MySQL – 17 exemplos práticos de aplicação do comando mysqladmin

O mysqladmin é uma ferramenta que vem junto com a instalação do servidor MySQL e é usada por administradores de bancos de dados para realizar algumas operações básicas, tais como, configurar a conta do administrador (root), mudar sua senha, monitorar processos, lidar com privilégios, verificar as condições do servidor, criar rapidamente novos bancos de dados etc — tudo na linha de comando.
Aqui vamos ver alguns dos comandos mysqladmin e situações em que são úteis, através de exemplos.

LEIA MAIS
Como atribuir uma senha ao administrador MySQL – (MySQL root)
mysqladmin -u root password minhanovasenha
Como alterar a senha, já atribuída, do administrador

Um administrador responsável sabe que senhas precisam ser alteradas periodicamente. O mysqladmin, permite fazer isto rapidamente, diretamente no terminal. No exemplo que segue, tenha em mente que senhaantiga e senhanova são o que seus nomes dizem e você deve usar os seus próprios valores. Use as aspas, onde tiver que usar:

mysqladmin -u root -psenhaantiga password 'senhanova'
Como verificar se o servidor está em execução

A ideia é determinar se o servidor está “vivo”. A frase «mysqld is alive» responde a esta questão. Use o seguinte comando:

mysqladmin -u root -p ping

Mysqld is alive - terminal

Como determinar o status do seu servidor MySQL

Vocẽ já sabe que ele “está vivo”. Agora, deseja obter mais informações sobre como ele está funcionando, entre as quais, o tempo em que ele está ‘no ar’, a quantidade de tabelas abertas por usuários, o tempo de resposta médio das queries etc.

mysqladmin -u root -pminhasenha status

mysqld status

Informação Descrição
Uptime Tempo (em segundos) em que o servidor está funcionando,
desde a última vez em que foi carregado.
Threads O número total de clientes conectados ao servidor.
Questions O número total de requisições a que o servidor atendeu
desde que foi carregado.
Slow queries Total de queries cujo tempo de execução ultrapassou o valor
definido pela variável long_query_time (veja o arquivo de
configuração).
Opens Número total de tabelas abertas pelo servidor.
Flush tables A quantidade de vezes em que tabela foi atualizada.
Open tables O número total de tabelas abertas no momento.
Como verificar o status de todas as variáveis e valores do servidor MySQL

O comando,

mysqladmin -u root -p extended-status

dará um resultado parecido com este:
mysqladmin mysql extended status

Como ver todas as variáveis e valores do servidor MySQL
mysqladmin -u root -p variables
Como saber a versão instalada do MySQL

O comando, a seguir, mostra aversão do seu servidor MySQL, entre outros detalhes:

mysqladmin -u root -p version

O resultado vai ser parecido com este:
Como ver a versão do mysql
Fique atento para a linha Server version. No caso, aqui, trata-se da versão 5.5.32-0ubuntu0.13.04.1.

Como ver todos os processos em execução no servidor MySQL

Este comando mostrará uma (possivelmente) longa relação de processos em execução no seu sistema.

mysqladmin -u root -p processlist
Como criar um banco de dados no servidor MySQL

Esta tarefa é relativamente simples e, com o mysqladmin, pode ser realizada com uma única linha de comando. Ou seja, você não precisa “entrar” no MySQL para criar um banco de dados.
No exemplo abaixo, vamos criar um banco de dados chamado o_condado_db (eu sei, estou exagerando na leitura de Tolkien); depois de criado o banco, vamos entrar no MySQL e vamos pedir para mostrar os bancos de dados existentes. Acompanhe:

mysqladmin -u root -p create o_condado_db
mysql -u root -p
show databases

O resultado do comando show databases, executado dentro do cliente MySQL, deve ser parecido com o que segue:
mysql show databases
Para sair do MySQL, rode os comandos exit ou quit.

Como excluir um banco de dados

Vamos aprender a usar o drop para remover um banco de dados já criado:

mysqladmin -u root -p drop o_condado_db

O sistema pedirá para que a ação seja confirmada, antes de executar a remoção.

