GnuCash, um aplicativo de gestão financeira.

O GnuCash é um software de gestão de finanças voltado para uso corporativo, de pequenos negócios ou para uso pessoal.
Você pode organizar e acompanhar suas finanças em múltiplas contas. Há suporte a processamento de clientes, vendedores e funcionários.
O aplicativo tem versões para os principais sistemas operacionais, o que inclui o Android — o que te permite acompanhar suas contas em qualquer lugar, a qualquer momento.
gnucash splash screen - Screenshot

Como instalar o GnuCash

Como já foi dito, o aplicativo tem versões para as mais diversas plataformas.
Usuários Mac e Windows, podem fazer o download no site do produto
Quem usa Linux, pode instalar o programa confortavelmente dos repositórios de sua distro.
Usuários Ubuntu, podem fazer a instalação através do Software Center, clicando no botão abaixo:

Clique para instalar o aplicativo.
Clique para instalar o aplicativo.

Quem preferir o terminal, no Ubuntu, pode usar os seguintes comandos (copie e cole):

sudo apt-get install gnucash

No Fedora, é possível instalar pelo seu gerenciador de pacotes ou pelo terminal, com o yum:

sudo yum install gnucash

Você pode obter mais informações sobre o processo de instalação no Red Hat ou Fedora aqui.
No Android, é possível baixar e instalar o aplicativo pelo Google Play.
Contudo, neste post, irei abordar especificamente a versão para PC, do GnuCash.

Lá vem história…

Se achar melhor, você pode pular esta seção — mas acho que vale falar um pouco da trajetória deste aplicativo, que vem desde 1997 (falta pouco para fazer 20 anos!).
Começou voltado a usuários comuns e ganhou músculos e força para, em 2001 incorporar a capacidade de atender às finanças de pequenas empresas.
A versão para PC é escrita em C, com uma pequena fração dela, em Scheme. A versão Android é feita em Java.
O GnuCash para Android é um aplicativo diferente, que atua como complemento do que você usa no PC.
O site de análises Ohloh publicou um post mostrando que o código do aplicativo é estável, maduro e tem uma base de desenvolvedores ativos.

A interface

GnuCash - criar nova contaO visual do GnuCash se integra à interface do ambiente desktop que você está usando.
Inicialmente, ele é espartano — à medida em que você vai usando e necessitando o nível de complexidade vai gradativamente aumentando. Ou seja, ele não assusta os novatos e dá aos veteranos, em contabilidade ou finanças, os recursos que precisam.
A tela de criação de um nova conta – uma das primeiras ações de quem vai usar o aplicativo – permite fornecer diversas informações e inclui 13 tipos de contas (é possível alterar esta lista).
Novas contas podem ser criadas a partir de outras preexistentes, incorporando seu saldo e, também, podem ser ocultas.
As contas podem estar organizadas hierarquicamente — o que pode ser útil também para quem só quer organizar suas finanças pessoais.

Importar dados de outros aplicativos

Importar dados de outro aplicativo proprietário, pode ser uma dor de cabeça — algumas empresas dificultam a disponibilização dos dados do usuário que os deseja levar a outro aplicativo.
Ainda assim, com um pouco de esforço, você pode levar os dados do seu aplicativo anterior para dentro do GnuCash.
O GnuCash aceita importar arquivos

  • QIF, OFX e QFX;
  • Contas e transações CSV
  • e mais alguns outros.

Aliás, se você tem dificuldade de extrair os dados do seu aplicativo atual para levar para outro, você já está em maus lençóis e deveria considerar mais seriamente a mudança para outra plataforma que ofereça mais respeito com os seus dados e com a sua liberdade.

Conclusão

O GnuCash é uma excelente ferramenta quando você deseja apenas gerir suas contas pessoais.
Não faz sentido ficar “se matando” em cima de planilhas que, com o tempo, vão ficando pesadas em função da quantidade de dados e são difíceis de manusear.

