar e enviar (o que inclui o frete, claro)
  3. e uma margem justa de lucro

Além disto, promete doar parte de sua renda ao projeto que você escolheu.
Assim, é possível comprar uma mídia com o Debian e conseguir que parte do valor pago seja revertido para a comunidade que trabalha na distro.
Um destes sites é o OSDisc.com.

A lojinha online da OSDisc disponibiliza dezenas de distribuições Linux e UNIX (BSD e Solaris), que podem vir gravadas em CDs, DVDs ou em drives flash USB (vulgo, pendrives).

Os pagamentos podem ser feitos com cartão de crédito ou pelo PayPal.
A entrega é feita pelos correios e pode demorar um pouco (mas chega!). A gente adora culpar os Correios, mas até aonde pude perceber, os objetos ficam retidos por um tempo excessivo na alfândega.
Neste caso, portanto, a culpa não é dos “amarelinhos”.

É possível também adquirir livros (em inglês) no mesmo site e sob a mesma promessa de doação de parte da renda para o projeto tema do livro.
Desta forma, é possível comprar um livro sobre o Blender ou sobre o Gimp e ajudar seus desenvolvedores.

Eu sugiro optar pela compra de drives USB — que sempre poderão ser usados para armazenar dados, quando não servirem mais para instalar sua distro favorita.

Os pendrives são em metal, com tamanho discreto e bonitos (veja as fotos).


Outros sites que vendem Linux em CD/DVD e USB flash drives, são a:

  • Amazon — desconheço se a empresa repassa valores das vendas a projetos de software livre.
  • Red Hat — a empresa tem sua loja online que permite adquirir algumas versões de seus softwares — para download —.
    Não se trata de compra de uma mídia física, mas da contratação de um serviço da empresa Red Hat para a sua empresa.

Você conhece outros sites de venda de CDs/DVDs/Blu-Rays e/ou pendrives com o Linux pré-instalado? Conte para a gente!

Marcos Lemos tem razão. Programas de afiliados exploram os blogueiros.

Em um post de 2012, que ainda reverbera fortemente e tem gerado críticas e apoios entusiasmados, Marcos Lemos questiona os programas de afiliados e sua forma de remunerar os blogueiros e donos de sites.
A pedido do Lemos, o Paulo Faustino deu sua opinião (contrária) sobre o assunto e isto acabou por gerar outros artigos na Internet, inclusive este, sobre o assunto.
Ao final deste texto, listo os links para os posts do Lemos e do Faustino.
O que me levou a escrever sobre o assunto, após a leitura (não somente) dos dois artigos citados e dos comentários (centenas) feitos pelos leitores, foi o fato de que Faustino não responde a contento a questão central apontada por Marcos Lemos.
imagem de 200 dólares.
Infelizmente, poucos comentários conseguem demonstrar terem compreendido este ponto.
Há 3 práticas básicas de remuneração:

  • CPM – alguém visita o seu site e visualiza a propaganda, a marca do anunciante, sua mensagem etc.
  • CPC – somente quando o leitor, clica na propaganda e vai saber o que o anunciante tem para oferecer em seu site.
  • CPA – neste caso, o leitor tem que visualizar, clicar e fazer uma compra, para que o dono do site possa, enfim, ser remunerado.
    • O CPM é a única forma de anúncio em outras mídias

      Na televisão, nos filmes, nas séries, nos jogos de futebol, nos videogames, nos outdoors da sua cidade etc. — os anunciantes pagam apenas para ter suas mensagens exibidas, visualizadas, pelas pessoas.
      Isto significa que as empresas anunciantes consideram terem recebido o serviço pelo qual pagaram às agências: exibir sua marca.
      Ninguém precisa comprar absolutamente nada do anunciante, pro dono do canal da TV receber alguma coisa. O dono da agência de publicidade também recebe o que lhe é devido, independente de qualquer ação do espectador.
      O ganho deles, aliás, é independente, até mesmo, da existência de espectadores. Paga-se pela mera “expectativa de haver espectadores”.
      Se você for ao banheiro, durante o intervalo do seu filme, os veiculadores dos anúncios ganham do mesmo jeito — ainda que você sequer tenha tomado conhecimento do que expuseram.

