Como criar rotinas de exercícios com o RunKeeper

O RunKeeper é um dos aplicativos (pra correr) de monitoramento de atividades mais completos, mesmo na versão básica (gratuita). Além de contar com uma “mini rede social” entre seus clientes, tem uma série de planos de treinamento, com rotinas de exercícios, que ajudam o atleta iniciante a alcançar seus objetivos de maneira mais eficiente.
Além de poder contar com os planos preexistentes, é possível montar o seu próprio ou, mais simplificadamente, a sua própria série de exercícios.

ADVERTÊNCIA

Eu não sou profissional de educação física. Este texto tem o objetivo de ensinar a usar uma ferramenta.
Não faça besteiras, portanto – cuide do seu corpo, evite contusões e outros problemas. Faça exercícios físicos sempre sob a supervisão de um profissional com formação adequada.

Como sempre, clique nas imagens para obter maiores informações e veja o vídeo explicativo no final – ele ajuda a explicar melhor o artigo.

Mais sobre o RunKeeper

As séries de treinamento padrão

RunKeeper ativar GPSNa tela principal do aplicativo, é possível fazer diversas seleções antes de iniciar a atividade.
Usar uma das diferentes rotinas de exercícios é como ter à disposição um treinador que vai ditando as séries pra você:
– “Agora, 2 minutos caminhando!”
– “1 km de corrida, agora!”
Em ruas muito movimentadas (e dependendo do pavimento) pode ser difícil ouvir os avisos sonoros – por isto o uso de fones de ouvido é recomendado.
Para chegar ao módulo de criação ou seleção de rotinas de treinamento, toque na opção rotina de exercícios (observe a figura do lado), em seguida, toque em exercícios personalizados, na parte superior da tela.
A tela dos Exercícios Personalizados vem dividida em duas partes:

  • Uma que permite selecionar séries já prontas
  • e outra que permite personalizar rotinas de exercícios através da criação de novas rotinas de exercícios

RunKeeper Rotinas de exercíciosAlgumas destas opções são voltadas para treinos mais leves, outras para treinos mais puxados. São elaboradas por profissionais educadores físicos e corredores profissionais contratados da própria empresa. É seguro fazer uso destas rotinas prontas de exercícios.
O problema, aqui, é que estas rotinas de exercício padrão usam um sistema métrico ultrapassado (a insistência dos norte-americanos em usar milhas é um coisa chata… ). 😉
No próximo tópico, vou mostrar como alterar ou excluir as rotinas.

Veja como alterar as rotinas de exercícios no RunKeeper

Alterar rotinas de exercícios no RunKeeperO RunKeeper permite alterar todas as suas rotinas de exercícios.
Há um botão grande e verde, no topo que que permite selecionar rotina de exercícios e, se quiser, começar a praticar.
Se você quiser alterar esta rotina, deve rolar a tela para baixo, até o rodapé e selecionar o pequeno botão azul Editar rotina de exercícios.
Na nova tela é possível alterar:

  • o nome da rotina de exercícios;
  • cada uma de suas séries (elas podem ser excluídas, uma a uma, também);
  • é possível adicionar uma nova série – ou intervalo;
  • alterar a quantidade de vezes em que toda a rotina irá se repetir;
  • criar um intervalo para aquecimento e/ou outro para desacelerar – um tempo para reduzir gradativamente seu ritmo, antes de cessar a atividade.

RunKeeper Alterar intervalos de exercíciosNa tela Editar intervalo é possível alterar:

  1. Alterar o ritmo de intervalo
    • devagar;
    • estável;
    • ou rápido
  2. Tipo de intervalo
    • Distância
    • Tempo
  3. O tamanho do intervalo (em minutos ou em distância)

RunKeeper personalizar treinamentoNa parte inferior da tela, você pode escolher a quantidade de repetições.
Em seguida, pode adicionar um tempo, em minutos, para aquecimento antes de começar a rotina de exercícios e outro tempo, ao final, para reduzir gradativamente o seu ritmo.
Ao finalizar, grave as alterações ou as exclua. O botão cancelar volta à tela principal “como se nada tivesse acontecido”.
Desta maneira, você pode ter séries diferenciadas pra cada dia da semana, se quiser.

