Runtastic, passo a passo

O Runtastic é um software de monitoramento de atividades físicas, que contempla mais de 50 tipos de esportes, na sua versão básica. Vou mostrar como começar a brincadeira com ele, hoje mesmo, se quiser.
Eu já escrevi anteriormente sobre o RunKeeper, um aplicativo da mesma categoria e tão bom quanto este.
Runtastic corrida GPS com músicaAmbos permitem monitoramento de suas atividades físicas tanto indoor quanto ao ar livre – onde você pode contar com o GPS do seu dispositivo para traçar com o satélite o seu percurso.
Se você tiver problemas com o GPS, sugiro a leitura deste artigo – onde relato alguns procedimentos que podem ajudar a ter um desempenho melhor do rádio do seu aparelho.
Veja, a seguir, como começar a usar o app e clique nas imagens para ver mais detalhes.

Conectar

Runtastic login google facebookUm dos objetivos das pessoas que usam o runtastic é postar nas redes sociais o seu desempenho nas atividades físicas – mas isto não é obrigatório. Ao final das atividades, você terá a opção de fazer isto ou não.
Atualmente, você tem 4 opções para entrar no Runtastic, como você pode ver na figura à direita:

  • Google Plus;
  • Facebook;
  • Pelo Runtastic – se você tiver uma conta no Runtastic (é fácil criar uma no site), você pode usar estes dados para entrar. Eu recomendo esta opção – principalmente se você não tiver interesse algum em postar suas atividades nas redes sociais (você pode mudar isto depois);
  • “Lembre-me mais tarde” – pode ser usado para quem tem pressa em começar a usar logo o aplicativo. É uma péssima ideia, por que as suas atividades não serão enviadas pros servidores do Runtastic e, portanto, não irão compor o seu histórico. Evite isto.

runtastic screenshot informações pessoaisDependendo da sua opção, uma tela poderá aparecer pedindo algumas informações a mais sobre você. Forneça-as para seguir em frente.
Informações sobre a sua altura e seu peso, permitirão compor a equação para calcular a quantidade de calorias dispendidas a cada atividade.
Ao alterar, periodicamente as informações sobre o seu peso, você constitui uma base de dados sobre o seu desempenho. Este histórico pode ser acessado no site do Runtastic.

Dando início ao treinamento

Uma vez dentro do app, a tela principal permite já começar a monitorar as suas atividades.
Runtastic screenshot tela inicial No canto superior à esquerda, há um botão que dá pro menu de configurações genéricas. À esquerda, o botão com uma nota musical, permite selecionar a trilha sonora da sua atividade.
Na parte central da tela do aplicativo estão 3 botões importantes:

  • botão de seleção de atividade – corrida, caminhada, ciclismo etc. São mais de 50 atividades possíveis;
  • O verde e grande, para iniciar a atividade física;
  • o terceiro botão permite selecionar o tipo de treinamento – Quem vai fazer atividade indoor, sem o uso do GPS (esteira, por exemplo) deve selecionar, aqui, a opção “entrada manual” e fornecer os dados referentes ao treino.

Abaixo dos botões, há um mapa que irá acompanhar o seu deslocamento.

Durante o treinamento

Após o início da atividade, os botões centrais mudam, para evitar pressionamento acidental. A qualquer momento, contudo, você pode pausar o monitoramento, para atender a uma ligação, amarrar o tênis o jogar conversa fora (no meio do treino?! 😮 ).

finalizando e compartilhando a atividade

Runtastic screenshot resumo da atividadeAo finalizar o seu treino, toque no botão parar.
O aplicativo irá iniciar um sumário “oral”. O idioma deste sumário depende de suas configurações.
Enquanto o sumário é dado,

  • informe como você se sentiu, selecionando um dos 5 emoticons disponíveis;
  • o tipo de caminho sobre o qual você caminhou, correu;
  • o clima;

Clique em Concluir, no canto superior direito, quando terminar de informar os dados nesta tela.
Aguarde o upload pros servidores do Runtastic.

