O simulador de voos X-Plane 10 conta com dezenas de aeronaves e mais de 25 mil aeroportos.

O simulador de voos X-Plane 10 é um dos melhores jogos da categoria dos simuladores de voos.
Trata-se de um dos mais avançados pacotes de softwares de simulação de voo para PCs. O seu conjunto completo de cenários inclui a terra e o planeta marte – de fato, são mais de 25.000 aeroportos e mais de 30 aeronaves.
plane boeing 747-8 lufthansa
O software recria as sensações realísticas de um voo, computando todas as forças que agem sobre uma aeronave – o que inclui a turbulência, a gravidade, o efeito solo, o movimento vertical do ar (downdraft) etc. Até mesmo o ambiente climático é realisticamente simulado, com o uso de dados baixados a intervalos predefinidos.
Entre as aeronaves, o jogo conta com:F-22 simulador de voo x-plane

  • Cessna 172SP;
  • Piper PA-46-310P Malibu;
  • F-4 Phantom II;
  • F-22 Raptor;
  • ASK-21 glider;
  • Boeing B-52G Stratofortress;
  • Boeing B747-400 e
  • Boeing B777-200.

… e tem a space shuttle Endeavour, com suas viagens extra-terrenas.

Várias versões, multiplataforma

simulador de voo x-plane columbiaQuase não há restrições chatas, aqui. É possível jogar o X-Plane 10 em:

  1. Android
  2. iOS
  3. OSX
  4. Linux
  5. WebOS (Palm)
  6. e Windows

Novidades em relação às versões anteriores

As maiores novidades, sem dúvida, são:

  • um sistema totalmente novo para gerar automaticamente cenários plausíveis pro mundo todo
  • um novo sistema de renderização detalhada de nuvens e outros elementos climáticos/ambientais
  • um modelo de voo com acurácia melhorada
  • capacidade de aproveitar muito melhor o uso de CPUs de múltiplos núcleos.

Links:

Linux — comandos básicos

Neste artigo vou mostrar exemplos de comandos básicos, usados no dia a dia, no Linux — já que nem tudo a gente quer fazer no ambiente gráfico. Se quiser, guarde esta página nos seus favoritos, imprima-a e, se você se sentir à vontade, compartilhe com outros leitores a sua maneira de fazer as coisas nos comentários.

exemplos de uso do comando tar

Como criar um arquivo tar com o conteúdo de um diretório:

tar cvf arquivo.tar diretorio/

Para extrair:

tar xvf arquivo.tar

Como ver o conteúdo do arquivo tar:

tar tvf arquivo.tar

leia mais sobre o comando tar.

O comando grep

Leia aqui, mais exemplos de uso do comando grep. Basicamente, posso usar este comando para pesquisar uma string (cadeia de caracteres) dentro de um conjunto de arquivos:

grep -r "minha string" *.txt

O comando dado fará com que a cadeia “minha string” seja pesquisada em todos os arquivos com extensão .txt, recursivamente.
Eu prefiro usar este comando da seguinte forma… supondo que eu deseje encontrar todas as ocorrências da string “mcrypt”, dentro do arquivo /etc/php5/apache2/php.ini:

cat /etc/php5/apache2/php.ini | grep -i mcrypt

O parâmetro -i desliga a sensibilidade à caixa das letras – ou seja, tanto faz se estiver em minúsculas ou não.

Leia mais sobre o comando grep.

O comando find

Ainda dentro do tema “encontrar o que eu quero, no Linux”, o comando find é o que nos permite pesquisar o sistema atrás de um determinado arquivo. Veja como encontrar o arquivo php.ini, no seu sistema:

find -iname "php.ini"

Neste caso, para fazer uma busca insensível à caixa, usei o parâmetro -iname. A busca do find é realizada recursivamente, a partir do diretório atual. Eventualmente, você precisará ter privilégios especiais para acessar alguns conteúdos.

