16 atalhos de teclado pro Ubuntu

Segue a lista de atalhos, testados no Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot:
- Ctrl + Alt + T: Abre um terminal.
- Ctrl + Alt + L: Bloqueia a tela.
- Ctrl + Alt + Delete: Encerra a sessão atual.
- Ctrl + Alt + Esquerda/Direita/pra Cima/pra Baixo: Muda a área de trabalho na direção apontada.
- Shift + Ctrl + Alt + Esquerda/Direita/pra Cima/pra Baixo: Leva a janela do aplicativo atual para outra área de trabalho.
- Meta: Ao mantê-lo pressionado, focaliza o lançador do Unity (painel à esquerda) e exibe os ícones numerados dos programas no lançador. Ao pressionar a tecla Meta (aquela que tem uma janelinha desenhada…) em conjunto com um número, o programa referente àquele número se abrirá.
- Meta: Com toque simples, ele abre o lançador no modo de busca. É possível fazer uma pesquisa por outros aplicativos no seu sistema que não estejam disponíveis na barra lateral do lançador. Dependendo da configuração do seu sistema, esta forma do atalho só funcionará sobre a área de trabalho vazia.
- Meta + T: Abre a pasta com o conteúdo da lixeira (Trash).
- Meta + W: Modo Expo – exibe todos os aplicativos abertos, em todas as áreas de trabalho.
- Meta + S: Modo Expo das áreas de trabalho. Exibe todas as áreas de trabalho, como elas estão. Os aplicativos minimizados não serão vistos. No lançador há um ícone para esta função.
- Alt + Tab: Este é um velho conhecido. Faz o mesmo de sempre, ou seja, alterna entre os aplicativos abertos (inclusive os minimizados). Existe a variação para este atalho, com a tecla Shift [Alt + Shift + Tab], que inverte a ordem com que os aplicativos “circulam” dentro do alternador de programas. Abra vários aplicativos e veja por si mesmo.
- Alt + ‘: Outra forma de acessar o alternador, é usar a tecla das aspas simples (‘). Dependendo do seu teclado, ela compartilha a tecla das aspas (“) e está logo acima da tecla Tab. É comumente usada como apóstrofo.
- Este atalho serve para alternar entre 2 ou mais janelas do mesmo programa. Se quiser ver como funciona, dê um Ctrl + N no seu navegador, agora, e experimente o atalho Alt + ‘.
- Alt + F4: Fecha a janela do aplicativo atual.
- Alt + F7: Permite movimentar a janela do aplicativo atual.
- Alt + F8: Permite reajustar o tamanho da janela atual.
- Alt + F2: Abre o painel run, que permite digitar e executar rapidamente um comando.
November 16, 2011 Comments Off
Personalize o Unity – tamanho dos ícones
O Unity trouxe, em relação às interfaces gráficas anteriores no Ubuntu, uma novidade: O lançador (launcher). A partir dele, é possível ter acesso rápido aos seus aplicativos favoritos. Ele é facilmente configurável no sentido de substituir os ícones indesejados por outros que sejam mais adequados ao seu estilo.
Pra quem usa um netbook ou um tablet, que têm telas de tamanho muito reduzido, contudo, há dois problemas:
- O Lançador parece ocupar um espaço muito grande na tela, pra quem já tem pouco.
- O tamanho dos ícones prejudica a distribuição do espaço para quem deseja ter mais do que 10 aplicativos representados ali.
Vou ensinar, aqui, como reduzir a largura do lançador e o tamanho dos ícones. Devo advertir que as alterações de que vamos tratar aqui são experimentais, até a presente data. Podem, portanto, trazer alguma instabilidade ao seu ambiente. O recomendável é não aplicar estas mudanças em máquinas de trabalho. Você foi avisado.