Como recarregar e atualizar os privilégios MySQL

Aqui temos basicamente 2 comandos: reload e refresh. O primeiro pede ao servidor que recarregue as tabelas dos privilégios; o segundo atualiza todas as tabelas e reabre os arquivos de log. Veja como fazer:

mysqladmin -u root -psuasenha reload
mysqladmin -u root -psuasenha refresh
Como iniciar e desligar o servidor MySQL de maneira segura

Normalmente, o servidor MySQL já “sobe” junto com o sistema. Ou seja, não precisa ser iniciado. Mas, no caso de você precisar, use o seguinte comando para dar início à sua execução:

/etc/init.d/mysql start

Para desligar:

/etc/init.d/mysql stop

Tenha em mente que há variações na maneira de executar este comando entre as distros. Em algumas, o comando mysql vai estar em /etc/rc.d/init.d/
Enfim, você pode desligar o servidor MySQL da seguinte forma também:

mysqladmin -u root -p shutdown
Como terminar um processo que esteja dormindo/hibernando (sleeping) no cliente MySQL Client

Você vai precisar saber o ID do processo a ser terminado, para fazer isto. Portanto, vai precisar executar um comando que liste os processos em execução no seu servidor. De posse do ID, basta informá-lo ao comando de interrupção de processos. Veja como:

mysqladmin -u root -p processlist

O MySQL vai te devolver uma lista. Localize a ID do processo que você deseja terminar, na primeira coluna. Para interrompê-lo, use o seguinte comando (substituindo a variável num_processo pelo número do processo que você deseja terminar):

mysqladmin -u root kill num_processo

Feito isto, peça novamente a lista de processos para ver se tudo deu certo.
É possível apagar vários processo com um só comando. Informe todas as IDs de processos que você deseja terminar, separadas por vírgulas:

mysqladmin -u root kill num_processo1, num_processo2, num_processo3

Fácil, né?

Como organizar, fazer a faxina, com o mysqladmin e flush

A instrução flush tem uma série de variantes que limpam, recarregam, atualizam os caches internos e as tabelas. Veja quais são e o que fazem:

Comando Descrição
flush-hosts Limpa todas as informações relativas ao host do host cache.
flush-tables Atualiza todas as tabelas.
flush-threads Atualiza o cache das threads.
flush-logs Atualiza todas as informações nos logs.
flush-privileges Recarrega as tabelas de privilégios.
flush-status Limpa as variáveis de status do sistema.

Como usar:

mysqladmin -u root -p flush-hosts
mysqladmin -u root -p flush-tables
mysqladmin -u root -p flush-threads
mysqladmin -u root -p flush-logs
mysqladmin -u root -p flush-privileges
mysqladmin -u root -p flush-status
Como executar múltiplos comandos em uma só linha mysqladmin

Sim. Você pode executar várias tarefas com apenas uma linha de comando mysqladmin. Veja como criar 3 bancos de dados (databases) em uma tacada só:

mysqladmin -u root -p create primeiro create segundo create terceiro

Dê a sua senha e entre no cliente MySQL, para ver o trabalho feito:

mysql -u root -p

Dentro do MySQL, liste as tabelas:

show databases

mysql show databases comando
Agora, vamos excluir os bancos de dados com o mysqladmin. Portanto digite exit;, para sair do MySQL.
Da linha de comando, do shell, exclua os bancos com drop:

mysqladmin -u root -p drop primeiro drop segundo drop terceiro
Como se conectar a um servidor remoto

Vamos usar o seu próprio servidor MySQL, aqui, para exemplificar. Muita gente se conecta a um servidor remoto MySQL via SSH.
Com o mysqladmin, você pode se conectar remotamente e executar um comando (ou vários) e voltar pro seu terminal:

mysqladmin -h 127.0.0.1 -u root -p version

mysqladmin conexão remota

Como obter ajuda para o mysqladmin

Enfim, vamos ver como obter ajuda para usar o mysqladmin. Use o manual do sistema:

man mysqladmin

ou a ajuda do próprio comando:

mysqladmin -?

Divirta-se!