      Lemos mostra o quanto o CPA e o CPC são injustos

      O autor enfatiza que, ao exibir a mensagem do anunciante, já está prestando o mesmo serviço que o dono da emissora de TV/rádio e o dono do terreno em que se encontra “encaixado” o outdoor.
      Ainda que o espectador não compre agora, ele entrou em contato visual com a marca ou o produto.
      O dono da empresa anunciante e as agências de publicidade, bem como, os donos dos programas de afiliados sempre ganham com a exposição — só o blogueiro é que não.
      Este é o ponto que Faustino, na minha interpretação, não responde de forma convincente.

      Cabe ao blogueiro vender os produtos dos outros?

      Fui levado a crer, ao ler a resposta de Paulo Faustino, que sim.
      Com todo respeito, discordo veementemente — e por vários motivos.
      Cada blogueiro tem sua especialidade — o assunto que ele ou ela domina. E é para falar de suas especialidades que as pessoas criam blogs.
      Obviamente, não basta ter expertise em relação a um tema — é fundamental saber repassar o conhecimento de forma que outros o entendam e estar sempre se atualizando.
      Manter um blog com conteúdo de qualidade e que tenha valor para seus leitores, custa tempo e dinheiro.

      Se os programas de afiliados são parceiros, deveriam agir como tal

      Se o seu trabalho é pesquisar e estudar para entregar conteúdo de qualidade para os seus leitores, você não deveria gastar seu tempo promovendo os produtos dos outros — sobre os quais, muitas vezes, você não tem qualquer conhecimento.
      Anunciar e vender é trabalho para equipes de marketing e vendas, pagas pelos anunciantes e seus veiculadores.
      A ideia de reservar um espaço para anúncios no seu site é dar a eles o espaço que precisam para que deem o seu melhor.
      Em resumo, um parceiro de negócios não monta nas tuas costas — ele se dedica a fazer a parte dele, para que você possa fazer o que sabe fazer melhor do que ninguém.
      Portanto, é injusto você não ser remunerado pelo espaço ocupado na sua propriedade.
      É injusto (para não usar um termo mais forte), querer que você escreva artigos “promovendo” seus produtos ou querer que você “se mate” pra fazer com que seus leitores cliquem e comprem nos sites dos outros.
      No mínimo, esta relação é profundamente contraproducente para qualquer blogueiro sério.
      Quando um leitor não clica e não compra a partir dos anúncios expostos em seu site, a culpa não é sua — e, provavelmente, não é de ninguém.
      Estes são os termos pelos quais concordo com o Marcos Lemos — o uso dos recursos, do espaço, da sua propriedade, do tempo dos seus leitores, do seu tempo etc. para fins comerciais precisam, sim, lhe dar um retorno financeiro satisfatório.
      Um programa de afiliados que não respeite estes preceitos, provavelmente, estará desrespeitando a sua inteligência.

      Referências:

Como recuperar a senha de administrador no Zen Cart?

Vou mostrar como você pode recuperar a sua senha de administrador no Zen Cart, partindo do pressuposto de que pedir a recuperação via email não funcionou. Ainda há esperanças, desde que você seja o admin do site.
Este artigo é voltado para as versões superiores a 1.5.x, mas pode funcionar nas outras. Faça as adaptações cabíveis, caso a sua versão seja diferente, portanto.

LEIA MAIS

Remova o usuário antigo e crie um novo

logoVocê já tentou “de um tudo” – nem pedindo para receber um email com a senha deu certo. Vamos tentar outra abordagem – esta vem direto dos fóruns do Zen Cart.