Antes de tudo, é necessário instalar o Gerenciador de Configurações do Compiz. Abra um terminal e digite o seguinte comando (e dê Enter, em seguida):
sudo apt-get install compizconfig-settings-manager
Posicione o ponteiro do mouse sobre o lançador, clique no ícone do Painel inicial e, em seguida clique em “Gerenciador de Configurações do Compiz”.
Dentro do Gerenciador de Configurações do Compiz, selecione a guia “Área de trabalho”, no menu vertical à direita e, dentro do painel central, selecione Ubuntu Unity Plugin.
Selecione a guia horizontal “Experimental” e, dentro do painel localize a opção Launcher icon size (tamanho do ícone do lançador) e altere o valor para algo entre 32 e 64. Estes são, respectivamente, o menor e o maior valores possíveis. Sendo que 32 é o ideal para a tela de um netbook ou um tablet, que têm telas com espaço muito limitado.
Como você pode ver, há outras alterações possíveis. Desde que você não esteja usando uma máquina de produção/trabalho, pode ser interessante conhecê-las. Quando terminar de alterar as configurações, clique no botão “Voltar”, no canto inferior esquerdo e, em seguida, em “Fechar”.
Você vai precisar reiniciar a sessão para ver o funcionamento destas alterações. Para tanto, use a combinação de teclas Ctrl + Alt + Del e selecione Encerrar a sessão. Digite a sua senha para entrar de novo e ver que a barra lateral do lançador, com seus ícones, está menor.
Se tudo fugiu do controle, você pode voltar à configuração original do Unity digitando o comando:
unity –reset
dentro de um terminal.
November 3, 2011 Comments Off
Instale um servidor Linux, Apache, MySQL e PHP (LAMP) – com apenas um comando.
Com um servidor LAMP, é possível aprender a programar PHP, com o uso de um banco de dados MySQL. Aqui, partimos do pressuposto de que você está usando uma máquina com Linux (Ubuntu, para ser mais específico).
O trabalho será feito com o tasksel um aplicativo de instalação de softwares que é parte integrante do instalador do Debian e também funciona no Ubuntu. Ele agrupa os pacotes de softwares necessários para realizar determinadas tarefas e permite personalizar a sua instalação a partir das atividades que vocẽ deseja que sejam realizadas na máquina.
Com o tasksel, o administrador seleciona tarefas e não aplicativos para a instalação.
Como ele não vem instalado por padrão, vamos ter que cuidar disto antes de tudo. Abra um terminal, pressionando simultaneamente as teclas Ctrl + Alt + T e digite:
sudo apt-get install tasksel
Quando o processo de instalação for concluído, rode o tasksel na linha de comando:
sudo tasksel
Na tela que surge, selecione a opção LAMP server, com a barra de espaços do seu teclado e, em seguida, clique em OK.

Durante o processo de instalação será pedido para digitar e confirmar a nova senha de acesso ao servidor MySQL – cabe a você fazer esta escolha.

Testando
Feito isto, resta testar o nosso novo servidor LAMP. Dentro do terminal, digite o seguinte:
gksudo gedit /var/www/teste.php
Digite o seguinte:
<?php
phpinfo();
?>Grave o arquivo e feche o editor. E, na linha de comando do terminal, reinicie o Apache:
sudo apache2ctl restart
Agora abra o seu navegador e acesse o seguinte endereço:
http://localhost/teste.php
Se tudo correu bem, você vai visualizar uma página semelhante à da figura abaixo.

Para tornar a administração do MySQL mais fácil, instale o phpmyadmin:
sudo apt-get install phpmyadmin
Durante o processo de instalação, será pedida uma senha nova para o phpmyadmin e, em seguida, que você informe que o servidor de Internet desejado é o Apache:

Para testar o phpMyAdmin aponte para o seguinte endereço no seu navegador:
http://localhost/phpmyadmin
Se uma página semelhante a esta (abaixo) aparecer, é provável que tudo tenha corrido bem por aqui:

Peraí! Não era só um comando?!
Tenho certeza de que você não achou o processo complicado até aqui. Ainda assim, é possível, sim, simplificar tudo com um só comando.