Como instalar e usar o f.lux

O f.lux é um aplicativo criado para tornar mais confortável o uso do seu monitor à noite. Ele ajusta automaticamente a temperatura das cores do monitor ao longo do dia, para tornar seu uso mais confortável e evitar dificuldades de dormir após a exposição prolongada à noite.
Com as mesmas funções que o Redshift, ao cair da tarde, o f.lux “aquece” a temperatura das cores da tela — o que causa a sensação de conforto visual.
O software, desenvolvido por Michael Herf, tende a prevenir insônia causada pela exposição à luminosidade excessiva da tela do seu computador.
O programador Kilian Valkhof, desenvolveu uma versão para usar no Ubuntu — como iremos ver aqui.

ajuste, temperatura, cores, Linux, Ubuntu
Ajuste automático da temperatura de cores no Linux, com f.lux

O aplicativo tem versões para os principais sistemas operacionais do mercado (exceto Android). Vou mostrar como instalar, configurar e usar o aplicativo no Linux.

Como instalar f.lux no Ubuntu

Para instalar no Ubuntu, é preciso adicionar o repositório de Kilian e, em seguida, basta seguir o processo normal de instalação via apt-get. Abra um terminal (Ctrl+Alt+TL), copie e cole cada uma das linhas, que segem:

sudo add-apt-repository ppa:kilian/f.lux
sudo apt-get update
sudo apt-get install fluxgui

Isto deverá ser o suficiente para adicionar à barra superior (no Ubuntu) o ícone no f.lux
Para configurar o aplicativo, clique no ícone e selecione Preferences. Em seguida, informe sua latitude.

F.lux app indicator no Ubuntu
Clique para ampliar.

Eventuais problemas

O aplicativo ainda não está totalmente pronto e pode não funcionar tão bem.
Algumas placas de vídeo ainda não são suportadas — o que provavelmente pode ser resolvido se você atualizar seus drivers.
Em computadores 64bit, é necessário instalar o ia32-libs antes, para obter um funcionamento adequado do aplicativo.
Suporte a múltiplos monitores são providos pelo aplicativo para linha de comando — que será abordado a seguir.

Instalando o xflux daemon na linha de comando

Se você não usa o Ubuntu, pode instalar o daemon xflux e usufruir de todas as suas benesses em outras distribuições Linux.
Como recurso adicional, esta versão suporta múltiplos monitores.
Faça o download da versão 64bit ou da versão 32bit.
Uma vez baixado o aplicativo, abra um terminal e o descompacte:

tar xvvzf xflux-pre.tgz

Se você optou por baixar a versão 64bit, descompacte assim:

tar xvvzf xflux64.tgz

Saiba mais sobre o comando tar.

Como usar o xflux

Feito o download e a descompactação, rode o aplicativo informando sua latitude atual. Caso você não saiba, informe-se neste site:
https://justgetflux.com/map.html
Veja como fica a execução do aplicativo, para quem está em Fortaleza, Ceará:

xflux -l -3.7319

No exemplo, acima, eu apenas informei a latitude da cidade de Fortaleza.
Opcionalmente você pode indicar, exatamente, qual o ambiente que você tem ao anoitecer:

  • Ember: 1200K — este é o brilho mínimo, indicado para quem está sob as mais precárias condições de iluminação
  • Candle: 1900K — como o nome indica, voltado para quem está trabalhando à luz de velas
  • Warm Incandescent: 2300K — indicado para uso com luz incandescente
  • Halogen: 3400K — este é valor padrão, indicado para a maioria das pessoas
  • Fluorescent: 4200K — quem trabalha em um escritório bem iluminado pode se sentir mais confortável com este valor
  • Daylight: 5500K — valor de iluminação que corresponde à (quase) iluminação do dia (6500K)

Para indicar o valor desejado, em Kelvin, use a opção -k. Veja como:

xflux -l -3.7319 -k 4200

Se quiser interromper o uso do aplicativo, use o comando killall:

killall xflux

Simples, não é?