Compartilhamento

Runtastic compartilhar facebook google twitterEu tenho certeza de que muita gente ama esta parte. Como eu disse, lá no começo, ela é opcional. Quem não deseja divulgar informações sobre o seu treino, não precisa fazê-lo.
Na primeira vez, você vai precisar se logar e autorizar o aplicativo dentro da rede social correspondente a postar em seu nome as suas atividades físicas.

Bom treino!

Como inserir dados no MySQL

O comando INSERT INTO é usado para inserir dados em uma tabela – e você pode fazer uso dele tanto na linha de comando do MySQL, quanto dentro de um script PHP.

Saiba Mais:

Veja como criar um banco de dados no MySQL
como criar uma tabela no MySQL

Sintaxe

Simplificando, para inserir dados na sua tabela, o comando é usado assim:

INSERT INTO nome_da_tabela (campo1, campo2, ... )
  VALUES (valor1, valor2, ... );

Usando a linha de comando do MySQL

Vamos tomar como exemplo a primeira tabela criada aqui:

CREATE TEMPORARY TABLE IF NOT EXISTS contatos (
nome VARCHAR(50) NOT NULL,
telefone VARCHAR(25) NOT NULL
)ENGINE=CSV;

Veja, abaixo, o procedimento para inserir dados na tabela:

INSERT INTO contatos (nome, telefone) VALUES ("Jose Santos", "572593478832");

Se quiser, insira mais alguns registros, com valores diferentes, para praticar.

Como criar um script PHP para inserir dados numa tabela

Basicamente, você vai usar o mesmo comando, só que dentro do script.
A melhor maneira de explicar como inserir dados desta forma é através de um exemplo prático. Veja como fazer:

<html><html>
<head>
<title>Como criar tabelas com PHP</title>
</head>
<body>
<?php
/* substitua as variáveis abaixo pelas que se adequam ao seu caso */
$dbhost = 'localhost:3036'; // endereco do servidor de banco de dados
$dbuser = 'root'; // login do banco de dados
$dbpass = 'cachorro'; // senha
$dbname = 'primeiro'; // nome do banco de dados a ser usado
$conecta = mysql_connect($dbhost, $dbuser, $dbpass, $dbname);
$seleciona = mysql_select_db($dbname);
$nome = "Justo Verissimo";
$telefone = "88888888";
$sqlinsert = "INSERT INTO contatos (nome, telefone) VALUES ('$nome', '$telefone')";
$inserenome = mysql_query( $sqlinsert, $conecta );
// inicia a conexao ao servidor de banco de dados
if(! $conecta )
{
  die("<br />Nao foi possivel conectar: " . mysql_error());
}
echo "<br />Conexao realizada!";

// seleciona o banco de dados no qual a tabela vai ser criada
if (! $seleciona)
{
  die("<br />Nao foi possivel selecionar o banco de dados $dbname");
}
echo "<br />selecionado o banco de dados $dbname";

// finalmente, cria a tabela 
if(! $inserenome )
{
  die("<br />Nao foi possivel inserir registro: " . mysql_error());
}
echo "<br />Um novo registro foi feito!";
// encerra a conexão
mysql_close($conecta);
?>
</body>
</html>

O exemplo acima, insere na tabela contatos sempre os mesmos valores (definidos nas linhas 11 e 12, a cada vez que a página
for recarregada.
Se tudo der certo, o resultado, no seu navegador será parecido com o da figura abaixo:
MySQL Tutorial - Script PHP para inserir dados no MySQL
Você pode ver os registros inseridos ao rodar o comando abaixo no cliente MySQL:

mysql> SELECT * FROM contatos;
+-----------------+----------+
| nome            | telefone |
+-----------------+----------+
| Justo Verissimo | 88888888 |
| Justo Verissimo | 88888888 |
| Justo Verissimo | 88888888 |
+-----------------+----------+
11 rows in set (0.06 sec)

Isto serve para mostrar que o script funcionou. O ideal é que ele tenha um formulário para inserir os dados – tarefa que renderia um outro post.