Lá embaixo, na seção sobre como ouvir músicas no console, eu ensino a usar o find para montar rapidinho a sua lista de músicas.

O comando SSH

O comando SSH permite acessar remotamente um servidor.
Como ver a versão do SSH, instalada no meu sistema:

ssh -V

Como acessar um servidor remoto woody.com, com o login wlantz, via SSH:

ssh -l wlantz woody.com

Leia mais sobre como se conectar a um servidor de banco de dados via SSH

O comando ls

Um dos comandos mais usados no terminal, lista os arquivos e diretórios. Tem várias formas de exibir esta lista. As minhas preferidas são as seguintes:

ls -l 

o comando, acima, exibe a relação de arquivos e diretórios de forma mais detalhada, informando as permissões, exibindo as permissões, tamanhos (em bytes), data e hora de criação…
Gosto de combinar o comando acima com o parâmetro -h, que “humaniza” o número que indica o tamanho do arquivo. Em outras palavras, o torna mais fácil de ser lido. Veja como:

ls -lh /etc/

Para colorir a lista, use:

ls -lh --color /etc/

O comando pwd

O comando pwd (print working directory), faz o que seu nome diz. Ele mostra o diretório atual, em que você se encontra:

pwd

Muito útil. Já me ajudou a não fazer a coisa errada, no lugar errado — se é que você me entende. 😛

O comando gzip

Cria arquivos comprimidos, com a extensão .gz. Merece um post inteiro, só pra ele. Vou mostrar, aqui, as formas mais comuns de usá-lo.
Como comprimir um arquivo:

gzip arquivo.txt

Isto vai criar o arquivo.txt.gz. Para descomprimir, faça assim:

gzip -d arquivo.txt.gz

Como extrair arquivos ZIP no Linux

Os arquivos compactados pelo ZIP, usam um padrão diferente do gzip. Portanto, o programa adequado para fazer este trabalho é outro. Use o unzip:

unzip arquivozipado.zip

Para ver o conteúdo do arquivo zipado:

unzip -l arquivozipado.zip

Como desligar o PC com o comando shutdown

Para desligar apenas, faça assim:

shutdown -h now

Este comando só pode ser fornecido desta maneira por quem está conectado como root ou administrador do sistema. Você provavelmente só conseguirá executar este comando, usando o sudo, como prefixo:

sudo shutdown -h now

Para esperar 10 minutos, antes de desligar:

sudo shutdown -h +10

Para reiniciar agora o computador:

sudo shutdown -r now

Para cancelar o comando shutdown:

sudo shutdown -c

O comando ps

Este comando exibe os processos em execução no seu sistema. Pode ser usado sem parâmetro algum, mas vai produzir uma quantidade muito grande (ou muito pequena) de informações. É costume “filtrar” sua saída com alguns parâmetros e combinando outros comandos, para ver apenas o que interessa.
Eu gosto de usar a “sintaxe BSD” para ver todos os processos em execução no sistema:

ps aux

Muita coisa?! Misture com o comando less para ir mais devagar:

ps aux | less

use a tecla ‘q’, para sair do less.
Para ver apenas os processos referentes ao navegador Chromium, use assim:

ps aux | grep -i chromium

Isto é muito útil para descobrir o PID de um processo que você deseja interromper à força, com o comando kill.

Como saber a quantidade de memória livre no Linux

O comando free resolve este assunto pra você:

Solaris-8:~$ free
             total       usado      livre    compart.  buffers     em cache
Mem:       2052948    1740056     312892          0     145652     809244
-/+ buffers/cache:     785160    1267788
Swap:      2076668      16184    2060484
Solaris-8:~$ 

Muito complicado para ler? Eu sei. Use o parâmtro -g para converter todos estes número em gigabytes:

free -g

ou use assim, para “humanizar” a exibição do resultado e incluir os totais:

free -ht

O comando top

O trabalho deste comando é exibir as aplicações mais ativas no sistema – organizadas pela intensidade de uso da CPU:

top

Comando top no Linux
Dica rápida: use a tecla ‘z’ para alterar as cores de exibição no top.

