Como obter informações sobre seu HD USB externo.

Dentro da caixa do seu HD (disco rígido) externo, há um HD comum. É quase sempre possível obter informações detalhadas sobre o dispositivo USB, sem precisar abrir o invólucro de plástico.
Neste post, vou mostrar como obter a maior quantidade possível de informações sobre o dispositivo, da linha de comando do Linux — portanto, sem precisar “encostar a mão” no HD.
Se você não se interessa muito pelos detalhes técnicos ou em executar comandos pelo terminal, pode pular direto para a última sessão deste post.
Foto parcial do HD externo USB WD Elements

  • Se você ainda não usa o Linux, pode instalar o sistema operacional em um pendrive para realizar esta e muitas outras atividades — quem trabalha com suporte técnico tem uma grande vantagem ao ter uma distro livre de vírus sempre à mão (em um pendrive ou em um DVD/CD).

Como obter informações com lsusb

Se o seu dispositivo de armazenamento externo está conectado via USB, um dos primeiros comandos indicados é o lsusb.
Com os parâmetros certos, é possível obter uma lista completa das especificações do drive.
Comece entrando com o comando para obter informações genéricas sobre as conexões USB:

lsusb

Abaixo, realcei a linha em que se encontra o Bus ao qual o meu HD externo se encontra conectado. Veja que cada dispositivo tem uma ID associada.

Bus 001 Device 006: ID 058f:6331 Alcor Micro Corp. SD/MMC/MS Card Reader
Bus 001 Device 004: ID 0ac8:3420 Z-Star Microelectronics Corp. Venus USB2.0 Camera
Bus 001 Device 046: ID 04f3:0234 Elan Microelectronics Corp. 
Bus 001 Device 045: ID 0b38:0010 Gear Head 107-Key Keyboard
Bus 001 Device 044: ID 05e3:0608 Genesys Logic, Inc. USB-2.0 4-Port HUB
Bus 001 Device 002: ID 1058:1048 Western Digital Technologies, Inc. 
Bus 001 Device 001: ID 1d6b:0002 Linux Foundation 2.0 root hub
Bus 005 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub
Bus 004 Device 002: ID 0a12:0001 Cambridge Silicon Radio, Ltd Bluetooth Dongle (HCI mode)
Bus 004 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub
Bus 003 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub
Bus 002 Device 001: ID 1d6b:0001 Linux Foundation 1.1 root hub

Com o parâmetro -v, é possível obter informações muito mais detalhadas. Experimente:

lsusb -v 

Nas distros baseadas no Ubuntu e no Debian, você pode obter informações mais detalhadas, ainda, se executar o comando com privilégios administrativos:

sudo lshusb -v

Finalmente, vou propor que você filtre as informações para ver apenas o que importa neste momento — as informações sobre o drive externo USB Western Digital (no meu caso específico).
Para isto, preciso informar a ID do dispositivo (reveja a primeira listagem). Veja, como fica pra mim:

sudo lsusb -v -d 1058:1048

Entre as informações obtidas, você poderá ver as velocidades que o dispositivo pode alcançar:

...

wSpeedsSupported   0x000e
      Device can operate at Full Speed (12Mbps)
      Device can operate at High Speed (480Mbps)
      Device can operate at SuperSpeed (5Gbps)
    bFunctionalitySupport   1
      Lowest fully-functional device speed is Full Speed (12Mbps)
...

A velocidade atual do dispositivo está limitada pela versão da porta USB a que ele se encontra conectado.
O comando lsusb tem um artigo somente para ele, caso você queira tirar mais algumas dúvidas.

Obtenha mais informações com o hdparm

O programa hdparm pode ser usado para obter informações sobre vários tipos de dispositivos de armazenamento e alterar configurações importantes neles.

disco rígido western digital desktop black edition
Saiba como melhorar a performance do seu disco rígido com o hdparm.

Para obter informações detalhadas sobre o dispositivo use a opção -I em conjunto com o comando hdparm:

sudo hdparm -I /dev/sdb

Altere, no comando acima, a localização do seu HD, caso ele não se encontre em /dev/sdb. O comando mount pode ajudar a determinar a localização exata do seu disco.