O melhor editor PHP

Cada programador tem o seu “melhor editor”. É comum ter uma lista de favoritos – e é mais comum, ainda, que cada editor tenha o seu ponto forte, o que nos leva a usar mais de um frequentemente. Aqui, vou falar do que ocupa o topo da minha lista.
De todos os que já experimentei e ainda uso, meu favorito é o Komodo Edit, da ActiveState.
É gratuito e faz parte de uma IDE (Integrated Development Environment – Ambiente de Desenvolvimento Integrado), a Komodo IDE.

Komodo IDE

O video abaixo mostra como trocar o tema do Ambiente de desenvolvimento. Trata-se de um produto “redondo”, maduro e muito bem acabado e, para quem usa o Ubuntu como ambiente de desenvolvimento, saiba que a interface do Komodo se integra lindamente à do seu sistema.

Uma IDE, como o nome diz, oferece muito mais do que apenas um editor de textos para escrever código. Entre seus recursos, eu destaco os seguintes:

  • a capacidade de editar código colaborativamente, em equipe;
  • ferramentas diversas e integradas para testar código (debugging), explorar bancos de dados, CVS, Git etc.;
  • customização de vários recursos através de instalação de plug-ins;
  • ela é cross-platform, ou seja, roda em Windows, Mac, Linux (32 e 64 bits).

Todo o ambiente de desenvolvimento, com todas as suas ferramentas, que incluem o editor de códigos, pode ser testado gratuitamente por 21 dias. Transcorrido este prazo, ele tem várias faixas de preços voltadas a diversos segmentos.

Mas o editor é gratuito

… e é um excelente editor!
Com suporte a uma vasta gama de linguagens de programação (Python, PHP, Ruby, Perl, HTML, CSS, C, JavaScript etc), oferece coisas básicas (vitais!), como:

  • syntax highlighting – ou seja ele destaca as palavras chave no código de acordo com a sintaxe de cada linguagem;
  • split view – divisão da tela para comparar/copiar trechos de código;
  • verificação do código;
  • possibilidade de usar os mesmos atalhos de teclado que você já usava no vi/emacs;
  • complementação de código – ele completa os nomes das suas variáveis, de suas funções, fecha parênteses e indica onde falta fechar, reconhece as diferentes linguagens – mesmo que você esteja embutindo um código em outro.

A lista é grande. Eu gostaria de destacar que, além da escolha de temas, há a possibilidade de selecionar entre 15 esquemas de cores que é um recurso interessante, ao menos pra mim. Gosto de usar esquemas de cores claros quando trabalho durante o dia e escuros à noite.

Como instalar o Komodo Edit

Embora feita em modo texto (no Ubuntu), ela é muito simples e rápida:

  • Faça o download do pacote tar.gz, descomprima-o em algum diretório temporariamente.
  • entre no diretório em que ele foi instalado:
    cd Komodo-Edit-8.x.x-xxxx-linux-x86/
  • Agora, execute o arquivo install.sh:
    ./install.sh
  • O sistema irá pedir para você informar o diretório em que deseja instalar:Komodo Edit - Instalar Editor de Código
  • Você pode dar Enter, para seguir em frente com a opção padrão

  • O próximo passo é adicionar algumas variáveis de sistema, que permitirão executar o Komodo direto da linha de comando. O sistema oferece duas opções, como você pode ver na imagem abaixo:
    Screenshot komodo editor PHP
    No seu terminal, você pode simplesmente copiar e colar uma das opções:

    • export PATH…” — para criar uma variável de sistema, carregada no seu login e que fica armazenada no arquivo ~/.bashrc
    • ou

    • ln -s…”, que cria uma atalho pro executável do Komodo (você pode precisar de privilégios administrativos para usar esta opção).

    Feito isto, o Komodo Editor já pode ser acessado no seu menu de aplicativos normal. Ou via Dash, no Ubuntu.
    Experimente!

