Use os atalhos de teclado do Facebook para ser mais eficiente na rede social

Há um tempo atrás, me incomodei com o fato de o Facebook apresentar alguns “comportamentos estranhos”, apenas por eu ter “esbarrado” em algumas determinadas teclas, ou por ter começado a digitar alguma coisa, sem antes ter selecionado a caixa de texto (de atualização do status, por exemplo).
Então percebi que isto se devia ao aplicativo ter suporte a teclas de atalho.
Claro que fui procurar saber mais sobre o assunto.


Me acompanhe!
O fato é que saber usar teclas de atalho de um programa, como já disse antes, ajuda demais a usá-lo de forma mais eficiente.
Você pode ter acesso rápido à lista de teclas de atalho do FB, pressionando ‘ ? ‘ (sem as aspas).
Sempre espere a página carregar totalmente, para ter acesso às hotkeys.

Tenha em mente, também, que elas são sensíveis ao contexto — o que significa que seu funcionamento depende da sessão em uso no aplicativo.

Se estiver digitando alguma coisa, dentro da caixa de texto, o aplicativo vai entender que você quer realmente digitar ‘?’ e não obter ajuda para o aplicativo.
facebook tux teclado

Lista de teclas de teclas de atalho do Facebook

As teclas usam, em sua maioria, as iniciais das palavras (em inglês) que identificam sua ação.
São mais de 20 atalhos para você usar:

  • j , k — Rolar entre histórias no feed de Notícias (não adianta, o vim está presente aqui também)
  • p — Publicar um novo status
  • l — (like) Curtir ou deixar de curtir a história selecionada
  • c — Comentar a história selecionada
  • s — (share) Compartilhar a história selecionada
  • o — (open) Abrir o anexo da história selecionada
  • Enter — Ver mais da história selecionada
  • / — Procurar (outra hotkey clássica do UNIX/Linux)
  • q — Pesquisar contatos do bate-papo
  • ? — Mostra esta tela de ajuda
  • Esc — Cancela uma ação ou evento em andamento. Pode ser usada para fechar a janela atual de bate-papo, por exemplo.

  • Alt + Shift + 0 — Ajuda
  • Alt + Shift + 1 — Página inicial
  • Alt + Shift + 2 — Linha do tempo
  • Alt + Shift + 3 — Amigos
  • Alt + Shift + 4 — Caixa de Entrada
  • Alt + Shift + 5 — Notificações
  • Alt + Shift + 6 — Configurações
  • Alt + Shift + 7 — Registro de Atividades
  • Alt + Shift + 8 — Sobre
  • Alt + Shift + 9 — Termos
  • Alt + Shift + m — Nova mensagem

Como usar as hotkeys do Facebook

Separe um tempo para praticar os atalhos, se quiser ficar realmente bom em seu uso.

Algumas pessoas podem demorar um pouco para entender exatamente em que contexto cada conjunto de atalhos se aplica.
Experimente abrir um álbum de fotos de uma amigo e navegar por ele, usando as setas do teclado ou ‘j’ (esquerda) e ‘k’ (direita).
Neste caso, não esqueça de clicar sobre a primeira foto do álbum para selecioná-la — assim, o Facebook irá entender que as teclas pressionadas se referem àquela seção.
E sempre clique no ‘l’ para curtir ou ‘s’ para compartilhar a foto, se for o caso.
Você também acha que assim ficou mais fácil usar o Face? 😉

Quais as diferenças entre o modo portátil e o modo de armazenamento interno, no Android?

Alguns aparelhos, dependendo das escolhas feitas pelos seus fabricantes têm suporte ao modo de armazenamento interno, em adição ao modo tradicional de armazenamento.
android robot and an SD card in black and white picture
Dezenas de dúvidas sobre o modo de armazenamento interno (também chamado, em inglês, de adoptable mode) foram sanadas no artigo perguntas e respostas sobre o modo de armazenamento interno no Android — sugiro fortemente a sua leitura.