Como verificar o uso do disco no Linux

O comando df exibe o uso atual do seu disco. Para exibir o espaço ocupado e livre (available) no seu sistema de arquivos, em kilobytes, use-o assim:

df -k

Eu gosto de usar desta forma:

df -hT

O parâmetro -h humaniza (human readable) a exibição dos resultados. E o -T mostra o tipo do sistema de arquivos em uso.

O comando kill – ou como interromper (matar) um processo em execução

Neste exemplo, vou exibir os PIDs do aplicativo Chromium (o navegador). Em seguida, vou interromper sua execução. Isto é muito útil quando um processo trava. Veja como funciona.
Primeiro, uso o comando ps para determinar o PID do Chromium:

ps -ef | grep -i chromium-browser
1000      5396  1913  5 Dez16 ?        01:18:36 chromium-browser                          
1000      5400  5396  0 Dez16 ?        00:03:26 chromium-browser                          
1000      5401  5396  0 Dez16 ?        00:00:00 /usr/lib/chromium-browser/chrome-sandbox /usr/lib/chromium-browser/chromium-browser --type=zygote

Destas 8 colunas exibidas, a segunda é a que interessa no momento. É esta que exibe o PID de cada processo. Vou escolher o primeiro: 5396.
… e interromper sua execução:

kill 5396

opcionalmente, você pode usar o parâmetro -9 para matar processos “mais difíceis”:

kill -9 5396

O comando cat

comando cat no LinuxO comando cat – que eu suponho ser uma abreviatura da palavra catch, que pode ter o significado de “pegar” – serve para mostrar o conteúdo de uma arquivo na tela – usualmente texto.

cat .bashrc

Como o conteúdo exibido pode acabar por ser muito extenso, prefiro combinar este comando com o grep. Assim, por exemplo:

Solaris-8:~$ cat .bashrc | grep aliases
# enable color support of ls and also add handy aliases
# some more ls aliases
# ~/.bash_aliases, instead of adding them here directly.
if [ -f ~/.bash_aliases ]; then
    . ~/.bash_aliases

O comando é muito útil para analisar logs do sistema. Assim, se quiser verificar a quantidade de memória livre no sistema, através do arquivo /proc/meminfo, faça assim:

cat /proc/meminfo | grep -i free
MemFree:          317056 kB
HighFree:         107440 kB
LowFree:          209616 kB
SwapFree:        2052464 kB
HugePages_Free:        0

O comando mount

Este já foi um dos que eu mais usei, nos “primórdios do Linux”. Para montar um drive de CD-ROM, o comando é este:

mount -t iso9660 /dev/cdrom /mnt

Esta linha de comando parte do pressuposto de que a pasta /mnt já existe no sistema. Se ela não existir, um erro será retornado. Você pode usar o nome de outra pasta existente no seu sistema. Mas certifique-se de que ela esteja vazia – você não perderá o seu conteúdo. Mas ele ficará indisponível enquanto o dispositivo estiver montado usando aquela pasta como referência.
O iso9660 é um dos sistemas de arquivo mais comumente usados em CD-ROMs. Mas você pode, para se sentir mais seguro(a) substituir isto por auto, assim:

mount -t auto /dev/cdrom /mnt

… isto fará com que o sistema tente detectar automaticamente o sistema de arquivos usado na mídia.
Para montar um antigo drive de disquete, usa-se:

mount -t vfat /dev/floppy /media/floppy

Se usado sozinho, o comando mount exibe os sistemas de arquivos ativos no sistema:

Solaris-8:~$ mount
/dev/sda2 on / type ext4 (rw,errors=remount-ro)
/dev/sda3 on /home type ext3 (rw)
gvfsd-fuse on /run/user/justincase/gvfs type fuse.gvfsd-fuse (rw,nosuid,nodev,user=justincase)

