Quais as diferenças entre o modo portátil e o modo de armazenamento interno, no Android?

Alguns aparelhos, dependendo das escolhas feitas pelos seus fabricantes têm suporte ao modo de armazenamento interno, em adição ao modo tradicional de armazenamento.
android robot and an SD card in black and white picture
Dezenas de dúvidas sobre o modo de armazenamento interno (também chamado, em inglês, de adoptable mode) foram sanadas no artigo perguntas e respostas sobre o modo de armazenamento interno no Android — sugiro fortemente a sua leitura.

Neste post, vamos abordar o assunto por outro ponto de vista: o da escolha por um ou outro método de armazenamento em smartphones ou tablets Android.

Ao inserir um cartão novo no seu celular Android, a partir da versão 6.0 Marshmallow — se o dispositivo tiver suporte ao recurso — o dono se depara com a pergunta sobre se deseja usá-lo sob um dos 2 modos de armazenamento.
inserting an SD card in a reader
Quando é mais conveniente usar um ou outro, é o assunto neste artigo.
Neste sentido, espero que a tabela, abaixo, ajude você a identificar exatamente em que grupo se encontram as suas necessidades e como você pode aproveitar melhor o seu cartão de memória:

Armazenamento portátil Armazenamento interno
Selecione o modo portátil se você costuma guardar, em um mesmo cartão SD, arquivos de mais de um dispositivo (entre câmera, laptop, celular etc.) ou o usa apenas para armazenar mídia (fotos, músicas, vídeos etc.) Selecione o modo de armazenamento interno se você quer estender completamente o espaço de armazenamento do seu dispositivo e vai precisar do cartão para gravar aplicações grandes, jogos e dados de jogos.
Se você tem um cartão de memória não muito atual, de classe 2, 4 ou 6, opte pelo modo portátil. Se tem um cartão de alta velocidade (high-speed), UHS-1 ou classe 10, é possível optar pelo modo interno, sem sofrer com lentidão.
Se você costuma ou tem a pretensão de trocar cartões de memória com frequência ou usá-los para transferir conteúdo entre dispositivos. Se você planeja manter o cartão sempre dentro do dispositivo, baixar jogos pesados e está sempre tendo problemas de falta de espaço — use um cartão de grande capacidade e formate-o no modo interno.
Se os seus aplicativos junto com seus dados são sempre armazenados na memória interna e não podem ser transferidos para o cartão, opte pelo armazenamento tradicional. Se você sabe que os seus aplicativos favoritos podem ser transferidos para um cartão, junto com seus arquivos de dados.
Em tempo, quem decide se os aplicativos e/ou seus dados podem ser transferidos para o cartão é o desenvolvedor.
Se o cartão vai ser usado e lido por outros dispositivos (outro telefone, desktop (Mac ou PC), câmera digital. Se você planeja manter o cartão sempre dentro deste aparelho.
Se você não quiser criptografar o cartão. Se você não se importa de criptografar o cartão.
O modo portátil não requer a formatação automática do cartão. Para usar este modo, o cartão terá que ser formatado e criptografado.

Leve também em conta que a Lenovo/Motorola recomenda formatar seu cartão no modo interno quando o seu dispositivo tem 8 GB ou menos espaço na memória interna nativa dele.
samsgung 64 GB PRO card
Para ter mais informações, antes de decidir, não se esqueça de ler os artigos:

  1. Perguntas e respostas sobre o armazenamento interno.
  2. Como formatar o cartão no modo interno.
  3. Passo a passo para formatar o seu cartão SD no modo interno (explica a mesma coisa que o segundo artigo, com uma abordagem diferente).

Use também a caixa de busca do site, para obter mais informações sobre o assunto.

Como criptografar um dispositivo Android da Lenovo/Motorola.