LEIA MAIS:

Como implementar um cabeçalho rotativo e aleatório no blog, com PHP

Neste post, vou mostrar como mudar automaticamente e aleatoriamente as imagens do cabeçalho ou header, no seu blog, com um código bem simples em PHP.
Este código foi testado no WordPress, mas deve funcionar, com algumas alterações, em outras plataformas de blog.
Alguns temas, como o Thesis, do Chris, já têm esta função. Basta preparar as suas imagens e fazer o upload pro diretório /rotator do tema.

Prepare suas imagens

Antes de começar, edite e deixe prontas as imagens que você pretende usar no seu cabeçalho.
Para que o nosso pequeno script funcione, será necessário renomear as suas imagens. Elas devem ter o mesmo nome, com uma terminação numérica. pode ser algo assim: cabecalho_01.jpg.
Outra coisa importante, para o correto funcionamento do script, é que todas elas tenham a mesma extensão. Portanto, se uma for .jpg, todas as outras deverão também ser. Fotografias ficam melhor em JPG, outros tipos de imagens podem ficar melhor em PNG ou GIF.

Faça upload das suas imagens

Desde que você saiba exatamente a URL da sua imagem, não tem muita importância o local para onde você a está enviando. Pode ser interessante anotar o local em que elas se encontram:
http://nome-do-blog.com.br/imagens/cabecalho_01.jpg
Na hora de escrever o script, você vai precisar deste endereço completo.

Implementando o código

Se você estiver usando o WordPress, localize o arquivo header.php do seu tema e, na parte que se refere à imagem do cabeçalho, substitua pelo código abaixo, devidamente adaptado à sua situação:

<img src="http://nome-do-blog.com.br/imagens/cabecalho_0<?php echo(rand(1,5)); ?>.jpg" alt="meu banner" />

Sim. Tudo o que você vai precisar escrever em PHP é isso:

<?php echo(rand(1,5)); ?>
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Explicando a função rand()

A função rand, neste caso escolhe um número entre 1 e 5. Se você tiver 13 imagens para rotacionar, a função fica assim:

<?php echo(rand(1,13)); ?>

Simples, não é?

Como instalar a rede social corporativa eXo Platform no Ubuntu

A eXo platform é uma plataforma de colaboração social, de código aberto. Escrito em Java e Groovey. Oferece recursos de Intranet semelhantes aos do Facebook e mais outros, tais como, wikis, fóruns, calendários de eventos, conteúdos web, acompanhamento das atividades de outros usuários e gestão de documentos — tudo dentro de um só pacote.
Instalar exo platform
Neste artigo, vamos fazer uma breve introdução à instalação da eXo Platform 4.0 Community Edition, em uma máquina rodando o sistema operacional Ubuntu uma máquina virtual Java OpenJDK 7. A eXo Platform se encontra disponível para download no site da empresa, na versão comercial e na edição comunitária. Em seguida, vamos ver como baixar, executar o servidor da aplicação e como fazer as configurações administrativas iniciais da plataforma, a partir de um navegador.

Onde baixar a exo platform

Para começar a experimentar, abra um terminal (Ctrl + Alt + T, no Ubuntu) e faça o download dentro de um diretório adequado para você:

wget http://sourceforge.net/projects/exo/files/Platform4.0/eXo-Platform-community-4.0.0.zip

Como instalar a eXo Platform 4 Comunity Edition no Ubuntu ou Debian

Ter o Java instalado no seu sistema é um pré-requisito. Se você atende a esta especificação, vamos em frente com a instalação do sistema. O próximo passo, é desempacotar o produto:

unzip eXo-Platform-community-4.0.0.zip

Vamos entrar no diretório criado pelo descompactador:

cd platform-community-4.0.0/

Agora, inicie o servidor:

./start_eXo.sh

Este processo pode ser um pouco demorado. Quando chegar ao fim, você verá uma mensagem semelhante à seguinte:

 | INFO  | Server startup in 1011458 ms [org.apache.catalina.startup.Catalina<main>]

Agora, abra o seu navegador e forneça o endereço http://localhost:8080/portal/. No meu caso, este também demorou um pouco.
Na tela inicial, informe os seus dados para cadastro de uma conta de usuário e, logo abaixo, informe a senha do administrador do sistema (root) e confirme.
instalar, exo platform, linux

Configurações iniciais

Na outra tela, você poderá criar novos usuários e grupos. Isto é opcional. Você pode continuar a explorar o sistema e deixar isto para depois, no painel de controle (dashboard).
criar usuários e grupos na exo platform
Ao clicar no botão start, somos levados ao endereço http://localhost:8080/portal/intranet que, neste caso, corresponde ao Administration dashboard, o painel de controle de administrativo.
painel de controle administrativo dashboard - exo platform
A partir do dashboard atividades administrativas, como adicionar ou remover usuários e grupos podem ser realizados sempre que necessário.

