5 distribuições Linux que sempre vale a pena considerar

O debate é extenso (e muito bem vindo) sobre qual a melhor distro Linux para cada tipo de aplicação, situação ou usuário.
Neste texto, a análise se volta para as maiores distribuições da atualidade (estou escrevendo no início de 2017).
Alguns pontos, são pacíficos, contudo.
A gente sabe que o Linux é muito mais rápido e seguro do que outras opções de sistemas operacionais.
Se você é novato e pretende se dar a chance de usar o sistema operacional presente em 99,9% da lista dos 500 supercomputadores mais poderosos do mundo, este texto é para você também.
Para os novatos, sempre vou recomendar experimentar mais de uma distro Linux, antes de fazer uma escolha definitiva. Ouvir e ler conselhos dos outros é muito bom — mas você continua sendo a pessoa mais indicada para fazer a escolha final.

Debian

É uma das mais antigas e tradicionais distribuições Linux, que oferece excelente performance e flexibilidade para todos os usuários e aplicações.
Muita gente usa no desktop ou no notebook de trabalho (eu!).
Ainda assim, ela é excelente para ser usada em um servidor.
Esta distribuição, desde o início estabeleceu os padrões no ambiente de servidores a serem seguidos por toda a indústria.
A estabilidade do Debian tem também incentivado inúmeras empresas e indivíduos a criar novas soluções e distribuições a partir dela.

As vantagens do Debian

  1. estabilidade
  2. facilidade e baixo custo para montar uma solução de servidor
  3. suporte de prazo estendido
  4. Mais controle sobre o software em uso no sistema

As desvantagens do Debian

  1. tende a favorecer estabilidade em detrimento de tecnologia nova. Ou seja, as novidades em softwares chegam um pouco mais tarde para usuários Debian
  2. alguns hardwares podem não ser 100% compatíveis com a distro. Em parte, isto se deve ao item anterior, quando o hardware é muito novo
  3. não há uma companhia/empresa por trás do projeto, com a obrigação de te dar suporte. Mas você pode pagar, relativamente barato, para obter suporte direto de desenvolvedores

Ubuntu

É uma das distribuições mais usadas e é baseada no Debian.
A distro tem uma interface só dela, o Unity. É otimizada para vários diferentes tipos de sistemas e inclusive para a interface de sistemas mobile.
Pode ser a melhor escolha para usuários vindos do Windows e do MacOS.

As vantagens do Ubuntu

  1. Por ser baseada no Debian, as duas distribuições compartilham a maior quantidade de tutoriais da Internet, além de uma enorme comunidade com conhecimento técnico para te ajudar. Em outras palavras, se a solução serve para o Debian, na maioria das vezes serve para Ubuntu também (e vice-versa)
  2. É baseado na versão testing do Debian e portanto, oferece uma gama bem mais atualizada de softwares. Ao mesmo tempo, é muito segura
  3. É simples e único na sua interface gráfica
  4. A interface gráfica é fácil de entender e aprender
  5. Tem um design voltado para dispositivos móveis ou com notebooks com tela de toque

As desvantagens do Ubuntu

  1. o suporte comercial oferecido pela companhia é uma realidade em outros países, mas não é no Brasil, ainda
  2. para alguns usuários a interface gráfica não é muito rica e falta opções de customização

OpenSUSE

Depois do Debian, é a minha distro favorita.
O OpenSUSE é, ao lado do Debian, uma das primeiras importantes distribuições Linux a surgir.
Tem uma longa história e começou na Alemanha, em 1992. Já pertenceu a uma empresa estadunidense, sediada no Texas e, hoje, pertence à MicroFocus International, uma empresa britânica.
Embora sua trajetória possa parecer conturbada — e talvez seja, mesmo — trata-se de uma distro sólida e com uma ampla comunidade de usuários.
O OpenSUSE serve bem, tanto a usuários iniciantes, quanto a desenvolvedores avançados.