Western Digital hard disk drive
3 formas de verificar o desempenho do HD, no Linux.

O que realmente tem dentro da caixinha do HD externo USB

Foto parcial dos discos em um Seagate Barracuda.
Controle a temperatura do seu HD com o HDDTEMP.
Se você tem esta curiosidade, sugiro procurar no Youtube por “external HD disassemble” (desmontagem de HD externo).
Para adiantar, há um HD comum, como qualquer outro.
O que pode diferir é a porta de comunicação entre o dispositivo e o PC:

  • Em alguns casos, a porta é USB, conectada por uma peça encaixada ou aparafusada ao conector SATA do HD.
  • Há outros casos em que a peça de encaixe é soldada ou integrada de outra forma irreversível ao HD. O dispositivo fica inútil sem ela.

Você vai precisar a abrir a caixa para saber.
Se quiser saber mais o assunto, leia o artigo Como desmontar o HD externo.

HD Western Digital
Clique, para ver detalhes.

Quando a peça adaptadora USB/SATA se encontra soldada ao dispositivo, não será possível reaproveitar o disco em seu notebook, se você tiver esta intenção.
Há casos em que a altura do HD, bloqueia seu encaixe dentro do notebook, impossibilitando seu uso nesta situação — mas não no desktop.

Marcos Lemos tem razão. Programas de afiliados exploram os blogueiros.

Em um post de 2012, que ainda reverbera fortemente e tem gerado críticas e apoios entusiasmados, Marcos Lemos questiona os programas de afiliados e sua forma de remunerar os blogueiros e donos de sites.
A pedido do Lemos, o Paulo Faustino deu sua opinião (contrária) sobre o assunto e isto acabou por gerar outros artigos na Internet, inclusive este, sobre o assunto.
Ao final deste texto, listo os links para os posts do Lemos e do Faustino.
O que me levou a escrever sobre o assunto, após a leitura (não somente) dos dois artigos citados e dos comentários (centenas) feitos pelos leitores, foi o fato de que Faustino não responde a contento a questão central apontada por Marcos Lemos.
imagem de 200 dólares.
Infelizmente, poucos comentários conseguem demonstrar terem compreendido este ponto.
Há 3 práticas básicas de remuneração:

  • CPM – alguém visita o seu site e visualiza a propaganda, a marca do anunciante, sua mensagem etc.
  • CPC – somente quando o leitor, clica na propaganda e vai saber o que o anunciante tem para oferecer em seu site.
  • CPA – neste caso, o leitor tem que visualizar, clicar e fazer uma compra, para que o dono do site possa, enfim, ser remunerado.
    • O CPM é a única forma de anúncio em outras mídias

      Na televisão, nos filmes, nas séries, nos jogos de futebol, nos videogames, nos outdoors da sua cidade etc. — os anunciantes pagam apenas para ter suas mensagens exibidas, visualizadas, pelas pessoas.
      Isto significa que as empresas anunciantes consideram terem recebido o serviço pelo qual pagaram às agências: exibir sua marca.
      Ninguém precisa comprar absolutamente nada do anunciante, pro dono do canal da TV receber alguma coisa. O dono da agência de publicidade também recebe o que lhe é devido, independente de qualquer ação do espectador.
      O ganho deles, aliás, é independente, até mesmo, da existência de espectadores. Paga-se pela mera “expectativa de haver espectadores”.
      Se você for ao banheiro, durante o intervalo do seu filme, os veiculadores dos anúncios ganham do mesmo jeito — ainda que você sequer tenha tomado conhecimento do que expuseram.

      Lemos mostra o quanto o CPA e o CPC são injustos

      O autor enfatiza que, ao exibir a mensagem do anunciante, já está prestando o mesmo serviço que o dono da emissora de TV/rádio e o dono do terreno em que se encontra “encaixado” o outdoor.
      Ainda que o espectador não compre agora, ele entrou em contato visual com a marca ou o produto.
      O dono da empresa anunciante e as agências de publicidade, bem como, os donos dos programas de afiliados sempre ganham com a exposição — só o blogueiro é que não.
      Este é o ponto que Faustino, na minha interpretação, não responde de forma convincente.

      Cabe ao blogueiro vender os produtos dos outros?