Conclusão

Como dica final, sugiro o uso da versão de download e execução na linha de comando. O motivo disto é que esta versão é a mais atual.
Quem usa a versão de linha de comando, precisa consultar a documentação do seu sistema para configurá-lo para iniciar o aplicativo automaticamente a cada vez que o sistema for iniciado — ou então você terá que lembrar de ativá-lo, o que eu não acho muito viável.

LEIA MAIS

Sinta-se à vontade para comentar e dar outras dicas de uso do aplicativo sempre que quiser.

Kobo Glo em análise (com vídeo)

Talvez este não seja um dos mais populares leitores de livros digitais no mercado, mas o aparelho traz boas surpresas, mesmo para quem está começando a se aventurar nesta seara — este é o meu caso.
kobo glo ereaderSe você é do tipo que derruba coisas, continue lendo livros tradicionais (de papel). Não é difícil quebrar um aparelho destes, mesmo que a queda seja pequena.
As análises de outras pessoas mais experientes com ereaders (veja o vídeo) mostram que o Kobo Glo acompanha, sem dificuldade, os produtos concorrentes que lideram o mercado.
Exemplo disto, é que o Kobo Glo já incorporou a iluminação auxiliar de leitura. O aparelho usa a tecnologia ComfortLight, que distribui uniformemente a luz ambiente pela tela — ele é verdadeiramente confortável para leitura, em qualquer lugar (fora de casa, em dia ensolarado, no carro, na sala de espera etc).
O Wi-Fi permite que você compartilhe nas redes sociais a sua leitura ou trechos selecionados do que você leu e gostou.

Especificações técnicas do Kobo Glo

Leitor de livros digitais - Kobo Glo

  • Dimensões (em milímetros): 114 x 157 x 10mm
  • Peso (em gramas): 185g
  • Processador: 1GHz
  • Display: 6″ E Ink XGA Pearl screenscale
  • Resolução: 1024x758px e 16 níveis de cinza
  • Tela: de toque, responsíva, com glare-free, o que evita reflexos. A tela é resistente, ainda, a marcas de toques dos dedos
  • Iluminação: Tecnologia ComfortLight embutida que garante uma distribuição uniforme da luz na tela
  • Botões: Liga/desliga o aparelho e liga/desliga a iluminação auxiliar
  • Conectividade: Wi Fi 802.11 b/g/n e conexão Micro USB
  • Armazenamento: 2 GB (1 Gb pro sistema e 1 Gb pro usuário). É possível armazenar até 1000 livros.
    O aparelho tem entrada para cartão de memória Micro SD, com até 32 Gb de capacidade
  • Duração da bateria: até um mês (com o Wi Fi desligado e sem uso da luz auxiliar)
  • Formatos de arquivo suportados:
    1. Livros: EPUB, PDF e MOBI
    2. Imagens: JPEG, GIF, PNG e TIFF
    3. Texto: TXT, HTML, (X)HTML, e RTF
    4. Livros/revistas em quadrinhos (HQs): CBZ e CBR

