Como instalar o VirtualBox no Linux

Ferramenta essencial para quem precisa trabalhar com virtualização, o VirtualBox é um programa de código aberto amplamente usado na área.
Inicialmente, o programa foi criado e lançado pela empresa alemã Innotek, em Janeiro de 2007. A mesma empresa foi adquirida pela Sun Microsystems em 2008 e esta última, pela Oracle, em 2010.
virtualbox ninja tux
O VirtualBox é, hoje, um software pertencente à Oracle, que manteve a licença de software livre relativa ao coração do projeto. As extensões do produto, contudo têm licenças mais restritivas.
A Oracle é conhecida por não se dar muito bem com software livre, diga-se de passagem.
Neste post, vamos abordar o método sugerido pela Oracle para a instalação do VirtualBox.
Outros métodos em outros sistemas podem ser encontrados aqui.
Há um texto específico sobre a instalação do programa no Oracle Linux, aqui e outro específico para Debian, aqui.

Como baixar e instalar o VirtualBox do site da Oracle

Por causa dos problemas das licenças, nem sempre é possível encontrar os pacotes de instalação nos repositórios oficiais das principais distribuições Linux.
Se você não estiver usando a distro oficial da Oracle, pode baixar os pacotes do site da empresa e, a partir daí, fazer a instalação em seu sistema.
Vá até o site da Oracle e pegue a versão mais apropriada para a sua distribuição: https://www.virtualbox.org/wiki/Linux_Downloads.
virtualbox site screenshot
Como você pode ver na figura, acima, selecionei o Debian 9 Stretch — minha distro de trabalho. Se você usa outra, não se preocupe, pois os procedimentos são parecidos.

Como instalar o pacote do VirtualBox no Debian

Opcionalmente (eu sempre faço isso), confira se o arquivo baixado não ficou corrompido, no caminho, com o md5sum:

md5sum Downloads/virtualbox-5.1_5.1.18-114002~Debian~stretch_amd64.deb ;echo "4984599e7e419be075c225f4308bac62"

Você vai encontrar a relação completa dos MD5SUM aqui.
Se tudo estiver bem, com a verificação, use o dpkg para fazer a extração e a instalação:

sudo dpkg --install Downloads/virtualbox-5.1_5.1.18-114002~Debian~stretch_amd64.deb

Não esqueça de alterar, no exemplo acima, o diretório de download e o nome do arquivo para a sua realidade, aí.
Se, mais tarde, quiser remover este software, use o dpkg assim:

dpkg --remove virtualbox-5.1 

Como instalar o pacote do VirtualBox no Fedora

Usuários do Fedora, podem fazer o mesmo procedimento de verificação do MD5SUM. Para instalar, podem usar o dnf:

dnf install VirtualBox-5.1-5.1.18_114002_fedora25-1.x86_64.rpm 

Note que a versão baixada, por mim, é para Fedora 25 64-bit. Portanto, não esqueça de adequar o comando à versão que você baixou aí.

Como instalar o pacote do Virtualbox no OpenSuse

O OpenSUSE Tumbleweed tem o VirtualBox nos repositórios.
Portanto, é possível instalar direto de lá:

zypper install virtualbox

Se você precisa baixar a versão do site, use o zypper sobre o arquivo obtido:

zypper install VirtualBox-5.1-5.1.18_114002_openSUSE132-1.x86_64.rpm

Quais as diferenças entre o modo portátil e o modo de armazenamento interno, no Android?

Alguns aparelhos, dependendo das escolhas feitas pelos seus fabricantes têm suporte ao modo de armazenamento interno, em adição ao modo tradicional de armazenamento.
android robot and an SD card in black and white picture
Dezenas de dúvidas sobre o modo de armazenamento interno (também chamado, em inglês, de adoptable mode) foram sanadas no artigo perguntas e respostas sobre o modo de armazenamento interno no Android — sugiro fortemente a sua leitura.

Neste post, vamos abordar o assunto por outro ponto de vista: o da escolha por um ou outro método de armazenamento em smartphones ou tablets Android.