Este tutorial foca o procedimento de criptografia de smartphones e tablets Android a partir da versão 5.1 Lollipop.
Os meus exemplos foram executados em um aparelho com Android 7.0 Nougat (Moto G4 Plus) — mas tudo funciona da mesma forma nas versões entre 5.1 e 7.0.
Se você usa um dispositivo com uma versão anterior do Android, leia este post.
Se você tem dúvidas sobre o impacto na performance do seu aparelho, depois do procedimento da criptografia, leia este artigo.
Pessoalmente, não percebi diferença na performance do aparelho, após a codificação.
Existem alguns pontos a considerar, antes de realizar o procedimento:

  • Previna-se de possíveis incidentes e faça backup de seus arquivos antes de começar.
  • O processo é “um pouco” demorado, portanto, separe aproximadamente uma hora, durante a qual o seu aparelho irá ficar indisponível.
    Você vai ter que ter paciência para esperar.
  • A criptografia é feita para proteger os seus dados e arquivos, dentro do aparelho. O processo não protege as suas comunicações, nem a transferência de arquivos para outro local.
    Ou seja, o recurso é eficiente para proteger suas informações e seus arquivos em caso de roubo, perda ou uso não autorizado do smartphone.
  • Se seu aparelho criptografado sofrer um acidente, pode ser impossível recuperar os dados dentro dele. Portanto, incorpore à sua vida, uma rotina de backup consistente.
  • Você pode ficar “trancado do lado de fora” do seu aparelho se perder a senha de acesso. Este é o objetivo da criptografia: não permitir o acesso a quem não tem a senha. Portanto, não perca sua senha e, não menos importante, use senhas fortes.

Em aparelhos atuais, com os novos processadores 64 bit, a criptografia não traz impactos significativos à performance do sistema — e eu mostrei isto aqui.

Os processadores modernos já são projetados para realizar as extenuantes tarefas de codificar e decodificar informações.
Se você não usar criptografia no seu smartphone, estará desperdiçando recursos que já estão lá, pelos quais você pagou e que provavelmente não serão usados para outra coisa.

Como criptografar o seu aparelho Android

O procedimento, como eu disse, pode ser um pouco demorado — mas é muito simples.
Basta seguir estes passos:

  1. Abra o menu de Configurações e selecione a opção Segurança.
  2. Role e toque na opção Criptografia e depois, em Codificar telefone.
    Em algumas marcas de aparelhos as opções de criptografia ficam sob a opção Armazenamento.
    lenovo motorola android criptografia segurança
  3. Leia atentamente as informações exibidas na tela e prossiga.
    Como já avisei, o processo pode demorar um bocado e o aparelho irá reiniciar algumas vezes.
    Apenas aguarde.

android criptografia tela de andamento

É hora de encriptar toda a Internet?

A argumentação em prol de se criptografar todo o tráfego de conteúdo na Internet tem ganhado força nos últimos tempos.
Há argumentos contrários a esta prática. Saiba o que se tem falado sobre o assunto.
Para a grande maioria das pessoas o longínquo bug do OpenSSL, o heartbleed bug, simplesmente passou despercebido (em Abril de 2014).
Para outras, o problema, ainda que resolvido neste momento, despertou preocupação.
Em recente artigo, Klint Finley, da Wired, levanta um questionamento: devemos encriptar tudo?
A maioria dos grandes websites usam os protocolos de encriptação SSL ou TLS para proteger suas senhas e as informações do seu cartão de crédito no caminho entre o seu navegador e seus servidores.
Sempre que um site estiver usando HTTPS, em vez de HTTP, você sabe que ele está usando SSL/TLS.
O fato é que poucos sites, tais como o Gmail e o Facebook, realmente usam o HTTPS para proteger todo o tráfego, diferente da maioria que só usa a proteção durante a autenticação ou durante os processo de pagamento.
Matt Cutts, do Google, acha que é hora de estender este tipo de segurança à toda a rede. Desta forma, não somente sua conexão bancária seria segura, mas também o seu acesso a esta página, que você está lendo.
Ele acredita que a busca do Google deveria priorizar sites que usam HTTPS, em relação aos outros. Se esta política fosse implementada, poder-se-ia esperar uma corrida na direção do HTTPS.
Entre os especialistas em segurança, Klint cita o white hat hacker Moxie Marlinspike, que conhece os pontos fracos do SSL/TLS. Ele também acredita que a Internet deveria abandonar o texto puro pelo texto encriptado.
Há uma série de outras situações em que o HTTPS ajuda você a usar a Internet de maneira mais segura. Por exemplo, este protocolo não codifica apenas as informações que trafegam entre o seu computador e o servidor, que você está acessando — ele também verifica se o conteúdo, que você está prestes a acessar, realmente pertence àqueles que você acredita que o produziram. Em tese, a autenticidade dos sites também é verificada.
Sites que fornecem downloads de softwares, devem usar HTTPS, para proteger seus visitantes.