Meu veredicto

Kobo Glo - Leitor de livros digitaisO aparelho é frágil, enfim, como qualquer celular ou tablet seria. Em resumo: não pode levar quedas — e isto já era de se esperar, né.
Como, qualidades, eu cito a facilidade de carregar o aparelho a qualquer lugar. A leitura de livros, em formato epub é muito cômoda, em qualquer ambiente. O Kobo Glo, permite uma experiência de leitura imersiva e muito agradável.
Uma das coisas que ajudam muito são as grandes possibilidades de configurar o modo de leitura: iluminação, tamanho das letras, das margens e os tipos de caracteres. Eu perco a noção do tempo, quando estou com o Kobo Glo.
Houve coisas que me desagradaram, com certeza. Entre elas a lentidão do aparelho, para ligar e carregar o livro. Depois de carregado o livro não há nenhuma lentidão ou qualquer outro perrengue que possa diminuir o prazer da sua leitura.
Embora o aparelho leia arquivos PDF, CBZ e CBR, ele é péssimo para estes tipos de leitura. Apesar de vir com 1 Gb na memória e um bom processador, me parece que faltou “alguma regulagem”. A experiência de leitura de quadrinhos, em CBZ e CBR foi desagradável pra mim — uma vez que a tela é pequena, somos obrigados a ler com o zoom ligado. Neste ponto, o aparelho é lento pra atualizar as páginas, causando um efeito de “flickering” muito desagradável aos olhos.
Tirando isto, ele é muito bom.
O vídeo abaixo, pode ajudar a conhecer melhor o leitor digital e ainda traz algumas informações complementares, que só daria para mostrar em um vídeo. Compartilhe!

Linux: dicas para comprar impressora

Este artigo é voltado para usuários Linux, qualquer que seja a distribuição (Ubuntu, Debian, Fedora, SuSE etc). No decorrer do artigo, ficará claro que usuários de outros sistemas operacionais poderão também se beneficiar se derem atenção a alguns dos tópicos discutidos aqui.
  feat dicas para comprar impressoras LinuxNos dias atuais, muitas impressoras HP, funcionam no Linux a partir do momento em que você a conecta à saída/entrada USB do seu PC — Sim. É simples assim.
É comum o usuário ligar e conectar sua impressora e já começar a usá-la, bem como todos os outros da rede — sem precisar instalar qualquer driver ou software adicional, a impressora se torna visível imediatamente a todos os outros PCs conectados.
Mas, para isto acontecer, é necessário fazer a escolha acertada antes da compra.
A principal dica é verificar se o equipamento é amigável e compatível com a sua versão Linux, sempre antes de comprar. As impressoras HP, são conhecidas por ter drivers adequados e suporte da empresa à comunidade de desenvolvedores de drivers — embora esta não seja uma regra.

Como verificar se uma impressora é compatível com Linux?

Você pode verificar, no site do hplip, se a impressora HP é suportada ou não em sua distribuição.
Se preferir outra fonte ou se sua impressora for de outra marca, a página do OpenPrinting pode ajudar a determinar se a impressora que você deseja adquirir vai servir ou não.
O site OpenPrinting permite listar impressoras por fabricante e as classifica em 3 categorias: totalmente suportadas, parcialmente suportadas e paperwight — “peso para papel” (fuja destas últimas).
As impressoras classificadas como paperweight, não raro, são ruins até em outros sistemas operacionais — a principal razão de não terem suporte a Linux é o fato de o fabricante não fornecer suas especificações, o que dificulta o trabalho de todos os desenvolvedores.
A compra de uma impressora parcialmente amigável também não vale a pena, por diversos motivos:

  • Seus recursos não serão 100% aproveitados — algumas não farão calibragem, limpeza de cartuchos, impressão em qualidade fotográfica etc. Nas multifuncionais, o scanner pode não funcionar ou atingir a resolução máxima — e neste caso, é melhor comprar um equipamento mais barato, que funcione plenamente.
  • O barato que sai caro — muitas destas impressoras não têm opções de imprimir em modo econômico. Este é um ponto crucial que pode jogar o dinheiro economizado na lata de lixo em questão de poucos meses ou semanas.
  • A falta de softwares de apoio tornam o uso mais difícil além de diminuir sensivelmente a qualidade de seu trabalho — poder ter acesso ao nível de tinta em cada cartucho permite planejar a compra de novos refis. A possibilidade de limpar cartucho e calibrar a impressora é fundamental para se ter um resultado de impressão de qualidade.

Por outro lado, uma impressora 100% compatível, costuma funcionar assim que você a liga — sem a necessidade de instalar qualquer software adicional, o que as torna mais fáceis de instalar e usar no Linux do que em qualquer outro sistema operacional.
Todos os recursos anunciados na embalagem estarão disponíveis para uso — de forma que você estará levando pra casa ou pro escritório tudo aquilo pelo que pagou.