O comando chmod

Este comando é usado para alterar as permissões de um ou mais arquivos ou de um diretório, no sistema.
Para tornar o arquivo meuscript.shexecutável:

chmod aug+x meuscript.sh

Este comando torna o arquivo executável por todos (a), pelo usuário (u) e pelo grupo (g).
Para remover a permissão de execução para todos e deixar apenas pro usuário atual, faça assim:

chmod ag-x meuscript.sh

O comando chown

No exemplo, vamos alterar o dono do arquivo meuarquivo.txt para pcarlos. O grupo, a que ele pertence, continuará sendo justincase. Veja como:

Solaris-8:~# ls -la *.txt
-rw-rw-r-- 1 justincase justincase   847 Set 28 19:44 lightdm.txt
-rw-rw-r-- 1 justincase   justincase     0 Dez 17 12:40 meuarquivo.txt
Solaris-8:~# chown pcarlos.justincase meuarquivo.txt
Solaris-8:~# ls -la *.txt
-rw-rw-r-- 1 justincase justincase   847 Set 28 19:44 lightdm.txt
-rw-rw-r-- 1 pcarlos    justincase     0 Dez 17 12:40 meuarquivo.txt

Se você obtiver uma mensagem de erro ao executar este comando, o motivo provável é que você não tem permissão para fazer esta alteração. Use o root, neste caso.

Como alterar a senha de usuário no Linux

Para isto, use o comando passwd. O superusuário, root, pode alterar a senha de qualquer outro usuário. Neste caso, o sistema não pergunta nada além da senha desejada:

Solaris-8:~# passwd pcarlos
Digite a nova senha UNIX: 
Redigite a nova senha UNIX: 
passwd: senha atualizada com sucesso

Use este mesmo comando para desabilitar a senha de um usuário:

passwd -d pcarlos

Ao ter a senha desabilitada, o usuário poderá entrar no sistema sem precisar fornecê-la.

Como encontrar um comando no seu sistema

Vou mostrar como usar o comando whereis (Quer dizer ondeestá, em inglês) e como ele pode ser usado para ver onde, exatamente, se encontra um determinado comando e os arquivos diretamente relacionados a ele no seu sistema.
Vou começar por mostrar como encontrar o comando ls e alguns arquivos relativos a ele (páginas do manual, normalmente):

Solaris-8:~# whereis ls
ls: /bin/ls /usr/share/man/man1/ls.1.gz

No exemplo dado, foram exibidos 2 arquivos:

  • /bin/ls — o programa ls, que lista os arquivos presentes no diretório atual
  • /usr/share/man/man1/ls.1.gz — a página do comando, no manual do sistema. É o texto que aparece, quando você digita o comando man ls

O comando whatis

O significado deste comando é oqueé, em inglês. Sua função é mostrar o que um determinado comando é ou faz no seu sistema. De certa forma, a ajuda ou a página do manual referente a cada comando, já faz isto – ele apenas simplifica.
Experimente:

whatis ls

O comando su

Basicamente, a função deste comando é permitir trocar rapidamente para outro usuário. O administrador do sistema pode assumir a identidade de qualquer usuário, sem precisar fornecer sua senha, através do comando su. Desta maneira, o administrador pode reproduzir um erro ou uma situação específica em que o usuário esteja tendo dificuldades. No exemplo abaixo, o comando será usado para assumir a identidade do usuário patodonald:

su patodonald

Se você não for root, vai precisar conhecer a senha do usuário para obter sucesso neste comando.
Como administrador, você pode usar o su para executar um ou mais comandos no lugar de um usuário e voltar ao seu prompt:

su - patodonald  -c 'chmod a+x script.sh'

No exemplo acima, executei o comando chmod a+x script.sh como usuário patodonald. Este comando torna o arquivo script.sh executável por todos os usuários do sistema.