Crie uma conta temporária

Você pode criar uma conta administrativa temporária no Zen Cart para ter acesso ao painel de controle do sistema de comércio eletrônico.
Para isto, você precisa ter acesso ao banco de dados do servidor em que o Zen Cart se encontra instalado.
Abra o PhpMyAdmin (que o seu provedor deve ter disponível), selecione o banco de dados da sua loja e clique na aba “SQL”. Vamos rodar o seguinte comando:

DELETE FROM admin WHERE admin_name = 'Admin'; 
INSERT INTO admin (admin_name, admin_email, admin_pass, admin_profile) 
VALUES ('Admin', 'admin@localhost', '351683ea4e19efe34874b501fdbf9792:9b', 1);

Não esqueça de alterar os comandos no caso de estar usando prefixos diferenciados nos nomes dos campos – prática comum, quando se está compartilhando o mesmo banco de dados com outras aplicações.

Faça login novamente

Você já pode fechar o PhpMyAdmin e abrir novamente a URL do painel administrativo da sua loja Zen Cart.

Username: Admin
Password: admin

Sem título14
Fique atento para o A maiúsculo da conta Admin.

Exclua a conta Admin e crie uma nova

… e não exatamente nesta ordem. Crie a nova conta primeiro.
Siga os passos:

  • No canto superior direito, clique em Admin Access Management e, em seguida, em Admin Users;
  • Agora, Clique o botão Add User;
  • Preencha com atenção as informações do novo usuário administrativo e selecione o perfil “superuser” para ele;
  • Quando terminar, clique em Insert;
  • Dê um “Logoff” e entre novamente com a nova conta criada;
  • Ao voltar para a tela inicial de administração de usuários, exclua o Admin.

Simples, não? 😉

Zen Cart: Como renomear o diretório admin/ com segurança.

Introdução

Este artigo complementa o artigo sobre como instalar o Zen Cart. Ao final, alguns procedimentos são recomendados para aumentar a segurança do seu site de compras na Internet (ecommerce).
Nas versões mais novas do Zen Cart, este procedimento é mandatório. Você não pode usar o painel de controle administrativo antes de alterar o nome do seu diretório.
Sem título12
Novamente, este procedimento não impede o acesso não autorizado ao seu sistema. Ele apenas o dificulta – uma vez que esconde o testouro dos “malfeitores”.
Nota: Os procedimentos, aqui descritos se referem à versão 1.5.x do Zen Cart. Se você estiver usando uma versão diferente, esteja atento para adequar as instruções à sua realidade.

Como funciona

Ainda que a área administrativa do seu site seja protegida com senha, o manual do Zen Cart recomenda, por segurança adicional, mudar o nome do diretório de acesso a este painel – tornando menos óbvia a sua localização.

Backup

Antes de iniciar este processo, é importante fazer uma cópia de segurança de todos os arquivos do seu sistema de comércio eletrônico e do banco de dados.
Se fazer backup ainda não é um hábito seu, convém adquiri-lo. 😉

O que será feito

O processo será dividido em 2 etapas:

  • mudança do nome do diretório/pasta admin/;
  • teste de login – para certificar de que tudo correu bem.

Mão na massa

Renomeie o diretório admin/

Com o uso do seu programa de FTP ou via SSH, encontre a pasta admin/. Renomeie-a.
Tome o cuidado de não divulgar este novo nome da pasta – ou todo este processo perde seu sentido. É interessante não ‘citar’ esta nova pasta no arquivo robots.txt, caso você o edite futuramente.

Login para testar…

Acesse o diretório renomeado, via web e faça a autenticação.
Por exemplo, em vez de usar a URL http://www.exemplo.com.br/admin, use http://www.exemplo.com.br/novapasta.
Sem título13
Deu tudo certo? Parabéns! Caso contrário, coloque sua dúvida embaixo, nos comments… 😉

Como instalar o Zen Cart com o instalador automático.