Vídeo tutorial

Incluí um vídeo que ajuda a entender melhor o processo.

Conclusão

A possibilidade de usar rotinas de exercícios prontas, elaboradas por pessoal qualificado é um atrativo no RunKeeper.
Alterar ou criar várias rotinas de exercícios próprias, personalizadas para as suas necessidades é muito bom. As rotinas, para iniciante, presentes no RunKeeper podem não satisfazer suas necessidades por muito tempo – sem falar nas unidades de medida que acho “mandatório” alterar no aplicativo para unidades “decentes”.
Sem querer ser repetitivo ( e já sendo! ), embora você possa fazer tudo isto sozinho, recomendo consultar um profissional educador físico, para obter o melhor rendimento nas suas atividades e evitar lesões.
Bom treino!

Runtastic, passo a passo

O Runtastic é um software de monitoramento de atividades físicas, que contempla mais de 50 tipos de esportes, na sua versão básica. Vou mostrar como começar a brincadeira com ele, hoje mesmo, se quiser.
Eu já escrevi anteriormente sobre o RunKeeper, um aplicativo da mesma categoria e tão bom quanto este.
Runtastic corrida GPS com músicaAmbos permitem monitoramento de suas atividades físicas tanto indoor quanto ao ar livre – onde você pode contar com o GPS do seu dispositivo para traçar com o satélite o seu percurso.
Se você tiver problemas com o GPS, sugiro a leitura deste artigo – onde relato alguns procedimentos que podem ajudar a ter um desempenho melhor do rádio do seu aparelho.
Veja, a seguir, como começar a usar o app e clique nas imagens para ver mais detalhes.

Conectar

Runtastic login google facebookUm dos objetivos das pessoas que usam o runtastic é postar nas redes sociais o seu desempenho nas atividades físicas – mas isto não é obrigatório. Ao final das atividades, você terá a opção de fazer isto ou não.
Atualmente, você tem 4 opções para entrar no Runtastic, como você pode ver na figura à direita:

  • Google Plus;
  • Facebook;
  • Pelo Runtastic – se você tiver uma conta no Runtastic (é fácil criar uma no site), você pode usar estes dados para entrar. Eu recomendo esta opção – principalmente se você não tiver interesse algum em postar suas atividades nas redes sociais (você pode mudar isto depois);
  • “Lembre-me mais tarde” – pode ser usado para quem tem pressa em começar a usar logo o aplicativo. É uma péssima ideia, por que as suas atividades não serão enviadas pros servidores do Runtastic e, portanto, não irão compor o seu histórico. Evite isto.

runtastic screenshot informações pessoaisDependendo da sua opção, uma tela poderá aparecer pedindo algumas informações a mais sobre você. Forneça-as para seguir em frente.
Informações sobre a sua altura e seu peso, permitirão compor a equação para calcular a quantidade de calorias dispendidas a cada atividade.
Ao alterar, periodicamente as informações sobre o seu peso, você constitui uma base de dados sobre o seu desempenho. Este histórico pode ser acessado no site do Runtastic.

Dando início ao treinamento

Uma vez dentro do app, a tela principal permite já começar a monitorar as suas atividades.
Runtastic screenshot tela inicial No canto superior à esquerda, há um botão que dá pro menu de configurações genéricas. À esquerda, o botão com uma nota musical, permite selecionar a trilha sonora da sua atividade.
Na parte central da tela do aplicativo estão 3 botões importantes:

  • botão de seleção de atividade – corrida, caminhada, ciclismo etc. São mais de 50 atividades possíveis;
  • O verde e grande, para iniciar a atividade física;
  • o terceiro botão permite selecionar o tipo de treinamento – Quem vai fazer atividade indoor, sem o uso do GPS (esteira, por exemplo) deve selecionar, aqui, a opção “entrada manual” e fornecer os dados referentes ao treino.