Neste post, vamos abordar o assunto por outro ponto de vista: o da escolha por um ou outro método de armazenamento em smartphones ou tablets Android.

Ao inserir um cartão novo no seu celular Android, a partir da versão 6.0 Marshmallow — se o dispositivo tiver suporte ao recurso — o dono se depara com a pergunta sobre se deseja usá-lo sob um dos 2 modos de armazenamento.
inserting an SD card in a reader
Quando é mais conveniente usar um ou outro, é o assunto neste artigo.
Neste sentido, espero que a tabela, abaixo, ajude você a identificar exatamente em que grupo se encontram as suas necessidades e como você pode aproveitar melhor o seu cartão de memória:

Armazenamento portátil Armazenamento interno
Selecione o modo portátil se você costuma guardar, em um mesmo cartão SD, arquivos de mais de um dispositivo (entre câmera, laptop, celular etc.) ou o usa apenas para armazenar mídia (fotos, músicas, vídeos etc.) Selecione o modo de armazenamento interno se você quer estender completamente o espaço de armazenamento do seu dispositivo e vai precisar do cartão para gravar aplicações grandes, jogos e dados de jogos.
Se você tem um cartão de memória não muito atual, de classe 2, 4 ou 6, opte pelo modo portátil. Se tem um cartão de alta velocidade (high-speed), UHS-1 ou classe 10, é possível optar pelo modo interno, sem sofrer com lentidão.
Se você costuma ou tem a pretensão de trocar cartões de memória com frequência ou usá-los para transferir conteúdo entre dispositivos. Se você planeja manter o cartão sempre dentro do dispositivo, baixar jogos pesados e está sempre tendo problemas de falta de espaço — use um cartão de grande capacidade e formate-o no modo interno.
Se os seus aplicativos junto com seus dados são sempre armazenados na memória interna e não podem ser transferidos para o cartão, opte pelo armazenamento tradicional. Se você sabe que os seus aplicativos favoritos podem ser transferidos para um cartão, junto com seus arquivos de dados.
Em tempo, quem decide se os aplicativos e/ou seus dados podem ser transferidos para o cartão é o desenvolvedor.
Se o cartão vai ser usado e lido por outros dispositivos (outro telefone, desktop (Mac ou PC), câmera digital. Se você planeja manter o cartão sempre dentro deste aparelho.
Se você não quiser criptografar o cartão. Se você não se importa de criptografar o cartão.
O modo portátil não requer a formatação automática do cartão. Para usar este modo, o cartão terá que ser formatado e criptografado.

Leve também em conta que a Lenovo/Motorola recomenda formatar seu cartão no modo interno quando o seu dispositivo tem 8 GB ou menos espaço na memória interna nativa dele.
samsgung 64 GB PRO card
Para ter mais informações, antes de decidir, não se esqueça de ler os artigos:

  1. Perguntas e respostas sobre o armazenamento interno.
  2. Como formatar o cartão no modo interno.
  3. Passo a passo para formatar o seu cartão SD no modo interno (explica a mesma coisa que o segundo artigo, com uma abordagem diferente).

Use também a caixa de busca do site, para obter mais informações sobre o assunto.

Como baixar vídeos do Youtube no celular

O Youtube está repleto de vídeos, para todos os gostos.
Eu, mesmo, não tenho tempo de ver tudo o que gostaria e, quando tenho, muitas vezes estou em algum local em que não há conexão Wi-Fi ou ela é muito lenta.

Nas salas de espera — com as costumeiras revistas chatas e TVs ligadas em programas depressivos — é onde melhor se aproveita o tempo vendo uma palestra de nosso interesse, uma videoaula, o último upload do nosso youtuber favorito etc.
Só não esqueça de usar fones de ouvido… 😉

Já mostrei como fazer download de vídeos do Youtube para o seu PC/laptop, com o uso do youtube-dl — uma ferramenta superflexível a ponto de permitir baixar vídeos de muitos outros sites.
Também ensinei como instalar o YouTube Go, que também é um app de download de vídeos para Android — não esqueça de ler!