Ao inserir um cartão novo no seu celular Android, a partir da versão 6.0 Marshmallow — se o dispositivo tiver suporte ao recurso — o dono se depara com a pergunta sobre se deseja usá-lo sob um dos 2 modos de armazenamento.
inserting an SD card in a reader
Quando é mais conveniente usar um ou outro, é o assunto neste artigo.
Neste sentido, espero que a tabela, abaixo, ajude você a identificar exatamente em que grupo se encontram as suas necessidades e como você pode aproveitar melhor o seu cartão de memória:

Armazenamento portátil Armazenamento interno
Selecione o modo portátil se você costuma guardar, em um mesmo cartão SD, arquivos de mais de um dispositivo (entre câmera, laptop, celular etc.) ou o usa apenas para armazenar mídia (fotos, músicas, vídeos etc.) Selecione o modo de armazenamento interno se você quer estender completamente o espaço de armazenamento do seu dispositivo e vai precisar do cartão para gravar aplicações grandes, jogos e dados de jogos.
Se você tem um cartão de memória não muito atual, de classe 2, 4 ou 6, opte pelo modo portátil. Se tem um cartão de alta velocidade (high-speed), UHS-1 ou classe 10, é possível optar pelo modo interno, sem sofrer com lentidão.
Se você costuma ou tem a pretensão de trocar cartões de memória com frequência ou usá-los para transferir conteúdo entre dispositivos. Se você planeja manter o cartão sempre dentro do dispositivo, baixar jogos pesados e está sempre tendo problemas de falta de espaço — use um cartão de grande capacidade e formate-o no modo interno.
Se os seus aplicativos junto com seus dados são sempre armazenados na memória interna e não podem ser transferidos para o cartão, opte pelo armazenamento tradicional. Se você sabe que os seus aplicativos favoritos podem ser transferidos para um cartão, junto com seus arquivos de dados.
Em tempo, quem decide se os aplicativos e/ou seus dados podem ser transferidos para o cartão é o desenvolvedor.
Se o cartão vai ser usado e lido por outros dispositivos (outro telefone, desktop (Mac ou PC), câmera digital. Se você planeja manter o cartão sempre dentro deste aparelho.
Se você não quiser criptografar o cartão. Se você não se importa de criptografar o cartão.
O modo portátil não requer a formatação automática do cartão. Para usar este modo, o cartão terá que ser formatado e criptografado.

Leve também em conta que a Lenovo/Motorola recomenda formatar seu cartão no modo interno quando o seu dispositivo tem 8 GB ou menos espaço na memória interna nativa dele.
samsgung 64 GB PRO card
Para ter mais informações, antes de decidir, não se esqueça de ler os artigos:

  1. Perguntas e respostas sobre o armazenamento interno.
  2. Como formatar o cartão no modo interno.
  3. Passo a passo para formatar o seu cartão SD no modo interno (explica a mesma coisa que o segundo artigo, com uma abordagem diferente).

Use também a caixa de busca do site, para obter mais informações sobre o assunto.

7 lojas alternativas de onde você pode baixar milhares de apps para seu dispositivo Android

A Google Play Store é muito boa e recheada de opções de softwares incríveis.
Infelizmente, nem todos os desenvolvedores têm produtos que se encaixam dentro das regras do Google para expor na vitrine oficial da empresa.
Além disto, tanto a lojinha do Google quanto a da Apple (neste caso, ainda tem) já tiveram restrições à softwares livres, sob a licença GPL.
repositório loja android jogos apkpure
Por outro lado, algumas das lojas ou repositórios de softwares de que vamos falar neste artigo, têm restrições talvez até mais rígidas que as da Apple ou do Google para permitir a distribuição de apps. Por exemplo, não aceitar softwares com DRM — que traz sérios riscos de segurança aos clientes.

O problema das grandes lojas não é com o software livre per se. Mas com o fato de que a licença GPL não lhes permite adicionar mais restrições aos usuários.

Não se esqueça que é necessário liberar a instalação de APKs externos no seu smartphone antes de poder instalar qualquer coisa.

É seguro baixar apps de repositórios ou lojas alternativas?

A segurança é sempre relativa e eu não afirmo que é seguro baixar software de lugar algum.
Quando uma grande distribuidora de apps admite a presença de DRM ou, mesmo, softwares proprietários (não-livres) em seus repositórios, fica difícil alegar segurança.
A única maneira de saber se um software é seguro ou não para você, é analisar ou auditar seu código fonte — o que só pode ser feito em apps com licenças de código aberto ou livre.
Softwares proprietários não podem ser auditados.
Se você não vai perscrutar o código de um programa que adquiriu, então terá que confiar cegamente nas pessoas/empresas que o forneceram.