    POSTS RELACIONADOS

    Screenshots

    Nenhuma análise de software estaria completa sem algumas “fotos”, não é?

    integração com Ubuntu

    Todas as versões do Komodo Editor se integram ao ambiente do sistema operacional do usuário. Quem usa Ubuntu vai ter uma grata surpresa.
    Komodo editor PHP
    Inserido no contexto das melhorias visuais, há vários temas de fontes e cores pros caracteres no seu código.
    Editor PHP Komodo configuração de ambiente de edição
    A máquina da qual as screenshots foram tiradas, usa o Xubuntu, que usa o XFCE, como gerenciador de janelas e não possui, portanto, toda aquela integração com o ambiente gráfico que se aplica a quem roda o Ubuntu “puro”.
    komodo editor screenshot

Android rooting: glossário

Quem se decide a fazer root no seu smartphone ou a entender melhor o processo, vai se deparar com uma série de termos novos.
Segue, abaixo, uma lista com os termos mais encontrados nos sites que ensinam a rootear smartphones.

LEIA MAIS:

Rooting – tudo o que você precisa saber sobre rooting.

root

Smartphone Samsung S3 Rooteado“Fazer root”, “rootear” o celular etc. significa passar a ter acesso root ao seu aparelho – o que significa que ele poderá rodar o comando sudo antes de executar qualquer aplicativo. Desta forma, os aplicativos serão executados com privilégios administrativos (privilégios de superusuário).
Isto permite rodar aplicativos que alteram o funcionamento interno do aparelho, a velocidade da CPU, controlam o consumo da bateria, as prioridades do fluxo de dados etc.
Você pode fazer root com a instalação do aplicativo Superuser ou dando um flash, instalando uma ROM customizada, que inclui o acesso administrativo ao seu aparelho.

ROM

Uma ROM é uma versão modificada do Android. Ela pode conter recursos extras, uma aparência diferenciada (temas), melhorias no desempenho pro seu smartphone ou, mesmo, uma versão pura do Android, que ainda não seja fornecida pelo fabricante do seu aparelho.
O significado original do termo é memória de apenas leitura (Read-Only Memory). Atualmente se refere a códigos de programas que, uma vez modificáveis, não são tão read-only :p Também se refere à porção de memória em que este código é gravado e, portanto, seu nome mais adequado é EPROMErasable Programmable Read-Only Memory.
A escolha da ROM tem que ser a exata pro seu aparelho. Você não pode usar uma versão feita pro Samsung Galaxy S3 em um Galaxy S3 Mini – mesmo tendo nomes e recursos similares, internamente são dois aparelhos completamente diferentes.
Há casos de aparelhos com nomes comerciais idênticos, mas diferentes, como é o caso do Motorola Razr D1 – que é comercializado como XT910 e XT912. Internamente, são dois aparelhos diferentes.

Kernel

Grosso modo, o kernel é um componente do sistema operacional que gerencia as comunicações entre os softwares e o hardware. Trata-se do cerne, do núcleo de toda a complexidade que é um sistema operacional.
Há vários kernels customizados e prontos para uso, disponíveis pros mais variados aparelhos. Alguns podem aumentar o desempenho do processador, outros podem oferecer uma redução dramática do consumo da bateria, o que é ótimo para quem passa o dia todo longe de tomadas, entre outras coisas.
Cabe ter alguns cuidados com a instalação de kernels. Alguns estão em fase de beta teste (ou, mesmo alfa) e, nestas condições, não se destinam a usuários leigos.

Radios

Este é outro componente do firmware.O seu rádio controla o envio/recebimento de dados do seu celular via GPS, Wi-Fi entre outros. É possível encontrar versões customizadas de rádios para instalar

Firmware

Trata-se de um mix de memória persistente, códigos de programas e dados armazenados que controlam as funções mais básicas do aparelho. O flashing do firmware consiste em reescrever os códigos ou os dados na EPROM em que ele se encontra.

Flash

Neste contexto, flashing significa instalar uma peça nova de software em seu aparelho — tal como uma ROM, um kernel ou software de recuperação, que costuma vir comprimido em um arquivo .ZIP (nem sempre!).