As vantagens do OpenSUSE

  1. estabilidade
  2. software atual e excelente compatibilidade com hardwares novos
  3. comunidade de usuários engajada e disposta a ajudar

As desvantagens do OpenSUSE

  1. O público desta distribuição espera que os softwares proprietários venham empacotas na distro principal — o que não é a realidade. Mas podem ser instalados à medida da sua necessidade, contudo
  2. Não tem repositórios tão extensos (variedade de softwares) quanto os do Debian e Ubuntu

Arch Linux

Para usuários avançados, o Arch Linux pode trazer muita satisfação. Trata-se de uma distro simplificada e limpa (sem excessos).
Tem nova versão a cada seis meses e, embora não seja voltada para iniciantes, tem uma larga e excelente documentação disponível online.
Com o Arch Linux, você será incentivado a aprender cada bit, cada detalhe, sobre o GNU/Linux como sistema operacional — uma vez que terá que fazer muita coisa manualmente ou por conta própria.

As Vantagens do Arch Linux

  1. bem otimizada, o que se traduz em eficiência, rapidez e segurança
  2. totalmente personalizável
  3. é o lugar perfeito para aprender Linux
  4. já mencionei a documentação? Pois é. Tem muita documentação (inclusive na wiki oficial) e de excelente qualidade

As desvantagens do Arch Linux

Nada é perfeito…

  1. atualizar um sistema operacional a cada 6 meses pode ser muito ruim para quem usa no notebook de trabalho
  2. a documentação é excepcional, mas é, em grande parte, em inglês

Fedora

O Fedora é um spin off de uma distribuição tão tradicional quanto o Debian: O Red Hat.
Esta distro se beneficia de todos os anos de trabalho e experiência da comunidade Red Hat.
É a escolha ideal para quem deseja buscar uma certificação Red Hat.

As vantagens do Fedora

  1. costuma ter melhor suporte a peças de hardware mais novas do que o Debian (e algumas vezes, até, do que o Ubuntu)
  2. Sempre a versão mais atual do GNOME 3, com todas as suas qualidade e defeitos
  3. tem um excelente gestor de pacotes: o dnf

As desvantagens do Fedora

  1. tem menos softwares disponíveis nos repositórios oficiais. Neste quesito, a vitoriosa ainda é a Debian, com dezenas de milhares de pacotes de softwares disponíveis.
    No Fedora, se quiser software um pouco fora do comum, você terá que confiar em alguma PPA.
    Espera-se que com o uso crescente do Flatpak, isto melhore sensivelmente
  2. como consequência do que foi exposto acima, você provavelmente terá que baixar o código fonte para compilar alguns dos softwares que considerar necessários

Estas são minhas principais considerações sobre algumas das principais distribuições Linux.
Não sou o dono da verdade e o espaço de comentários está sempre aberto, caso você queira dar sua contribuição sobre o assunto 😉
Não esqueça de dar uma olhada no post distribuições Linux que vale a pena conhecer em 2016.

10 dicas para personalizar o prompt do seu terminal

Quem usa o terminal com frequência pode ver grande utilidade na exibição de determinadas informações na linha de comando, na parte que vem antes do cursor.
A personalização pode ser uma brincadeira muito divertida para usuários comuns — mas os administradores, que precisam acessar servidores diferentes podem se beneficiar com command line prompts diferenciados (o que ajuda a saber exatamente em que servidor e diretório você está executando algum comando).
Na série de artigos Como personalizar o prompt da linha de comando no UNIX/Linux, abordei várias formas de configurar:

  • parte 1  — ajustes básicos do prompt
  • parte 2  — como adicionar informações do sistema ao prompt e tornar as mudanças definitivas
  • parte 3  — como colorir o prompt de comando
  • parte 4  — como passar informações do prompt para a barra de títulos do seu terminal

Se você tiver dúvidas, sugiro a leitura dos textos acima. Assim evitamos redundâncias neste artigo e que ele fique mais longo do que o necessário. 😉

Em outras palavras, este post assume que você já detém o conhecimento do que foi discutido naqueles artigos, de forma que possamos ser bem mais objetivos aqui.

Se você acompanhar as tags emulador de terminal e bash vai encontrar outros textos interessantes relacionados a este assunto também.