      Fui levado a crer, ao ler a resposta de Paulo Faustino, que sim.
      Com todo respeito, discordo veementemente — e por vários motivos.
      Cada blogueiro tem sua especialidade — o assunto que ele ou ela domina. E é para falar de suas especialidades que as pessoas criam blogs.
      Obviamente, não basta ter expertise em relação a um tema — é fundamental saber repassar o conhecimento de forma que outros o entendam e estar sempre se atualizando.
      Manter um blog com conteúdo de qualidade e que tenha valor para seus leitores, custa tempo e dinheiro.

      Se os programas de afiliados são parceiros, deveriam agir como tal

      Se o seu trabalho é pesquisar e estudar para entregar conteúdo de qualidade para os seus leitores, você não deveria gastar seu tempo promovendo os produtos dos outros — sobre os quais, muitas vezes, você não tem qualquer conhecimento.
      Anunciar e vender é trabalho para equipes de marketing e vendas, pagas pelos anunciantes e seus veiculadores.
      A ideia de reservar um espaço para anúncios no seu site é dar a eles o espaço que precisam para que deem o seu melhor.
      Em resumo, um parceiro de negócios não monta nas tuas costas — ele se dedica a fazer a parte dele, para que você possa fazer o que sabe fazer melhor do que ninguém.
      Portanto, é injusto você não ser remunerado pelo espaço ocupado na sua propriedade.
      É injusto (para não usar um termo mais forte), querer que você escreva artigos “promovendo” seus produtos ou querer que você “se mate” pra fazer com que seus leitores cliquem e comprem nos sites dos outros.
      No mínimo, esta relação é profundamente contraproducente para qualquer blogueiro sério.
      Quando um leitor não clica e não compra a partir dos anúncios expostos em seu site, a culpa não é sua — e, provavelmente, não é de ninguém.
      Estes são os termos pelos quais concordo com o Marcos Lemos — o uso dos recursos, do espaço, da sua propriedade, do tempo dos seus leitores, do seu tempo etc. para fins comerciais precisam, sim, lhe dar um retorno financeiro satisfatório.
      Um programa de afiliados que não respeite estes preceitos, provavelmente, estará desrespeitando a sua inteligência.

      Referências:

A melhor IDE para programar em PHP: Netbeans.

O NetBeans é um Ambiente de Desenvolvimento Integrado para múltiplas linguagens de programação, disponível em mais de 20 idiomas.
O foco inicial dos desenvolvedores do aplicativo era a linguagem Java — mas o ambiente já suporta plenamente o PHP, C, C++ etc. — e vem oferecendo recursos cada vez mais atraentes para programadores de outras linguagens.
Captura de tela do netbeans
O NetBeans é livre e de código aberto e começou a se tornar popular entre os desenvolvedores PHP, a partir de 2008.
Neste texto, vou procurar mostrar algumas razões para optar pelo desenvolvimento com esta ferramenta e, em seguida, como instalar a versão mais adequada para você.
Embora o foco de instalação do NetBeans, neste post, seja o Linux (Ubuntu, mais precisamente) — o procedimento para baixar e instalar é o mesmo para qualquer outro ambiente — seja outro sabor do Linux, MacOS ou Windows.

Por que usar o NetBeans para desenvolver suas aplicações?

O NetBeans é uma IDE — Integrated Development Environment. Em português, um Ambiente Integrado de Desenvolvimento.
Entre as principais características deste aplicativo, citam-se:

  • Criação e gestão de projetos — A IDE para PHP nos permite criar projetos, que poderão crescer. O NetBeans tem recursos relativos à gestão de projetos de softwares, que vão desde a facilidade para criar documentação à testar os programas criados.
  • Recursos de edição do código fonte — O editor vem equipado com uma coletânea de recursos voltados para projetos em PHP, realce da sintaxe para PHP (syntax highlighting) etc.
  • Suporte a gestão de bancos de dados — e de serviços web.
  • Detecção de erros — mostra erros de parsing em seu código PHP, entre outros.