Abaixo dos botões, há um mapa que irá acompanhar o seu deslocamento.

Durante o treinamento

Após o início da atividade, os botões centrais mudam, para evitar pressionamento acidental. A qualquer momento, contudo, você pode pausar o monitoramento, para atender a uma ligação, amarrar o tênis o jogar conversa fora (no meio do treino?! 😮 ).

finalizando e compartilhando a atividade

Runtastic screenshot resumo da atividadeAo finalizar o seu treino, toque no botão parar.
O aplicativo irá iniciar um sumário “oral”. O idioma deste sumário depende de suas configurações.
Enquanto o sumário é dado,

  • informe como você se sentiu, selecionando um dos 5 emoticons disponíveis;
  • o tipo de caminho sobre o qual você caminhou, correu;
  • o clima;

Clique em Concluir, no canto superior direito, quando terminar de informar os dados nesta tela.
Aguarde o upload pros servidores do Runtastic.

Compartilhamento

Runtastic compartilhar facebook google twitterEu tenho certeza de que muita gente ama esta parte. Como eu disse, lá no começo, ela é opcional. Quem não deseja divulgar informações sobre o seu treino, não precisa fazê-lo.
Na primeira vez, você vai precisar se logar e autorizar o aplicativo dentro da rede social correspondente a postar em seu nome as suas atividades físicas.

Bom treino!

Android rooting: glossário

Quem se decide a fazer root no seu smartphone ou a entender melhor o processo, vai se deparar com uma série de termos novos.
Segue, abaixo, uma lista com os termos mais encontrados nos sites que ensinam a rootear smartphones.

LEIA MAIS:

Rooting – tudo o que você precisa saber sobre rooting.

root

Smartphone Samsung S3 Rooteado“Fazer root”, “rootear” o celular etc. significa passar a ter acesso root ao seu aparelho – o que significa que ele poderá rodar o comando sudo antes de executar qualquer aplicativo. Desta forma, os aplicativos serão executados com privilégios administrativos (privilégios de superusuário).
Isto permite rodar aplicativos que alteram o funcionamento interno do aparelho, a velocidade da CPU, controlam o consumo da bateria, as prioridades do fluxo de dados etc.
Você pode fazer root com a instalação do aplicativo Superuser ou dando um flash, instalando uma ROM customizada, que inclui o acesso administrativo ao seu aparelho.

ROM

Uma ROM é uma versão modificada do Android. Ela pode conter recursos extras, uma aparência diferenciada (temas), melhorias no desempenho pro seu smartphone ou, mesmo, uma versão pura do Android, que ainda não seja fornecida pelo fabricante do seu aparelho.
O significado original do termo é memória de apenas leitura (Read-Only Memory). Atualmente se refere a códigos de programas que, uma vez modificáveis, não são tão read-only :p Também se refere à porção de memória em que este código é gravado e, portanto, seu nome mais adequado é EPROMErasable Programmable Read-Only Memory.
A escolha da ROM tem que ser a exata pro seu aparelho. Você não pode usar uma versão feita pro Samsung Galaxy S3 em um Galaxy S3 Mini – mesmo tendo nomes e recursos similares, internamente são dois aparelhos completamente diferentes.
Há casos de aparelhos com nomes comerciais idênticos, mas diferentes, como é o caso do Motorola Razr D1 – que é comercializado como XT910 e XT912. Internamente, são dois aparelhos diferentes.

Kernel

Grosso modo, o kernel é um componente do sistema operacional que gerencia as comunicações entre os softwares e o hardware. Trata-se do cerne, do núcleo de toda a complexidade que é um sistema operacional.
Há vários kernels customizados e prontos para uso, disponíveis pros mais variados aparelhos. Alguns podem aumentar o desempenho do processador, outros podem oferecer uma redução dramática do consumo da bateria, o que é ótimo para quem passa o dia todo longe de tomadas, entre outras coisas.
Cabe ter alguns cuidados com a instalação de kernels. Alguns estão em fase de beta teste (ou, mesmo alfa) e, nestas condições, não se destinam a usuários leigos.