Como sair do exo platform

Emergencialmente, você pode parar tudo com Ctrl + D, mas não é recomendável. O jeito certo é ir ao terminal – pode ser aquele de onde você começou tudo e dar o comando:

./stop_exo.sh

Eventualmente, pode ser necessário, usar Ctrl + Z para readquirir o controle do terminal a partir do qual você executou a eXo Platform. Só então, será possível dar o comando de finalização. Tenha paciência, pois ele pode demorar um pouco para concluir esta tarefa.

Prolongue a vida útil das suas baterias com estas 7 dicas

As dicas, aqui, se referem às baterias amplamente usadas em celulares, smartphones, câmeras, notebooks, tablets etc. Vou me concentrar no seu uso em smartphones, mas os conceitos e as dicas valem para outros dispositivos – desde que a bateria usada seja de íons de lítio.
Baterias ions de litio panasonicDurante muitos anos, as baterias recarregáveis de níquel metal-hidreto ou de Níquel Cádmio, entre outras, reinaram e foram muito usadas nos celulares e nas câmeras digitais, até bem pouco tempo atrás. Muitas informações que as pessoas têm e divulgam sobre baterias, se referem a estas e não têm qualquer aplicabilidade em relação às “novas” baterias de íons de lítio, que predominam no mercado de consumo amplamente.

Aqui, vamos falar sobre como economizar a vida útil da sua bateria. Se você tem interesse em melhorar a eficiência da carga da sua bateria, talvez este artigo ajude.

Uma breve história das baterias de íons de lítio

Não vou me demorar muito a contar a história desta tecnologia, mas, se você não tiver interesse algum no assunto, pode pular estes parágrafos numa boa.
Chamar esta tecnologia de “nova” é um tanto quanto irônico, uma vez que há registros de trabalho e pesquisa com baterias de lítio, desde 1912, realizados por Gilbert Newton Lewis (1875 – 1946), um químico norte-americano.
As primeiras baterias de lítio não recarregáveis só vieram a se tornar comercialmente viáveis no início da década de 1970.
Baterias SonyAs tentativas de desenvolver baterias de lítio recarregáveis fracassavam, em função da instabilidade inerente deste metal (o mais leve de todos). Portanto, as pesquisas acabaram seguindo na direção de uma bateria de lítio não-metálica, usando íons de lítio.

Ainda que provido de menor densidade energética que o metal lítio, trabalhar com íons de lítio é mais seguro, desde que tomadas algumas precauções ao carregar e descarregar.

As primeiras baterias de íons de lítio, da Sony, chegaram ao mercado em 1991, baseadas na pesquisa do físico John Goodenough

Ainda que as baterias de lítio modernas sejam, já, consideradas estáveis, elas ainda oferecem alguns riscos. Tanto o calor externo como curtos-circuitos internos podem causar o seu sobre aquecimento. A sobrecarga da bateria libera oxigênio, que é tudo o que uma combustão precisa.

Para prevenir acidentes, cada pacote de baterias inclui um minicomputador equipado com mini sensores de temperatura e reguladores de voltagem.

Entre outras medidas de proteção, as baterias “avisam” que estão totalmente carregadas, quando estão a apenas 50% da carga – nível, acima do qual, não é mais seguro continuar com a carga em baterias de cobalto de lítio.

As pesquisas com baterias de lítio continuam com grande intensidade. No mercado brasileiro, já é possível encontrar baterias de polímero de lítio. Mas ainda é incerto dizer se o futuro das baterias seguirá, mesmo, por este caminho.