Requisições de sistema para instalar o NetBeans

O NetBeans está disponível nas mais diversas plataformas.
Ainda que seja um software robusto, ele não requer um hardware “irracional” para ser usado.
Já experimentei o NetBeans em um netbook, com processador Intel 800 MHz, com 2 Gb de memória (a configuração de hardware mínima) RAM — ele demora um pouco pra carregar, mas é perfeitamente usável.
De forma resumida, você precisa de uma tela com resolução mínima de 1024×768 e suporte à máquina virtual Java (JVM).
Veja, a seguir, o hardware recomendado na documentação oficial.

Plataforma Hardware mínimo Hardware recomendado
Ubuntu 12.10 ou superior, OS X 10.8 Intel e Windows 7 Processador: 800MHz.
Memória: 512 MB.
Disco: 650 MB de espaço livre em disco.
Processador: Intel Core i5 ou AMD Athlon X4.
Memória: 2 GB (32-bit), 4 GB (64-bit).
Disco: 1.5 GB de espaço em disco livre.

Se você quiser mais detalhes sobre as requisições de sistema, veja os links no final do artigo.
Há outras distribuições Linux que funcionam perfeitamente com o NetBeans, tal como o Fedora (RedHat), OpenSuse etc.
O Ubuntu 12.04 tem suporte até 2017 — e é uma das opções mais estáveis.

Como baixar e instalar o NetBeans no Linux

O NetBeans se encontra disponível nos repositórios oficiais das grandes distribuições.
Se você usa Ubuntu ou alguma distro baseada nele, pode clicar no botão abaixo para iniciar a instalação a partir do Software Center.

Clique para baixar e instalar o aplicativo

Se preferir usar o terminal, use o comando abaixo para instalar a versão mais estável do NetBeans no Ubuntu:

sudo apt-get install netbeans

Usuários do Fedora, podem usar o yum:

yum install netbeans

Usar os repositórios oficiais para instalar o NetBeans, é sempre a melhor maneira de executar a tarefa — por que você não precisa se preocupar com as dependências, por exemplo.
O gerenciamento de pacotes da sua distribuição Linux entrega o NetBeans instalado e pronto para uso, em poucos minutos para você (dependendo da sua conexão).
Se você prefere uma versão mais atual, recomendo buscar os arquivos de instalação no site oficial de downloads do NetBeans.
No site de downloads, é possível optar por versões em Desenvolvimento ou nightly builds — que não devem ser usadas em ambiente de produção, por conterem recursos experimentais, que poderão estar presentes em futuras versões.
Escolha, no canto superior da página de downloads, o seu idioma preferido e o sistema operacional para o qual você deseja baixar o NetBeans.
A seguir, opte pela versão customizada para desenvolver em PHP.

captura de tela do site de download do netbeans
Clique, para ver detalhes.

Ao clicar em Download, você será levado a uma segunda página e o programa de instalação deverá começar a baixar automaticamente, em alguns segundos.

Como instalar o NetBeans

Uma vez baixado o programa de instalação (netbeans-X.X.X-php-linux.sh), ele precisará ter suas permissões alteradas para poder ser executado:

chmod aug+x netbeans-8.0.1-php-linux.sh

Em seguida, já é possível executá-lo:

./netbeans-8.0.1-php-linux.sh

Alguns problemas de instalação são previstos na documentação oficial — principalmente se você ainda não tiver instalado o JDK, ou seja o suporte Java.
Não havendo problemas, a instalação prossegue normalmente.
captura de tela de instalação do netbeans

É possível ter mais de uma versão do NetBeans instalada?

captura de tela da splash screen do netbeans
Múltiplas instalações ou versão do NetBeans podem coexistir no mesmo ambiente.
Um exemplo de utilidade desta situação é querer usar a versão mais estável pra sua distro Linux, para desenvolver seu código com segurança — e ter também uma versão em desenvolvimento (nightly build), para poder dar uma olhada nas novidades que estão sendo testadas para as próximas versões do produto.
Se quiser fazer o download da versão em desenvolvimento do NetBeans, clique aqui.
Além disto, o NetBeans torna fácil importar as configurações de usuário da versão antiga pra nova — e você não precisa desinstalar nada, antes de experimentar o novo.

LEIA MAIS

REFERÊNCIAS

Suspender ou hibernar?