Brick

Um aparelho brickado é um aparelho que quebrou, ficou parcial ou completamente inutilizado após o flashing – ou seja, virou um “tijolo” (brick em inglês), um peso para papel.
Embora seja pequeno, o risco existe – e costuma ser contornável.

Bootloader

Pense nos softwares do seu celular, como estando em camadas. Esta é a parte mais inferior das camadas de softwares no seu hardware – Trata-se do código que carrega os outros códigos, ou seja, é ele quem dá início ao sistema operacional. Muitos bootloaders chegam “travados” ao usuário. Ao destravar, você torna o seu aparelho apto a ser rooteado ou dar flash na sua ROM.

Recovery

Este é o software, no seu telefone, que permite fazer backups, dar flash em ROMS e outras tarefas no nível do sistema.
O seu aparelho já vem com um software de recuperação recovery, mas ele é limitado e não dá pra fazer muita coisa com ele, além de reset, cópias de segurança etc. Por sorte, você pode instalar uma versão customizada – tal como o ClockworkMod ou o TWRP – depois de desbloquear o bootloader, o que vai te dar muito mais controle sobre o seu aparelho. Isto faz parte do processo de rooting.

Nandroid

São backups completos do sistema, como um todo. O melhor termo é “imagens do sistema”. Se acontecer de ao dar um flash o seu sistema ficar brickado, você pode voltar tudo ao que era, recuperando uma das imagens nandroid gravadas. Uma imagem é uma cópia exata do seus sistema.

ADB

É uma sigla para Android Debug Bridge – ou Ponte de Correção Android, numa tradução (bem) livre.
Trata-se de uma ferramenta de linha de comando pro seu computador, que se comunica com um dispositivo Android conectado a ele.
Faz parte do SDK Android (Android Software Developers Kit). Muitas ferramentas root usam o ADB, mesmo que você não esteja digitando qualquer comando.
A menos que você seja instruído a instalar o SDK e rodar algum comando ADB, não há necessidade de mexer nisto. Só estou te contando isto, pra você ficar sabendo…

S-OFF

Os modelos da HTC fazem uso de um recurso chamado Signature Verification, presente no HBOOT – este é o bootloader deles.
Por padrão, o seu aparelho está em S-ON – o que significa que ele está bloqueado contra o flash de imagens de rádio (o código que gerencia a comunicação de dados, conexões Wi-Fi e GPS.
Ao alterar para S-OFF o flash do rádio passa a ser permitido.
O processo de rooting não precisa de S-OFF – mas te dá controle sobre ele, o que te permite fazer o flashing no seu rádio, se quiser.

RUU, SBF e OPS

Temos uma série de arquivos usados por programas paralelos, no processo de flashing. Vamos conhecer alguns:

  • RUU — Sigla para ROM Upgrade Utilities ou utilitários de upgrade da ROM, são arquivos de boot de sistema dos aparelhos HTC;
  • SBF — System Boot Files são os arquivos de inicialização do sistema dos aparelhos da marca Motorola;
  • OPS e PIT — São os arquivos para modificar os modelos da Samsung

Os RUU podem passar pelo flashing diretamente no aparelho HTC. Já os outros irão precisar de programas intermediários para realizar esta tarefa: RSD Lite, para Motorola e Odin, para aparelhos Samsung.
Há um Odin específico para cada aparelho Samsung.
Como sempre, divirta-se!

Recuperação do Motorola Razr brickado

A Flávia Jobstraibizer recuperou o Motorola Razr D1 XT910 dela e contou como fez isto.
Depois de uma falha no LCD e no fone, o aparelho “brickou” em uma atualização do Android.
Portanto, com o sistema operacional danificado e sem a possibilidade de carregar a bateria, o smartphone estava inutilizado.
Me acompanhe e veja como ela resolveu o problema.