Em resumo, o problema da segurança (ou da falta dela) não está na loja ou no repositório de softwares — mas na possibilidade que você tem ou não de fazer auditorias nos apps que adquire.

Para usuários comuns esta questão pode ser trivial.
Empresários ou gestores de TI, contudo, só deveriam permitir a aquisição de softwares 100% auditáveis, contudo.
Poderíamos nos estender mais sobre o assunto, mas precisamos falar das outras lojinhas…
captura de tela loja repositorio

As grandes lojas de apps do mercado

Entre as grandes lojas do mercado, dá para citar algumas que você certamente, já conhece.
Ao comprar um smartphone ou tablet novo, você provavelmente se deparou com o ícone da lojinha oficial do seu fabricante e, diferente, do Play Store ou da App Store, comumente só são acessíveis através do próprio dispositivo com o app exclusivo. Ou seja, não dá para chegar lá pela web.

  • Samsung Galaxy Apps — loja voltada para todo o universo de aparelhos vendidos pela Samsung, o que inclui smartphones, smartTVs etc.
  • Lenovo/Motorola — na linha de celulares Moto G, o App Box substitui o repositório de apps nacionais (brasileiros), o BR Apps. Nele é possível encontrar muita coisa voltada para a realidade brasileira, especificamente.
  • Amazon — possui sua loja, que vai além de apenas livros digitais, filmes e músicas.

Como você já deve imaginar, LG, Philco e quase todas as outras marcas também têm seus repositórios de softwares para atender a seus clientes.
Além disto as lojas não atendem apenas a quem tem aparelhos com o sistema operacional Android — se estendem a usuários do Windows, WebOS, Bada etc.
O foco deste artigo, contudo, são lojas ou repositórios de apps Android.
Vamos conhecer algumas…

Repositório de apps F-Droid

O foco específico do F-Droid é fornecer softwares de código aberto ou livre, para a plataforma Android.
Os aplicativos são exibidos de maneira bem organizada e é possível fazer buscas dentro do repositório por softwares do seu interesse.
É possível encontrar uma enorme coletânea de apps que obedecem a exigências de não rastrear seus usuários, não exibir propagandas e não requerer dependências.
f-droid logo
A gente conta mais sobre ele e ensina como instalar neste artigo, aqui.
Com certeza vale instalar e conhecer melhor.

AppsLib

A biblioteca de aplicativos AppsLib, conta com aproximadamente 40 mil títulos. Muitos destes mantém seu foco nos clientes que possuem tablets Android.
appslib
Boa parte dos softwares desta loja online não se encaixa nos termos do Google Play Store.
Conheça a loja neste link: http://appslib.com/download,

APKPure

O APK Pure tem uma enorme coletânea de apps para Android — a grande quantidade de jogos é um dos destaques.
apkpure captura de tela web
Segue o link para o site APKPure: https://apkpure.com/apkpure-app.html

MoboGenie

Esta alternativa é interessante, entre outras coisas, por que oferece uma grande coleção de apps curados — de certa, forma selecionados para cada usuário.
O Mobogenie tem um mecanismo inteligente de recomendação de apps, que analisa suas preferências e é capaz (alegadamente) de fazer sugestões pertinentes.
captura de tela web mobogenie
Além de loja de apps, o Mobogenie oferece outros serviços:

  • Sistema de gestão de seus arquivos locais.
  • Permite baixar conteúdo, como papéis de parede, ringtones, livros e vídeos do youtube.

Você vai encontrar muitos apps que também estão presentes na Play Store — é interesse dos desenvolvedores divulgar e colocar seu trabalho a mostra em todos os lugares possíveis.
Uma surpresa agradável é ver que a interface foi traduzida para o português, o que pode ajudar você a selecionar melhor o que quer instalar.
Site do Mobogenie em português: http://www.mobogenie.com/pt/.

Conheça o Itch.io

Como mercado de games, que usa a plataforma web, oferece um espaço muito apreciado por desenvolvedores de jogos independentes (ou indie game developers).
captura de tela itch.io
Há uma área do site destinada exclusivamente a clientes Android, que facilita a aquisição de aplicativos para esta plataforma.
Use os filtros e a caixa de busca para encontrar mais rápido os tipos de games que você deseja obter.
Segue o site, para você conhecer: https://itch.io/.

O Slide Me tem tradição online

Trata-se de um dos mais antigos serviços de distribuição e venda de apps online — é anterior à Play Store, inclusive.
screenshot slide me
Tem maior flexibilidade de pagamentos e um grande acervo.
Visite o site: http://slideme.org.