Na primeira parte, falamos sobre como baixar e configurar o instalador do Zen Cart no servidor. Aqui, vamos falar sobre o instalador automático do Zen Cart, especificamente. Para finalizar, vamos voltar ao servidor para realizar algumas operações que visam tornar o sistema mais seguro.
Clique nas imagens para ver maiores detalhes.

O instalador automático

Depois de fazer o download e configuração dos pacotes de instalação do Zen Cart, você já terá o instalador automática pronto para ser usado. Vamos ver como ele funciona, passo a passo.

LEIA MAIS

Iniciando o instalador

Se tudo estiver bem, até aqui, já podemos dar início ao processo de instalação do sistema.
No seu navegador, entre com a URL correspondente à sua loja online e o Instalador vai iniciar automaticamente.

A tela de boas vindas

Zen Cart Bem vindo instalação

A tela do “contrato”

Para continuar, é necessário aceitar a Licença de uso do aplicativo, que é GPL.
Zen Cart licença de uso

Os pre-requisitos – inspeção do sistema

Aqui o instalador vai fazer um exame no seu servidor e verificar se este está adequadamente configurado para dar prosseguimento ao processo de instalação do Zen Cart.
Esteja atento aos itens marcados com um “X” ou em vermelho. Estes itens precisam ser corrigidos para dar continuidade ao processo de instalação.
Os itens marcados com um símbolo de “aviso” ou em laranja, representam avisos e não impedem necessariamente que você prossiga.
Se você fizer mudanças no seu servidor ou em qualquer item na configuração inicial, você pode usar o F5, no seu teclado ou clicar em “Re-Check”, no final da página – qualquer uma das duas opções recarregará a página.
Se tudo estiver certo (itens em verde), clique em “Install”.

Ajustes do Banco de Dados

Na parte I deste artigo, entre outras coisas, foi pedido para anotar algumas informações que serão necessárias agora ‐ mas elas podem ser obtidas também com o administrador do seu servidor:

  • Endereço do banco de dados – alguns servidores não aceitam o padrão localhost
  • Usuário do banco de dados
  • Senha do usuário
  • Nome do banco de dados

Forneça estes dados e prossiga com a instalação.
Zen Cart dados instalação no servidor

Ajustes do sistema

Complete o formulário com o restante das opções que você já tem anotadas – ou consulte o administrador para saber os valores corretos para preencher o formulário.
Ambiente do sistema em que o Zen Cart será instalado
As opções relativas ao SSL só devem ser preenchidas se você souber o que está fazendo. Senão é melhor deixar do jeito que está — você poderá alterar estas informações com maior segurança mais tarde, na tela de configurações do Zen Cart.
Por fim, clique em “Save System Settings”, para prosseguir.

Ajustes da página da loja

Só para esclarecer, as informações desta tela também poderão ser ajustadas mais tarde, caso você pense em algo mais adequado posteriormente.
Zen Cart dados da loja comércio eletrônico

Definindo quem manda

O administrador é quem vai realizar todas as mudanças na estrutura da loja. Forneça as informações sobre ele ou ela nesta tela. A senha é temporária, neste momento e você poderá alterá-la mais tarde.
Zen Cart - Configuração da conta de administrador

Finalizando – recomendações de segurança

Antes de relaxar, não se esqueça de fazer uma breve faxina no seu sistema para garantir sua segurança. Algumas ações merecem a sua atenção e devem ser executadas no seu servidor:
Importante - Zen cart

  • A pasta admin deve ser renomeada para algo menos óbvio – o objetivo é dificultar possíveis acessos maliciosos — veja aqui como fazer isto de maneira segura;
  • Ajuste as permissões dos seguintes arquivos para 644 (preferencialmente) ou 444:
    • loja/includes/configure.php
    • loja/admin/includes/configure.php

    Zen Cart instalação

  • Remova o diretório zcinstall/, dentro da pasta loja.

Por último, se tiver dúvidas sobre como renomear o diretório admin/, leia este artigo. Este procedimento é obrigatório.
Bons negócios!