O que você vai precisar
  • RSD Lite – um programa para fazer flash da ROM. Pegue aqui;
  • ROMs oficiais – uma delas será necessária e você vai encontrar as do Motorola Razr XT910 (o nosso aparelho) aqui;
  • Drivers da Motorola – para seu computador reconhecer o seu aparelho, e mostrar as informações pro RSD Lite. Você encontra aqui
  • Chave Torx T3

Os procedimentos, aqui descritos, são voltados para usuários avançados e que sabem o que estão fazendo. Se você decidir que deve aplicar as dicas no seu aparelho, faça isto por sua própria conta e risco.

LEIA MAIS:

Abrindo o Motorola

Embaixo da proteção da câmera, há um parafuso T3 escondido. Remova a proteção com cuidado.
Para isto, você pode usar uma palheta de plástico ou outro objeto fino o suficiente.
motorola razr D1 remover proteção da câmera
Aparelhos “blindados”, cujas baterias não podem ser removidas facilmente, dão um pouco mais de trabalho. Tenha paciência.
Agora remova a caixa de proteção da câmera, desatarraxando o parafuso T3.
motorola razr desatarraxando o parafuso T3
A capa traseira dele é feita de Kevlar, resistente e flexível, como você pode ver na próxima figura.
Motorola Razr D1 D3 Droid Android

Conectando a energia

Diferente de outros aparelhos, este usa pontos de contato (contact points) entre a bateria e o restante da carcaça. É um objeto vermelho.
motorola razr D1 - pontos de contato com a bateria
Você pode usar uma chave torx T5 ou outro objeto pontudo e/ou fino para cuidadosamente remover a peça de contato entre a bateria e o aparelho — feita de silicone e muito flexível.
motorola razr D1 - pontos de contato com a bateria
Neste modelo, a remoção da bateria implicaria em tirar 6 parafusos. Portanto foi feita a opção de dar carga diretamente com o cabo mini USB, como você pode ver nas próximas figuras.
Desencape as pontas dos fios — o vermelho é o positivo. O preto é o negativo. Fique atento.
Motorola Razr D1 cabo mini USB
Em seguida em seguida, desatarraxe um pouco os parafusos T3 – não os remova totalmente.
Desaparafuse os parafusos T3
Agora passe os fios, enrolando-os, nos parafusos. O vermelho no positivo e o preto no negativo.
parafusos t3 motorola razr
Assim que você conectar a outra ponta na tomada de energia, o aparelho vai ligar.

Reinstalando o sistema operacional

Conecte um outro cabo mini USB na entrada de dados do aparelho, para comunicar com o computador.
Neste aparelho, o sistema operacional está corrompido – e nós vamos resolver isto em breve.
Motorola Razr D1 - Android corrompido
No computador, abra o RSD Lite e refaça a flash da ROM do seu aparelho. É possível que você tenha que fazer isto várias vezes até dar certo.
motorola rzar d1 odin android
Aguarde enquanto o aparelho reinicia. Ele vai fazer isto várias vezes.
Não desconecte os cabos e aguarde.
Motorola Razr D1 Android
Após a última reinicialização, o sistema vai iniciar – observe o robozinho verde aparecer rapidamente, para informar que houve atualização no sistema.
Motorola Logo Logotipo
Quando o sistema estiver iniciado e rodando, ele irá atualizar os seus próprios pacotes.
motorola razr D1 atualização do Android

Finalmente

Neste momento, o seu aparelho já voltou a funcionar. Desligue-o.
Remova todos os cabos, feche tudo e ligue novamente o celular.
Conecte o celular a uma carregador e termine de carregar a bateria.
Para finalizar, vou deixar alguns links, que podem ser úteis:

Leia mais!
  • Os segredos do Razr D1 — veja como acessar os menus secretos no seu aparelho
  • Site da Flávia Jobstraibizer — Neste post, eu relatei o trabalho que ela realizou
  • @flaviajobs — Twitter da Flávia. Vale acompanhar
  • iFixit — de onde retirei parcialmente algumas imagens e informações de aparelhos semelhantes ao que foi objeto deste post

O Razr, agora, é uma central multimídia, no carro da Flavinha… 😉