Na aparência, os dois procedimentos são idênticos, em qualquer sistema operacional. Mas os mecanismos são bem diferentes.
A suspensão interrompe a operação de todas as aplicações e grava o estado atual do sistema na memória RAM.

Em seguida, a máquina entra no modo de economia de energia (low power mode).
captura de tela gerenciamento de energia no xubuntu xfce

Neste modo, o sistema ainda precisa de algum suprimento de energia — apenas para manter os dados na memória RAM
Você pode perder os dados em que estava trabalhando, se deixar o notebook muito tempo desconectado da rede elétrica, dependendo apenas da carga da bateria (se esta se exaurir).
Por sorte, a maioria dos sistema atuais, desligam o notebook ou o colocam para hibernar, quando a carga da bateria chega a um nível crítico.
É possível tirar a máquina do estado de suspensão com vários “gatilhos” — um toque no teclado, por exemplo.
Embora você possa usar os botões ou teclas apropriados para isto, se você estiver acessando um sistema Linux de uma máquina remota, pode precisar executar o comando no terminal, como irei explicar mais à frente.

Como funciona a hibernação

icone do disco rígido - salvar
Atualmente, uma das principais funções da memória SWAP, no Linux, está ligada à hibernação.
Uma vez que o sistema já tem um gerenciamento de memória incrivelmente eficiente, O Linux quase nunca usa o SWAP.

Saiba como obter um melhor desempenho do seu sistema, reduzindo o uso do SWAP


O processo de hibernação move o conteúdo da memória RAM pro SWAP.
Por isto, ao criar um arquivo ou partição SWAP, no Linux, você deve usar um tamanho equivalente à quantidade total de memória RAM no seu sistema ou maior.
Depois de copiar o estado da memória pro SWAP, o processo de hibernação diz ao bootloader para iniciar diretamente no kernel apropriado (quando a máquina for ligada novamente), mais tarde… e desliga a máquina.
No estado de hibernação, o equipamento não precisa de energia elétrica e não consome a carga da bateria.
Ao ligar novamente a máquina, o kernel irá recarregar todo o conteúdo do SWAP, devolvendo o sistema ao ponto em que se encontrava quando foi hibernado.
O comando para hibernar uma máquina, no Linux é:

pm-hibernate

ou


systemctl suspend

Cuidado! O systemctl não pede confirmação.
Se quiser, é possível usar uma variante, que dispara a suspensão híbrida:


pm-suspend-hybrid

ou


systemctl hybrid-sleep

A suspensão-híbrida, no Linux, é um processo no qual o sistema faz tudo o que precisa para hibernar mas, em vez disto, executa a suspensão.
Com este método, o seu computador pode “acordar” mais rápido do que se tivesse sido hibernado normalmente, desde que a bateria não tenha se exaurido.
E, mesmo que a carga da bateria acabe, você não corre o risco de perda de dados.

Devo configurar o SWAP no SSD?

Esta discussão é boa e os argumentos mudam em função dos avanços tecnológicos — mas, para manter a fidelidade ao tópico vou respondê-la parcialmente.
Se a pergunta for “devo configurar o SWAP no SSD para erguer o sistema mais rápido após a hibernação?”
Leve em consideração a menor duração das unidades sólidas, comparadas às unidades magnéticas (discos rígidos).
Embora o tempo de vida útil dos drives SSD tenda a aumentar nos próximos anos, ainda não é bom usá-las em atividades que façam gravações intensas.
Se você tem mais memória RAM do que precisa e só vai usar o SWAP para hibernação do sistema, a idéia de ter o arquivo ou partição de troca no SSD é boa — uma vez que não representa grande desgaste para a unidade.
O assunto é melhor abordado no post Perguntas e respostas sobre SWAP.

LEIA MAIS

UC Browser: um navegador rápido para Android

Vou mostrar, neste post, por que você deveria se dar a chance de conhecer o UC Browser para Android.
A velocidade da navegação é algo que salta aos seus olhos, já no primeiro uso.
squirrel mascot
Se você já experimentou outros navegadores, como o Chromium ou o Firefox, vai se surpreender agradavelmente também com os outros recursos do UC Browser — que se pronuncia you see browser e cujo mascote é um esquilo.