Radios

Este é outro componente do firmware.O seu rádio controla o envio/recebimento de dados do seu celular via GPS, Wi-Fi entre outros. É possível encontrar versões customizadas de rádios para instalar

Firmware

Trata-se de um mix de memória persistente, códigos de programas e dados armazenados que controlam as funções mais básicas do aparelho. O flashing do firmware consiste em reescrever os códigos ou os dados na EPROM em que ele se encontra.

Flash

Neste contexto, flashing significa instalar uma peça nova de software em seu aparelho — tal como uma ROM, um kernel ou software de recuperação, que costuma vir comprimido em um arquivo .ZIP (nem sempre!).

Brick

Um aparelho brickado é um aparelho que quebrou, ficou parcial ou completamente inutilizado após o flashing – ou seja, virou um “tijolo” (brick em inglês), um peso para papel.
Embora seja pequeno, o risco existe – e costuma ser contornável.

Bootloader

Pense nos softwares do seu celular, como estando em camadas. Esta é a parte mais inferior das camadas de softwares no seu hardware – Trata-se do código que carrega os outros códigos, ou seja, é ele quem dá início ao sistema operacional. Muitos bootloaders chegam “travados” ao usuário. Ao destravar, você torna o seu aparelho apto a ser rooteado ou dar flash na sua ROM.

Recovery

Este é o software, no seu telefone, que permite fazer backups, dar flash em ROMS e outras tarefas no nível do sistema.
O seu aparelho já vem com um software de recuperação recovery, mas ele é limitado e não dá pra fazer muita coisa com ele, além de reset, cópias de segurança etc. Por sorte, você pode instalar uma versão customizada – tal como o ClockworkMod ou o TWRP – depois de desbloquear o bootloader, o que vai te dar muito mais controle sobre o seu aparelho. Isto faz parte do processo de rooting.

Nandroid

São backups completos do sistema, como um todo. O melhor termo é “imagens do sistema”. Se acontecer de ao dar um flash o seu sistema ficar brickado, você pode voltar tudo ao que era, recuperando uma das imagens nandroid gravadas. Uma imagem é uma cópia exata do seus sistema.

ADB

É uma sigla para Android Debug Bridge – ou Ponte de Correção Android, numa tradução (bem) livre.
Trata-se de uma ferramenta de linha de comando pro seu computador, que se comunica com um dispositivo Android conectado a ele.
Faz parte do SDK Android (Android Software Developers Kit). Muitas ferramentas root usam o ADB, mesmo que você não esteja digitando qualquer comando.
A menos que você seja instruído a instalar o SDK e rodar algum comando ADB, não há necessidade de mexer nisto. Só estou te contando isto, pra você ficar sabendo…

S-OFF

Os modelos da HTC fazem uso de um recurso chamado Signature Verification, presente no HBOOT – este é o bootloader deles.
Por padrão, o seu aparelho está em S-ON – o que significa que ele está bloqueado contra o flash de imagens de rádio (o código que gerencia a comunicação de dados, conexões Wi-Fi e GPS.
Ao alterar para S-OFF o flash do rádio passa a ser permitido.
O processo de rooting não precisa de S-OFF – mas te dá controle sobre ele, o que te permite fazer o flashing no seu rádio, se quiser.

RUU, SBF e OPS

Temos uma série de arquivos usados por programas paralelos, no processo de flashing. Vamos conhecer alguns:

  • RUU — Sigla para ROM Upgrade Utilities ou utilitários de upgrade da ROM, são arquivos de boot de sistema dos aparelhos HTC;
  • SBF — System Boot Files são os arquivos de inicialização do sistema dos aparelhos da marca Motorola;
  • OPS e PIT — São os arquivos para modificar os modelos da Samsung

Os RUU podem passar pelo flashing diretamente no aparelho HTC. Já os outros irão precisar de programas intermediários para realizar esta tarefa: RSD Lite, para Motorola e Odin, para aparelhos Samsung.
Há um Odin específico para cada aparelho Samsung.
Como sempre, divirta-se!

