Como resumir seus posts na página inicial do blog no WordPress

Há várias vantagens em resumir o texto dos posts na página principal do seu blog. Ambas estão relacionadas ao conforto dos seus leitores. A redução do tempo para a página carregar é uma delas.
Ao resumir todos os posts da sua página inicial, removendo inclusive a maior parte das imagens, a tendência é que você tenha uma redução drástica no tempo de carregamento do conteúdo. O que o leitor verá, dependerá de algumas configurações do seu tema. Alguns permitem, que você digite um resumo apropriado, na mesma tela em que escreve o seu post. Outros farão um resumo automático, usando as primeiras linhas do seu post.
A praticidade com que o seu leitor poderá percorrer a sua página e escolher o que lhe interessa ler aumenta consideravelmente.
Um programador, com alguma experiência em PHP, não deve encontrar muita dificuldade em realizar esta tarefa, que envolve “enfiar as fuças” no código.
Ainda assim, vou tentar explicar como fazer para quem não entende PHP ou HTML e nem tem interesse em entender — quer apenas resolver o problema o mais rápido possível. Óbvio que pedir para alguém um pouco mais experiente fazer isto também é uma opção.

Como fazer

Como se trata de uma tarefa administrativa, você vai precisa se logar à sua conta no blog do WordPress como administrador. Feito isto, vá até a seção Aparência (Appearance) e selecione Editor.
Na relação de páginas, à direita, escolha o arquivo index.php para ser editado. Se o seu sistema for em português, ele estará sob o nome Modelo da página principal.

Modelo da página principal
Arquivo index.php do seu tema, se o seu painel administrativo estiver em português.

Na versão em inglês, ele estará sob o nome Main Index Template
Main Index Template - Modelo da Página Principal
Arquivo index.php do seu tema, se o seu painel administrativo estiver em inglês.

Uma vez selecionado o arquivo index.php, você precisa localizar uma parte do código para substituí-la por outra.
Este é o código que precisa ser encontrado:
the_content(
Para encontrar o código, use o sistema de busca do seu navegador (costuma ser acessível com as teclas Ctrl + F no Firefox e no Chromium).
Quando encontrar, substitua cuidadosamente por:
the_excerpt(
E grave as alterações no botão azul, logo abaixo da caixa de textos.
Em inglês, ele se chama “Update file“, em português é “Atualizar arquivo“.

Atualizar arquivo, em inglês.
Atualizar arquivo, em inglês.

Isto deve ser o suficiente. Mas não feche nada, ainda.
Abra o seu blog, na página inicial, em outra janela (para evitar que o sistema de cache te dê um resultado falso, recomendo abrir em uma janela privativa/anônima) e verifique se tudo está funcionando conforme o planejado.
Divirta-se e escreva bastante!

Explicando o PHP para iniciantes

A definição mais rápida e, provavelmente, mais ineficiente para um iniciante seria “PHP é uma linguagem de scripts”.
Mas, afinal, o que é uma linguagem de scripts?
Um script é um conjunto de instruções de programação que são interpretadas em tempo de execução.
É comum os scripts estarem incluídos em ambientes de software mais complexos – nestes casos, seu propósito é melhorar a eficiência do ambiente como um todo ou realizar tarefas rotineiras dentro da aplicação.
De acordo com a Wikipedia, é uma linguagem de programação que suporta código escrito para automatizar a execução de tarefas que poderiam ser realizadas uma a uma por um operador humano.
Alguns autores subdividem as linguagens de script em:

  • Server Side Scripts – que são interpretados no servidor;
  • Client Side Scripts – que são interpretados na aplicação cliente. No caso, a aplicação cliente é o seu navegador.

O PHP é um conhecido exemplo de linguagem server side script, ao passo que o JavaScript é um exemplo de client side script Ambas podem ser inseridas em páginas HTML – e, comumente, o são.
Vamos resumir, aqui, em linhas gerais, as linguagens de programação de scripts da seguinte forma:

  • rodam de dentro de outro programa;
  • não são concebidas para serem compiladas;
  • são de uso simplificado e concebidas para a execução de tarefas simples.

Mas, nem “todo mundo” se encaixa nesta descrição:

  • Há várias linguagens de programação populares (Java, por exemplo) que rodam de dentro de um programa pai, tal como as linguagens de programação de script;
  • As linguagens de programação de script são amplamente usadas, hoje, para realizar tarefas ou construir softwares complexos;
  • Já não se fala mais da vantagem do software já compilado por ser mais rápido, uma vez que a velocidade das máquinas atuais neutralizam esta vantagem.

O PHP, como linguagem de script

À partir da terceira versão, o acrônimo PHP passa a significar PHP Hypertext pre-processor (em inglês). Antes significava Personal Home Pages — a evolução da nomenclatura reflete o quanto a linguagem ampliou seu espectro em relação à Internet e aos problemas que lhe são apresentados. O PHP é apresentado como ferramenta para realizar pelo menos 3 tipos de trabalhos:

  • sites web estáticos
  • sites web dinâmicos
  • aplicações web

Pré-requisitos para desenvolver aplicativos PHP

Enquanto o cliente só precisa ter um navegador para fazer uso de um aplicativo web ou acessar uma página em PHP, do outro lado é necessário ter um servidor PHP, que pode ser instalado localmente.
Dentro de uma página HTML, é possível ter código PHP inserido. Para tanto, basta iniciá-lo com a tag PHP. Veja um exemplo de código PHP:

<?php
   echo "Hello World!";
?>

Note que iniciamos o código com a tag <?php; escrevemos o nosso código e fechamos tudo com a tag ?>. Quando o arquivo é aberto pelo servidor, “ele vai saber” que deve executar o código que estiver entre estas duas tags.