GetJAR

Disponibiliza uma vasta gama de apps para downloads (pagos e gratuitos).
Fácil de fazer buscar ou de filtrar resultados. Infelizmente ou felizmente, muito do que se encontra aqui, também se encontra na Play Store.
getjar screenshot web
Se você tem algum celular mais antigo (com sistema operacional Symbian, por exemplo), este é o lugar para encontrar apps feitos em Java, para rodar no seu aparelho.
Conheça o site: https://www.getjar.com/mobile-apps/.

Mobile9

Junto com o Slide Me e o GetJar, o Mobile9 está há um bom tempo no mercado, oferecendo opções de papéis de parede, ringtones, apps para as mais diversas plataformas etc.
screenshot mobile9 site web
Atualmente, foi construída uma rede social em torno do site, de forma que se cadastrar nele e baixar o app da lojinha pode trazer uma boa fonte de entretenimento.
Não perca este site: www.mobile9.com.

Mobango, a força da Índia

Os apps não são necessariamente da Índia, apesar da reconhecida qualidade dos programadores daquele país.
mobango screenshot site web
Ele se destaca pelo grande acervo de jogos, separados por categoria (collections) e vídeos gratuitos para download.
O site é este: www.mobango.com.

Opera Mobile Store não é só para quem tem navegador Opera

A loja do Opera atende a, pelo menos, 7 plataformas — o que inclui o Android, com certeza.
screenshot opera10
Quem usa o navegador Opera dispõe das vitrines da loja de dentro do próprio aplicativo, claro.
Quem usa outros navegadores, pode acessar a loja pelo site: http://android.oms.apps.opera.com/en_br/

Referências

https://forums.developer.apple.com/thread/18922.
https://theappsolutions.com/blog/marketing/alternative-android-app-stores/.
https://www.androidpit.com/best-google-play-store-alternative-app-stores.

Instale o emulador Android Genymotion no Debian

A plataforma de emulação Android, Genymotion pretende ser a mais completa, para facilitar a vida dos desenvolvedores e entusiastas do sistema operacional.
Com suporte a mais de 40 dispositivos Android e a todas as suas versões mais atuais, o Genymotion permite, ainda as seguintes (entre muitas outras) possibilidades:
genymotion on imac

  • Use a webcam do seu laptop, como se fosse a câmera do próprio dispositivo Android.
  • O Genymotion é compatível com as ferramentas do Android SDK, entre outras.
  • Permite simular diferentes níveis de carga da bateria de um dispositivo Android, para você testar o comportamento dos seus apps em situações extremas.
  • Permite simular o uso do GPS do dispositivo, para testar apps que fazem uso de informações de geolocalização.

Neste texto, ensino a instalar a versão completa e gratuita.
Se você pretende trabalhar seriamente com desenvolvimento de aplicativos para Android, adquirir um dos planos pagos do produto é a melhor coisa a se fazer.
genymotion android emulator logo
Não esqueça de seguir os links dentro do texto, caso queira entender melhor algum assunto ou procedimento. Boa leitura! 😉

Requisitos de sistema para instalar o emulador Android Genymotion

  • Você precisa ter o VirtualBox instalado no sistema.
  • Ubuntu 16.04 (Xenial Xerus), Debian 8 (Jessie), Fedora 24 ou mais atuais.
    Os exemplos deste artigo são baseados no Debian 9 Stretch.
  • Arquitetura de CPU 64 bit, with VT-x or AMD-V habilitados na BIOS
  • Uma GPU recente e dedicada
  • 400 MB de espaço em disco
  • 2GB RAM

Além da instalação do VirtualBox você também precisa ter o dkms disponível no seu sistema. Se ele não estiver aí, comece a rodar o apt:

sudo apt install dkms

Onde baixar o Genymotion

Faça o download e o seu cadastro na página https://www.genymotion.com/download/.
Ao finalizar o download, faça o checksum do arquivo para verificar se ele baixou de maneira íntegra:

sha1sum genymotion-2.8.1_x64.bin ;echo -e "b4b372c429542450240a318f2587828a1ee135c6"