Recuperação do Motorola Razr brickado

A Flávia Jobstraibizer recuperou o Motorola Razr D1 XT910 dela e contou como fez isto.
Depois de uma falha no LCD e no fone, o aparelho “brickou” em uma atualização do Android.
Portanto, com o sistema operacional danificado e sem a possibilidade de carregar a bateria, o smartphone estava inutilizado.
Me acompanhe e veja como ela resolveu o problema.

O que você vai precisar
  • RSD Lite – um programa para fazer flash da ROM. Pegue aqui;
  • ROMs oficiais – uma delas será necessária e você vai encontrar as do Motorola Razr XT910 (o nosso aparelho) aqui;
  • Drivers da Motorola – para seu computador reconhecer o seu aparelho, e mostrar as informações pro RSD Lite. Você encontra aqui
  • Chave Torx T3

Os procedimentos, aqui descritos, são voltados para usuários avançados e que sabem o que estão fazendo. Se você decidir que deve aplicar as dicas no seu aparelho, faça isto por sua própria conta e risco.

LEIA MAIS:

Abrindo o Motorola

Embaixo da proteção da câmera, há um parafuso T3 escondido. Remova a proteção com cuidado.
Para isto, você pode usar uma palheta de plástico ou outro objeto fino o suficiente.
motorola razr D1 remover proteção da câmera
Aparelhos “blindados”, cujas baterias não podem ser removidas facilmente, dão um pouco mais de trabalho. Tenha paciência.
Agora remova a caixa de proteção da câmera, desatarraxando o parafuso T3.
motorola razr desatarraxando o parafuso T3
A capa traseira dele é feita de Kevlar, resistente e flexível, como você pode ver na próxima figura.
Motorola Razr D1 D3 Droid Android

Conectando a energia

Diferente de outros aparelhos, este usa pontos de contato (contact points) entre a bateria e o restante da carcaça. É um objeto vermelho.
motorola razr D1 - pontos de contato com a bateria
Você pode usar uma chave torx T5 ou outro objeto pontudo e/ou fino para cuidadosamente remover a peça de contato entre a bateria e o aparelho — feita de silicone e muito flexível.
motorola razr D1 - pontos de contato com a bateria
Neste modelo, a remoção da bateria implicaria em tirar 6 parafusos. Portanto foi feita a opção de dar carga diretamente com o cabo mini USB, como você pode ver nas próximas figuras.
Desencape as pontas dos fios — o vermelho é o positivo. O preto é o negativo. Fique atento.
Motorola Razr D1 cabo mini USB
Em seguida em seguida, desatarraxe um pouco os parafusos T3 – não os remova totalmente.
Desaparafuse os parafusos T3
Agora passe os fios, enrolando-os, nos parafusos. O vermelho no positivo e o preto no negativo.
parafusos t3 motorola razr
Assim que você conectar a outra ponta na tomada de energia, o aparelho vai ligar.

Reinstalando o sistema operacional

Conecte um outro cabo mini USB na entrada de dados do aparelho, para comunicar com o computador.
Neste aparelho, o sistema operacional está corrompido – e nós vamos resolver isto em breve.
Motorola Razr D1 - Android corrompido
No computador, abra o RSD Lite e refaça a flash da ROM do seu aparelho. É possível que você tenha que fazer isto várias vezes até dar certo.
motorola rzar d1 odin android
Aguarde enquanto o aparelho reinicia. Ele vai fazer isto várias vezes.
Não desconecte os cabos e aguarde.
Motorola Razr D1 Android
Após a última reinicialização, o sistema vai iniciar – observe o robozinho verde aparecer rapidamente, para informar que houve atualização no sistema.
Motorola Logo Logotipo
Quando o sistema estiver iniciado e rodando, ele irá atualizar os seus próprios pacotes.
motorola razr D1 atualização do Android