Um servidor rodando Linux, como sistema operacional (no nosso caso, a distribuição é Ubuntu); Apache, como aplicativo servidor web; MySQL como servidor de banco de dados e, por fim, um interpretador PHP, pode ser instalado de uma vez só com a seguinte linha de comando:
sudo tasksel install lamp-server
Em seguida, teste o serviço e instale o phpmyadmin, conforme foi ensinado acima.
November 1, 2011 Comments Off
Ubuntu 11.10 – aumentando a duração da sua bateria
Há quem diga que o Jupiter ajuda a poupar energia. Se isto verdadeiramente funciona, só há uma maneira de se saber: experimentando. A instalação é simples. Abra um terminal (Ctrl + Alt + T) e digite (ou copie e cole) a seguinte linha:
sudo add-apt-repository ppa:webupd8team/jupiter
sudo apt-get update
sudo apt-get install jupiter
Se você tem um netbook Asus Eee PC…
Alguns equipamentos da Marca Asus dispõem de uma tecnologia de optimização de recuros, chamada SHE – Super Hyprid Engine. Se você quiser, pode adicionar suporte a este recurso com a seguinte linha de comando:
sudo apt-get install jupiter-support-eee
October 31, 2011 Comments Off
44 Novos papéis de parede pra nova versão do Ubuntu
Em função do tamanho restrito de um CD, muitos dos papéis de parede sugeridos por usuários ficarão de fora. Mas você pode baixá-los gratuitamente, desde já e usá-los – mesmo que não use o Ubuntu.
Clique aqui para dar uma olhada e, se quiser, baixar pra conferir.
September 30, 2011 Comments Off
LibreOffice chega ao seu primeiro aniversário, com 15 milhões de usuários.
A conta é feita considerando o fato de que todas as grandes distribuições Linux vêm com a suíte instalada. Mas, se levarmos em conta os 6 milhões de downloads, desde Janeiro/2011, quando se lançou a primeira versão estável e os usuários Windows e OS/X (Apple), o número pode chegar (ou ultrapassar) os 25 milhões de usuários.
Desenvolvimento
O projeto, depois que se separou da Oracle se tornou mais independente e vem atraindo profissionais colaboradores de todas as áreas.
Segundo Charles Shulz, do The Document Foundation (organização responsável pelo projeto), há pelo menos 270 programadores e outros 270 tradutores trabalhando. Há mais de 100 listas de discussão que contam com mais de 15 mil voluntários inscritos que ajudam de diversas formas. Contam, ainda, com milhares de artigos escritos sobre o software, nas mais diversas línguas.
Minha opinião é de que se trata de um excelente trabalho e, no que tange à tradução para o português, é nítida a dedicação dos seus colaboradores.
September 29, 2011 Comments Off
How about wput to send files to the server?
This one is simple. Every time you want to send files to the server using a FTP connection, you can use wput.
If you are in front of an Ubuntu box and don’t have it, just install it:
sudo aptitude install wput
Ah, yes! You can download a Windows version on this site at sourceforge.
To send all files from a local directory to your server you can make this use of the command:
wput --background myfiles ftp://username:password@hostname/recipient-folder/
Where the background option frees your terminal from the verbosity of the command and allows you to do other stuff here. Don’t forget to substitute the other parameters with the correct information. Where:
- myfiles: are the file(s) you want to upload. You can surely use things like: *.php or name several files separated by spaces.
- username and password: you should know what to put here
- recipient-folder: a folder where the files will be sent. If you omit it, they will be written on the root.
Since wput logs everything by default on a local file called wput-log you can check if it all worked fine with cat:
cat wput-log | grep --context 2 -i fail
The command line above should show the files which wput failed to send up to the server. Try also typing
man wput
to know a little more about and have some more fun.
April 23, 2011 Comments Off
Faça backup dos seus CDs de música, em mp3, com o ripit.