Tal como qualquer outra bateria, as de íons de lítio descarregam sozinhas, quando estão sem uso. As dicas, que seguem, valem especificamente para este tipo de bateria e, provavelmente, romperão alguns velhos paradigmas.

Não descarregue completamente a bateria

Este processo só deve ser usado para calibragem. E, para ficar claro, “descarregar completamente” (deep-cycle discharge) significa “drenar” a bateria até que sua carga chegue ao vermelho – o que equivale a uma carga abaixo de 20%. Fique atento aos indicadores na tela do seu aparelho, portanto.

O fato é que a sua bateria não foi projetada para chegar a estes níveis de “inanição” e você estará reduzindo significativamente a vida útil da sua bateria se continuar com esta prática.

Para ser ainda mais claro (e um pouco chato e repetitivo, eu sei…), a dica é NÃO deixe a sua bateria descarregar completamente.

Não sobrecarregue e não use carregadores de procedência duvidosa

Gremlin

Este tipo de bateria é muito sensível à sobrecargas e, certamente, explodirá se for submetida a cargas maiores do que sua capacidade.

Embora tenha proteção contra sobrecargas, um carregador defeituoso, em vez de se desligar após completar a carga, pode continuar a “empurrar” elétrons para dentro da bateria, o que irá causar uma explosão.

Aparentemente, carregamos “gremlins” no bolso, durante o dia e dormimos ao lado deles, à noite.

Recarregue seus eletro eletrônicos, quando estiverem desligados

Eu sei. A gente precisa que o celular fique ligado 24h, mas…

Ao manter ligado o seu aparelho, durante o processo de recarga, esta poderá não se completar satisfatoriamente — isto acontece por que o seu carregador se confunde com a descarga ocorrendo de um lado, enquanto a carga ocorre do outro.

Este é um dos menores problemas, com certeza, mas reduz a vida útil da sua bateria. Sempre que puder, portanto, desligue os aparelhos enquanto suas baterias estiverem sendo carregadas. Até por que, se você seguir as dicas 5 e 6, não vai precisar ficar com o aparelho desligado por muito tempo.

Não exponha suas baterias à temperaturas muito altas, nem muito baixas

Bateria de notebook inchada ExplosãoJamais deixe a sua bateria e seu aparelho (com ela dentro) expostos ao sol. As baterias não são feitas para suportar calor. Usuários de notebooks, laptops, netbooks etc, no uso prolongado, devem retirar a bateria e deixar o aparelho conectado diretamente à tomada. O calor gerado pelo uso normal do seu laptop é suficiente para danificar a sua bateria.

Siga o manual do seu equipamento, que provavelmente, condena o uso sobre a cama ou outros locais que tampam a ventilação, que comumente fica embaixo e nas laterais.

Pessoas que moram em lugares frios também devem ser cuidadosas. Embora seja muito raro a temperatura, no Brasil, chegar aos 5 graus celsius, não é recomendável recarregar a esta temperatura. é interessante aquecer um pouco a bateria antes de iniciar o processo de recarga — isto acontece por que a capacidade máxima de voltagem que a bateria pode receber se reduz com o frio.

Tente não carregar completamente

Carregar “até a tampa”, estressa a sua bateria e este é um fator significante na redução da sua vida útil. Altos níveis de carga contribuem para aumentar a temperatura da bateria — principalmente durante a carga. E, como já sabemos, o calor é o inimigo número um neste caso.

Os fabricantes da sua bateria e do seu aparelho sabem disto. Por isto, a energia é cortada, assim que a carga atinge 100%. Quando o seu aparelho está funcionando, ele continua consumindo. Assim que a carga cair para 95%, o seu carregador vai começar o processo de recarga novamente – até você o desconectar da tomada.

Por pior que seja, este processo não é tão danoso quanto descarregar totalmente a sua bateria.

6. Recarregar parcialmente a sua bateria não é ruim

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Clique para ampliar

Na verdade, a recarga parcial é uma coisa boa. Você pode começar a recarregar aos 30% (por exemplo) e desconectar aos 70%. Baterias de íons de lítio não têm efeito memória, elas não viciam. Esta é uma prática saudável.