Baixe e configure o Youtube Cacher

Como o próprio nome indica, o aplicativo vai usar o cache do próprio app do Youtube (que você precisa ter já instalado no seu celular) e convertê-lo para um formato que possa ser lido por outros players, além de gravá-lo em algum outro local do seu sistema de armazenamento — uma vez que o app do Youtube sempre apaga o cache, para liberar espaço.

  1. O primeiro passo é baixar o aplicativo a partir do repositório do F-Droid.
    Se você ainda não tem o F-Droid, veja como instalá-lo aqui.
  2. Em seguida, procure pelo app e clique em “Instalar”.
    youtube cacher download
  3. Após a instalação, é possível encontrar o Youtube Cacher na relação de apps instalados no seu aparelho, Basta procurar por “youtube”.
    Para baixar seu vídeo, cole a URL dele na caixa de download:
    baixar vídeos do youtube no Android

Como reparar danos na lente da câmera do seu smartphone

Alguns aparelhos recentes tem recebido críticas dos usuários (e dos reviewers) relacionadas ao fato de a câmera traseira estar mais exposta a arranhões e possíveis quebras.
O que acontece — mais notadamente nos aparelhos Lenovo/Motorola Moto G4, Moto G5 e Moto Z — é que a câmera é levemente projetada para fora. Com isso, ela fica mais vulnerável à situações corriqueiras, do dia a dia — como simplesmente pousar o telefone sobre uma mesa.
Ao contrário da tela principal, a lente da câmera da maioria dos aparelhos não é à prova de arranhões.
Há várias situações em que você pode causar danos severos e irreversíveis a esta peça:

  • manter chaves ou outros objetos contundentes, ao lado do celular no bolso,
  • derrubar o aparelho,
  • repousá-lo sobre uma superfície dura ou áspera etc.

lente arranhada camera

Eu sou da turma que detesta usar bumpers e “capinhas” protetoras em celular. Aliás, sou super cuidadoso com minhas coisas.
Mas nestes casos específicos, acredito que a necessidade está acima dos meus conceitos particulares de estética.

Uma vez danificado, o vidro externo poderá causar um comportamento “errático” da câmera.
O sistema de autofoco pode “pensar” que um simples risco é um objeto próximo — e, consequentemente, irá acionar a função macro. Com isso, a imagem de objetos “não-próximos” ficará borrada ou desfocada.
Você pode contornar este comportamento, desligando o foco automático ou apontando sobre a imagem o local em que o foco precisa estar, claro.

Há soluções para se livrar dos arranhões da lente da câmera do celular?

A resposta curta é “não tem jeito”.
Mas não significa que você precisa trocar o celular, para resolver problema.
Veja como sair desta situação:

  1. Como paliativo, se os arranhões forem mínimos ou se tratar apenas de um risco superficial, é possível usar um método que já foi muito usado no tempo dos CDs e DVDs.
    Ele consiste em:

    • passar uma pequena quantidade de pasta de dente sobre a superfície arranhada do vidro.
    • esfregar levemente com o dedo e depois limpar cuidadosamente, para não permitir a entrada de água no dispositivo (o que pode piorar definitivamente a situação)
    • remova os resíduos de pasta de dente e seque o vidro com um lenço de papel
  2. Se você tem talento e ferramentas adequadas para realizar o trabalho, pode substituir o vidro por um novo.
    É possível adquirir a peça online por aproximadamente US$ 4.00.
  3. Leve o aparelho à assistência técnica e peça para um profissional resolver o problema