Impressoras 100% amigas do Linux são melhores para usuários de outros sistemas operacionais. Normalmente, têm especificações abertas e melhor suporte do fabricante — o que te dá uma garantia melhor de ter drivers, softwares e soluções disponíveis por mais tempo e em maior quantidade.

Use o Glances para monitorar o seu sistema Linux

Se tem uma coisa que não falta ao Linux, são ferramentas de monitoramento do seu servidor e de todos os dispositivos (de hardware ou software) que o compõem.
Além disto, o sistema torna o acesso ao hardware tão transparente que é possível montar fácil o seu próprio script, que monitore precisamente o que você quer.
Neste artigo, vou mostrar como funciona o Glances, uma ferramenta de monitoramento do sistema, multiplataforma, baseada na biblioteca curses.
O Glances se adapta ao tamanho da sua tela, exibindo o máximo de informação possível, dentro do espaço que lhe for destinado.
O programa pode também trabalhar no modo cliente/servidor, para fazer monitoramento remoto.
O utilitário é escrito em Python e usa a biblioteca psutil para encontrar os números e as estatísticas do seu servidor.

Como instalar o Glances

Sendo um aplicativo escrito em Python, é possível fazer a instalação através da ferramenta pip. Mas você pode instalar através das ferramentas convencionais do seu sistema também.
Se você optar pela instalação via pip:

sudo pip install glances

No Debian ou qualquer outra distro baseada no Ubuntu, instale assim:

sudo apt-get install glances

Para instalar no Fedora, no Red Hat ou outra distro baseada em uma destas:

sudo yum install glances

Como usar o Glances

Geralmente, o glances é executado direto na linha de comando do seu terminal:

glances
glances ferramenta de monitoramento Linux - tela principal
Clique para ampliar

Tabela de teclas de controle do Glances

Tecla Efeito Tecla Efeito
a ordena processos automaticamente c ordena processos pelo percentual de tempo das CPUs usado
m ordena processos pelo percentual de memória usado p ordena processos por nome
i ordena processos pela taxa do fluxo de Entrada/Saída (Input/Output rate) d exibe ou esconde estatísticas de uso de disco
f exibe ou esconde informações do sistema de arquivos n exibe ou inibe informações sobre o fluxo de dados na rede
s mostra ou esconde os dados dos sensores y mostra ou esconde os dados do hddtemp
l exibe ou inibe dados dos logs b altera o parâmetro de exibição das estatísticas do fluxo da rede para bytes ou bits
w apaga os avisos (warnings) dos logs x apaga avisos e logs críticos
1 informações globais de CPU e per-CPU t combina a exibição dos dados do fluxo da rede Rx/Tx
u exibe dados do fluxo da rede cumulativamente z exibe ou inibe lista de processos
q quit — sai do programa
Você também pode usar ESC ou Ctrl + C
h help — exibe ou inibe a tela de ajuda do programa

Como usar o Glances no modo cliente/servidor

O Glances pode ser usado no modo cliente/servidor para monitorar remotamente qualquer situação.
Para ativar este modo, é necessário ter em mãos os números de IPv4 ou IPv6 ou o hostname da máquina servidora.
Você pode iniciar o modo servidor em uma máquina, com senha (opcionalmente), assim:

glances -s -P minhasenha

Na máquina cliente, você usa o seguinte comando:

glances -c 192.168.254.3 --password
Enter the Glances server password
Password:
LEIA MAIS

Você pode usar o seguinte comando para fazer o Glances atualizar suas informações a cada 3 segundos:

glances -t 3

Conclusão

Isto encerra o “capítulo” do Glances no livro das ferramentas de monitoração do Linux. Se você acredita que este artigo lhe foi útil, compartilhe-o nas redes sociais, com os seus amigos.
Have fun!