Os especialistas recomendam que se faça uma descarga/carga completa de vez em quando, neste caso. Não precisa ser toda semana.

Como armazenar adequadamente as baterias

Aqui a dica é seguir a prática dos fabricantes de celulares, notebooks etc. Já notou que, quando você liga o seu aparelho recém adquirido, ele está com carga parcial?!

Pois é. Baterias de íons de lítio que vão ficar guardadas devem estar com a carga entre 40% e 60%. Qual o motivo disto?

perguntas estúpidas

Baterias deste tipo têm um circuito de proteção que se desativa se a carga diminuir abaixo de um certo nível. Se isto acontecer, não importa o que você faça, a sua bateria não vai mais “pegar carga”. Quando o baixo nível de carga se prolonga, você pode causar um curto circuito se tentar recarregá-la.

Aí você pergunta: “Então por que a gente não ‘enche’ logo até os 100%, antes de guardar?!”

O problema é que, ao “encher até a tampa”, você estará “estressando” a bateria, lembra? Em consequência disto, seu nível baixará ainda mais depressa. Não vale a pena, portanto.

Outra coisa: você não deve esquecer a bateria num canto. Deve verificar e recarregar parcialmente de tempos em tempos, se quiser preservá-la. E guarde-a em local fresco e seco.

Como instalar Ubuntu em um pendrive via Windows

Ter o Ubuntu instalado em um pendrive, pronto para uso, pode ser de grande utilidade para proteger sua privacidade ao usar computadores de terceiros (na casa de um amigo, no cibercafé etc).
Há vários métodos e aplicativos disponíveis para realizar esta tarefa.
Neste texto, vou mostrar como instalar o Ubuntu (ou qualquer outra distribuição Linux) em um pendrive, com o aplicativo Universal USB Installer, ou UUI.
A minha recomendação, contudo, permanece sendo instalar o Linux em um pendrive, a partir de outra máquina Ubuntu. Se você tiver algum amigo que use Ubuntu, esta será uma tarefa muito mais fácil de realizar.
Usuários do Mac, podem usar o UNetbootin, também bastante simples.

O que você precisa ter

Para quem precisa fazer a instalação a partir de uma máquina Windows, será necessário ter um pendrive com, pelo menos, 2Gb de espaço livre. Ele deve estar formatado com os sistemas de arquivo Fat16, Fat32 ou NTFS. O seu PC ou notebook tem que ter suporte a dar boot via USB.
ubuntu install usb
Você vai precisar fazer o download destes itens:

  • Ubuntu — escolha neste site a versão que se adéqua às suas necessidades e clique em Iniciar download
  • UUI – Universal USB Installer — clique no link para baixar o Instalador Universal USB e execute-o no seu sistema

Havendo alguma dificuldade para baixar o UUI, vá até a página do PendriveLinux (em inglês) para baixar a mais nova versão e tirar alguma dúvida.

Preparando o pendrive

Depois de baixar o Ubuntu e instalar o UUI no seu sistema, execute o instalador.
Dentro do programa instalador selecione a distro Linux que você escolheu. Em seguida, indique onde se encontra o arquivo imagem (ISO) correspondente a ela.
create-usb-windows-2-12.10
Se o seu pendrive já se encontra conectado e reconhecido pelo sistema, você pode selecioná-lo. Depois, prossiga, clicando no botão “Create“.

LEIA MAIS
  • Instale qualquer Linux em um pendrive — o aplicativo UNetbootin, disponível para Windows, Mac e Linux, permite escolher uma entre dezenas de distribuições. Ele baixa e instala tudo pra você
  • Qual Ubuntu escolher — as dicas deste artigo, vão funcionar para outras distribuições Linux. Mas, se você optou pelo Ubuntu, conheça as diferenças entre as versões e qual pode ser mais interessante para você
  • O que fazer depois de instalar o Ubuntu — veja 10 dicas sobre o que fazer, logo depois de instalar o Ubuntu

Isto é o suficiente para iniciar o processo de instalação, que pode demorar alguns minutos.
Quando terminar, reinicie o computador, com o pendrive ainda conectado. Não esqueça de indicar na BIOS do seu sistema que deseja iniciá-lo pelo pendrive.
Divirta-se!