As vantagens de usar uma distro Linux superleve

Em oposição às grandes distribuições populares do Linux, que primam por tornar a vida de seus usuários mais simples e suas tarefas mais eficientes, com a adição de recursos visuais e que aproveitam melhor a tecnologia disponível no hardware — sempre houve a possibilidade de optar por distribuições com ambientes gráficos mais leves ou lightweight.
À medida em que ambientes desktop como o GNOME, o KDE e, na última década, o Unity se popularizavam, muitas pessoas se mantiveram ou migraram para ambientes como o XFCE, LXDE.
Algumas pessoas optaram, ainda, por uma redução mais drástica, proporcionada pelo IceWM, i3 etc.
Sem falar que suprimir totalmente a interface gráfica (GUI) também tem sido opção… mas isto é assunto para outro post.
Mas que motivos uma pessoa teria para desejar esta redução na quantidade de recursos gráficos e abrir mão da beleza, em uma máquina atual e moderna — com 2 GPUs, vários núcleos na CPU principal, grande quantidade de memória RAM, drives flash SSD etc.?
Vou tentar responder além do óbvio neste post — por que, se você tem um equipamento com recursos muito limitados ou antigos, é evidente que usar uma distro muito pesada vai tornar sua vida mais chata e sem graça…

Reaproveitar o seu PC, netbook ou laptop antigo

A razão mais comum para procurar por distribuições Linux super leves é pela possibilidade de voltar a usar equipamentos antigos (com 3 anos ou mais).
Um velho netbook, encostado em um canto, pode brilhar novamente na sua vida, com a distro certa.
Nesta categoria, as distribuições GNU/Linux são muito pouco exigentes em termos de hardware.
Estou escrevendo este texto em um netbook Semp Toshiba Infinity STI 1093, originalmente com apenas 1 GiB de memória RAM (hoje, com 2 GiB), rodando a distro LXLE.
Muitos notebooks/netbooks antigos sequer contam mais com uma bateria — cuja vida útil dificilmente supera 5 anos — ou seja, perdem a função da mobilidade. Mas podem ser usados como Desktop PCs.
Você pode dar vida nova a um equipamento antigo, como servidor de arquivos Owncloud, central de multimídia, roteador etc.
Você ficaria surpreso em como a experiência pode ser incrível.

A tendência entre as grandes distribuições é abandonar a arquitetura 32-bit.
As distribuições super leves poderão continuar a dar suporte por mais alguns anos — mas não espere que isto ainda seja realidade daqui a uma década.
Minha recomendação pessoal é pôr este “PC velho” para trabalhar, dar tudo o que ele pode, até o fim.
Não poupe esta máquina.

Menos é mais

Quem tem um equipamento atual, dotado dos mais recentes avanços do mercado, também tem bons motivos para usar uma distro Linux super leve.
Convenhamos, a gente não liga computador para “usar sistema operacional”. Quanto mais transparente esta categoria de software for, melhor.

Quanto menos recursos o sistema operacional e sua interface GUI usarem, mais os recursos de hardware ficarão disponíveis para as suas tarefas.

Edição de imagem e vídeo, jogos 3D, simulações, alguns softwares de engenharia etc. — estas, entre muitas outras, são aplicações vorazes e que consomem grande quantidade de memória e processamento.
Os usuários de aplicações pesadas têm razões de sobra para optar por uma distro que consuma menos recursos dos seus equipamentos, deixando o máximo disponível para suas aplicações.

Menos porcarias inúteis instaladas

No post Como Instalar Ubuntu a Partir do Mínimo, mostrei como é possível construir uma distro Linux, baseada no Ubuntu Mini, desde a CLI (interface de linha de comando) básica, até onde você quiser.
Um dos motivos de uma distro ser light é que ela vem sem “as perfumarias”.
A ideia é o que não é necessário, não entra.

Se o usuário quiser, pode instalar por si mesmo os softwares de que precisa — o gerenciador de pacotes sempre estará lá para isso.

Sistemas leves são potencialmente mais seguros

A quantidade de software instalada pelas grandes distribuições escapa da compreensão de um usuário comum.
As possibilidades de algo dar errado ou o sistema ficar instável são maiores.
Em sistemas super leves, é menos provável “tropeçar nas próprias pernas”.
Com menos software instalado, fica mais fácil manter as políticas de segurança do seu sistema.
Enfim, você leva menos bugs ou possíveis exploits para casa (ou para o escritório) ao optar por uma distro Linux minimalista.

Pense nisso!