Os recursos do UC Browser

uc browser logoTal como vários outros navegadores, o UC Browser tem o recurso de pré carregamento de páginas a partir do servidor.
Que eu me lembre, pré carregar as páginas que o usuário requisitou, comprimir e só depois enviar é algo inventado pelo navegador Opera. O UC Browser, elevou isto tudo a um outro nível.
Conheça outros de seus recursos:

  • Modo acelerado — Ao requisitar uma página, no UC Browser, este envia uma ordem aos servidores para comprimir os dados e, em seguida, enviá-los a você. Isto trás 2 ganhos fundamentais pro usuário: páginas comprimidas carregam mais rápido e consomem menos largura de banda.
  • Complementos — Todo recurso “a mais”, que se colocar dentro de um aplicativo, vai trazer consigo um maior consumo de processamento e memória.
    Permitir que os usuários adicionem, através de complementos, apenas os recursos desejados, ajuda a melhorar a experiência de navegação.
  • Gerenciador de downloads — o navegador tem uma seção, a partir da qual é possível acompanhar os seus downloads e, se necessário, interromper uma transferência que não mais te interesse.
  • Compartilhamento — quando as opções de compartilhamento padrão não satisfazem, use o sistema de compartilhamento do UC Browser.

Velocidade nas redes sociais

Captura de tela facebook no smartphone - uc browserO UC Browser é muito eficiente para entregar as páginas das redes sociais.
Muitas pessoas (eu!) não gostam de usar os aplicativos do Facebook ou do Twitter para acessar as redes — acho-os muito pesados e lentos.
A experiência de uso das redes sociais através deste navegador foi surpreendente.
Só isto já vai ser suficiente para você ter vontade de recomendar o aplicativo aos seus amigos.
Se você ainda quiser, pode aumentar ainda mais a velocidade de carregamento das páginas do Facebook.
Para isto, ative o Acelerador do Facebook nas configurações do aplicativo.
Com o acelerador ligado, o UC Browser, deixa de carregar, parte dos componentes visuais do “face”, para mostrar logo a informação que é relevante. Pode ser uma boa opção quando estiver fora de casa e sem wi-fi.

Complementos

O aplicativo vem com alguns complementos padrão — dos quais, alguns já estarão ativos.
Você pode também pode buscar e acrescentar outros complementos ao UC Browser, para ter mais conforto no uso.
Entre os complementos já existentes:

  • Compartilhamento — permite compartilhar rapidamente uma página nas redes sociais ou enviar o seu endereço para algum amigo, via email, bluetooth, wi-fi direct etc.
  • Buscar na página — permite realizar uma busca, por um texto, na página atual.
  • Scanner de códigos QR — pra quem tem o hábito de usar códigos QR, o plugin traz uma forma eficiente de uso.
  • A área de colagem permite guardar vários textos copiados para colar onde você quiser depois.
  • Captura de tela — embora o Android já tenha o recurso de captura de tela, este permite recortar a parte da tela que você deseja capturar.
  • Modo rápido — com este complemento, é possível alterar o modo de visualização da página.
  • Bloqueio de anúncios — impede a exibição da maioria dos tipos de anúncios na web.
    Por um lado, isto evita certos abusos — mas, por outro, impede que os sites que trazem informações úteis faturem um dinheiro que os ajuda a se manter na Internet. Pense nisto.
  • UC Widget — posiciona no canto da sua tela principal um widget para acessar algumas das opções do UC Browser mais rápido.
  • eyeNight mode — Uma das minhas funções preferidas. Ela ajuda a controlar o brilho e o contraste da tela do navegador para tornar o seu uso mais confortável à noite.

A maioria dos recursos do navegador são intuitivos fáceis de achar, mesmo para quem ainda não tenha muita experiência com a web móvel.

Download

O aplicativo UC Browser, pode ser baixado no Google Play ou no site oficial.
Vá para a página de download, usando o seu smartphone, e clique no logo do navegador, abaixo:
uc browser logo
ou ir para a página oficial.
Depois de baixar e instalar o UC Browser, Sinta-se à vontade para deixar a sua opinião para outros usuários sobre o navegador, para compartilhar esta página e, se tiver alguma dica, o espaço é todo seu 😉