Instalação do Genymotion

Como disse, lá na sessão de requisitos, os meus exemplos são baseados no Debian 9. Se você usa outra distro, tenha o cuidado de adequar os comandos, para que tudo corra bem.
Para poder executar o arquivo baixado, é necessário dar a ele as permissões de executável:

chmod +x ./genymotion-2.8.1_x64.bin

Em seguida, rode o arquivo .bin que você baixou:

./genymotion-2.8.1_x64.bin

Opcionalmente, você pode executar o comando acima com privilégios administrativos — para que todos os usuários do sistema possam usar o programa.
Isto já deve ser o suficiente para conseguir rodar o emulador.
genymotion

Problemas ao tentar executar o Genymotion

Você precisa ter um cadastro no site para poder usar a totalidade do aplicativo e ter acesso a alguns dispositivos virtuais — além de poder fazer o download do próprio arquivo de instalação.
Eu tive, ainda, alguns problemas relativos a execução de algumas bibliotecas.
Ao tentar rodar o Genymotion, eu obtinha os seguintes erro, na linha de comando:

/opt/genymobile/genymotion/genymotion: symbol lookup error: /usr/lib/x86_64-linux-gnu/libX11.so.6: undefined symbol: xcb_wait_for_reply64

ou

/opt/genymobile/genymotion/genymotion: symbol lookup error: /usr/lib/x86_64-linux-gnu/libGL.so.1: undefined symbol: drmGetDevice

Se quiser saber mais sobre estes erros, dê uma olhada nos sites em Referências, ali embaixo.
Uma forma de contornar estes problemas e conseguir pôr o programa para funcionar é renomear os arquivos
/opt/genymobile/genymotion/libxcb.so.1 e /opt/genymobile/genymotion/libdrm.so.2
Isto pode ser feito com o comando mv:

 sudo mv /opt/genymobile/genymotion/libxcb.so.1 /opt/genymobile/genymotion/libxcb.so.1___backup

 sudo mv /opt/genymobile/genymotion/libdrm.so.2 /opt/genymobile/genymotion/libdrm.so.2___backup

Isto não resolve o problema, mas permite usar o Genymotion, pelo menos até você descobrir uma solução mais adequada ou ele ser atualizado.
Para reverter o procedimento, execute-o “ao contrário”:

 sudo mv /opt/genymobile/genymotion/libxcb.so.1___backup /opt/genymobile/genymotion/libxcb.so.1

 sudo mv /opt/genymobile/genymotion/libdrm.so.2___backup /opt/genymobile/genymotion/libdrm.so.2

Você optou por outra solução?! Deixe a gente saber como você resolveu o problema, nos comentários.

Como testar apps Android no emulador Genymotion

Há basicamente 3 formas de testar seus apps ou arquivos executáveis apk, no Genymotion:

  1. Arraste o arquivo apk pronto, para dentro da janela que se encontra emulando um dispositivo Android. É fácil assim.
  2. Rode o comando, no terminal:
    adb install nome_do_app.apk.
  3. Use um link da web para baixar e instalar diretamente o apk no seu dispositivo virtual.

Referências

https://www.genymotion.com/fun-zone/.

http://stackoverflow.com/questions/40998027/genymotion-genymotion-symbol-lookup-error-usr-lib64-libgl-so-1-undefined.

http://stackoverflow.com/questions/39316164/genymotion-usr-lib64-libx11-so-6-undefined-symbol-xcb-wait-for-reply64.

http://unix.stackexchange.com/questions/316787/problem-with-libx11-so-6-undefined-symbol-xcb-wait-for-reply64/317404.

Adicione suporte ao SNAP no Fedora Linux

A Canonical tem expandido a sua presença em outras distribuições respeitáveis do GNU/Linux.
Atualmente, é possível aos usuários do Fedora (a partir da versão 24) usufruírem do sistema de empacotamento, distribuição e atualização de aplicações.
O Snappy permite automatizar o processo de instalação, tal como apt e ainda oferecer aos usuários finais as versões mais atualizadas de softwares.
Além do Fedora, outras distribuições importantes também oferecem suporte a Snaps — tal como CentOS, Gentoo, Mint, OpenSUSE, OpenWrt e Red Hat.

Como configurar o Fedora para receber pacotes Snaps

Configurar o Fedora para ter suporte a Snaps é simples até para quem é novato no Linux.
No Fedora 25, basta instalar o pacote snapd:

sudo dnf install snapd

Leia sobre como usar o snap.
Usuários do Fedora 24, precisam adicionar o seguinte procedimento:

sudo systemctl enable -- now snapd.socket