Como alterar a data e a hora no Linux

No Linux, é muito simples alterar a hora e a data do sistema. Contudo, por ser um procedimento cujos resultados trazem implicações mais profundas – pode também abrir brechas de segurança no seu sistema – só pode ser executado com privilégios administrativos.
Veja como alterar a data do sistema para 06 de Agosto de 2080:

sudo date --set="2080-08-06"

Para ajustar a hora 11h da noite, faça assim:

sudo date --set="23:00:00"

Você pode usar este modelo para ajustar minutos e segundos.
“Posso ajustar os dois de uma só vez?”
Pode, sim. Veja como:

sudo date --set="2080-08-06 23:00:00"

O comando hwclock

Enquanto o comando date ajusta a hora e a data do sistema (ligado ao kernel), o comando hwclock faz o ajuste direto no relógio do BIOS, o RTC.
Veja como ajustar o relógio do BIOS, pelo do sistema:

sudo hwclock --systohc

ou o contrário:

sudo hwclock --hctosys
SAIBA MAIS SOBRE O ASSUNTO:

Veja como pode ser mais simples ajustar o relógio do sistema e do hardware automaticamente, através de um servidor NTP.

Ouça música no console com o mpg123

Para ouvir música no console, meus favoritos são o mpg123 e o mpg321.
Não sou muito do tipo que escolhe o que vai ouvir – se está no meu HD, é por que eu gosto. O que me leva aos comandos que seguem.
Para ouvir todas as músicas, em mp3, dentro do diretório Música/ (e seus subdiretórios), recursivamente e misturadas, uso o mpg321:

mpg321 -Bzx Música/

As opções -Bzx ativam a recursividade, misturam as músicas antes de tocar e exibe na barra de título do terminal o nome da música que está tocando, respectivamente.
O mpg123 não pode ser ignorado, em função dos vários recursos presentes no programa – e ele é software livre desde 2006! Mas, infelizmente, ele não tem a recursividade.
Para resolver isto, criei uma lista recursiva de todos os arquivos .mp3, com o comando find, deste jeito:

find Música/ -iname *.mp3 > playlist.lst

Em seguida, é só executar o mpg123:

mpg123 -z --title --list playlist.lst

Imprima este artigo, ponha-o nos seus favoritos (para o caso de precisar de referências posteriormente) e, lembre-se que a melhor forma de agradecer é compartilhar
– passe o conhecimento para frente! 😉

Como desmontar um drive ocupado em 2 passos

Se você está tentando desconectar um dispositivo USB, um pendrive ou remover um DVD e ele demora muito (e, aparentemente, nada acontece) é por que algo errado pode estar acontecendo.
Há várias situações em que um dispositivo pode parar de responder às suas tentativas de remoção (desmontar, ejetar etc.) — a mais comum é que ele esteja sendo retido por algum programa (processo).
usb flash media pendriveSe um processo ainda estiver escrevendo/lendo dados, ele vai “tentar” impedir que você desconecte o dispositivo — seja um CD/DVD/Blu-Ray, um pendrive, um cartão de memória, um HD externo etc.
O ideal é esperar — se você estiver lidando com transferências volumosas entre dispositivos, boa parte destes dados pode estar armazenada no cache do sistema, aguardando disponibilidade para concluir a transação.
Ou seja, mesmo que você não perceba qualquer atividade de tráfego de dados no sistema, ela pode, sim, ainda estar ocorrendo — e desconectar um drive nestas condições é extremamente arriscado.
Neste post, vou mostrar como lidar, de forma segura, com esta situação.

Feche os programas relacionados ao dispositivo

Você está ouvindo música no pendrive ou no cartão de memória?
Está editando algum texto ou planilha armazenada no dispositivo?
Em casos assim, o dispositivo está em uso pelo programa em execução e impedir que ele seja retirado é uma medida de segurança do sistema — para evitar que você perca os seus dados e/ou danifique o sistema de arquivos do dispositivo.
Feche todos os programas abertos e aguarde uns instantes — e tente ejetar novamente.
Se isto ainda não resolveu, prossiga a leitura.