O ripit é uma ferramenta em modo texto, de linha de comando, pra ser executada num terminal. Mas não fuja ainda!
É muito fácil usar o ripit. Basicamente, tudo pode se resumir a digitar o comando e dar enter para todas as perguntas (usualmente duas) que ele fizer e ir fazer outra coisa enquanto ele trabalha.
Mas eu não estaria aqui para escrever apenas isto, não é? Tal como muitas ferramentas que podem ser executadas na linha de comando, o ripit é extremamente flexível e oferece um grande poder ao usuário na sua configuração.
O seu arquivo de configuração fica em ~/.ripit/config e é auto explicativo e simples (pra quem sabe inglês). Se você domina o idioma, divirta-se. Tchau!
Se você ainda está aqui é por que deseja que eu facilite um pouco mais as coisas pra você. Vamos a isso!
A lista de comandos que costumo usar com o ripit é a seguinte:
ripit --coder lame --bitrate 320 --lowercase --underscore --verbose 5 --comment "meu backup pessoal" --eject --save
Estas opções têm o seguinte significado:
- –coder lame: pede para usar um determinado codificador. Este aí, gera os arquivos mp3. Se você preferir um formato livre/aberto, pode usar oggenc no lugar de lame. Eu costumo usar mais o oggenc.
- –bitrate 320: define a “qualidade” dos arquivos. O valor 320 é exagerado para a maioria dos casos e vai contribuir para os arquivos de saída se tornarem muito grandes. Contudo, como não temos a intenção de fazer upload deles, mas guardá-los, pode ser interessante usar este valor. Caso queira compartilhar os seus arquivos, use um valor mais baixo. Um bitrate de 128 kbps é ótimo.
- –lowercase e –underscore: fazem com que os_asrquivos_de_saída_tenham_os_seus_nomes_escritos_em_minúsculas e com_palavras_separadas_por_sublinhas.
- –verbose 5: liga o modo “tagarela” do ripit no máximo. Ele vai informá-lo de tudo que estiver fazendo. O nível padrão é 3. Se você não quer saber de nada ou não entende inglês, pode desligá-lo, usando o nível 0.
- –comment “meu comentario”: entre aspas, sinta-se à vontade pra dizer alguma coisa sobre os arquivos.
- –eject: ao final de todo o processo, ejeta o seu CD.
- –save: grava todas estas configurações no arquivo ~/.ripit/config. Assim, na próxima vez em que você executar o ripit, só precisará citar o seu nome. Ele vai buscar o restante das configurações no arquivo.
Desta forma, você pode brincar um pouco com as opções do ripit e gravar no arquivo de configuração as suas opções preferidas. Na próxima vez, o simples comando
ripit
vai resolver o problema.
April 17, 2011 Comments Off
Configurar teclas de atalho no Ubuntu 10.10
A maneira mais fácil é clicar em Sistema / Preferências / Atalhos de Teclado e configurar da maneira que achar melhor. Alguns atalhos já existem e podem ser usados do jeito que estão lá. Outros podem ser criados livremente. Como vocẽ pode ver, eu o configurei para que a combinação Mod 4 + Pause ative o meu reprodutor de mídia. Em tempo, a tecla Mod 4 corresponde àquela com o desenho de uma janelinha (em alusão a um certo sistema operacional), à esquerda no seu teclado.
Uma outra forma, mais “sofisticada” para configurar os seus atalhos é através do gconf-editor. Para acessá-lo, use o atalho Alt + F2 e digte gconf-editor na caixa de texto. Tecle Enter.
Para explicar rapidamente o meu caso, o meu netbook (obviamente) não tem todas as opções que se costuma ter em teclados maiores. Criar atalhos pode ser uma forma inteligente de contornar a falta das teclas multimídia e outras que tornam a vida mais fácil. O que me faz falta é uma tecla que acione rapidamente a suspensão do equipamento. Decidi que a combinação Ctrl + Alt + Pause seria a ideal para disparar o pm-suspend-hybrid.