Argumentos contrários ao uso de SSL em toda a web

Tem gente que pensa diferente.
Se o HTTPS é tão maravilhoso, por que todo mundo não está usando, ainda?
Há um outro lado nesta moeda.
Entre as desvantagens, há um aumento nos custos de implementação. Os certificados TLS têm que ser adquiridos das autoridades instituídas e podem custar entre 10 e 1000 dólares anuais, a depender do tipo de certificado e do nível de verificação de identidade provida.
Há também alegações de que o uso do HTTPS aumenta o consumo de recursos dos servidores, o que pode reduzir o desempenho dos sites – o que, novamente, tem impacto nos custos.
Isto pode representar um problema para a maioria da Internet, composta por pequenos sites, que usam os planos “mais em conta” em provedores mais baratos.
Ainda que a Internet inteira não esteja indo na direção da adoção do HTTPS, alguns tipos de sites têm razões para adotar o protocolo, especificamente aqueles que provém informações de interesse público e downloads de softwares.

A criptografia gratuita está chegando

let's encrypt oficial logo
O argumento dos custos elevados da criptografia, pode não ser mais válido diante da iniciativa do grupo Let’s Encrypt (em bom brasileiro, “Bora encriptar!”) que oferece certificados digitais grátis para todo mundo, zerando o custo do processo.
A iniciativa faz parte de uma das várias iniciativas colaborativas da Linux Foundation.
O objetivo do Let’s Encrypt é possibilitar a configuração de um servidor web encriptado e conseguir que ele obtenha automaticamente
certificados confiáveis, sem a intervenção humana.
O mecanismo está disponível para a maioria dos grandes provedores da Internet.
Se você tem um site, um blog com hospedagem e domínios próprios, já é hora de perguntar ao seu administrador se ele já tem o serviço disponível para você.

Como instalar o navegador Tor no Ubuntu e Debian

Além de um navegador especial, o Tor é uma rede composta por servidores operados por voluntários, que permite às pessoas melhorar suas condições de privacidade e segurança enquanto estiverem conectadas e navegando na Internet.
Ao usar o navegador Tor, os usuários empregam a rede que os conecta através de uma série de túneis virtuais e anônimos.
Ao evitar a conexão direta, permitem que indivíduos e organizações compartilhem e busquem informações sobre as redes públicas, sem comprometer sua privacidade.
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Na mesma linha, a ferramenta permite contornar agentes de censura, que impedem seus usuários de obter e difundir conteúdo na Internet.

Quem usa o Tor

As pessoas usam o Tor para impedir que websites — bem intencionados ou não — as rastreiem. Pode ser usado para usar serviços de chat, de mensagens instantâneas, videoconferência etc. que porventura estejam bloqueados.
Embora esteja envolto em uma aura de mecanismo concebido para “proteger cibercriminosos” e foras-da-lei, o Tor vai muito além deste preconceito alimentado por gente desinformada.
O Tor ajuda pessoas que precisam ter acesso a redes sociais para trocar informações sensíveis — como fóruns e salas de chat para vítimas de abusos sexuais ou pessoas que tenham doenças estigmatizadas e que desejam se proteger, justamente, do preconceito.
Jornalistas usam o Tor para se comunicar com mais segurança com delatores, denunciantes e dissidentes políticos ou corporativos. Além das atividades normais que envolvem proteger suas fontes.
É possível imaginar inúmeras situações legítimas em que as pessoas possam querer se defender de governantes e companhias poderosas, que espionam e retaliam sem qualquer escrúpulo.