Exemplos de prompt que você pode experimentar agora

Os exemplos, que seguem, podem ser experimentados de imediato. Basta copiar e colar no seu terminal Linux, Unix ou mesmo no Bash do Windows (eu não testei isso).
Sinta-se encorajada(o) a modificá-los para atender melhor às suas necessidades. Se quiser compartilhar alguma dica de uso, fique á vontade para postar nos comentários.
Como primeiro exemplo, veja este prompt que exibe um smiley sorrindo para comandos normais e um triste para quando você digitar um comando errado:

PS1="\t \w \`if [ \$? = 0 ]; then echo \:\); else echo \:\(; fi\` " 

experimente digitar comandos errados, para ver a mudança no “humor” do smiley.
O código abaixo, exibe uma carinha um pouco diferente para cada tipo de “humor”:

PS1="\`if [ \$? = 0 ]; then echo \\\^\\\_\\\^; else echo \\\-\\\_\\\-; fi\`*\u \w:\h)"

Uma variação deste prompt, exibe um smiley mais simples:

PS1="\t \w \`if [ \$? = 0 ]; then echo \:\); else echo \:\(; fi\` " 

Os próximos exemplos usam smileys coloridos:

PS1="\[\e[01;32m\]\u@\h \[\e[01;34m\]\W \`if [ \$? = 0 ]; then echo -e '\e[01;32m:)'; else echo -e '\e[01;31m:('; fi\` \[\e[01;34m\]$\[\e[00m\]"

A configuração abaixo acrescenta o número do comando no histórico, no começo da linha.

PS1="\`if [ \$? = 0 ]; then echo \[\e[33m\]^_^\[\e[0m\]; else echo \[\e[31m\]O_O\[\e[0m\]; fi\`[\u@\h:\w]\\$ "

Se quiser saber mais sobre as cores e seus códigos, clique aqui.
Prompts em múltiplas linhas, podem conter uma quantidade maior de informações. Por outro lado, alguns usuários acham que isto polui o visual do terminal, que deveria ser um pouco mais espartano.
exemplo de prompt de comando
Se você não se importa com uma ou duas linhas a mais no prompt, mas prefere obter algumas informações imediatas, o exemplo que segue exibe o número de arquivos presentes no diretório atual e o espaço ocupado por eles.

PS1="\n\[\033[35m\]\$(/bin/date)\n\[\033[32m\]\w\n\[\033[1;31m\]\u@\h: \[\033[1;34m\]\$(/usr/bin/tty | /bin/sed -e 's:/dev/::'): \[\033[1;36m\]\$(/bin/ls -1 | /usr/bin/wc -l | /bin/sed 's: ::g') files \[\033[1;33m\]\$(/bin/ls -lah | /bin/grep -m 1 total | /bin/sed 's/total //')b\[\033[0m\] -> \[\033[0m\]"

Ao contrário do anterior, este é simples (espartano), só que usa cores. Você pode usá-lo, como base, para criar algo mais sofisticado.

PS1="\[\033[35m\]\t\[\033[m\]-\[\033[36m\]\u\[\033[m\]@\[\033[32m\]\h:\[\033[33;1m\]\w\[\033[m\]\$ "

Segue uma versão minimalista em 2 linhas:

PS1="[\[\033[32m\]\w]\[\033[0m\]\n\[\033[1;36m\]\u\[\033[1;33m\]-> \[\033[0m\]"

Gosto muito desta versão, abaixo, com informações sobre o diretório atual e sem excesso de cores:

PS1="\n\[\e[30;1m\]\[\016\]l\[\017\(\[\e[34;1m\]\u@\h\[\e[30;1m\])-(\[\e[34;1m\]\@ \d\[\e[30;1m\])->\[\e[30;1m\]\n\[\016\]m\[\017\]-(\[\[\e[32;1m\]\w\[\e[30;1m\])-(\[\e[32;1m\]\$(/bin/ls -1 | /usr/bin/wc -l | /bin/sed 's: ::g') files, \$(/bin/ls -lah | /bin/grep -m 1 total | /bin/sed 's/total //')b\[\e[30;1m\])--> \[\e[0m\]"

Atualmente, gosto do meu assim:

PS1="\n\[\e[34;1m\]\u@\h\[\e[30;1m\] \[\e[34;1m\][ \d, \@]\[\e[30;1m\]\n\[\e[30;1m\]kernel: \$(/bin/uname -r)\n\[\e[32;1m\]\w\[\e[30;1m\] (\[\e[34;1m\]\$(/bin/ls -1 | /usr/bin/wc -l | /bin/sed 's: ::g') arquivos, \$(/bin/ls -lah | /bin/grep -m 1 total | /bin/sed 's/total //')b\[\e[30;1m\])--> \[\e[0m\]"

Referências

https://slashdot.org/comments.pl?sid=108424&cid=9219400.
https://www.maketecheasier.com/8-useful-and-interesting-bash-prompts/.