POSTS RELACIONADOS

Alguns pré-requisitos para aprender PHP

Como estamos falando de múltiplas tecnologias, é interessante ter um background em HTML (pelo menos algum conhecimento básico), em bancos de dados e, para realizar tarefas mais complexas, JavaScript e XML.
A figura, abaixo, mostra como o código PHP é entregue ao servidor, que o interpreta e devolve para o navegador, na máquina local, em formato HTML.

PHP, HTML
Clique para ampliar.

O que é um banco de dados relacional?

Um banco de dados é uma aplicação que lhe permite armazenar e obter de volta dados com eficiência. O que o torna relacional é a maneira como os dados são armazenados e organizados no banco de dados.
Quando falamos em banco de dados, aqui, nos referimos a um banco de dados relacional — RDBMS Relational Database Management System.
Em um banco de dados relacional, todos os dados são guardados em tabelas. Estas têm uma estrutura que se repete a cada linha, como você pode observar em uma planilha. São os relacionamentos entre as tabelas que as tornam “relacionais”.

História – antes dos bancos de dados relacionais

Antes da invenção dos bancos de dados relacionais (nos anos 70), havia outros tipos de bancos de dados, tais como os hierárquicos. Depois que se tornaram disponíveis várias têm feito sucesso com a venda deste tipo de aplicativo. Como exemplo, posso citar a Oracle e a IBM.

Bancos de dados comerciais

  • Ingres, o primeiro RDBMS comercial
  • Progress
  • IBM DB 2
  • Microsoft SQL Server
  • Oracle

Bancos de dados livres/de código aberto

  • MySQL
  • MariaDB
  • PostgresSQL
  • SQLite

Todos eles oferecem mecanismos de segurança, criptografia, controle de acesso de usuários e podem processar requisições SQL.

Normalização de dados

Em 1970, o matemático britânico, Ted Codd, criou o modelo relacional para gestão de bancos de dados e as 12 leis que descrevem o que um banco de dados relacional e um RDBMS fazem – além de uma série de leis de normalização que estabelecem as propriedades dos dados relacionais. Apenas dados que tenham sido normalizados pode ser considerados relacionais.

O que é a normalização

Normalização de dados é o processo de organização de campos e tabelas em um banco de dados relacional para minimizar a redundância e a dependência. Este processo comumente envolve a divisão de tabelas grandes em pequenas (e menos redundantes) e define relacionamentos entre elas.
De forma objetiva, o que se deseja é isolar dados de forma que a entrada/remoção/alteração de informações em um campo possa ser feita em apenas uma tabela e se propagar pelo resto do banco de dados, de acordo com os relacionamentos já definidos.
Como exemplo, imagine uma planilha com dados de clientes a serem lançados em um banco de dados relacional. Alguns clientes possuem algumas informações em comum, tais como trabalhar nos mesmos departamentos de uma mesma empresa, com o mesmo endereço de cobrança, portanto.
Ao lançar os dados na tabela, todos os endereços dos clientes precisam ser movidos para uma outra tabela e a cada um destes endereços é dado uma ID. Assim, substitui-se o texto do endereço de cobrança de cada cliente pelo ID do endereço, de acordo com a tabela de endereços.

Como fazer o navegador Google Chromium abrir corretamente os magnet links

De uns tempos para cá o navegador do Google “não quer” mais abrir os magnet links dentro do seu cliente para baixar torrents. Acordos com a indústria do copyright?! Não sei…
Se você usa Ubuntu, com o gerenciador de janelas XFCE, para ser mais específico, este artigo deve ser suficiente para resolver o seu problema.

Backup

Como vamos fazer uma pequena alteração em um arquivo do sistema, é recomendável fazer backup do mesmo – se algo der errado, a gente tem pra onde voltar.
Comece abrindo um terminal e digite (ou copie e cole) o seguinte comando:
sudo cp /usr/bin/xdg-open /usr/bin/xdg-open.original
Se mais tarde você quiser desfazer o processo bastará executar este comando “ao contrário”:
sudo cp /usr/bin/xdg-open.original /usr/bin/xdg-open

backup
Backup

Como editar o arquivo xdg-open

Abra o mousepad, o editor de texto padrão do XFCE ou qualquer outro que te deixe mais confortável.

open_xfce()
Abertura do arquivo /usr/bin/xdg-open

Localize a linha open_xfce() e acrescente as seguintes linhas de código:

O que você gosta… em blocos!

Vi isto em um vídeo. Trata-se de um aparelho conceito que pode ser montado de acordo com as necessidades ou desejos momentâneos de um usuário.

O telefone personalizável
Phone blocks – os componentes são encaixados em blocos.
Basicamente, você poderia adquirir um aparelho com funções básicas e, a partir desta “base”, adicionar novos recursos em “blocos”. Ou substituí-los.
Você gosta de tirar fotos dentro da cidade e prefere armazenar as imagens em um servidor nas nuvens. Neste caso, pode optar por ter um bloco de memória menor e, aproveitando o espaço, uma bateria de maior durabilidade.
Da mesma forma, se deseja ter uma câmera melhor, não há por que comprar um celular inteiro para isto; basta adquirir um módulo com a câmera que você deseja – encaixa-o no aparelho e usa.
Não é difícil uma pessoa trocar de aparelho apenas por estar insatisfeita com um único detalhe ou recurso que lhe é insuficiente: pouca memória RAM, som muito baixo, câmera com flash fraco ou lentes ineficientes. O conceito é este: troque apenas o que te faz infeliz.
Ecologicamente, esta ideia é muito boa. E, da minha parte, gosto muito desta aparência que me lembra o LEGO… doce infância.