O que é um banco de dados relacional?

Um banco de dados é uma aplicação que lhe permite armazenar e obter de volta dados com eficiência. O que o torna relacional é a maneira como os dados são armazenados e organizados no banco de dados.
Quando falamos em banco de dados, aqui, nos referimos a um banco de dados relacional — RDBMS Relational Database Management System.
Em um banco de dados relacional, todos os dados são guardados em tabelas. Estas têm uma estrutura que se repete a cada linha, como você pode observar em uma planilha. São os relacionamentos entre as tabelas que as tornam “relacionais”.

História – antes dos bancos de dados relacionais

Antes da invenção dos bancos de dados relacionais (nos anos 70), havia outros tipos de bancos de dados, tais como os hierárquicos. Depois que se tornaram disponíveis várias têm feito sucesso com a venda deste tipo de aplicativo. Como exemplo, posso citar a Oracle e a IBM.

Bancos de dados comerciais

  • Ingres, o primeiro RDBMS comercial
  • Progress
  • IBM DB 2
  • Microsoft SQL Server
  • Oracle

Bancos de dados livres/de código aberto

  • MySQL
  • MariaDB
  • PostgresSQL
  • SQLite

Todos eles oferecem mecanismos de segurança, criptografia, controle de acesso de usuários e podem processar requisições SQL.

Normalização de dados

Em 1970, o matemático britânico, Ted Codd, criou o modelo relacional para gestão de bancos de dados e as 12 leis que descrevem o que um banco de dados relacional e um RDBMS fazem – além de uma série de leis de normalização que estabelecem as propriedades dos dados relacionais. Apenas dados que tenham sido normalizados pode ser considerados relacionais.

O que é a normalização

Normalização de dados é o processo de organização de campos e tabelas em um banco de dados relacional para minimizar a redundância e a dependência. Este processo comumente envolve a divisão de tabelas grandes em pequenas (e menos redundantes) e define relacionamentos entre elas.
De forma objetiva, o que se deseja é isolar dados de forma que a entrada/remoção/alteração de informações em um campo possa ser feita em apenas uma tabela e se propagar pelo resto do banco de dados, de acordo com os relacionamentos já definidos.
Como exemplo, imagine uma planilha com dados de clientes a serem lançados em um banco de dados relacional. Alguns clientes possuem algumas informações em comum, tais como trabalhar nos mesmos departamentos de uma mesma empresa, com o mesmo endereço de cobrança, portanto.
Ao lançar os dados na tabela, todos os endereços dos clientes precisam ser movidos para uma outra tabela e a cada um destes endereços é dado uma ID. Assim, substitui-se o texto do endereço de cobrança de cada cliente pelo ID do endereço, de acordo com a tabela de endereços.

Como fazer o navegador Google Chromium abrir corretamente os magnet links

De uns tempos para cá o navegador do Google “não quer” mais abrir os magnet links dentro do seu cliente para baixar torrents. Acordos com a indústria do copyright?! Não sei…
Se você usa Ubuntu, com o gerenciador de janelas XFCE, para ser mais específico, este artigo deve ser suficiente para resolver o seu problema.

Backup

Como vamos fazer uma pequena alteração em um arquivo do sistema, é recomendável fazer backup do mesmo – se algo der errado, a gente tem pra onde voltar.
Comece abrindo um terminal e digite (ou copie e cole) o seguinte comando:
sudo cp /usr/bin/xdg-open /usr/bin/xdg-open.original
Se mais tarde você quiser desfazer o processo bastará executar este comando “ao contrário”:
sudo cp /usr/bin/xdg-open.original /usr/bin/xdg-open

backup
Backup

Como editar o arquivo xdg-open

Abra o mousepad, o editor de texto padrão do XFCE ou qualquer outro que te deixe mais confortável.

open_xfce()
Abertura do arquivo /usr/bin/xdg-open

Localize a linha open_xfce() e acrescente as seguintes linhas de código:

O que você gosta… em blocos!

Vi isto em um vídeo. Trata-se de um aparelho conceito que pode ser montado de acordo com as necessidades ou desejos momentâneos de um usuário.

O telefone personalizável
Phone blocks – os componentes são encaixados em blocos.
Basicamente, você poderia adquirir um aparelho com funções básicas e, a partir desta “base”, adicionar novos recursos em “blocos”. Ou substituí-los.
Você gosta de tirar fotos dentro da cidade e prefere armazenar as imagens em um servidor nas nuvens. Neste caso, pode optar por ter um bloco de memória menor e, aproveitando o espaço, uma bateria de maior durabilidade.
Da mesma forma, se deseja ter uma câmera melhor, não há por que comprar um celular inteiro para isto; basta adquirir um módulo com a câmera que você deseja – encaixa-o no aparelho e usa.
Não é difícil uma pessoa trocar de aparelho apenas por estar insatisfeita com um único detalhe ou recurso que lhe é insuficiente: pouca memória RAM, som muito baixo, câmera com flash fraco ou lentes ineficientes. O conceito é este: troque apenas o que te faz infeliz.
Ecologicamente, esta ideia é muito boa. E, da minha parte, gosto muito desta aparência que me lembra o LEGO… doce infância.