Como personalizar o prompt da linha de comando no UNIX/Linux — parte 4

A personalização do prompt da linha de comando pode ir além de todas aquelas as informações sobre o sistema antes do cursor.
Se você prefere ter menos “coisas” no prompt, mas não quer abrir mão de algumas informações, saiba que é possível enviar alguns destes itens para a barra de títulos do console.
Tudo o que você precisa é acrescentar um pouquinho de código ao que você já tem no seu PS1 — como foi abordado na parte 1, parte 2 e parte 3 desta série de artigos.
O pedaço de código a mais segue aí, embaixo:

"\e]2;texto para a barra de titulo\a"

Basta substituir a cadeia “texto para a barra de titulo” pelo que você achar melhor.
O código para inserir data e hora na barra de título segue abaixo:

\e]2;\d, \t - \u@\h\a

Para ter efeito imediato, acrescente este código ao valor do seu PS1, conforme destacado, abaixo:

PS1='\e]2;\d, \t - \u@\h\a \[\e[0;33m\][\T]\n\[\e[1;36m\] \w > \[\e[0;32m\]'

data hora barra de título

Obviamente, o recurso nem sempre vai funcionar. Quando você estiver usando uma interface 100% caractere (CLI), conectado remotamente a um sistema headless ou, simplesmente, usando o terminal em tela cheia (F11), por exemplo.
Nestes casos, não será possível ver qualquer barra de títulos.

Como resetar o Bluetooth no Android para resolver problemas de conexão.

Problemas de conexão, no seu smartphone ou tablet Android podem ter várias causas ou explicações.
Neste post, vou mostrar como reiniciar o serviço de Bluetooth através do menu de aplicativos.
O procedimento já se mostrou eficaz para resolver alguns problemas de conexão a dispositivos de áudio, laptops etc. — aonde, apenas desligar e ligar o Bluetooth, não fazia efeito.
Algumas pessoas conseguem conectar o seu smartphone a outro aparelho via Bluetooth após desligar o aparelho, retirar a bateria e, após alguns segundos, recolocá-la e voltar a ligar o aparelho.
Outras, resolvem o problema apenas reiniciando o aparelho.
O procedimento, que segue, é mais rápido e menos “drástico”.
Testei em aparelhos Lenovo/Motorola Moto G4 e Moto G4 Plus — com sistemas operacionais Android 6.0 Marshmallow e 7.0 Nougat, respectivamente.
Para reiniciar o serviço do Bluetooth do Android, siga estes 5 passos:

  1. Entre no painel de Configurações do seu dispositivo e selecione o item Aplicativos
  2. Toque no menu de exibição, no canto superior direito da tela e selecione Mostrar sistema
  3. como reiniciar o serviço bluetooth a

  4. Agora, role até o item Enviar Bluetooth — os itens da lista estão em ordem alfabética — (na versão em inglês, ele está como “Bluetooth Share“. Toque nele.
  5. No menu do aplicativo de compartilhamento de dados via Bluetooth, selecione FORÇAR PARADA. Pronto.
  6. como reiniciar o serviço bluetooth (c) e (d)

Se o Bluetooth não reiniciar automaticamente, ligue-o você mesmo.
Em seguida, tente fazer de novo a conexão.
Boa sorte! 😉

Como resolver problemas comuns de conexão ao Wi-Fi no celular ou tablet Android.

Problemas de conexão à rede Wi-Fi em dispositivos Android podem ocorrer e ter diversas causas.
Neste post, vou abordar alguns dos mais comuns e as possíveis soluções — na esperança de te livrar da chateação de ter que recorrer à assistência técnica.
Não vamos abordar procedimentos perigosos para o seu aparelho… ainda assim, se não tiver certeza do que está fazendo, não faça. E, se fizer, faça por sua própria conta e risco.