Leia mais sobre privacidade para jornalistas neste artigo.
tor logo
Parte da marinha dos EUA usa o código fonte do Tor em projetos de inteligência e algumas ramificações militares o usam em campanhas externas ao território nacional, para proteger a transmissão de informações.
A polícia e agências de segurança nacional fazem uso do instrumento para visitar sites suspeitos, sem deixar rastros de IPs governamentais nos web logs, durante as operações.
É justamente a variedade de pessoas que fazem uso da ferramenta que a torna mais segura.
O Tor esconde o fluxo de informações de cada usuário atrás de cada outro usuário na rede — portanto, quanto mais pessoas usam e quanto maior a diversidade de usuários, mais anonimidade é fornecida às informações.

Como instalar o Tor

Este texto irá abordar a instalação do Tor no Debian, no Ubuntu e nas outras distros derivadas deles.
Outras distribuições Linux, provavelmente tem o Tor nos seus repositórios oficiais — e, portanto, você pode instalá-lo como qualquer outro software.
Para instalar a versão estável (stable), use o apt:

sudo apt update
sudo apt install tor torbrowser-launcher

A seguir, rode um dos aplicativos recém instalado:

torbrowser-launcher 
Tor Browser Launcher
By Micah Lee, licensed under MIT
version 0.2.4
https://github.com/micahflee/torbrowser-launcher
Creating GnuPG homedir /home/justincase/.local/share/torbrowser/gnupg_homedir
Downloading and installing Tor Browser for the first time.
Downloading https://dist.torproject.org/torbrowser/update_2/release/Linux_x86_64-gcc3/x/en-US
Latest version: 5.5.5
Downloading https://dist.torproject.org/torbrowser/5.5.5/tor-browser-linux64-5.5.5_en-US.tar.xz.asc
Downloading https://dist.torproject.org/torbrowser/5.5.5/tor-browser-linux64-5.5.5_en-US.tar.xz
Verifying signature
Extracting tor-browser-linux64-5.5.5_en-US.tar.xz
Running /home/justincase/.local/share/torbrowser/tbb/x86_64/tor-browser_en-US/start-tor-browser.desktop
Launching './Browser/start-tor-browser --detach'...

Screenshot from 2016-04-27 16-34-53
Após algum tempo, uma tela do navegador irá abrir, pedindo informações para estabelecer uma conexão.
Para a maioria das casos, basta clicar no botão Conect, para obter acesso à rede Tor.
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Se você estiver dentro de uma rede, com conexão à Internet sabidamente censurada ou proxeada, será necessário clicar no segundo botão Configure, para fazer alguns ajustes.
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Depois desta parte, o Tor deverá iniciar com uma interface semelhante à do Firefox padrão. Veja a imagem:
Screenshot from 2016-04-27 16-52-40
Nas próximas vezes, você pode executar o Tor, pelo Dash (Ubuntu ou GNOME).
Basta procurar pelo nome do aplicativo “Tor Browser”.
Screenshot from 2016-04-27 18-44-41

Referências:

https://www.torproject.org/about/overview.html.en.

Ative o Internal Mode para aumentar a memória interna no Android

O Android 6.0 Marshmallow introduziu uma nova maneira de usar cartões de memória SD externos.
Escolher o recurso Internal Mode significa permitir que o sistema operacional mova seus apps, bem como os dados dos aplicativos, fotos, vídeos para o cartão de memória SD externo.
Em outras palavras, o Internal Mode, fará do seu cartão de memória uma extensão da memória interna do aparelho, dando-lhe os benefícios que você teria se pudesse ampliá-la.
Quem tem aparelho com menos de 8 Gigabytes de memória interna, pode se beneficiar muito, se usar um cartão de alta velocidade, como extensão — onde vai poder instalar inclusive seus aplicativos.
Se você tiver algum problema, no decurso deste procedimento, recomendo verificar a autenticidade do seu cartão de memória SD — no mínimo, para eliminar a possibilidade de você ter sido enganado pelo vendedor.