Como resolver o problema

A minha primeira opção é o comando sync. Sua função é escoar os dados retidos no buffer do sistema de arquivos, pro dispositivo de destino.
Na maioria das vezes, tudo se resolve com este comando.
Comece por abrir um terminal e execute o comando:

sudo sync

Aguarde alguns instantes.
Se isto não resolver, tente o que segue:
Localize o dispositivo, com o comando mount:

mount
/dev/sda2 on / type ext4 (rw,errors=remount-ro)
proc on /proc type proc (rw,noexec,nosuid,nodev)
sysfs on /sys type sysfs (rw,noexec,nosuid,nodev)
none on /sys/fs/pstore type pstore (rw)
/dev/sda1 on /home type ext4 (rw)
systemd on /sys/fs/cgroup/systemd type cgroup (rw, noexec, nosuid, nodev, none, name=systemd)
gvfsd-fuse on /run/user/1000/gvfs type fuse.gvfsd-fuse (rw, nosuid, nodev, user=justincase)
/dev/sdc1 on /mnt type ext4 (rw)

Vou usar como exemplo o dispositivo destacado acima /dev/sdc1, que está montado na diretório /mnt.
Para tentar desmontá-lo, use o seguinte comando:

sudo umount /dev/sdc1

comandos mount umount linux ubuntu
comando mount retornou erro
Se este método não funcionou, você vai precisar descobrir qual(is) processo(s) está(ão) retendo o dispositivo — e decidir o que fazer com ele(s).

Como determinar qual processo está ocupando o dispositivo

A idéia é justamente esta: identificar quem está ocupando o drive e “pedir para ele parar”.
Neste artigo, vou abordar 3 métodos para identificar e resolver o problema:

  • pseste comando exibe um relatório instantâneo sobre os processos em execução.
  • lsof — este comando é usado para listar os arquivos em aberto. Ele pode apontar se há algum programa mantendo um arquivo aberto em seu pendrive.
  • fuser — identifica processos que estejam usando arquivos ou sockets.

O comando PS

O ps, em conjunto com o comando grep, pode resolver esta situação em um piscar de olhos.
Adéque a linha de comando, abaixo, à sua realidade:

ps aux | grep -i "/mnt"

No exemplo acima, eu inquiri o sistema sobre os processos em execução com ps aux e filtrei o resultado, para ver apenas o que se referia à pasta em que o dispositivo /dev/sdc1 está montado: /mnt. Veja o resultado:

justinc+  8233  2.8  0.1  83016  3012 pts/30   Sl   20:06   0:04 mpg123 /mnt/Música/REO Speedwagon - discography/1971 R.E.O. Speedwagon/01 Gypsy Woman's Passion.mp3
justinc+  8264  0.0  0.0   4956   848 pts/30   S+   20:09   0:00 grep --color=auto -i /mnt

Quem está mantendo o meu dispositivo ocupado é o player mpg123 — e a identificação do processo 8233.
Para interromper este aplicativo, use o comando kill:

kill -9 8233

Use lsof para listar os arquivos abertos (opened files)

Vou usar um método semelhante ao que usei antes com o comando ps, combinando-o com um filtro grep:

lsof | grep -i "/mnt/"

Tenha um pouco de paciência — este comando pode demorar um pouco para apresentar os seus resultados.
Novamente, o player de músicas mpg123 aparece na lista, com o seu PID. Veja:

mpg123    13424       justincase    8r      REG       8,33    9695544  5505285 /mnt/Música/REO Speedwagon - discography/1971 R.E.O. Speedwagon/02 157 Riverside Avenue.mp3
threaded- 13424 13427 justincase    8r      REG       8,33    9695544  5505285 /mnt/Música/REO Speedwagon - discography/1971 R.E.O. Speedwagon/02 157 Riverside Avenue.mp3

Use o comando kill para terminar o processo (note que o PID – Process IDentification – mudou):

kill -9 13424

Use o fuser para encontrar o processo que está usando o seu dispositivo

O último método é o meu preferido.
O comando fuser pode ser usado para identificar processos que estejam mantendo arquivos abertos ou ocupando sockets. Veja como usar:

fuser -m /dev/sdc1

O resultado, no meu sistema foi o seguinte:

/dev/sdc1:            6740c 13702

O último número, é o do PID — que vamos informar ao comando kill:

kill -9 13702

como usar o comando fuser
Se necessário, preceda o comando kill com o sudo — para ter privilégios administrativos:

sudo kill -9 13702

Outras soluções com umount

Se o problema persistir, você pode tentar “remontar” um dispositivo em modo “somente leitura” (read-only) – o que causará menos danos ao seu sistema de arquivos, se for removido arbitrariamente (use o sudo, se necessário):

sudo umount -rv /dev/sdc1
[sudo] password for justincase: 
umount: /dev/sdc1 está ocupado - remontado somente para leitura

Se você obtiver sucesso nisto, já pode desconectar o drive ou a mídia.
As soluções que seguem são variantes do comando umount e você combinar os parâmetros e as opções para obter o melhor resultado.
Elas não funcionam não funcionam em kernels anteriores ao 2.4:
Para forçar a remoção:

sudo umount -vf /dev/sdc1

Remover imediatamente o sistema de arquivos do dispositivo junto a todas as referências, tão logo ele se desocupe:

sudo umount -l /dev/sdc1

Combinando as duas:

sudo umount -lf /dev/sdc1

Espero que uma destas soluções funcione para você. 😉

Como fazer backup de um banco de dados MySQL, usando o phpMyAdmin

O phpMyAdmin é um aplicativo web presente em quase todos os servidores web, com MySQL. Ele torna fácil realizar uma série de tarefas administrativas em seus bancos de dados ou dentro das tabelas especificamente.

Artigos relacionados:

Neste texto, vou mostrar como é rápido e fácil fazer um backup do seu banco de dados, usando este aplicativo. Me acompanhe…

Encontre o endereço do phpMyAdmin

Em uma instalação local normal, o aplicativo pode ser acessado do seu navegador, no endereço http://localhost/phpmyadmin.
No servidor remoto, do seu provedor, ele terá outro endereço. Se você não souber, consulte o administrador ou leia a documentação oferecida pelo provedor de hospedagem do seu site.
phpmyadmin login screen - tela de autenticação
Após a autenticação, selecione o banco de dados que você deseja copiar, na coluna à esquerda. Em seguida, clique na guia “Exportar“.
O painel de exportação é um painel, inicialmente simples — lógico que tudo depende da versão do aplicativo que você está usando. Basicamente, há dois métodos de exportação:

  • Quick — uma versão espartana com poucas opções
  • Custom — uma versão completa com inúmeras opções para “montar” o seu backup de acordo com o seu gosto

Vamos optar pela primeira, usando o formato SQL, uma vez que o objetivo é somente fazer um backup completo e rápido do banco escolhido.
phpmyadmin exportar banco de dados do servidor atual - backup
Ao clicar em Executar, o sistema irá pedir o nome do arquivo de backup. Crie um, escolha o local para onde ele deve ser baixado e confirme. Se o seu banco de dados for extenso, o processo pode ser um pouco demorado – Aguarde. A velocidade da conexão também influi na demora para fazer o download do backup.
phpmyadmin nome do arquivo de backup

Como restaurar o backup pelo phpMyAdmin

Você pode restaurar o seu backup no mesmo servidor em que o fez ou em outro — caso você queira ter o banco de dados replicado em outro servidor, basta abrir o phpMyAdmin lá e seguir o procedimento, que serve para qualquer caso.
Clique na guia Importar, ao lado de Exportar. Em seguida, clique em Escolher arquivo e selecione o arquivo de backup, que vocẽ deseja restaurar.
phpmyadmin importar arquivo sql  backup
Isto é tudo.
A recomendação final é a de que você proceda com cautela, para evitar perda de dados por falta de atenção — pelo fato de ser uma tarefa simples.
Torne o backup um hábito frequente e lembre os seus amigos — comece compartilhando este post!