Finalmente

Neste momento, o seu aparelho já voltou a funcionar. Desligue-o.
Remova todos os cabos, feche tudo e ligue novamente o celular.
Conecte o celular a uma carregador e termine de carregar a bateria.
Para finalizar, vou deixar alguns links, que podem ser úteis:

Leia mais!
  • Os segredos do Razr D1 — veja como acessar os menus secretos no seu aparelho
  • Site da Flávia Jobstraibizer — Neste post, eu relatei o trabalho que ela realizou
  • @flaviajobs — Twitter da Flávia. Vale acompanhar
  • iFixit — de onde retirei parcialmente algumas imagens e informações de aparelhos semelhantes ao que foi objeto deste post

O Razr, agora, é uma central multimídia, no carro da Flavinha… 😉

O que você precisa saber sobre rooting do seu smartphone ou tablet Android

Rooting ou fazer root no celular Android é um processo que visa dar ao usuário privilégios administrativos (de superusuário) sobre seu aparelho. O processo varia de modelo para modelo — e, por isso, este texto não vai ensinar você a fazer root no seu smartphone.
Este texto faz uma avaliação das vantagens e desvantagens de rootear o seu aparelho celular ou tablet Android e introduz alguns conceitos básicos importantes sobre o processo.

Para entender melhor alguns termos ou jargões inerentes ao processo de rooting, leia Glossário do rooting.
Procure se cercar de boas informações antes de dar um passo adiante.

Vale a pena fazer root no celular androidCom este nível de controle é possível modificar arquivos que antes você não podia, usar recursos avançados de certos aplicativos (overclocking, por exemplo), alterar o funcionamento do aparelho, tirar screenshots, remover aplicativos indesejáveis e “irremovíveis” da operadora ou do fabricante, mudar a ROM do seu sistema etc. Enfim, um mundo novo se abre para quem faz rooting e você se torna definitivamente dono do seu aparelho.

O que é uma ROM?

Uma ROM é uma “versão customizada/alterada do Android”. Ao instalar uma ROM diferente no seu aparelho, você desfrutará de maior velocidade, de novos aplicativos, de um melhor aproveitamento dos recursos do hardware e um visual diferenciado dos demais modelos similares ao seu.
O que atrai muitas pessoas a fazer rooting é a possibilidade de instalar uma versão diferente e, possivelmente, mais atualizada do Android – independente do fabricante do seu smartphone tê-lo lançado pro seu modelo ou não.
Para cada modelo específico de celular é necessário ter uma ROM customizada para ele. Este é um dos motivos pelos quais o processo é diferente entre os diversos modelos de aparelhos.
Use o Google ou outro motor de busca para encontrar a ROM específica do seu aparelho.

Possíveis consequências de rootear o seu aparelho

A liberdade e o poder de acessar mais recursos têm seu preço.
Normalmente, o processo de aplicar o rooting em seu aparelho é simples e não causa danos, se executado de maneira adequada.
Há basicamente duas consequências ruins que você deve considerar antes de iniciar o processo:

  • O rooting remove uma camada importante de proteção do seu aparelho — programas maliciosos podem causar danos ao sistema, se executados com privilégios administrativos e é exatamente isto que poderá acontecer se você instalar programas de fontes não confiáveis em seu sistema.
  • Perda de garantia — a maioria dos fabricantes cassa a garantia de aparelhos rooteados, por considerá-los modificados sem sua autorização. Mas, neste caso, é possível reverter o processo antes de enviar pra assistência.

Conclusão

Geralmente, o rooting é recomendado. Principalmente se o seu aparelho tem limitações de memória e veio pré-carregado com vários bloatwares — aqueles programas da operadora ou do fabricante, que você não precisa e que ocupam espaço visual e físico no seu smartphone.
Fazer uso de apps que permitem melhorar a eficiência do processador ou do consumo de energia do seu aparelho, só é possível após o rooting.
Se tomados os devidos cuidados, portanto, o processo tende a ter apenas vantagens.