Com o gconf-editor aberto, a primeira coisa a ser feita é selecionar apps / metacity / keybinding_commands e clicar em command_1. Preencha o Valor com o comando a ser executado. No meu caso, o gksudo é necessário, uma vez que o pm-suspend-hybrid só roda com privilégios de superusuário (ótimo, por que evita a chatice de suspender a máquina acidentalmente).
Feito isto, escolha a opção acima de keybindings_commands à esquerda: global_keybindings. Na janela grande, à direita, selecione run_command_1 e, na caixa de diálogo, digite a combinação de teclas que deverá disparar o comando.
Clique Ok e feche o gconf-editor. Experimente, pra ver se funciona.
April 13, 2011 Comments Off
Readyboost no Ubuntu
Embora seja apresentado como “readyboost” em Linux, o cenário aqui descrito não tem muito a ver com o que a Microsoft propõe em seu sistema operacional – um sistema de cache do disco rígido em memória flash (pendrive). A única semelhança da solução demonstrada aqui é o uso do seu pendrive. Mas o propósito é outro: direcionar o swap para a memória flash, o que não tem qualquer coisa a ver com caching. Sob certo ponto de vista, são duas coisas completamente opostas.
Ainda que seja divertido, provavelmente será inútil para você
O tom, aqui, não é o de desencorajar, mas o de sermos realistas. O Linux funciona muito bem em sistemas com poucos recursos. Se a sua máquina é nova, ela terá no mínimo 1 GB de memória RAM. Numa configuração destas, possivelmente nenhuma diferença será percebida na performance do sistema. O recurso do Readyboost usa memória de troca (swap). Numa configuração como estas, o swap raramente é usado por um usuário normal.
O truque
O Readyboost, no Linux, consiste em direcionar prioritariamente os dados que iriam pra partição dedicada ao swap, em seu HD, para o seu pendrive que, por não conter partes mecãnicas, é mais rápido. Em um sistema com 512MB de memória RAM, ou menos, será possível notar diferença na performance. Uma advertência inicial: todo o conteúdo do seu pendrive será apagado durante este processo. Tire backup antes, portanto. Ao inserir o seu pendrive, o Ubuntu o montará e exibirá o seu conteúdo automaticamente. Clique sobre o ícone do pendrive na área de trabalho, com o botão direito do seu mouse e selecione Ejetar. Nós precisamos dele desmontado. Os comandos que seguem, partem do pressuposto de que o seu pendrive esteja conectado em /dev/sdb1. Adeque-os ao seu caso. Feito isto, abra um terminal com Ctrl+Alt+T e digite o seguinte comando:
sudo mkswap /dev/sdb1
Agora vamos direcionar o swap para o pendrive, com a máxima prioridade possível (32767):
sudo swapon -p 32767 /dev/sdb1
Para verificar se tudo foi feito corretamente, o comando a seguir mostra as partições swap em uso: cat /proc/swaps No meu caso, ele exibe o seguinte:
cat /proc/swaps
Filename Type Size Used Priority
/dev/sda1 partition 1951740 0 -1
/dev/sdb1 partition 249820 0 32767
A quarta coluna exibe o quanto está sendo usado do swap: 0 (zero).
<h4>Considerações finais</h4>
A função do swap é servir de extensão à memória RAM – De forma resumida, quando esta fica saturada, os arquivos menos usados são realocados pro swap, que fica em um arquivo ou em uma partição exclusiva (recomendado). Este é o principal motivo pra solução descrita aqui não ter grande efeito em um sistema com grande quantidade de memória RAM, onde o swap raramente é usado.
Contudo, ele tem outra utilidade, a de guardar todas as informações do estado atual do sistema quando este é posto pra hibernar. Neste caso, é possível experimentar melhor velocidade no processo de restabelecer o sistema. Neste caso, é necessário que o swap tenha, pelo menos, o mesmo tamanho da memória RAM disponível.
March 14, 2011 Comments Off