Verifique se o Wi-Fi está realmente ligado

Sei, por experiência própria, que o Wi-Fi não conecta, muitas vezes, por que simplesmente não foi ligado.
Para verificar se a sua rede Wi-Fi está ligada e funcionando, siga os passos:

  1. Toque a barra de status no canto superior da tela e arraste-a para baixo — revelando o painel de ajustes do Android.
  2. Agora verifique se o Wi-Fi está ligado. Se não estiver, toque no ícone dele e escolha um ponto ao qual você tenha acesso (senha).

Quando o Wi-Fi está ligado, seu ícone deve estar parecido com o da imagem abaixo:
wi-fi conectado android
Se o Wi-Fi não está conectado, mas você consegue ver uma lista de redes disponíveis, então ele está ligado (mas você não está conectado).
Neste caso, escolha uma das redes e forneça a senha dela.

O Android só irá se conectar automaticamente à rede Wi-Fi, se já tiver se conectado a ela antes e a senha de acesso estiver atualizada e guardada no dispositivo.

Verifique a senha de acesso à rede

Mesmo com o rádio de acesso à rede wireless ligado, se você não estiver de posse da senha correta, será impossível se conectar.
Isto pode acontecer se a senha do roteador tiver sido trocada recentemente. Se você não é o administrador do roteador, verifique com a pessoa responsável se houve mudança na senha de acesso.
Um indício de que a senha está errada é a exibição da mensagem “authentication failed” ou “falha na autenticação”.

A rede está fora de alcance

Quando o sinal está muito fraco você terá problemas para conseguir se autenticar e trocar informações entre o seu telefone e o ponto de acesso.
Tente se mudar de local, dentro do ambiente, para encontrar um ponto em que você fique mais próximo do roteador.
É comum uma parede (ou mais) bloquear “eficientemente” o sinal do Wi-Fi. Além disto, toda casa tem seus melhores e piores pontos para conseguir se conectar — tente encontrar o melhor ponto, portanto.
Verifique também se o roteador está ligado e (caso ele seja seu) posicionado em uma área central da residência ou do escritório, para que o sinal possa atingir todos os cômodos e cantos necessários.

Quando o problema não está no seu celular ou tablet

Se o seu aparelho está mostrando que está conectado ao Wi-Fi, mas exibe uma mensagem “sem Internet” ou “no Internet”, o problema é externo a ele.
android wi-fi conectado sem internet
Neste caso, o seu celular ou tablet Android não tem culpa. O problema pode estar no próprio roteador, na conexão para o provedor ou no próprio provedor.
Tente reiniciar o seu roteador.
Se isto não resolver, entre em contato com o seu provedor de Internet, para obter esclarecimentos sobre o problema e suas possíveis soluções.


Problemas de software no seu aparelho Android, que podem estar impedindo de conectar à rede Wi-Fi

Há basicamente 3 procedimentos que você pode realizar para detectar e resolver problemas de software que estejam impedindo-o de se conectar à rede local wireless.
Tente um destes:

  1. Reinicie o aparelho — detesto esta solução por que, ao contrário de “certos sistemas operacionais” o Android foi projetado para funcionar uniformemente, sem a necessidade de ser desligado durante meses.
    Enfim, isto costuma resolver alguns problemas.
    Para reiniciar o aparelho, mantenha o botão Power pressionado por alguns segundos e selecione Reiniciar.
    Uma outra variação desta solução é desligar completamente o aparelho, remover a bateria, recolocá-la depois de alguns segundos e ligar o aparelho novamente.
  2. Certifique-se de que seu software está atualizado — Vá até o painel de Configurações, selecione Sobre o telefone e Atualizações do sistema. Leia mais sobre como passar pelas atualizações do Android, sem traumas.
  3. Atualização ou instalação de softwares de terceiros, podem ser a causa.
    Esta abordagem pode ser um pouco mais complicada. Trata-se de verificar se o problema começou a ocorrer após uma das últimas atualizações de softwares ou depois de ter instalado algum app novo.
    O aplicativo recém instalado ou atualizado pode estar, de alguma forma, impedindo o Android de ligar o rádio do Wi-Fi.
    Se você desconfia que esta possa ser a causa do seu problema, experimente desinstalar o último aplicativo instalado ou atualizado no seu sistema.

Espero que um destes procedimentos tenha ajudado a resolver o seu problema. Caso contrário, leve o aparelho à assistência técnica (ai, que chato!)