5 motivos para sua empresa adotar o MFT para armazenamento, transferência e distribuição de arquivos.

Este artigo parte do pressuposto de que você chegou aqui já sabendo o que é MFTManaged File Transfer. Tudo o que você deseja é obter argumentos favoráveis à sua adoção. Há muitos.
A proliferação das atividades de transferência de arquivos e de repositórios apresenta novos desafios para a governança em TI e a conformidade – aumentar a eficiência de um processo cada vez mais complexo, ao mesmo tempo em que se deseja conter a escalada dos custos.
O MFT contribui com os esforços da governança ao permitir que as transferências de arquivos sejam monitoradas e gerenciadas – uma vez que as soluções tradicionais de transferência, o que inclui o FTP e scripts de gestão, comumente não têm recursos de visibilidade e não têm soluções integradas que satisfaçam as necessidades de grandes volumes de transferências de arquivos, interna e externamente.

Por que a sua empresa deve usar o MFT

Segue, nas próximas linhas, alguns dos principais fatores que levam uma empresa a considerar seriamente a adoção do MFT.

O tamanho dos arquivos e seu volume

Organizações, de todo tipo, enfrentam o problema da dificuldade de lidar com a gestão da transferência de uma quantidade crescente de arquivos – o que inclui documentos dos mais variados tipos, arquivos de áudio, apresentações, vídeos etc. Muitas vezes, o problema é tão básico (e, ao mesmo tempo tão crítico) quanto as limitações email.
Acompanhando o problema de ter que lidar com arquivos de tamanho considerável, a necessidade de transferência de um enorme volume de pequenos arquivos se apresenta como parte significativa do problema. Todos estes arquivos precisam chegar a seu destino, dentro do prazo e íntegros.

Programação

Os recursos de pessoal, de hardware e software necessários para gerenciar as transferências via FTP, à medida em que vão se avolumando, empurram os custos para cima.
O protocolo FTP não consegue dar conta de grandes quantidades de arquivos e não há garantias de que estes cheguem a tempo a seu destino. Além da possibilidade primária de recusar conexões, não há a possibilidade de gerenciar o tráfego que ocorre dentro destas conexões.

Segurança

Ainda que uma corporação tenha boas políticas e ferramentas para garantir a segurança interna de seus dados, o problema se torna crítico quando estes trafegam externamente, onde o controle, sob o protocolo FTP, é muito pequeno.

Monitoramento e auditabilidade

O FTP não tem transparência — por mais ambíguo que seja o significado desta palavra.
O MFT permite que sua empresa monitore centenas ou milhares de conexões em tempo real ou algo próximo disto. Tanto os seus usuários como os seus clientes e parceiros de negócios podem ter acesso aos dados gerados por este monitoramento, através de relatórios dos mais diversos tipos.

Geração de scripts e tratamentos de exceções

O MFT ajuda a governança tornando possível o monitoramento e a gestão de todo o processo de transferência de arquivos, sob as mesmas regras.
É possível estabelecer padrões de comportamento para determinados tipos de falhas – como sucessivos erros de autenticação ou erros de transmissão de pacotes, pelos mais variados motivos. Em vista disto, o sistema pode ser programado para “agir” de forma predeterminada.

Conclusão

O MFT pode ser uma solução simples e única para todos estes problemas, ou se integrar à soluções já existentes, aprimorando-as.
Ele torna possível a gestão e a segurança na movimentação de arquivos dentro de processos colaborativos – parceiros internos e externos comumente usam o email para fazer a troca de arquivos. O MFT, encripta e fornece alternativas de tráfego para que as mensagens, com seus anexos, cheguem ao destino em segurança.
Mesmo entre sistemas de arquivos diferentes, entre diversos sistemas operacionais, o MFT pode assegurar o tráfego de dados encriptados, melhorando sensivelmente aspectos da segurança e da eficiência nestes processos.