Debian Edu — uma solução educacional completa

Como o próprio nome sugere, trata-se de um sistema operacional Debian GNU/Linux completo com aplicativos voltados pro ambiente educacional.
A palavra completo, aqui, significa que, a partir de seus diversos perfis, é possível instalar servidores, estações de trabalho e laptops que funcionam integrados dentro do ambiente de rede escolar.
Com o Debian Edu, os próprios professores ou o pessoal do suporte podem preparar e instalar um ambiente educacional multiusuário em múltiplas máquinas em questão de horas ou dias – o sistema chega a centenas de aplicações pré-instaladas e milhares de outras disponíveis em pacotes prontos para serem baixados e instalados a partir dos repositórios Debian.
A versão analisada aqui é a Debian Edu 7.1+edu0 “Wheezy”, baseada no sistema operacional Debian 7 “Wheezy” Stable, atualizada e cuidadosamente aprimorada, comparada à versão anterior – e continua com os mesmos recursos e facilidade de manutenção.

O que tem sido dito sobre a Debian Edu

  • Giorgio Pioda, administrador de sistemas, que tem usado o Debian Edu na SPSE (Scuola per Sportivi d’Élite) em Tenero, Suíça: “Posso dizer que estou com o Debian Edu Wheezy instalado em ambiente de produção desde meados de Agosto e ele está funcionando perfeitamente. Está sendo usado todos os dias”.
  • Nigel Barker, Coordenador de TI na Hiroshima International School, Japão: “Eu consegui deixar um Tjener e um laboratório de computação em funcionamento, para o início das aulas, em apenas 4 dias após o lançamento da versão beta 1. Estou muito satisfeito com o rumo das coisas desde o primeiro mês de aula.”
  • Segundo Lucas Nussbaum, Líder do Debian Project: “o Debian Edu é um projeto fantástico por, pelo menos, duas razões. Uma, por que expõe um público – especificamente crianças – ao Software livre e ao Debian. Segundo, por que demonstra como é possível montar uma distribuição bem sucedida a partir do Debian e de dentro do Debian”

Sobre o Debian Edu e o Skolelinux

Debian Wheezy - Skolelinux
Logo do Skolelinux – Debian.

O Debian Edu – também conhecido como Skolelinux – é uma distribuição baseada no Debian, que provê um ambiente de rede escolar completamente configurado e pronto para usar.

Imediatamente após a instalação de um servidor na escola, rodando todos os serviços necessários a uma rede escolar, o sistema já estará pronto para que usuários e máquinas sejam adicionados via GOsa² – uma interface web confortável.
Um ambiente de inicialização via rede é preparado com o PXE, de forma que, após a primeira instalação do servidor principal com um CD ou pendrive, todo o restante do parque de máquinas pode ser instalado via rede local.
O servidor escolar oferece um banco de dados LDAP e serviço de autenticação Kerberos, centralização dos diretórios pessoais, um servidor DHCP, um proxy web e muitos outros serviços.
O desktop  é instalado com mais de 60 pacotes de softwares educativos e muitos outros podem ser adicionados do arquivo Debian. Além disto, as escolas podem escolher entre os ambientes KDE Plasma, GNOME, LXDE e Xfce.

Mais informações

Você pode obter mais informações e baixar o manual aqui.
E você pode fazer o download do CD netinstall multi arquiteturas (655 MiB) nos seguintes links:

Aqui você pode encontrar a versão para gravar no pendrive, voltada para múltiplas arquiteturas:

Como importar e exportar seus favoritos do navegador Google Chromium

Esta é fácil.
Quando você precisa remover todos os seus arquivos, formatar um HD, reinstalar tudo etc, quando possível, procura fazer backup de tudo antes.
Algumas pessoas, têm uma série de sites interessantes dentro dos seus favoritos que não gostariam de perder à toa.

Faça login

Login do Google Chrome
Login do Google Chrome
Uma das maneiras mais simples de gerenciar os seus favoritos no Google Chromium é, caso você já tenha uma conta no Google, se autenticar através da seção de Login, no canto superior direito da janela do navegador. A vantagem de usar este método é que você vai ter os seus favoritos sempre à mão, onde quer que esteja. Mesmo que você troque dispositivos de acesso, seja no tablet, no celular, no computador (seu ou de outra pessoa), você se autentica na rede do Google e se sente sempre em casa.
Mas eu não escrevi este artigo para quem quer fazer isto :p

Você quer ser um pouco mais independente?

O navegador oferece também a possibilidade de guardar os seus favoritos (bookmarks) localmente, no seu HD (ou no seu pendrive… aonde você quiser, enfim).
Siga os passos:

  • Clique no menu do Chrome menu, no canto superior direito da janela do aplicativo;
  • Selecione Favoritos > Gerenciador de favoritos;
  • Bookmarks - Gerenciador de favoritos do Google Chromium
    Clique para ampliar a imagem – Importar e exportar favoritos.
  • Na tela do gerenciador, selecione o menu Organizar;
  • Se quiser gravar, fazer backup dos seus favoritos – que podem ser usados em outro navegador, inclusive – use a opção exportar;
  • Para recuperar um backup feito anteriormente, use a opção importar.

Outra forma…

Embora não seja necessária – e nem recomendada pelo fabricante – há uma outra solução: copiar os arquivos da pasta de configurações do Google Chromium.
No Ubuntu, o arquivo de favoritos é este:
~/.config/chromium/Default/Bookmarks
Os métodos mais seguros, contudo, continuam a ser os dois primeiros, já explicados. Lidar diretamente com o arquivo Bookmarks, só deve ser feito se você souber, mesmo, o que está fazendo.