Antes de se decidir pelo processo, sugiro ler o post Perguntas e respostas sobre o Armazenamento Interno no Android — onde tiramos várias dúvidas de leitores sobre o assunto.


Android armazenamento interno ou externo
Este recurso extingue virtualmente a limitação do espaço à instalação de novos aplicativos no seu aparelho.
Fazendo as contas: Se você tem 8 Gb de memória interna e incorporar um cartão SD com capacidade de 16 GB, vai passar a contar com 24 Gb.
Por mais rápido que o seu cartão de memória seja, ele não irá alcançar a velocidade dos chips de memória interna, contudo.
Portanto, à medida em que este espaço de armazenamento for sendo preenchido, espere por uma degradação no carregamento dos aplicativos.

Mesmo que você opte por instalar primeiro os seus principais apps, na esperança de que sejam colocados no espaço correspondente à memória interna real, em algum momento o caching e os dados dos apps irão ser guardados no espaço correspondente ao cartão.

A solução só é boa para quem não pode adquirir um aparelho com mais de 8 Gb de memória de armazenamento interna — e se puder instalar um cartão de alto desempenho.
Pelo fato de que o cartão SD será formatado com o sistema de arquivos Ext4 e, ainda, criptografado, não será possível tirá-lo para usar em outro lugar.

O Ext4 é um sistema de arquivos avançado e é padrão em muitas distribuições Linux.

Ao aplicar este método, o seu cartão só servirá dentro do seu aparelho.
Ele precisará ser formatado novamente para poder ser usado em outro lugar.


Use a caixa de busca do site para encontrar artigos sobre criptografia

Como aplicar o recurso de armazenamento Internal ao seu cartão SD

Ao inserir um cartão de memória pela primeira vez, você será apresentado ao recurso — o Android irá perguntar o que você deseja fazer com ele.
Se você tirar o cartão atual e o inserir de volta, este menu também será apresentado — neste caso, não esqueça de desmontar o cartão ou desligar o aparelho, antes de remover a mídia.
Um outro caminho, para chegar a este painel é através do menu de configurações/Armazenamento e USB.
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Se você tiver arquivos importantes dentro do cartão, faça backup deles, antes de iniciar o procedimento.
Se preferir, o artigo Passo a passo para formatar o cartão de memória como interno, contém instruções mais detalhadas (para iniciantes) sobre a tarefa, em si. Além disto, explica como você pode facilmente reverter o processo.
Ao optar pelo Armazenamento interno, não será mais possível usar os dados contidos no cartão fora do seu aparelho.
Ele será formatado, criptografado e passará a integrar a memória interna do seu smartphone ou tablet — tal como já explicamos.


Leia mais sobre como lidar com cartões de memória SD em smartphones e tablets Android.

Comparação entre o Portable Mode e o Internal Mode

Com o uso do Internal Mode, naturalmente, você perderá o acesso independente à mídia de armazenamento externa.
Como você pode ver, na imagem abaixo, o sistema passa a contar com toda a memória, de todas as mídias, do aparelho.

Android Marshmallow Portable Mode
Clique na imagem, para ver detalhes.

Já no caso do Portable Mode trata-se do uso tradicional do cartão de memória. Ou seja, é como o Android 5 ou anteriores já tratavam os cartões de memória externos — separados do restante.
Como você pode ver na imagem abaixo, a contagem da memória interna, neste caso, não inclui o espaço disponível no cartão SD.
Clique nas imagens, para ver mais detalhes.
Android 6.0 Marshmallow SD Card in Portable Mode
Clique para ver detalhes

A primeira figura, lá no início do artigo, mostra uma comparação entre as duas situações:

  • Internal Mode
  • Portable Mode

Em ambas, o cenário é de um aparelho com 16 Gb de memória interna e um cartão de memória de 16 Gb.
Ainda tem dúvidas? Então leia o post Perguntas e respostas sobre o armazenamento interno no Android.